
O ano de 2025 foi positivo para a Cia Cadagy – Corpo e Movimento da Unijuí. Segundo o coordenador do grupo, Dionatan Mânica dos Santos, o resultado se deve, principalmente, à execução de dois espetáculos, apresentados em Ijuí e em outras cidades do Rio Grande do Sul.
“Trabalhamos com dois espetáculos distintos. Os Irmãos Grimm exigiu uma pesquisa mais aprofundada e maior dedicação ao figurino. Já o espetáculo Circo teve um processo mais orgânico e natural, buscando evidenciar o talento de cada integrante. Contamos com cenas baseadas em técnicas isoladas que, juntas, deram origem a um espetáculo leve e divertido”, explicou.
Ao longo do ano, a Cia Cadagy realizou mais de 60 ações, desde oficinas até intervenções em eventos. Para 2026, o grupo projeta novas iniciativas. “Neste ano, damos início às oficinas direcionadas à comunidade, a partir de um projeto aprovado pelo Sicredi. Também iremos pleitear novos recursos para viabilizar a execução de novas ações”, concluiu.

Enquanto muitos estudantes se preparam para o retorno às aulas, outros vivem a expectativa do início da vida acadêmica. Para recepcionar veteranos e calouros, a Unijuí está organizando uma programação especial no dia 18 de fevereiro, próxima quarta-feira.
Pela manhã, às 8h, os professores realizam a recepção dos novos estudantes do curso de Medicina. Já no turno da noite, os calouros são convidados a se integrar aos demais estudantes no Campus Ijuí, em uma atividade especial de acolhida.
Em todos os campi, a partir das 19h, será realizado um sunset com música, pipoca e momentos de integração entre veteranos e calouros. No Campus Ijuí, o encontro acontece na Biblioteca; nos demais campi, as atividades serão realizadas nos auditórios.
Após às 20h30, os veteranos retornam às suas aulas. Já os calouros seguem para atividades específicas em cada campus: em Ijuí, no Salão de Atos; em Panambi, na sala 02-04; em Santa Rosa, na sala C-111; e em Três Passos, na sala 106.
Neste dia, também serão entregues o cartão de identificação aos calouros e o caderno institucional aos estudantes.

Para receber os professores para mais um ano letivo, a Unijuí preparou uma série de atividades, que incluíram desde a integração entre técnicos e docentes até a realização de oficinas que integram o Programa de Formação Pedagógica, organizado pelo Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência de Educadores (NAPEE).
O novo formato, que permitiu a realização de oficinas concomitantes nos dias 9 e 11 de fevereiro, possibilitou que cada docente escolhesse e se inscrevesse na temática com maior aderência às suas necessidades e ao contexto do curso.
Conforme explica a vice-reitora de Graduação, professora Bruna Comparsi, as oficinas abordaram temas estratégicos para o fortalecimento das práticas pedagógicas, indicados pelos coordenadores de curso e pelo diagnóstico realizado em ações de autoavaliação. Entre os temas trabalhados estiveram a inclusão, avaliação de conhecimentos atitudinais, perfil do egresso Unijuí, novos instrumentos de avaliação de curso e seus impactos na atuação docente, metodologias para o ensino por competências, Design Thinking, Projeto Integrador na Unijuí e o uso da Inteligência Artificial como aliada do professor em sala de aula.
Essa organização favoreceu a troca de experiências entre educadores, a socialização de boas práticas e a reflexão crítica sobre o fazer docente no ensino superior contemporâneo. “A iniciativa dialoga diretamente com a Política de Formação Docente prevista no PDI Unijuí 2025-2029, especialmente no eixo da Excelência Acadêmica e dos Processos Organizacionais, ao promover qualificação contínua, inovação metodológica e alinhamento institucional. Também contribui para o fortalecimento dos Projetos Pedagógicos de Curso e para a consolidação de práticas coerentes com políticas indutoras de qualidade do MEC, que enfatizam a integração entre teoria e prática, o desenvolvimento de competências, a articulação com o mundo do trabalho e o impacto social da formação”, reforça a professora.
