
Após 13 anos de sua proposição, o decreto que regulamenta as Instituições Comunitárias de Educação Superior foi assinado nesta segunda-feira, 19 de janeiro, em Brasília. O ato foi realizado na capital do País, e contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Ministro da Educação, Camilo Santana. Pelo Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), acompanharam a assinatura o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, além da reitora da UPF e vice-presidente do Comung, Bernadete Maria Dalmolin, e o reitor da Unisinos, Pe. Sérgio Mariucci.
Construída em 2013, a Lei nº 12.881 foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e representou um marco ao definir o perfil das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES) e o seu lugar entre o Estado e o mercado. A lei apresenta a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das Instituições Comunitárias.
Entre as prerrogativas propostas estão o acesso aos editais de órgãos governamentais de fomento direcionados às instituições públicas; recebimento de recursos orçamentários do poder público para o desenvolvimento de atividades de interesse público, além de tornar as comunitárias alternativas na oferta de serviços públicos nos casos em que não são proporcionados diretamente por entidades públicas estatais.
“Depois de mais de uma década de esforços insistentes por parte do Consórcio das Universidades Comunitárias (Comung-RS e Acafe-SC), finalmente o governo federal assinou um decreto regulamentando uma Lei que reconhece e valoriza o papel das Instituições Comunitárias de Ensino Superior. Esta regulamentação é fundamental para que as IES comunitárias tenham acesso a recursos públicos vinculados a editais que, até este momento, eram restritos apenas às instituições públicas”, ressaltou o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg.
Conforme o reitor, o trabalho agora é convencer os diversos ministérios e órgãos governamentais a lançarem editais que permitam a participação das comunidades na busca dos recursos
Em seu discurso, o Ministro da Educação, Camilo Santana,parabenizou as comunitárias pelo bom resultado no Enamed e pela relevância enquanto papel educacional no ensino superior brasileiro. Segundo ele, as comunitárias fortalecem o tripé ensino, pesquisa e extensão.
“Vamos permitir que as instituições tenham acesso a editais de órgãos governamentais de fomento, direcionadas à instituições públicas. Direito de recebimento de recurso orçamentário do poder público para desenvolvimento de atividades de interesse público e possibilidade de ser alternativa na oferta de serviços públicos em casos que não são proporcionados diretamente por entidades públicas estatais”, disse.
O ministro também frisou que a parceria de serviços de interesse público possibilita o acesso a várias ações e políticas públicas do país. Santana comentou que são 88 Instituições comunitárias no país, 4.975 cursos ofertados, 1.860.000 vagas ofertadas e 511 mil matrículas, com maior concentração no Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina. Com a regulamentação, será criado o Conselho Nacional das Instituições de Ensino Superior Comunitárias, que será o órgão responsável por promover a cooperação e a integração entre as instituições.

O programa Inglês no Campus alcançou resultados expressivos em 2025. Lançado em novo formato no segundo semestre do último, o programa buscou ampliar horizontes linguísticos e culturais, fortalecer a diversidade, incentivar a fluência em línguas estrangeiras e articular habilidades linguísticas e não linguísticas em diversos contextos.
Ao longo de 2025, o Inglês no Campus, vinculado ao Línguas no Campus (LinC), consolidou-se como uma ação estratégica da Unijuí voltada à internacionalização, à formação acadêmica e ao fortalecimento da proficiência em língua inglesa. O programa contou com quase 170 participantes nas atividades, entre estudantes e bolsistas da graduação e da pós-graduação lato/stricto sensu, e público externo.
O programa ofertou atividades nas modalidades “Conversation I, II, III” e “EAP – English for Academic Purposes I e II (leitura para fins acadêmicos)”, em formatos presencial e on-line; o Conversation, com foco no desenvolvimento da oralidade, da escuta e da interação em língua inglesa; e, ainda, o EAP (English for Academic Purposes) com foco na identidade acadêmica do Inglês no Campus, ao concentrar-se na leitura, compreensão e discussão de textos científicos, abstracts e gêneros acadêmicos em língua inglesa.
