
O verão iniciou há alguns dias, mas já é possível dizer que o início de 2022 vai ser quente. A previsão é de que, pela influência do fenômeno La Ninã, as temperaturas fiquem acima da média nesse período, enquanto a chuva será escassa no sul do país. Nessa época do ano, a conta de luz fica 8,6% mais cara, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Diante disso, como podemos poupar energia?
Com o intuito de orientar e auxiliar na compreensão do uso correto de eletricidade e tendo como pilar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Projeto de Extensão Energia Amiga da Unijuí traz como tema central a evolução de cidades e comunidades sustentáveis, a partir do acesso e uso eficiente e seguro da energia.
O uso sustentável de energia possui duas características favoráveis à sociedade: economizar dinheiro e contribuir na preservação do meio ambiente. “Portanto, entender os conceitos do consumo responsável e utilizá-los no dia-a-dia é importante”, comenta a professora Caroline Raduns, coordenadora do projeto.
Um dos aparelhos que mais gastam energia é o chuveiro elétrico, segundo a professora extensionista Taciana Paula Enderle, um banho de uma hora custa, aproximadamente, R$ 6,34, totalizando anualmente R$ 2.285,82. “Então, podemos dizer que o banho de seis minutos custa, por ano, R$ 228,58 e que banhos muitos longos afetam negativamente a fatura de energia. Além disso, a função Inverno, que existe nos chuveiros, gasta 30% a mais”, comenta.
As geladeiras também são aparelhos que consomem muita energia, principalmente se utilizada de forma inapropriada ou com defeito, dessa forma, o consumo é ainda maior. “Por exemplo, a geladeira exposta à luz do sol, perto de fogões ou com a borracha de vedação em mau estado resulta no aumento do uso de energia para seu funcionamento”, explica Taciana.
No verão, os climatizadores são fundamentais para regular a temperatura e deixar o ambiente agradável, porém, também deve ser utilizado de forma correta. “Regular o termostato adequadamente e fazer a manutenção do aparelho são dicas de como utilizá-lo sem tomar um susto na sua próxima conta de luz”, explica Letícia Raquel Backes, bolsista no Projeto.
Ficar atento à iluminação dos ambientes também é importante, porque também é mais um item que se utilizado em excesso influencia nas próximas faturas. “Devemos sempre desligar as luzes de ambientes desocupados e também, evitar acender lâmpadas desnecessárias durante o dia, utilizando, preferencialmente, a luz natural”, finaliza a estudante.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí
Com a tecnologia, os meios de leitura também são ampliados

Imagem ilustrativa
Despertar e manter o desejo pela leitura pode ser um desafio para muitas pessoas. O encantamento, que normalmente acontece com as crianças, quando incentivadas à leitura, parece perder espaço com o passar dos anos. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil aponta que entre os anos de 2015 e 2019, o Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores. Por outro lado, o número de leitores entre 5 a 10 anos aumentou, de 67% em 2015, para 71% em 2019, a pesquisa ainda mostra que nesta faixa etária, as crianças preferem livros físicos aos digitais.
As formas de leitura foram ampliadas com a tecnologia, em 2020, as vendas de e-books e audiolivros cresceram 43%. Os livros também tiveram um aumento nas vendas, com alta de 46,5% no primeiro semestre de de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020. A busca por informações confiáveis e o período de distanciamento social podem ter influenciado para essa retomada. Ponto positivo para o desenvolvimento de uma sociedade mais crítica, informada e com capacidade de argumentação.
A escrita e a leitura se consolidam como fonte de informação ao longo da história e são indispensáveis para a formação e desenvolvimento humano. A Universidade, como uma multiplicadora de conhecimento e formadora de profissionais aptos a enfrentarem situações diversas, também faz das leituras acadêmicas algo agradável e positivo à formação pessoal e profissional dos estudantes.
