
Com a proposta de atender ao crescimento da instituição, aos novos cursos e aos cursos da área da Saúde da Universidade, possibilitando maior infraestrutura e espaço para as aulas e práticas acadêmicas, a Unijuí deu início às obras de ampliação estrutural do Complexo 2 da Saúde. O novo prédio será construído junto ao atual prédio do complexo, na rua Professor Waldir Bussmann, no campus Ijuí, e terá área de aproximadamente 2 mil metros quadrados.
A estrutura contará com novas salas de aula, espaços de convivência, auditório e laboratórios de prática, que serão utilizados por estudantes dos cursos atuais e novos que serão abertos nos próximos anos.
A ampliação contará com diversas etapas de execução, que iniciam com terraplenagem, fundação, estrutura, telhado e acabamentos. Neste momento, cada uma das etapas está em fase de orçamento para a sua viabilização. A intenção com a ampliação é atender o crescimento da Instituição
“O novo prédio qualificará a estrutura já existente, possibilitando a concentração de atividades de ensino, pesquisa e convivência na área da saúde. A obra também evidencia o compromisso e a capacidade institucional com uma oferta de ensino e serviço de alta qualidade. Estamos demonstrando mais uma vez que a Unijuí foi, de fato, a melhor escolha possível para oferta do curso de Medicina e tem condições de contribuir de forma substantiva e efetiva no desenvolvimento social da região”, destaca o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg.
A nova estrutura se juntará ao prédio atual, também com cerca de 2 mil metros quadrados, que foi inaugurado em 2020, correspondente à primeira etapa da obra, a qual teve valor estimado em investimento de mais de R$ 8 milhões entre infraestrutura e equipamentos. Esta estrutura conta com um conjunto de laboratórios e salas, equipados com equipamentos de alta tecnologia de simulação realística, e é utilizado pelos estudantes dos cursos da Saúde da Universidade, em especial de Medicina.