A proposta não se configura como curso de idiomas tradicional, mas como uma ação formativa voltada ao letramento acadêmico, ao apoio à produção científica e à inserção dos participantes em práticas reais de pesquisa e internacionalização. “Do total de participantes, 126 estiveram vinculados às turmas on-line e 40 às turmas presenciais, evidenciando o alcance e a flexibilidade da iniciativa, mesmo considerando ajustes decorrentes de remanejamento de turmas ao longo do semestre”, comenta a coordenadora, professora Fabiana Diniz Kurtz.
Além das aulas regulares, o semestre contou com atividades avaliativas, simulados, provas finais e uma atividade temática especial de Halloween, desenvolvida com as turmas presenciais do Conversation I, integrando aspectos culturais ao ensino da língua inglesa.
Para este ano, a proposta é ampliar o programa. Entre as ações previstas, destaca-se a implantação do EAP nível 3, voltado a estudantes com maior domínio da língua e interesse em aprofundar a leitura crítica de artigos científicos, a produção acadêmica e a participação em contextos internacionais de pesquisa. Outro destaque será o intensivo de férias para os níveis iniciantes (Conversation I e EAP I), previsto para o final de fevereiro de 2026.
Também estão previstos a revisão e o aprimoramento dos materiais didáticos, a partir das demandas observadas nas turmas, garantindo maior adequação aos perfis dos participantes, às áreas de conhecimento e às práticas acadêmicas contemporâneas. “As experiências de 2025 servirão de base para ajustes metodológicos, fortalecimento da progressão entre níveis e ampliação da integração entre leitura acadêmica, escrita e conversação”, destaca Fabiana.
“Ao consolidar uma proposta que articula conversação, leitura acadêmica e formação crítica, o Inglês no Campus reafirma seu caráter institucional e acadêmico, posicionando-se como uma ação estratégica da Unijuí para a internacionalização, a produção do conhecimento e a formação universitária em um contexto cada vez mais global e multilíngue. Para 2026, a ideia é também incluir o ensino de outras línguas, junto ao programa LinC - Línguas no Campus”, complementa a coordenadora.
O Inglês no Campus integra a política linguística institucional da Universidade, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). As aulas foram ministradas pela professora Vanessa Vieira Mombach, responsável pelas turmas de inglês no semestre.


Médicos veterinários têm a chance de se especializar em Acupuntura Veterinária na Unijuí, por meio de uma pós-graduação com 360 horas/aula.
O curso oferece uma formação completa, combinando aulas teóricas e práticas, com acompanhamento de casos clínicos em diversas espécies, incluindo caninos, felinos, equinos, bovinos, animais selvagens e pets não convencionais. Além disso, os alunos terão noções de Medicina Veterinária Integrativa e aplicação da acupuntura na fisioterapia animal.
A especialização é realizada em parceria com a Escola Equilibre, referência gaúcha em Medicina Veterinária Integrativa desde 2018. Localizada em Itaara, em uma reserva ecológica de 13 hectares, a instituição oferece um ambiente propício para o desenvolvimento técnico-científico e sustentável, com professores capacitados e metodologia voltada à prática clínica de qualidade e segurança.
O curso tem como objetivo capacitar profissionais para aplicar a Acupuntura Veterinária de forma especializada, promovendo terapias complementares que auxiliem na prevenção de doenças, recuperação da saúde e melhora da qualidade de vida dos animais.
As inscrições estão abertas até 22 de março, pelo site unijui.edu.br/educacao-continuada, onde também é possível acessar informações detalhadas sobre a estrutura e conteúdos do curso.