A leitura também é uma construção, a longo prazo, desenvolve e aprimora pontos importantes, como explica a coordenadora dos cursos de Letras: Português e Inglês, Pedagogia e História da Unijuí, Taíse Neves Possani. “A leitura aumenta a capacidade que o leitor tem de fazer previsões, lançar hipóteses, acionar mecanismos como a memória de curto, longo prazo e operacional. Contribui para nossa vida como um todo, no raciocínio lógico, no pensamento matemático, na capacidade de se relacionar, na tomada de decisões, nos processos de criação, na concentração, aumenta o vocabulário e melhora as construções textuais”, destaca a docente.
O professor Josei Fernandes Pereira, membro do Projeto Traças Digitais da Unijuí destaca a importância das habilidade de leitura, a exemplo das Redes Sociais, em que é necessário que o usuário tenha capacidade para se orientar, em meio a tantas informações, que por vezes podem nem ser verdadeiras. A construção do conhecimento deve acontecer por meio das diversas formas de leitura. “Precisamos nos alfabetizar cientificamente, politicamente, tecnologicamente, aprender a ler o mundo. A leitura talvez seja a ferramenta mais importante que necessitamos para viver no mundo permeado pela informação e pela tecnologia”, afirma Josei.
O Rizoma Temático, programa da Rádio Unijuí FM, também promoveu um debate com a temática “Argumentação e raciocínio rápido: como a leitura pode influenciar na formação de bons profissionais”, com os professores da Unijuí, Taíse Neves Possani e Josei Fernandes Pereira e a bibliotecária responsável pela Biblioteca Municipal de Ijuí, Aline de Souza Dhil. Para ouvir, clique no link.

Com o objetivo de contribuir na construção de uma cultura de não-violência, que supere o machismo estrutural e a histórica desigualdade de gênero que perpassa a sociedade, o projeto de extensão “Diálogos: tecendo vidas sem violência de gênero” desenvolve, desde 2019, atividades de prevenção à violência contra a mulher e educação para igualdade de gênero. As ações ocorrem junto à comunidade e à rede de proteção à mulher de municípios da região e do Estado, por meio de espaços de diálogo e princípios restaurativos.
Segundo a coordenadora do projeto, professora Joice Nielsson, o projeto contribui para efetivação dos direitos humanos, sobretudo no que tange à diversidade de gênero e sexualidade, através de dois campos de atuação. “Nós temos especialmente dois eixos: atividades de prevenção à violência, realizadas tanto com mulheres vítimas de violência quanto com homens autores de violência, promovendo a educação para não reincidência; e ações de educação junto às escolas e entidades parceiras que visam a promoção da igualdade de gênero”, explica.
Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da Unijuí, o projeto envolve estudantes desde a Graduação até o Doutorado, que participam da elaboração, planejamento e execução das atividades. “Eles acompanham, auxiliam e também assumem tarefas no desenvolvimento das oficinas e ações. Os alunos estão profundamente implicados nesse sentido”, relata Joice. Além da comunidade acadêmica, o projeto já atingiu mais de 5 mil pessoas, seja por meio de palestras ou do trabalho junto à rede de proteção à mulher.
A professora afirma ainda que o projeto está ligado, de modo geral, com todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Não é possível pensar em desenvolvimento sustentável sem pensar a igualdade de gênero”, ressalta. De forma mais direta, está vinculado ao ODS 5: Igualdade de Gênero. “Esse objetivo fala do empoderamento das mulheres e da luta contra a violência, contra as diferenças no acesso à educação e ao mercado de trabalho, então se encaixa perfeitamente no que desenvolvemos”, destaca a coordenadora.
Por Amanda Thiel, estagiária da Assessoria de Marketing da Unijuí

Foto ilustrativa (arquivo marketing Unijuí): Projeto Traças Digitais na retomada dos eventos Domingo no Campus
A permanência da pandemia ao longo de 2021 exigiu que houvesse um reposicionamento para a manutenção das atividades, primeiramente online e depois híbrida, exigiu um novo entusiasmo para que a proposta de trabalho da pesquisa, extensão e também da cultura tão fortemente desenvolvidas pela Universidade permanecessem em andamento. Esse propósito de entusiasmo e aprendizagem, no entanto, serviu para inspirar novos formatos de entregar e produzir conhecimento e entretenimento, abrindo novas possibilidades aos transformadores do futuro formados pela Unijuí.