Em entrevista, a professora Rosemara Unser, docente do curso de Direito da Unijuí - Campus Santa Rosa, abordou os desafios relacionados ao direito à desconexão diante das transformações provocadas pela tecnologia nas relações de trabalho. Segundo a professora, a hiperconectividade tem tornado cada vez mais tênues os limites entre a jornada profissional, os períodos de descanso e a vida pessoal do trabalhador.
A chamada conexão permanente (always-on) permite que empregados e empregadores permaneçam em contato por meio de dispositivos eletrônicos mesmo fora do expediente, criando uma espécie de sobrejornada invisível. O cenário também está relacionado aos impactos do estresse laboral. Dados do International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) apontam que o Brasil é o segundo país com mais casos de Síndrome de Burnout no mundo. Segundo o levantamento, 72% dos trabalhadores sofrem sequelas de estresse laboral e 32% apresentam sintomas de esgotamento emocional crônico.
Para Rosemara, o direito à desconexão surge nesse contexto como uma importante ferramenta de proteção à saúde física, mental e existencial do trabalhador. “A tecnologia deve ser uma ferramenta de trabalho, e não um mecanismo de disponibilidade permanente. O trabalhador precisa ter assegurado o seu período de descanso e o direito de usufruir da vida para além das obrigações profissionais”, destaca. A professora explica que, em regra, o trabalhador não é obrigado a responder mensagens, e-mails ou chamados profissionais fora do horário de expediente, já que os períodos de descanso representam momentos de suspensão do contrato de trabalho. Na prática, entretanto, a chamada “tele pressão”, o imediatismo e o receio de retaliações podem fazer com que o empregado permaneça disponível mesmo fora da jornada.
De acordo com a docente, o direito à desconexão encontra amparo indireto na Constituição Federal, a partir dos princípios da dignidade da pessoa humana, do valor social do trabalho e das garantias relacionadas à saúde, ao lazer e à intimidade. No caso dos aplicativos de mensagens, o simples recebimento de uma comunicação fora do expediente não caracteriza, por si só, jornada extraordinária. Porém, quando a mensagem exige resposta imediata ou a realização de uma tarefa, o período pode ser considerado “tempo à disposição do empregador”, conforme o artigo 4º da CLT, podendo gerar o pagamento de hora extra, com acréscimo mínimo de 50%. Registros de conversas, como prints, também podem ter valor probatório na Justiça do Trabalho.
A professora Rosemara também chama atenção para as diferenças entre a simples comunicação fora do expediente e o regime de sobreaviso, previsto na Súmula 428 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Para caracterizá-lo, é necessária a existência de restrição da liberdade de locomoção por meio de escala organizada de plantão e prontidão imediata. A simples inclusão em grupos corporativos ou o recebimento de mensagens informativas, portanto, não é suficiente.
Ela destaca ainda que a Lei nº 14.442/2022 estabelece que o uso de meios telemáticos fora da jornada habitual de teletrabalho não constitui, automaticamente, tempo à disposição. Ainda assim, situações de exigência tácita de disponibilidade contínua vêm sendo analisadas pela Justiça do Trabalho. Em decisão da Terceira Turma do TST, por exemplo, a Telefônica Brasil S.A. foi condenada por cobrança de metas via WhatsApp fora do expediente. Na ocasião, o ministro relator Alexandre Agra Belmonte destacou que essas abordagens invadem a privacidade e podem gerar ansiedade e insegurança, reconhecendo o dano moral presumido.
A interferência no período de férias também pode gerar consequências trabalhistas. Conforme explica Rosemara, quando o trabalhador é acionado durante o descanso, pode haver violação do artigo 134 da CLT, com possibilidade de pagamento de horas extras, invalidação do período de repouso, concessão em dobro e indenização. Em situações mais graves, quando a interferência do trabalho compromete relações familiares, sociais e projetos pessoais, pode ser caracterizado o dano existencial. Em um caso analisado pela 7ª Turma do TST, um analista da HP acionado constantemente durante as noites recebeu indenização de R$ 25 mil. Atualmente, porém, existe controvérsia jurisprudencial sobre o tema. Enquanto decisões regionais reconhecem o dano existencial presumido diante de jornadas extenuantes, o TST entende ser necessária a comprovação concreta do prejuízo às relações sociais do empregado.
Como perspectiva de mudança, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 4.044/2020, que busca regulamentar formalmente o direito à desconexão no país, estabelecendo limites para comunicações telemáticas e medidas específicas para períodos de férias e teletrabalho. Até a aprovação de uma legislação específica, a professora ressalta que as organizações podem adotar medidas preventivas, como códigos de uso responsável de aplicativos, orientação de gestores e garantia da voluntariedade na participação em grupos corporativos. “Preservar o tempo de descanso também significa reconhecer que o trabalhador possui uma vida para além do ambiente profissional”, conclui.