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A Unijuí participou, na noite de quarta-feira, 14 de janeiro, do evento de encerramento da campanha Compre Aqui 2025, iniciativa que ao longo do ano mobilizou o comércio local e fortaleceu a economia regional. A Universidade é parceira da campanha pelo segundo ano consecutivo, atuando de forma ativa em apoio às ações promovidas pelo Sindilojas Fronteira Noroeste e pela Acisap.
Representando a Instituição, a coordenação do Campus Santa Rosa esteve presente no evento e recebeu uma homenagem em reconhecimento à parceria e ao apoio prestado durante toda a campanha. Para a coordenadora do Campus Santa Rosa, professora Taciana Paula Enderle, fazer parte do Compre Aqui é motivo de orgulho para a Universidade. “Para a nossa Unijuí é uma grande honra fazer parte desta campanha, pelo segundo ano de uma forma intensa, auxiliando o Sindilojas. Os parabéns vão a eles, que puxaram a frente da campanha, e, mais ainda, aos lojistas que toparam e fizeram com que ela acontecesse. Tenho certeza de que foi uma edição histórica”, destacou.
O evento de encerramento reuniu mais de 200 lojistas participantes da campanha e culminou com o sorteio de mais de 50 prêmios, celebrando o engajamento dos empresários, colaboradores e consumidores ao longo da edição 2025. A Unijuí reforça, por meio dessa parceria, seu compromisso com o desenvolvimento regional, atuando como agente de transformação social e econômica, e apoiando iniciativas que valorizam o comércio local e fortalecem a comunidade.

Professores da Unijuí tiveram projetos aprovados no resultado final do Edital 06/2025 - Programa Pesquisador Gaúcho e Fixação de Jovens Doutores. O Programa tem o objetivo de dar apoio financeiro a projetos que contribuam de forma significativa para o avanço científico, tecnológico e de inovação no Estado do Rio Grande do Sul, em qualquer área do conhecimento, bem como promover a fixação de jovens doutores, por meio da concessão de bolsas de pós-doutorado.
Pela Unijuí, cinco projetos na Faixa B (destinada a qualquer pesquisador, independente de possuir ou não bolsa Pq ou DT do CNPq) foram aprovados, enquanto que na Faixa C, destinada para pesquisadores que não possuem bolsa Pq ou DT do CNPq, foram dois projetos aprovados.
De acordo com o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, a Universidade tem cada vez mais participado de editais estaduais e nacionais e ampliando o seu percentual de aprovação dos projetos encaminhados. “Foram sete projetos aprovados, o que em comparação a outras instituições é um percentual bem importante. Destaco o papel da Unijuí, por meio de seus professores da pós-graduação e graduação, que buscam avançar em pesquisas que tem cunho e aplicação aqui na nossa região, o que fortalece a pesquisa e a comunidade acadêmica como um todo”, destaca.
Na Faixa B, os projetos aprovados são:
1 - Traças Digitais: Objetos de aprendizagem gamificados para formação de leitores professores e comunidade, coordenado pelo professor Anderson Amaral de Oliveira;
2 - Sobre eles - perfil diagnóstico e propostas de intervenção: painel de acompanhamento de autores de violência doméstica contra a mulher no sistema prisional do RS, coordenado pela professora Joice Graciele Nielsson;
3 - A qualificação da atuação das equipes multidisciplinares na monitoração eletrônica no Estado do Rio Grande do Sul como condição de possibilidade para a efetividade da medida, coordenado pelo professor Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth
4 - Palavras Reivindicadas diante das Violências: o que podem as comunidades pedagógicas?, coordenado pela professora Maria Simone Vione Schwengber;
5 - Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional sobre o Impacto nas Vias de Estresse Celular, coordenado pelo professor Thiago Gomes Heck.