Considerando a contratação de novos docentes em alguns cursos de graduação, destaca-se ainda o envolvimento ativo das Coordenações de Curso na recepção, integração e acompanhamento pedagógico desses professores. Esse movimento complementa as ações institucionais já realizadas, como o encontro promovido pela Coordenadoria de Recursos Humanos, no dia 5 de fevereiro, e as formações conduzidas pelo NAPEE, assegurando que o acolhimento institucional seja aprofundado no âmbito de cada curso, com atenção às suas especificidades pedagógicas, curriculares e organizacionais.
“Mais do que um momento formativo pontual, o conjunto dessas ações evidencia uma cultura institucional de cooperação, corresponsabilidade e compromisso com a qualidade da formação, fortalecendo a identidade da Unijuí como universidade comunitária e orientada ao desenvolvimento regional. Além da relevância das temáticas e do novo formato adotado, queremos registrar um aspecto que merece destaque especial: os diversos retornos que chegaram até nós, na Reitoria, após a realização da formação”, complementa a vice-reitora.
Segundo ela, as manifestações recebidas evidenciam o reconhecimento ao cuidado na organização, à pertinência das oficinas e, sobretudo, à qualidade das reflexões promovidas. “Esses feedbacks sinalizam que estamos no caminho certo, construindo uma formação que dialoga com as reais demandas da docência na graduação e que fortalece nossa identidade institucional. Aproveitamos para agradecer, de forma muito especial, pelo envolvimento, pela generosidade e pela qualidade do trabalho realizado por cada um dos professores e professoras que assumiram a condução das oficinas. Sabemos o quanto foi, e continua sendo, desafiador pensar e estruturar um novo formato de formação para os nossos colegas docentes.”
A Reitoria, como explica a vice-reitora, também reconhece o empenho dos coordenadores de curso, que, além de participarem ativamente da formação, têm assumido papel fundamental na recepção, integração e acompanhamento pedagógico dos novos docentes, fortalecendo a cultura de acolhimento e corresponsabilidade acadêmica.
“Seguimos juntos. Que possamos fazer de 2026 ‘o ano’, como afirmou nosso reitor, professor Dieter Siedenberg, no evento Volta às Aulas. Um ano de ainda mais integração, propósito e qualidade em nossas ações. A universidade que queremos se constrói exatamente assim: com trabalho colaborativo, reflexão crítica e compromisso com a excelência da formação”, finaliza.

Professores, técnicos-administrativos e de apoio da Fidene e de suas mantidas — Unijuí, Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp), Rádio Unijuí FM e EFA — participaram, na tarde desta quarta-feira, 11 de fevereiro, de uma programação especial de Volta às Aulas.
O evento foi realizado no Salão de Atos da Unijuí, onde os colaboradores foram recepcionados pela Reitoria e receberam seus cadernos institucionais para o ano. A abertura contou com a apresentação do mágico Mateus Di Macedo, de Caxias do Sul, que conduziu o espetáculo com interação e momentos de descontração junto ao público.
Na sequência, o presidente da Fidene e reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, destacou a satisfação em reunir os colaboradores para a abertura do ano letivo. “Não estamos falando de um ano qualquer, mas ‘do ano’ para a Fidene. Acompanhamos o crescimento anual da EFA e o aumento no número de estudantes da Unijuí a cada semestre. Tudo indica que teremos o melhor ano da última década, e isso é resultado do trabalho de cada um de vocês”, afirmou.
Complementando a fala, o diretor-executivo da Fidene e vice-reitor de Administração da Unijuí, professor Edson Luiz Padoin, ressaltou que, enquanto cerca de 80% das instituições brasileiras têm enfrentado redução no número de estudantes, a Fidene segue em crescimento. Segundo ele, o trabalho institucional está sustentado em dois pilares: a saúde financeira e a saúde das pessoas. E nesse sentido, anunciou uma novidade para este ano: a criação de um comitê responsável pela atualização da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01), que passa a contemplar, além dos riscos físicos, químicos e biológicos, também os riscos psicossociais.