Uma experiência desenvolvida nos meses de julho e agosto aproximou os estudantes dos cursos de Gestão da modalidade EaD da Unijuí da prática da pesquisa científica. A atividade foi realizada nas disciplinas de Projeto Integrador: Introdução à Pesquisa Aplicada e integrou ensino, pesquisa e extensão ao envolver os acadêmicos em todas as etapas de uma investigação sobre valores humanos, atitudes e crenças socioculturais.
A pesquisa foi realizada nas regiões de atuação dos campi da Unijuí e dos polos EaD, com entrevistas a 438 pessoas de mais de 50 municípios. Durante o processo, os estudantes tiveram contato com classificação da pesquisa, mensuração, escalonamento, amostragem, elaboração de instrumentos de coleta, aplicação de questionários e análise de dados.
Para a investigação, foi utilizado um questionário adaptado do World Values Survey (WVS), estudo internacional que aborda valores humanos e diferentes dimensões da vida social, econômica e cultural. O instrumento contemplou temas como valores sociais, atitudes e estereótipos; raça e gênero; felicidade, bem-estar e trabalho; identidade nacional; ideologia e política; confiança, participação social e organizações voluntárias; valores econômicos, corrupção, ciência e meio ambiente, além de informações sociodemográficas.
A partir dos dados coletados, cada acadêmico desenvolveu uma análise com base em diferentes blocos temáticos do questionário, relacionando os resultados aos conhecimentos trabalhados nas disciplinas. Segundo o professor Luciano Zamberlan, responsável pelo Projeto Integrador, a experiência amplia a compreensão dos estudantes sobre o papel da pesquisa. “Quando o estudante participa de todas as etapas, ele deixa de compreender a pesquisa apenas como um conteúdo metodológico e passa a perceber sua utilidade como ferramenta para compreender a realidade, identificar problemas e produzir conhecimento”, destaca.
Além do aprendizado metodológico, a atividade contribui para o desenvolvimento de competências como pensamento crítico, capacidade analítica, interpretação de dados, argumentação e tomada de decisão. A realização da pesquisa também aproxima a Universidade das comunidades onde os estudantes estão inseridos, produzindo informações sobre valores, atitudes, percepções e comportamentos da população pesquisada.
A iniciativa evidencia, assim, a integração entre ensino, pesquisa e extensão. Os conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas são aplicados em uma situação concreta, gerando dados e novos conhecimentos que ampliam a compreensão da realidade social.
Como etapa final, os estudantes estão elaborando resumos científicos a partir das análises realizadas, seguindo critérios de produção acadêmica. A expectativa é de que os trabalhos possam ser submetidos ao Salão do Conhecimento da Unijuí 2026, proporcionando aos acadêmicos uma primeira experiência com a produção e divulgação científica.
A experiência reforça a proposta de formação dos cursos de Gestão EaD da Unijuí, baseada na articulação entre conhecimento, prática e realidade. Ao participar de todo o processo de investigação, os estudantes assumem protagonismo na produção do conhecimento e desenvolvem uma postura mais crítica e investigativa, aprendendo a utilizar dados e informações para compreender fenômenos sociais e apoiar processos de decisão.

A Unijuí marca presença na 16ª edição da Feira Estadual da Agroindústria Colonial (Fecolônia), que acontece no Parque Municipal Rudolfo Arno Goldhardt, em Panambi. A Feira teve início nesta quinta-feira, 10 de setembro, e segue até o dia 13, e a Universidade conta com uma programação especial em seu estande.
Durante os quatro dias de evento, a Unijuí levará mostra de cursos, fará interações com o público, distribuição de brindes, tira-dúvidas sobre processos seletivos e cursos, além de atividades criativas e outras iniciativas junto ao público que visita a Feira. Visite nosso estande e conheça mais sobre a Universidade.

A Unijuí realizou, de forma inédita, nesta quarta-feira, 9 de setembro, a primeira edição do Profissional do Futuro Unijuí no Campus Panambi. O evento reuniu mais de 225 estudantes, 20 professores e representantes de oito escolas do município.
A iniciativa é voltada especialmente aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio e tem como objetivo aproximar os jovens dos cursos de graduação, além de apresentar diferentes possibilidades de formação profissional e de carreira.
Conforme a vice-reitora de Graduação, professora Bruna Comparsi, a primeira edição noturna do Profissional do Futuro em Panambi demonstrou a importância de criar diferentes oportunidades para aproximar os jovens da Universidade. “Os estudantes puderam conhecer os cursos da Unijuí por meio de experiências práticas e participativas, com desafios, experimentação e contato direto com professores e acadêmicos. Mais do que apresentar profissões, buscamos despertar a curiosidade dos jovens e contribuir para que façam escolhas mais conscientes sobre seus projetos de futuro. A iniciativa também reforça a importância de ampliar essa experiência aos estudantes do turno da noite”, destaca.
Durante o evento, os visitantes conheceram os cursos de graduação oferecidos pela Unijuí, com destaque para aqueles disponíveis no Campus Panambi. A programação contou com oficinas, bate-papos com profissionais, jogos interativos e outras atividades voltadas à experimentação e à descoberta de novas possibilidades, com momentos de integração, lazer e entretenimento.
Além da programação em Panambi, o Profissional do Futuro teve início com as edições diurnas realizadas nos campi Ijuí e Santa Rosa. A programação segue com outras três edições noturnas: no Campus Ijuí, em 22 de setembro; no Campus Santa Rosa, em 24 de setembro; e, encerrando a programação, no Campus Três Passos, em 30 de setembro.