Já na Faixa C, os projetos aprovados são:
1 - Valorização de resíduos lignocelulósicos de sorgo sacarino (Sorghum bicolor L.) e milheto rabo-de-raposa (Setaria italica L.) por explosão a vapor para produção de etanol de segunda geração e uso do resíduo sólido como adsorvente de agrotóxicos, o qual é coordenado pela professora Fernanda da Cunha Pereira;
2 - Cidade Memória e Território: o papel do patrimônio urbano de Ijuí/RS na construção do futuro, coordenado pelo professor Tarcísio Dorn de Oliveira.

Diante do atual cenário da saúde, marcado pela evolução dos modelos de atenção, ampliação do acesso aos serviços e implementação de novas políticas públicas, torna-se cada vez mais necessária a atuação de gestores qualificados. Esses profissionais precisam estar preparados para analisar dados em saúde, planejar ações eficazes e assegurar a conformidade com regulamentações e padrões de qualidade. Nesse contexto, a auditoria em saúde também ganha destaque, apresentando uma demanda crescente por profissionais capacitados, devido ao seu papel essencial na promoção da eficiência, transparência e conformidade das organizações de saúde.
Atenta a essa realidade, a Unijuí oferece o MBA em Gestão e Auditoria em Saúde, desenvolvido com o objetivo de suprir a crescente demanda por profissionais especializados na área. O curso tem foco no desenvolvimento de competências que capacitam os participantes para atuar com excelência no gerenciamento de serviços de saúde, tanto no setor público quanto no privado.
O curso tem como principal objetivo oferecer uma formação abrangente, crítica, atualizada e aprofundada aos profissionais da saúde, preparando-os para a atuação qualificada na gestão e auditoria de serviços de saúde. Ao longo da formação, os estudantes desenvolvem habilidades estratégicas, analíticas e operacionais voltadas à otimização da qualidade, da eficiência e da sustentabilidade dos serviços. Ao final do curso, estarão aptos a tomar decisões, liderar equipes multidisciplinares e implementar processos de melhoria contínua, sempre com foco na excelência do cuidado ao paciente e na gestão responsável dos recursos.
O MBA é destinado a profissionais da área da saúde, como médicos, enfermeiros, biomédicos, nutricionistas, farmacêuticos, fisioterapeutas e demais profissionais que desejam atuar ou aprimorar sua atuação na Gestão e Auditoria em Saúde.
As inscrições estão abertas até o dia 12 de abril e podem ser realizadas pelo site unijui.edu.br/educacao-continuada. Na página, os interessados também encontram informações detalhadas sobre o curso, incluindo a estrutura curricular.

Cursar um doutorado sanduíche em instituições do exterior é uma oportunidade única para muitos estudantes, que podem criar relações, qualificar seus currículos e ter uma vivência fora do Brasil, onde encontram culturas diferentes, pessoas de diversas partes do mundo e aprendizados diversificados.
No último semestre, os doutorandos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional (PPGDR), Daniel Hedlund Soares das Chagas, Ana Luisa Borsatto e Daniel Schiefelbein, e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito (PPGD), Fernanda Marcolla, foram selecionados com as bolsas e estiveram na Espanha e em Portugal.
Conforme Ana Luisa, que está em Portugal, a experiência tem sido transformadora, tanto pessoal quanto academicamente. “Cada dia representa um novo desafio, uma nova descoberta e, sobretudo, uma oportunidade de crescimento. Sou profundamente grata pela chance de ampliar minha formação em um ambiente tão rico em história, pesquisa e diversidade”, comenta.
Ela destaca que vivenciar a universidade, dialogar com outros pesquisadores e participar de atividades acadêmicas internacionais tem ampliado sua visão sobre o papel da ciência e reforçado o compromisso com a pesquisa que desenvolve no Brasil. “Mais do que uma etapa acadêmica, este intercâmbio se tornou um momento de intensos aprendizados, trocas culturais e construção de novas perspectivas. Trata-se de uma oportunidade única, que certamente marcará minha trajetória profissional e pessoal. Tenho a certeza de que este percurso fortalecerá ainda mais minha atuação como pesquisadora e como profissional ao retornar ao Brasil.”