Após a apresentação sobre a NR-01, a programação seguiu com a palestra “Te Vejo no Topo”, ministrada pelo palestrante, escritor e mentor Gabriel Carneiro. O evento foi encerrado com um momento de integração entre os colaboradores, com distribuição de pipoca, tererê e cabine fotográfica.

Na última quinta-feira, 5 de fevereiro, a Reitoria da Unijuí recebeu representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) para uma reunião de alinhamento. O encontro contou com a apresentação dos participantes, repasse de orientações gerais sobre processualidades e definição de estratégias conjuntas.
Participaram da reunião o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, e os vice-reitores de Graduação e de Administração, professores Bruna Comparsi e Edson Luiz Padoin. Representando o DCE, de forma presencial, estiveram o presidente, Luiz Fernando Ferreira Costa; o secretário-geral, Gustavo Maxsuel de Barros; a 1ª secretária, Ana Clara Dobler Dalla Corte; e a 2ª secretária, Izabella Zavagna Schossler. On-line, participaram o vice-presidente, Eduardo Voigt Kroth; a tesoureira-geral, Vanessa Epple; a 1ª tesoureira, Gabrieli Reusch Medeiros; e a 2ª tesoureira, Maria Eduarda Trindade.
De acordo com o reitor, professor Dieter Siedenberg, o encontro teve como objetivo estabelecer uma base sólida de relacionamento e diálogo com o movimento estudantil, em um momento especialmente oportuno, no início do ano letivo.
“Manter um canal aberto, transparente e pautado na compreensão mútua entre os anseios do corpo discente e a gestão superior da Universidade é fundamental para o desenvolvimento de um trabalho conjunto, em prol dos interesses de todos”, destacou.

O ano de 2025 foi marcado por importantes conquistas e avanços para a Central Analítica da Unijuí, consolidando o setor como referência em qualidade, confiabilidade e prestação de serviços analíticos à comunidade acadêmica e ao público externo.
Um dos principais destaques do período foi a realização da auditoria completa de todo o escopo reconhecido pela Central Analítica. O processo obteve resultados altamente positivos, evidenciando a qualificação da equipe técnica, a confiabilidade dos resultados analíticos gerados e a solidez do sistema de gestão da qualidade adotado pelo laboratório.
Ao longo do ano, a Central Analítica realizou 7.380 ensaios em amostras de água e efluentes, atendendo com eficiência e rigor técnico às demandas internas da Universidade, bem como de clientes externos, reforçando seu papel estratégico no apoio ao ensino, à pesquisa, à extensão e à prestação de serviços especializados.
Entre as novidades de 2025, destaca-se a participação em ensaios de proficiência, nos quais o laboratório obteve resultados excelentes. O desempenho confirma a competência técnica da equipe e a qualidade dos procedimentos analíticos adotados. Outro avanço significativo foi o cadastro da Central Analítica na plataforma SebraeTec, o que possibilitou ampliar o atendimento a empresas da região, fortalecendo a inovação, a transferência de conhecimento e a oferta de serviços qualificados ao setor produtivo.
A Central Analítica já projeta importantes ações para 2026. Entre elas, está previsto o reconhecimento de um novo método analítico para análises de efluentes junto à Rede Metrológica, ampliando o escopo de atuação do laboratório. Além disso, estão em desenvolvimento estudos voltados à implantação e consolidação do novo Laboratório de Análises de Alimentos da Unijuí, iniciativa que deverá fortalecer ainda mais a infraestrutura científica e tecnológica da Instituição.
A Responsável técnica da Central Analítica, Mariluci Cavinatto, dá ênfase aos trabalhos que foram desenvolvidos no laboratório ao longo do ano.” Destaca-se a participação em ensaios de proficiência, com a obtenção de resultados excelentes, que confirmam a competência técnica do laboratório e a qualidade dos procedimentos analíticos adotados. Além disso, o cadastro na plataforma SebraeTec ampliou o atendimento a empresas da região, fortalecendo a inovação e a prestação de serviços qualificados.