De acordo com o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaíme González, que também tem sob sua responsabilidade a assessoria cultural, os ganhos que se tiveram por meio desse aprendizado foram significativos. “Por exemplo, na pós-graduação stricto sensu, nós tivemos uma proposta com o vínculo dos estudantes combinados com atividades remotas. O resultado foi extremamente positivo e será repetido no próximo ano, conforme o que é permitido em legislação, possibilitando que nossos estudantes possam vivenciar experiências de forma virtual e também presencial, pois nos permite um gerenciamento diferenciado de tempo”, destaca.
O professor lembra ainda que nem tudo foram flores e a extensão universitária, particularmente, sofreu muito os impactos da pandemia. São 15 projetos de extensão vinculados à Graduação e outros 05 projetos de extensão vinculados aos programas de mestrado e doutorado, os quais sofreram muito para o desenvolvimento de suas ações, tendo em vista que o foco é a presencialidade junto à comunidade. “Por outro lado, enquanto se perdeu um pouco neste sentido da proximidade, alguns projetos ganharam ainda mais destaque, como o caso da Feira de Matemática, por exemplo. Este é um projeto regional, voltado ao público da região, mas que com a pandemia ganhou o Estado”, conta.
O grande desafio para o próximo ano, segundo o vice-reitor, é aumentar ainda mais a proximidade com as empresas e com a comunidade, por meio da pesquisa, da extensão, da cultura e, especialmente, das parcerias firmadas por meio do propósito da Universidade. “Neste ano firmamos algumas parcerias importantes com a comunidade por meio da sociedade civil, mas também com as empresas, instituições, cooperativas e demais setores da comunidade, evidenciando a importância de que somos produtores de conhecimento e de que aqui é possível buscar respostas e construir soluções inovadoras, tendo em vista a ideia da quádrupla hélice, que é: sociedade, empresas, governo e a Universidade”, frisa e acrescenta que “tenho a expectativa e um desejo de um ano sem distanciamento, olhando o futuro com esperança para reinventar os processos e produzir conhecimento para enfrentar os desafios do amanhã”.

Estudantes vencedores do Desafio MathGO foram premiados em 2021
O Projeto de Extensão AppGO: Desenvolvimento e Implementação de Softwares Educacionais - tem como foco principal o desenvolvimento de softwares educacionais para o ensino de matemática e português para estudantes do Ensino Fundamental e Médio. O projeto já contava com o aplicativo MathGO, com foco na matemática e, em 2021, lançou seu segundo produto, o app PortGO, com foco na língua portuguesa.
Segundo a coordenadora, professora Bárbara Gündel, apesar da pandemia, o projeto não foi prejudicado. “Felizmente nenhuma atividade ficou pendente em virtude da pandemia, mas para isso, precisamos nos adaptar. A competição MathGO, que em 2018 ocorreu de forma híbrida - online e presencial, foi adaptada apenas para ser feita apenas no ambiente online, passando a ser um desafio. Desta forma, realizamos dois desafios do MathGO ao longo de 2021, onde os alunos vencedores receberam premiações. Isso quer dizer que, mesmo com as restrições impostas pelo período, conseguimos fazer com que vários estudantes, independente de estarem na escola ou em casa, pudessem participar das atividades e utilizar o aplicativo. Além disso, participamos de diversos eventos”.
Para 2022, os planos são de ampliar ainda mais as funcionalidades do novo aplicativo. “O AppGO foi aprovado para a próxima edição 2022/2023. Nosso objetivo é trabalhar fortemente no app PortGO, lançado em julho de 2021, para o Ensino Médio. Queremos trabalhar também com o Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano e, para isto, pretendemos inserir todas as funcionalidades presentes no MathGO também no PorthGO”.