Já Fernanda Marcolla, que realiza seu doutorado sanduíche na Faculdade de Direito da Universidade de Sevilha, na Espanha, relata que a experiência acadêmica tem sido extremamente enriquecedora. “A Universidade de Sevilha oferece um ambiente de pesquisa estruturado e acolhedor, no qual doutorandos são reconhecidos como pesquisadores, contando, inclusive, com uma sala de investigação exclusiva destinada a professores e estudantes de doutorado.”
Outro detalhe, segundo ela, é o acesso a materiais que não são encontrados no Brasil, fundamentais para o desenvolvimento da sua pesquisa. “Meu foco tem sido a análise da finalidade da pena e os impactos do populismo penal, temática para a qual tenho encontrado, na Universidade de Sevilha, autores e obras que não estão facilmente disponíveis no Brasil. Esse acesso tem contribuído de maneira significativa para o aprofundamento teórico da pesquisa.”
Daniel Hedlund, que está em Lisboa, ressalta que o doutorado sanduíche é como abrir uma nova janela para a pesquisa e vida acadêmica. Ele conta que os benefícios ficam claros desde o primeiro mês, com acesso ampliado a grupos de pesquisa europeus, os quais ampliaram as suas perspectivas. “Aqui, as discussões são extremamente internacionais, e cada seminário reúne pessoas de vários países, trazendo abordagens que muitas vezes não encontramos no Brasil. Os orientadores e colegas são abertos à colaboração, e existe uma cultura forte de interdisciplinaridade que estimula a inovação”, comenta.
Ele ressalta que o maior ganho está no crescimento pessoal e afirma que fazer o doutorado sanduíche em Portugal fez perceber que a ciência é profundamente colaborativa “Expandir fronteiras, geográficas e intelectuais, transforma não só o trabalho acadêmico, mas também quem somos enquanto pesquisadores. Volto com a mala cheia de boas lembranças, artigos e dados, mas, sobretudo, com uma visão”, finaliza.
O Programa de Doutorado Sanduíche está com inscrições abertas. O prazo iniciou no dia 27 de outubro e se estende até o dia 28 de janeiro de 2026. As inscrições são feitas a partir do encaminhamento da documentação por meio digital para o endereço eletrônico eri@unijui.edu.br e os resultados serão divulgados no dia 11 de fevereiro de 2026.

Quatro dos seis programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Unijuí receberam nota 5 na Avaliação Quadrienal da Capes (2021-2024). Os programas em Desenvolvimento Regional (PPGDR) e de Educação nas Ciências (PPGEC) mantiveram a nota, enquanto que os programas de Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) e Modelagem Computacional e Matemática (PPGMMC) tiveram elevação de nota 4 para nota 5. Direito segue com nota 4 e Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, com nota 3.
Conforme o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, as notas destacadas nesta avaliação representam o compromisso da Unijuí em manter e evoluir a qualidade dos programas. “Passamos a ter quatro programas com nota 5, o que reforça o papel de ensino, pesquisa e extensão da Universidade. Demonstra como tratamos a pesquisa com seriedade e eficiência, além de evidenciar a qualidade dos nossos outros programas”, destaca.
Conforme a coordenadora do PPGAIS, professora Adriane Cristina Bernat Kolankiewicz, a avaliação positiva e a elevação da nota representa o reconhecimento de uma trajetória construída com rigor científico, compromisso social e trabalho coletivo. “Reafirma o PPGAIS como um espaço de formação avançada e produção de conhecimento capaz de transformar realidades em saúde e impulsionar o desenvolvimento regional”.
A professora completa destacando que o resultado reafirma o papel estratégico da pós-graduação stricto sensu no desenvolvimento regional, na produção de conhecimento interdisciplinar em saúde e na formação científica comprometida com a transformação da realidade social. “Nosso agradecimento a todos os docentes, discentes, egressos, técnicos, colaboradores e parceiros institucionais que contribuíram direta ou indiretamente para essa trajetória. Esta nota expressa o esforço contínuo na produção científica, na formação qualificada e no impacto social do Programa.”
