
O Balcão do Consumidor da Unijuí faz parte do projeto Conflitos Sociais e Direitos Humanos: Alternativas Adequadas de Tratamento e Resolução e presta atendimento aos consumidores, buscando a solução de conflitos de forma extrajudicial, ou seja, sem formalidade judicial ou que não se faz perante a autoridade judiciária. O serviço é gratuito e prestado por professores e estudantes do curso de Direito nos campi de Ijuí, Santa Rosa e Três Passos.
A partir do Balcão do Consumidor, o Projeto proporciona aos estudantes bolsistas a oportunidade de desenvolver técnicas de mediação e comunicação de modo prático. “Primeiramente, é conversando com a empresa, por telefone; em um segundo momento, é elaborada uma carta de informações preliminares, endereçada ao fornecedor, na qual é narrada a situação é solicitada a solução do problema para o consumidor”, explica a bolsista Vitória Taborda.
De acordo com ela, caso ainda não seja possível solucionar o caso e havendo a possibilidade de conversa, o cliente e o comerciante são chamados para uma audiência de conciliação. “O intuito é construir uma solução amigável. A maioria dos casos que chegam até o Balcão do Consumidor da Unijuí são solucionados por meio dessa etapa de negociação”, acrescenta a estudante.
Para mais informações sobre o Projeto de Extensão Conflitos Sociais e Direitos Humanos: Alternativas Adequadas de Tratamento e Resolução, acesse o site unijui.edu.br/relacao-de-projetos. O Balcão do Consumidor pode ser contato pelos telefones 55 3333-0725 (Ijuí), 55 3511-5296 (Santa Rosa) e 55 3522-2122 (Três Passos).
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí

De acordo com o último Censo da Educação Superior, divulgado em 2019 e atualizado em 2020, houve um crescimento no número de estudantes na modalidade de educação a distância no país. Conforme os dados, 43,8% dos ingressantes no ensino superior em 2019 eram estudantes da modalidade EaD. Isso representa quase 1,6 milhões de universitários.
Esse contexto, impulsionado pelos avanços tecnológicos, impostos pela pandemia de Covid-19, revelaram uma necessidade ainda maior de adaptação e qualificação para inserção e destaque no mercado de trabalho. E com a tecnologia cada vez mais em voga, e a praticidade de cursar uma graduação por meio do ensino a distância, já não há desculpas para não começar o seu processo de transformação agora. E a Unijuí, por intermédio da sua oferta de cursos de Graduação e Tecnólogos na modalidade a distância, se coloca como um diferencial para quem busca crescer e se diferenciar no mercado de trabalho.
“Nossos cursos de graduação EaD possuem diversos diferenciais, como um corpo docente qualificado, que também atua nos cursos da modalidade presencial. Além disso, também contamos com uma plataforma e um material didático desenvolvidos especificamente para o Ensino a Distância. Essa plataforma é bastante interativa e conta com materiais escritos, podcasts, vídeos, atividades planejadas e materiais que remetem para leituras complementares”, explicou a professora.
Uma das grandes dúvidas do público é se o diploma EaD tem o mesmo valor que o diploma de um curso presencial. E a resposta é: sim. As metodologias utilizadas no Ensino a Distância, como destaca a vice-reitora, são adaptadas para essa modalidade e fazem com que os estudantes tenham a mesma aprendizagem que poderiam ter num curso presencial. “A marca do EaD é ser adequado ao tempo do aluno. Outra dúvida, bastante comum, é que os cursos nesta modalidade são mais ‘fáceis’. E isso não é verdade. Atendemos a todos os requisitos de avaliação, ao cumprimento de todas as atividades que teríamos presencialmente”, completou Fabiana Fachinetto.
As inscrições para o primeiro módulo de 2022 estão abertas e os candidatos podem realizar a prova de redação, totalmente online e gratuita, pelo site www.unijui.edu.br/ead. O candidato pode optar por outras duas formas de ingresso: nota de redação de outros vestibulares da Unijuí, realizados a partir de 2005; ou a utilização da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010. O início das aulas é no dia 21 de fevereiro. Acesse o site e encontre o polo mais perto de você.