Acesse os aplicativos através dos sites: www.mathgo.com.br e www.portgo.com.br.
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O Museu Antropológico Diretor Pestana - Madp e a Associação de Amigos do Madp (AAMADP) captam recursos junto à comunidade, com o propósito de executar o Plano Plurianual do próximo ano. Com isso, a instituição busca a manutenção e continuidade dos serviços prestados, na preservação da memória regional, na promoção da cultura, da educação e do lazer.
Entre as formas de arrecadação e auxílio ao Madp, está a doação por meio do Imposto de Renda devido. Com esta iniciativa, você e o Museu são beneficiados com dedução de 100% do valor doado, uma vez que o projeto aprovado se enquadra no Artigo 18 da Lei de Incentivo, que autoriza a dedução. Saiba como contribuir:
- Fazer o depósito em nome do PRONAC 192683: Banco do Brasil, Agência 0371-9, conta 59681-7. As doações referentes à Pessoa Física deverão ser realizadas dentro do ano fiscal, até 30/12/2021.
Identificador 1: informar CPF ou CNPJ do doador;
Identificador 2: informar o número 1 para “patrocinador” e 2 para “doador”;
- Encaminhe para o e-mail madp@unijui.edu.br: cópia do depósito, juntamente com os dados pessoais do patrocinador/doador, nome completo, endereço e telefone. A emissão e entrega do recibo é realizada imediatamente após a confirmação do depósito.
Outras possibilidades de apoio ao Museu é a participação como membro da AAMADP ou incluindo na sua conta de energia elétrica do Departamento Municipal de Energia Elétrica de Ijuí (DEMEI), o valor que você deseja contribuir e será cobrado junto à fatura mensal.
O Madp conta com a contribuição da comunidade de Ijuí e região para seguir se atualizando e melhorando sua estrutura, para atendimento ao público. O objetivo principal é a aquisição de novas tecnologias, que possam acrescentar aos serviços prestados, como sistema de traineis em mezanino e equipamentos necessários para continuidade dos processos documentais, tanto em caráter de registro e acervo, quanto em seguridade física. Com isso, mantendo a preservação integral dos bens tombados, que foram reunidos nestas seis décadas de vida do Museu.
Ainda tem dúvidas sobre as formas de auxílio ao Museu? Entre em contato pelo telefone (55) 3332-0257 ou pelo e-mail madp@unijui.edu.br.
A indústria MC Bom Sorvetes, de Santa Rosa, começou a utilizar um dos ambientes do Espaço de Expansão Tecnológica da Criatec Santa Rosa, antigo Polo de Modernização Tecnológica da Unijuí, junto ao Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson. A escolha foi por meio de edital, que previa a ocupação do espaço por uma empresa da área de alimentos. A indústria utiliza o prédio 1, com 600 metros quadrados e possui um contrato de 10 anos.
No mercado desde 2009, a MC Bom Sorvetes foi idealizada por Marcos Vicente Ludwig e Luciane Ludwig. Hoje, atua com sistema de franquias em 13 municípios da região. A Unijuí também esteve presente em outros momentos, durante a trajetória da empresa, entre 2014 e 2017, a indústria foi acompanhada pelo Projeto de Extensão Produtiva e Inovação, uma iniciativa do Governo do Estado, com a coordenação da Unijuí.
Marcos Ludwig explica que as antigas instalações da indústria, onde permaneceram por 19 anos, já estavam restritas para o atendimento da crescente demanda. “Hoje estamos em um prédio adequado às nossas necessidades legais e com melhores condições de trabalho. Ainda temos a possibilidade de ampliar e, com isso, projetar um aumento nas vendas e no faturamento. Estamos preparados para o crescimento e vamos buscar novos parceiros em outras cidades”, afirma o empreendedor.