Já o coordenador do PPGEC, professor Sidinei Pithan da Silva, comenta que a união de todos, auxiliou para que o programa fosse reconhecido. “Com essa nota o Programa repete pelo terceiro quadriênio consecutivo a nota 5. Este resultado é decorrente dos esforços de todos que fazem parte do PPGEC, nestes 30 anos, no qual já formamos mais de 700 mestres e 100 doutores. É um momento de comemorar o esforço e dedicação de todos que fazem parte da história”, ressalta.
Os programas que receberam nota 5 receberam conceito Muito Bom em todos os itens avaliados, que inclui os quesitos Formação e Impacto na Sociedade. Além disso, reconhece a produção científica e a participação de egressos em diferentes áreas.

Os fisioterapeutas contam com uma nova oportunidade de especialização na Unijuí: o curso de Pós-Graduação em Fisioterapia Neurofuncional, com carga horária de 360 horas/aula. A formação foi desenvolvida para atender às demandas atuais da área e qualificar os profissionais para uma atuação especializada.
As inscrições estão abertas até o dia 15 de março, com início das aulas previsto para 27 de março. O curso tem como objetivo promover o aperfeiçoamento teórico e prático dos participantes, contribuindo de forma significativa para a qualificação profissional e para uma atuação ética, integral e centrada no paciente.
A especialização apresenta uma organização curricular estruturada em módulos, compostos por diferentes componentes curriculares que asseguram uma formação sólida e especializada. Voltado à continuidade da formação e à qualificação profissional, o curso atende a uma demanda crescente na região, originada pela implementação dos Centros Especializados em Reabilitação, que tornam cada vez mais necessária a atuação de fisioterapeutas capacitados para trabalhar na área neurofuncional.
As aulas serão realizadas nas modalidades online e presencial, conforme a organização do cronograma. Mais informações, bem como inscrições e acesso à estrutura curricular, estão disponíveis no site unijui.edu.br/estude/educacao-continuada.

Uma nova etapa de fortalecimento do ecossistema de inovação regional foi marcada no dia 08 de janeiro de 2026, com a retomada da parceria entre a INOVACHI – Incubadora de Empresas de Chiapetta e a Criatec Unijuí, de Ijuí. A articulação foi viabilizada no âmbito do Programa INOVA RS, iniciativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul voltada ao desenvolvimento de ambientes e redes de inovação em todo o território gaúcho.
Na ocasião, a equipe da Criatec Unijuí esteve presente no município de Chiapetta juntamente com as gestoras do INOVA RS, Leonice Parnoff e Isabela Dahmer, para formalizar a parceria e alinhar estratégias conjuntas de atuação. O objetivo é ampliar o apoio a empreendedores, startups e iniciativas inovadoras, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável e a interiorização da inovação.
A retomada da cooperação entre as duas incubadoras reforça a importância da atuação em rede, conectando instituições de ensino, pesquisa, setor produtivo e poder público. A partir dessa parceria, estão previstas ações integradas como programas de capacitação empreendedora, mentorias, apoio à incubação de novos negócios e compartilhamento de boas práticas em gestão da inovação.
Para os representantes envolvidos, a iniciativa simboliza o compromisso com a consolidação de ambientes de inovação no interior do estado, potencializando talentos locais e criando oportunidades para que ideias inovadoras se transformem em negócios competitivos. A articulação pelo INOVA RS evidencia, ainda, o papel estratégico do programa na conexão de atores regionais e no fortalecimento de uma cultura de inovação colaborativa.
Com essa parceria, Chiapetta e Ijuí avançam na construção de um ecossistema mais integrado, dinâmico e preparado para os desafios do desenvolvimento regional baseado no conhecimento e na inovação.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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