A crescente demanda por ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e em conformidade com a legislação torna a Engenharia de Segurança do Trabalho uma área cada vez mais estratégica dentro das organizações. Nesse contexto, a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho se apresenta como uma oportunidade essencial para profissionais que desejam ampliar sua atuação e assumir responsabilidades técnicas exclusivas previstas em lei.
O curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho habilita o profissional para o exercício legal da área, conforme estabelece a Lei Federal nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, o Decreto Federal nº 92.530, de 9 de abril de 1986, e a Resolução nº 359/91, de 31 de julho de 1991, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). A formação é requisito indispensável para o desempenho das atividades técnicas específicas do engenheiro de segurança do trabalho no âmbito empresarial e institucional.
Com foco na qualificação técnica e na formação crítica, o curso tem como objetivo geral habilitar profissionais para atuarem de forma competente e responsável na engenharia de segurança do trabalho, atendendo às exigências legais e às necessidades do mercado. Além disso, busca especializar engenheiros, arquitetos e agrônomos para a atuação nos campos da prevenção de acidentes de trabalho, das doenças ocupacionais e da preservação da integridade do meio ambiente, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores.
A proposta formativa também oportuniza o aprimoramento do desempenho técnico-profissional, incentivando a participação em programas de prevenção de riscos ambientais, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Outro diferencial do curso é a adaptação dos estudos às necessidades regionais, permitindo uma formação alinhada à realidade das indústrias e organizações da região, bem como o estímulo à produção científica na área prevencionista, por meio da realização de diagnósticos das condições de trabalho.
Ao longo da especialização, os participantes têm ainda a oportunidade de trocar conhecimentos e experiências sobre segurança ocupacional, fortalecendo uma rede de profissionais comprometidos com práticas mais seguras, sustentáveis e eficientes no ambiente laboral.
O curso é destinado exclusivamente a profissionais com diploma de graduação nas áreas de engenharia, arquitetura e agronomia. As aulas são realizadas de forma presencial, no campus Ijuí, possibilitando uma formação sólida, com atividades teóricas e práticas que aproximam o aluno da realidade profissional.
Mais informações sobre a especialização, podem ser conferidas em unijui.edu.br/educacaocontinuada.

Na manhã desta quinta-feira, 5 de fevereiro, a Unijuí recebeu 16 novos professores, que passarão a integrar a equipe de colaboradores a partir deste primeiro semestre. Os docentes estão vinculados aos cursos de Administração, Biomedicina, Direito, Engenharia Mecânica, Estética e Cosmética, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Matemática, Medicina e Psicologia.
Os novos contratados foram recepcionados pelo gerente da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, José Luís Bressam, que resgatou a origem da Fidene/Unijuí, destacando sua evolução, área de atuação e relação com as demais Instituições Comunitárias de Ensino Superior.
“Estamos muito felizes em poder contar com o trabalho de vocês. Para que tenhamos uma universidade de excelência, como a nossa, contamos com muitas mãos, e tenho certeza de que, a partir de agora, vocês nos ajudarão a dar continuidade a essa história”, destacou.

Na Unijuí, o processo de internacionalização é contínuo, com diferentes ações sendo realizadas ao longo do ano, tanto pelo Escritório de Relações Internacionais (ERI) quanto pelos cursos de graduação e pós-graduação. Entre elas, destacam-se a mobilidade acadêmica de professores e estudantes, o edital para ingresso de estudantes estrangeiros nos Programas de Pós-Graduação, eventos acadêmicos e culturais, clube de conversação, aulas-espelho, professores visitantes, palestras em escolas e a assinatura de novos convênios de cooperação.
Somente na área de mobilidade, conforme destaca a assessora de Relações Internacionais, Vanderléia de Andrade Haiski, a Unijuí recebeu, na graduação, três estudantes regulares da França, Senegal e Venezuela, além de dois intercambistas nos cursos de Medicina e cerca de 90 pessoas do exterior em visitas técnicas e culturais. Na pós-graduação, a Instituição recebeu quatro estudantes regulares do Benin, Senegal e México, um estudante reingressante do Benin, um aluno de doutorado-sanduíche da Argentina, por meio do programa Move la América, e dois estudantes de doutorado sanduíche via convênio bilateral com a Colômbia.