O prédio 2 do Espaço e Expansão Tecnológica da Criatec Santa Rosa é utilizado pelo Grupo Serttec e, assim como a indústria de sorvetes, possui um contrato de incubação com a Criatec Unijuí.
Quer conhecer mais sobre os espaços de incubação disponíveis na Criatec, para toda a região? Entre em contato pelo e-mail criatecsr@unijui.edu.br ou pelo telefone (55) 3511-5200.

Foto produzida pelo grupo antes da pandemia
O Grupo de Pesquisa Competitividade e Gestão Estratégica para o Desenvolvimento teve seu início em 2002, juntamente com a criação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional da Unijuí. O grupo reúne professores da Linha de Pesquisa em Gestão de Organizações e Dinâmicas de Mercado e conta, por semestre, com aproximadamente 40 estudantes, sendo 30 de Mestrado e Doutorado e 10 de graduação.
O grupo trabalha com duas linhas de pesquisa: o primeiro é Gestão Estratégica, que visa o desenvolvimento de temáticas como a acumulação de competências tecnológicas, agregação de valor, competitividade de cadeias produtivas, inovação e empreendedorismo; e Responsabilidade Socioambiental das Organizações e Capital Social, que envolve responsabilidade organizacional frente às dimensões econômica, social e ambiental, governança corporativa e territorial, gestão estratégica de custos.
Os estudantes, além do trabalho de investigação realizado junto com professores do Programa, também estabelecem relações com a rede de pesquisa, cujo grupo está vinculado às Relações Internacionais. “Trabalhamos o entendimento e a compreensão da realidade das organizações da região, e da própria região como um todo, de modo a analisar como acontecem os processos de desenvolvimento das organizações da região, no que tange à concepção e implementação das estratégias de mudança e adaptação ao contexto competitivo, bem como as estratégias de desenvolvimento local e regional que envolvem processos de reconhecimento, integração e aplicação do conhecimento para a geração de competências e capacidades de diferenciação competitiva”, explica o professor e coordenador do grupo, Jorge Oneide Sausen.
De acordo com o professor, à medida que os estudantes conhecem novos modelos, metodologias e abordagens teóricas de análise, eles acabam sendo preparados e qualificados para pesquisar e estudar as organizações de sua região, integrando “os processos de desenvolvimento nas organizações e na região, propondo estratégias que possam contribuir para o crescimento econômico e social da região, nos seus diferentes segmentos.”
Por Susan Pereira, acadêmica de Jornalismo da Unijuí

A Graduação Mais fecha seu primeiro ano de implementação na Unijuí. Nascida da visão transformadora a partir das necessidades impostas pelo mercado, a Graduação Mais propõe inovações que estão se consolidando no cenário da educação superior, como os currículos por competências e módulos, projetos integradores e formação pessoal e profissional.
Os estudantes passaram a ficar ainda mais próximos da realidade do mercado de trabalho, aprendendo e vivendo de forma dinâmica os desafios de suas profissões. Além disso, nos últimos dois semestres, começaram a trabalhar de forma ainda mais integrada com diversas áreas do conhecimento, complementando suas formações. “Isso nos permite ter uma formação de profissionais com competências imprescindíveis para o mercado de trabalho e pessoas ainda mais comprometidas para o desenvolvimento da sociedade em que vivemos”, frisa a vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Fabiana Fachinetto.
“Esse primeiro ano da Graduação Mais foi um ano extremamente exitoso, a partir da interação que nós passamos a ter com a Comunidade. Pensamos em um currículo organizado por módulos e competências, que significa colocar o estudante em contato com o universo de trabalho desde o início do curso”, afirma a vice-reitora. Para Fabiana, o grande diferencial desse processo formativo é o desenvolvimento de capacidades inovativas dentro dos contextos nos quais eles se inserem por meio da profissão escolhida, além do exercício de pensamento crítico e empreendedorismo, seja ele dentro de um ambiente já constituído ou por meio da criação de um novo espaço.