O ano que passou foi de intensos desafios, especialmente no setor da educação. Quando relacionada à extensão universitária, a necessidade de adaptação do planejamento imposta em razão da pandemia se intensificou ainda mais, exigindo criatividade e inovação no reposicionamento das atividades. E foi nesse contexto que o Projeto de Extensão Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência utilizou os desafios como propulsores, incentivando a autonomia e o senso crítico a cada estudante integrante.
Os encontros para implementação do plano de trabalho, bem como a realização da maioria das ações, ocorreram, em grande parte, de forma virtual. Os bolsistas e voluntários organizaram diversas postagens e materiais informativos relacionados à temática da pessoa com deficiência, visando a desmistificação de estigmas intrínsecos na sociedade. “O conteúdo foi relacionado à temas importantes do ano vigente, como as Paralimpíadas, Setembro Verde, Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, Semana Nacional do Trânsito, entre outras datas que marcam a luta e necessidade de conscientização da sociedade para os direitos e obstáculos que ainda permanecem e dificultam a integração social das pessoas com deficiência. Além disso, as demais ações realizadas ao longo de 2021 foram publicizadas nas nossas redes sociais”, relata a coordenadora do Projeto, Karina Rios.
Além disso, os estudantes também produziram trabalhos científicos para o 8° Congresso Internacional em Saúde e para o Salão do Conhecimento da Unijuí, onde relataram que, mesmo com as dificuldades impostas pelo cenário em todo país, encontraram meios eficientes de continuar com o trabalho. “Percebo que o grupo encontrou seu “ponto de equilíbrio” ao interagir de forma positiva mesmo no modo remoto. Os relatos dos estudantes ao longo do ano e também registrados em seus relatórios PIBEX, evidenciam a identificação com a temática e com a proposta da nossa extensão”, comenta a coordenadora.
Para o ano de 2022 o Projeto tem por objetivo atender as metas vinculadas aos objetivos traçados para o projeto apresentado à Universidade. Dentre as ações, a professora Karina ressalta que algumas estão em maior foco para o grupo, tais como: estabelecer uma maior aproximação da extensão com os projetos pedagógicos dos cursos envolvidos; acompanhar os encaminhamentos de usuários do sistema único de saúde ao serviço de reabilitação referência (CER III/ UNIR); ampliar a publicização do fluxograma de acesso ao CER III, assim como os serviços ofertados e materiais dispensados; vivenciar os atendimentos no serviço de reabilitação, aproximando os estudantes à equipe do CER III. “Outras ações se referem à produção científica e à oferta de ações que contribuam com a qualificação profissional das equipes que atuam em serviços da rede de atenção à pessoa com deficiência”, finaliza.
Fazem parte do Projeto de Extensão Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência os docentes: André Gagliardi, Karina Rios e Moane Marchesan Krug. E os acadêmicos bolsistas Ana Letícia Becker Tomm (Psicologia), Vanessa Hoffmann Campos (Farmácia), Helin Taina Kohnleain (Fisioterapia), Camila Lena Martini e Gustavo Toillier Eugênio, ambos da Medicina, além de voluntários dos diversos cursos do Núcleo da Saúde.

Empreender é um termo muito utilizado no âmbito empresarial, significando o processo no qual cria-se a iniciativa para implementar novos negócios ou realizar mudanças nas empresas. Apesar de ser um tema comum entre adultos, não há uma idade definida para se trabalhar o empreendedorismo..
Esse é um dos propósitos do Projeto de Extensão Comunicação, Tecnologias e Empreendedorismo na Escola, que busca incentivar a discussão a partir das tecnologias e do empreendedorismo como um diferencial na formação de alunos e uma estratégia de inovação para a gestão escolar.
De acordo com a professora extensionista Marisandra Casali, empreender é uma tarefa que requer conhecimento e, por isso, são trabalhados com as crianças temas mais básicos, porém importantes, sobre o mundo dos negócios. “O empreendedorismo é trabalhado nas escolas a partir da abordagem de temas como liderança, motivação, trabalho em equipe e a própria temática do ser empreendedor”, explica.
Esses assuntos são debatidos com os jovens através de oficinas, workshops e palestras, para que esse diálogo seja dinâmico e divertido. “Dessa forma, oportunizamos o conhecimento e o desenvolvimento de competências necessárias para a formação do perfil empreendedor”, ressalta a professora.
Marisandra acredita que, os trabalhos realizados com esses jovens, nessa etapa tão importante para o aprendizado, futuramente terão bons resultados. “A educação empreendedora não está relacionada apenas à criação e abertura de novos negócios, ela instiga o aluno a ser criativo, inovador e com disposição para trabalhar em equipe. Consequentemente, também irá gerar mobilização social, resultando em uma sociedade melhor e mais inclusiva,” complementa.
As escolas que desejam ter a participação do projeto podem contatar a instituição demonstrando interesse através do e-mail extensao@unijui.edu.br.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí

É praticamente impossível imaginar o mercado de trabalho na atualidade sem o uso da tecnologia em seu dia a dia. Cada vez mais os processos de produção vêm sendo atualizados por meio de softwares e aplicativos, modificando as formas de trabalhar, mas também criando novas possibilidades. Para se ter uma ideia, a pesquisa Projetando 2030, encomendada pela Dell Technologies e realizada pelo Institute For The Future, aponta que 85% das profissões que farão parte do mercado de trabalho no futuro ainda não existem.
A vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Fabiana Fachinetto, ressalta que a Universidade está atenta às mudanças e transformações do mundo, aceleradas pela pandemia. “A tecnologia, a globalização e várias outras mudanças, sem dúvida, estão alterando as relações de trabalho que tínhamos até então. Isso exige que as atividades profissionais existentes se reinventem, como acontece com o Direito, por exemplo, que passa a ser quase totalmente digital, assim como o comércio, que migra para o e-commerce. Mas não é somente isso. Todos os dias vemos pesquisas que apontam para profissões do futuro, decorrentes de toda essa mudança que a sociedade global vive”, afirma Fabiana.
Uma das características da Graduação Mais, nova metodologia adotada para os cursos de graduação da Unijuí, é justamente fazer com o que o estudante tenha esse aprendizado voltado ao desenvolvimento de competência para construir uma carreira efetiva e transformadora no mercado de trabalho.
“Desde o início da pandemia, a Unijuí promoveu mudanças fundamentais nos currículos dos cursos de Graduação, passando a trabalhar com competências, ou seja, conhecimentos, habilidades e atitudes são desenvolvidas conjuntamente, ao longo do curso. Mais do que o conhecimento científico sobre determinada área, o profissional do futuro precisará ter habilidades para lidar com o novo, com o desconhecido. Ele precisará estar pronto para os desafios do amanhã”, finaliza a vice-reitora de Graduação da Unijuí.
A Unijuí está com inscrições abertas aos interessados em fazer parte desse processo de transformação. São mais de 40 cursos entre ofertas presencial e EaD. Saiba mais em www.unijui.edu.br/vestibular.
Em 2021, o projeto disponibilizou mais de 120 novos áudios

O Projeto de Extensão Traças Digitais é desenvolvido pelos cursos de História e Letras: Português e Inglês da Unijuí, desde o ano de 2018. Com uma proposta diferenciada na formação de leitores, professores e comunidade, disponibiliza diversos materiais em áudio. Uma possibilidade para construir práticas inovadoras no desenvolvimento das habilidades de leitura, especialmente de obras clássicas brasileiras. Na formação de professores, também estimula a exploração de recursos em áudio, a gamificação e a tecnologia, como ferramentas educativas.
O ano de 2021, especialmente o segundo semestre, foi de retomada com treinamentos em escolas nas cidades de Santa Rosa e Ijuí, após um período de poucas atividades presenciais em função da pandemia. O Projeto participou presencialmente da 16ª Feira do Livro de Santa Rosa, inclusive com atividades em escolas e também da 28ª Feira do Livro de Ijuí, realizada em formato híbrido. Em número de produção de materiais, 2021 também foi extremamente positivo, com mais 120 novos áudios disponibilizados no canal do YouTube do Traças Digitais.
O professor Anderson Amaral de Oliveira, coordenador do Projeto, explica que os audiolivros, podcasts e verbetes de dicionários de conceitos são gravados a partir de voluntários, estudantes do Ensino Superior da Unijuí, além de alunos e professores das escolas. “Nosso canal conta com uma gama diversa de materiais, que vão desde a crítica literária até dicionário de conceitos. Também temos algo completamente inovador, que são as histórias infantis interativas, em que os ouvintes podem interagir, conhecer e fazer escolhas que os levará ao final da história. Uma participação ativa e produtiva”, afirma o docente.
Em 2021, o projeto também contou com a participação ativa de outros cursos de graduação da Unijuí. Os estudantes, incentivados pelos professores a produzirem conteúdos em áudio, contam com o auxílio do Traças Digitais para edição e posteriormente esses materiais também são disponibilizados à comunidade. Isso torna o Projeto cada vez mais diverso em suas temáticas.