Além da recepção de estudantes estrangeiros, as mais de 50 parcerias internacionais da Unijuí possibilitam que seus acadêmicos realizem intercâmbios acadêmicos e culturais no exterior. No último ano, 11 estudantes de graduação participaram dessas experiências, assim como seis doutorandos em regime de doutorado sanduíche e um pós-doutorando.
“A internacionalização é um processo complexo: exige a ação de diferentes agentes — gestores, técnicos, discentes e docentes, engloba uma ampla gama de atividades e mobiliza a universidade em suas diversas instâncias. Somos uma universidade localizada no interior do Estado, em um país do Sul Global. Esse reconhecimento implica muitos desafios — linguísticos, logísticos e financeiros — no processo de aproximação do internacional ao cotidiano acadêmico. Apesar disso, a Unijuí consegue ofertar aos seus alunos de graduação mais de 50 opções de universidades parceiras para intercâmbio, envia anualmente estudantes da pós-graduação para estágios doutorais no exterior com financiamento da Capes, recebe alunos (regulares e de mobilidade) de diferentes origens, participa de projetos Erasmus — o maior programa de oferta de bolsas da União Europeia para estudos internacionais —, organiza e recebe missões técnicas e de estudos internacionais, além de acolher professores visitantes de múltiplas nacionalidades. Isso demonstra que nosso processo de internacionalização está ativo e em constante desenvolvimento”, explica Vanderléia.
Como aponta a assessora, a internacionalização contribui para a diversidade étnica, cultural, religiosa, racial e de nacionalidades na instituição. Em um mundo globalizado, marcado por uma complexa interdependência, não é possível conceber o ensino superior dissociado da dimensão internacional. É necessário aproximar-se e trazer o internacional “para casa”. “Esse movimento, além de criar um espaço acadêmico mais plural, impacta significativamente o âmbito profissional, tanto de discentes quanto de docentes. Uma experiência internacional é um diferencial importante, seja no mercado de trabalho ou no campo da produção científica, em que a cooperação com pares e outras instituições de ensino superior é fundamental. Assim, promover a internacionalização é projetar nossa instituição, nossos alunos e nossos professores para o mundo, ampliando possibilidades, vivências e saberes”, reforça.
Para 2026, o ERI projeta um conjunto de novidades voltadas à ampliação das possibilidades de mobilidade internacional e ao fortalecimento dos vínculos com instituições acadêmicas no exterior. A partir das iniciativas já consolidadas em 2025, o Escritório pretende expandir as cooperações, ampliar as oportunidades de intercâmbio e receber um contingente ainda maior de estudantes e pesquisadores estrangeiros.
Um dos marcos recentes foi a formalização da cooperação com o Consórcio ErasmusCentro, firmada em 2025 por meio das universidades integrantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), incluindo a Unijuí. O consórcio reúne oito Institutos Politécnicos de Portugal e tem como missão fomentar a internacionalização do ensino superior por meio de mobilidades acadêmicas para estudo e estágio em países europeus e de outros continentes. A parceria amplia as possibilidades de mobilidade para a comunidade acadêmica da Unijuí, fortalecendo intercâmbios incoming e outgoing com instituições portuguesas. Com isso, a universidade expande as possibilidades de receber estudantes financiados pelo Programa Erasmus, especialmente para a realização de estágios práticos, com destaque para a área da saúde.
Outra novidade é o Intercâmbio em Grupo Unijuí – Londres, cuja primeira edição ocorrerá em julho de 2026. O programa oferecerá 15 dias de estudo e imersão na língua inglesa na escola Bayswater London, com atividades culturais e acompanhamento institucional durante toda a viagem. A iniciativa inaugura uma nova modalidade de mobilidade, com foco em experiências linguísticas e culturais integradas, e está aberta a estudantes de graduação e pós-graduação, docentes, técnicos-administrativos e egressos da Unijuí.