Dentre os principais destaques desse novo currículo, estão as disciplinas de Formação Pessoal e Profissional, em que foram ofertadas disciplinas voltadas ao desenvolvimento das competências pessoais dos estudantes, procurando prepará-los para além da formação técnica de suas profissões. Os Projetos Integradores, pensados para aproximar a academia da comunidade de maneira efetiva, também foram um diferencial e estiveram voltados para atender os desafios trazidos pela própria comunidade. Foram 230 Projetos Integradores ao longo de 2021, nos quatro campi da Unijuí. Além disso, foram 150 mentores, ou seja, profissionais com atuação no mercado de trabalho e que acompanharam os estudantes na produção das propostas, opinando sobre a viabilidade e aproximando-os ainda mais da realidade encontrada no mercado de trabalho.
“Nestes dois primeiros semestres de Graduação Mais, tivemos praticamente todos os nossos cursos de graduação presencial com a disciplina de PI, em que os estudantes puderam desenvolver propostas de solução para as demandas colocadas pela comunidade a partir do vínculo com a temática do módulo oferecido no semestre”, explicou.
Fabiana destaca ainda que o networking proporcionado pela oferta, juntamente com as possibilidades da vivência prática profissional desde o início do curso é o que fazem da Graduação Mais uma implementação exitosa nesse processo de reinvenção. “Nós temos os projetos de extensão que já atuam junto à comunidade e promovem essa inserção dos estudantes. Mas, por meio da Graduação Mais, nós tivemos uma entrada e receptividade gigantesca, o que nos deixa extremamente felizes e entusiasmados para um 2022 ainda melhor e cheio de novas oportunidades na formação dos nossos estudantes”, finaliza.

Inaugurado há mais de oito anos, o Hospital Veterinário da Unijuí vem se tornando cada vez mais consolidado como um espaço de aprendizagem e de serviço à comunidade. Com uma estrutura moderna e tecnologia de ponta, o hospital oferece atendimento clínico e cirúrgico de alta qualidade para cães e gatos. Também é um espaço destinado às aulas práticas, atividades de pesquisa e extensão, além de ser mais um campo de estágio para os alunos de graduação.
Durante a pandemia de covid-19, o Hospital Veterinário manteve o atendimento seguindo os protocolos de segurança. Neste período de recesso do ano letivo, não será diferente. O horário de funcionamento será mantido de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e aos sábados das 8h às 16h.
O Hospital realiza dois tipos de atendimentos. O atendimento convencional é realizado por ordem de chegada, realizado por veterinários técnicos do hospital juntamente com os médicos veterinários que estão em processo de aprimoramento. O outro formato de auxílio prestado pelo HV é o atendimento acadêmico, feito pelos médicos veterinários aprimorandos, que ocorre mediante agendamento. Os acadêmicos da Graduação estão inseridos através de estágios curriculares e voluntários, auxiliando os veterinários em todos os procedimentos realizados no hospital.
Para qualificar ainda mais o atendimento, o Hospital Veterinário conta com um conjunto de laboratórios de apoio ao diagnóstico:
- Laboratório de Análises Clínicas Veterinária e Laboratório de Doenças Parasitárias: realiza exames em várias espécies (cães, gatos, bovinos, equinos, ovinos, animais de laboratório).
- Laboratório de Diagnóstico por Imagem: realiza exames de RX, Ultrassom e Eletrocardiograma em pequenos animais.
- Laboratório de Microbiologia Veterinária: realiza exames de análises microbiológicas do leite, cultura bacteriana e antibiograma, cultura fúngica e contagem de microrganismos viáveis.
- Laboratório de Histopatologia Veterinária: realiza necropsias e exames histopatológicos.
Para mais informações entre em contato com o Hospital Veterinário da Unijuí pelo telefone (55) 3332-0653 ou pelo e-mail hospitalveterinario@unijui.edu.br.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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