Na noite desta quarta-feira, 9 de setembro, a Criatec da Unijuí – Campus Santa Rosa recebeu a visita de estudantes do Curso Técnico em Publicidade do Instituto Estadual de Educação Visconde de Cairu. O grupo esteve acompanhado do professor Jair Luiz dos Santos, responsável pela disciplina de Administração, Empreendedorismo e Gestão Organizacional.
Conforme explicou o coordenador da Criatec, Lucas Escher, a visita dos estudantes do Instituto à Universidade já é tradicional. “O objetivo é conectar esses alunos às iniciativas empreendedoras, apresentando-lhes um ambiente de inovação para que, talvez no futuro, possam também empreender”, explicou.
Durante a visita, os estudantes conheceram empresas incubadas, como a Químea Inteligência Ambiental, a Zert Inteligência em Segurança e Regulação e a Connect Marketing e Produções. Na sequência, foram apresentados ao trabalho desenvolvido pela Criatec para fomentar ideias e negócios na região.

O Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp) esteve presente em atividade promovida pelo Sistema Estadual de Museus do Rio Grande do Sul (SEM/RS) e direcionada aos coordenadores das Regiões Museológicas do Estado. O Madp foi representado pela diretora, Karen Barros dos Santos, que também atua como coordenadora da 4ª Região Museológica, representando e articulando instituições museológicas do Noroeste do Rio Grande do Sul.
A formação teve o foco na preparação dos museus para situações de emergência e desastres, reunindo informações sobre monitoramento climático, identificação de riscos, prevenção, proteção de pessoas e procedimentos para salvamento de acervos.
Um dos palestrantes foi o meteorologista do Centro de Monitoramento da Defesa Civil, Bruno Ribeiro, que apresentou o panorama de monitoramento e previsão do fenômeno El Niño no Rio Grande do Sul para 2026. Na sequência, a geógrafa do SEM/RS, Monica Marlise Wiggers, abordou os desastres naturais registrados no estado nos últimos 30 anos e seus impactos sobre as diferentes Regiões Museológicas.
A programação também contou com a participação da museóloga do Museu de História Júlio de Castilhos e do Gabinete Integrado de Gerenciamento de Desastres do RS, Doris Couto, que tratou das emergências em museus, com orientações voltadas à proteção e ao salvamento de acervos.
Os participantes trabalharam a checagem das estruturas dos museus e a identificação de áreas de risco, discutindo procedimentos que podem ser adotados antes da ocorrência de um desastre. A etapa seguinte, intitulada “Museu atingido – e agora?”, concentrou-se nas ações necessárias após uma instituição ser afetada, desde a organização da resposta emergencial até os primeiros cuidados com os acervos.
Os conteúdos dialogam diretamente com experiências recentes de instituições museológicas gaúchas atingidas por inundações e outros eventos extremos. O material utilizado na formação apresentou situações ocorridas em diferentes museus do Estado e estratégias de acondicionamento, salvamento e recuperação de acervos, reforçando a necessidade de planejamento prévio e articulação regional.
A proposta do SEM/RS é que os coordenadores atuem como multiplicadores dessas orientações em suas Regiões Museológicas, fortalecendo redes de comunicação e apoio entre os museus. Entre as ações apresentadas estão a organização de grupos de socorro, realização de treinamentos regionais, aproximação com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros e estruturação de materiais básicos para atendimento emergencial.
A representação do Madp na formação contribui para o aprimoramento das ações de conservação preventiva e gestão de riscos desenvolvidas pela instituição. No âmbito da 4ª Região Museológica, os conhecimentos compartilhados poderão subsidiar ações de orientação e articulação entre os museus, considerando as particularidades e vulnerabilidades das instituições do território.