No âmbito da recepção de estudantes internacionais intercambistas (mobilidade incoming), a expectativa para 2026 inclui a ampliação da vinda de estrangeiros, com candidaturas já recebidas para cursos como Medicina e Medicina Veterinária. Essas ações buscam diversificar o perfil dos intercambistas no campus e fortalecer a interculturalidade no cotidiano acadêmico.
Além disso, a participação no Programa Estudante-Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG), na modalidade Doutorado Sanduíche, com financiamento da Capes, constitui outro elemento central das expectativas para 2026. Por meio desse programa, a Unijuí espera receber estudantes estrangeiros para períodos de pesquisa, ampliando a circulação acadêmica em rede e consolidando a cooperação internacional em níveis mais avançados da pós-graduação.
“Essas ações previstas para 2026 ampliam substancialmente as possibilidades de mobilidade para estudantes de graduação e pós-graduação, técnicos-administrativos, docentes e egressos, reforçando o compromisso da Unijuí com a internacionalização acadêmica e com a formação global de toda a sua comunidade”, finaliza Vanderléia.

Transformar o campo em um verdadeiro centro de inteligência, estratégia e inovação é um dos grandes desafios do agronegócio contemporâneo, e passa, necessariamente, pela qualificação de quem lidera esse processo. Com esse propósito, a especialização em Agronegócio Inteligente: Gestão, Dados e Inovação foi desenvolvida para formar profissionais capazes de atuar com excelência na gestão das cadeias produtivas, integrando conhecimentos técnicos, econômicos, ambientais, digitais e jurídicos.
Com uma proposta atual e alinhada às demandas do setor, o curso é estruturado em quatro grandes eixos: economia e mercados; gestão de pessoas e inovação; tecnologia e transformação digital; e finanças e legislação. Essa organização garante uma visão ampla e estratégica do agronegócio, abordando desde a análise de cenários econômicos regionais, estratégias de hedge e investimentos, até temas contemporâneos como inteligência artificial, blockchain, ESG, marketing, sucessão familiar e gestão de riscos nas propriedades rurais.
A matriz curricular também incorpora conteúdos de vanguarda, como metaverso, agricultura digital e negócios rurais escaláveis, reforçando o compromisso da especialização com a inovação e a formação de líderes preparados para um setor cada vez mais tecnológico, competitivo e sustentável.
A metodologia do curso é baseada em práticas ativas de aprendizagem, com foco na resolução de problemas reais do agronegócio. Os estudantes participam de projetos colaborativos, utilizam tecnologias emergentes, realizam visitas técnicas e interagem diretamente com profissionais do mercado. Essa combinação entre teoria consistente e aplicação prática prepara o aluno para atuar em cenários desafiadores, com visão sistêmica, espírito empreendedor e responsabilidade socioambiental.
Outro diferencial importante é o cronograma pensado especialmente para a realidade do campo. As aulas ocorrem de forma online, pelo Google Meet, em formato híbrido e flexível, respeitando o calendário agrícola e os períodos de semeadura e colheita, o que facilita a participação de profissionais que já atuam no setor.
Ao final da especialização, o egresso estará apto a liderar transformações, promover inovações e tomar decisões estratégicas no agronegócio, com domínio técnico, visão de mercado e compromisso com a sustentabilidade. O curso tem como objetivo capacitar profissionais para planejar, gerenciar e otimizar processos e operações agroindustriais, aumentando a competitividade e a eficiência dos empreendimentos no cenário global.
A especialização é destinada a profissionais graduados em Agronomia, Engenharia Agrícola e Biologia, além de profissionais de nível superior de outras áreas que atuam ou desejam atuar no agronegócio e buscam ampliar seus conhecimentos em gestão, inovação e tecnologias aplicadas ao setor.
Mais informações sobre a especialização, podem ser conferidas em unijui.edu.br/educacaocontinuada.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
Utilizamos cookies para garantir que será proporcionada a melhor experiência ao usuário enquanto visita o nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza a coleta destes dados e utilizá-los conforme descritos em nossa Política de Privacidade.