A professora Doutora Maria Cristina Pansera de Araújo participou com os doutorandos Laercio Francesconi e Naiára Berwaldt Wust, no X ENEBIO e X EREBIO NORDESTE, na cidade de João Pessoa, PB, de 25 a 27 de agosto. Na ocasião, foram apresentados trabalhos resultantes das pesquisas realizadas pelos doutorandos, intitulados “Reciclagem, uma prática de sustentabilidade no 1.º CEB de Rosa Branca Tracana”, Maria Cristina Pansera, Laércio Francisconi, Ana Isabel Ventura Lopes Ferreira, Sandra Carreira; “Diário de formação no estágio de biologia do ensino médio, um instrumento mediador da investigação sobre a prática pedagógica”, de Naiára Berwaldt Wust, Maria Cristina Pansera, Eliane Gonçalves dos Santos; “Ecopedagogia e Cidadania: Fundamentos, limites e potencialidades, no ensino de biologia e ciência da natureza”, de Laércio Francesconi, Maria Cristina Pansera, Catiane Oster, Rosa Branca Tracana, Naiara Berwaldt Wust, Apresentadores: Laércio Francesconi.
Além disso, a doutora Maria Cristina Pansera de Araújo foi homenageada com o título de Professora Emérita da Associação Brasileira de Ensino de Biologia (SBENBIO), por ser sócia fundadora da mesma em 1997, e contribuir com os estudos sobre ensino de Biologia ao longo de mais de 40 anos, na Unijuí e no Brasil, formando Licenciados, Bacharéis, Mestres e Doutores em Educação nas Ciências.

Acadêmicos do curso de Farmácia da Unijuí realizaram uma visita técnica ao Centro de Distribuição da rede de Farmácias São João, em Passo Fundo. Durante a atividade, os estudantes, que estiveram acompanhados da coordenadora do curso, a professora Angélica Cristiane Moreira, puderam conhecer de perto os processos de logística, armazenamento, organização e distribuição de medicamentos e demais produtos, ampliando o conhecimento sobre a atuação farmacêutica e a importância da gestão na cadeia de abastecimento.
O Centro de Distribuição possui mais de 40 mil m² de área construída em um espaço de 100 mil m². O complexo destaca-se por possuir o que há de mais moderno em tecnologia de armazenagem, separação e expedição de mercadorias. Para isso, são utilizados miniload transelevador (robôs), integrados com sistema WMS, que controla a mercadoria desde o recebimento até a expedição, garantido a agilidade em toda a cadeia de distribuição.
Para os estudantes, foi uma experiência enriquecedora ao perceberem que no Centro de Distribuição, o profissional farmacêutico é protagonista em diferentes áreas de sua responsabilidade. Também contribuiu para aproximar a teoria com a prática e ampliar a visão sobre a atuação profissional.

A Unijuí participou, no último domingo, 6 de setembro, do Dia do Bem, em Santa Rosa. A atividade, promovida pelo Rotary Club de Santa Rosa Cruzeiro, reuniu a comunidade em uma tarde dedicada à solidariedade, à união e à promoção do bem-estar.
A Universidade esteve presente com ações durante toda a tarde, que envolveram os cursos de Fisioterapia, Direito, Biomedicina e Farmácia. Foram realizadas atividades gratuitas que aproximaram o conhecimento e os serviços da Unijuí, contemplando ações nas áreas da saúde, educação, cidadania e integração.
Entre as atividades, foram feitas aferição da pressão arterial, medição da glicemia capilar, orientações para o cuidado com a saúde e orientações posturais, proporcionando à comunidade acesso a informações e cuidados importantes para a promoção da qualidade de vida. Também foi feita a atividade “Caminhos do Direito: entre desafios e escolhas”, um jogo interativo, que convida os participantes a refletirem sobre a construção de uma sociedade mais justa. Além disso, foi feita a aplicação de tatuagens temporárias, que incentivaram um momento lúdico de descontração e interação, especialmente entre crianças e famílias.
“A participação da Unijuí no Dia do Bem reafirma o compromisso da Universidade em aproximar o conhecimento científico e acadêmico das necessidades reais da comunidade. Ao oferecer atendimentos gratuitos de saúde, dinâmicas de conscientização jurídica e atividades de integração para todas as idades, a instituição fortalece seu papel social e promove a cidadania. Essa presença transforma o aprendizado em cuidado prático, impactando diretamente a qualidade de vida da população e consolidando a união entre a universidade e a sociedade”, destaca a coordenadora do campus Santa Rosa, professora Taciana Paula Enderle.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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