Desde 2006 a Unijuí conta com o Projeto de Extensão Cidadania para Todos, vinculado aos cursos de graduação em Direito, Psicologia e Pedagogia. Segundo a coordenadora do projeto, professora Ester Hauser, o foco principal são os Direitos Humanos e, entre eles, destaca-se o direito à dignidade, respeito e a uma vida livre de violência. Neste sentido, um dos temas trabalhados pelo Projeto é a Comunicação Não Violenta.
Disseminada a partir 1960 pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, a Comunicação Não Violenta tem aplicação prática em diversas áreas e é considerada uma forma de comunicação que inspira emoções sinceras entre as pessoas, estimulando-as a se comunicarem de forma mais consciente e atenta, observando sentimentos e necessidades próprias e também dos outros.
“Em uma abordagem não violenta, o conflito não é visto como algo que precisa ser ignorado, mas como um convite para dialogar de modo que todos expressem seus sentimentos e necessidades e consigam construir soluções efetivas para desafios ou problemas do cotidiano”, explicou a coordenadora.
Por meio da Comunicação Não Violenta, o processo de diálogo é mais consciente, sem julgamentos, baseado em sentimentos, bem como na formação de pedidos e não apenas ordens. Existem quatro etapas que fazem parte da comunicação não violenta: observar sem julgamentos; expressar sentimentos; identificar necessidades e fazer pedidos com clareza.
O conflito não precisa necessariamente ser um momento de enfrentamento. Se soubermos ouvir o outro, ele pode ser uma excelente oportunidade de aprendizado individual e coletivo. Para isto, basta que saibamos nos comunicar de forma adequada, respeitando a diversidade de ideias e soluções, superando a lógica de que em um conflito precisa-se ter vencedores e perdedores e utilizando estratégias de comunicação não violenta.
Conheça este e outros projetos de extensão da Unijuí no link.

A ciência vem provando ser indispensável e a principal arma no combate à doenças, a exemplo da pandemia de Covid-19. Ao encontro desse contexto, a acadêmica de Biomedicina Catrini Roncalio Fiori optou por fazer o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) voltado à pesquisa científica buscando uma possibilidade de tratamento contra a doença causada pelo novo coronavírus.
O trabalho, orientado pelo professor doutor Matias Nunes Frizzo, foi intitulado “Proteína C Reativa, Relação Plaqueta Linfócito e D-Dímero como Biomarcadores de Prognóstico e Desfecho em Pacientes com Covid-19” e possui ligação direta com os casos de alta e baixa nos hospitais. O professor doutor Vítor Antunes de Oliveira foi a banca avaliadora do TCC.
Inicialmente, Catrini desenvolveu seu projeto, com o intuito de submeter ao comitê de ética em pesquisa da Unijuí e de um hospital do município de Ijuí. Após a aprovação, iniciou a coleta de dados nos prontuários do hospital, onde coletou variáveis como o sexo, a idade, o desfecho (alta e óbito) e os resultados dos exames laboratoriais desses pacientes.
Os exames laboratoriais avaliados no estudo foram a Proteína C Reativa, que é um marcador inflamatório, contagem de plaquetas e linfócitos, para o cálculo da relação plaqueta linfócito e o resultado do D-Dímero que é um produto da degradação da fibrina e está associado à coagulação. A coleta dos resultados foi realizada em dois períodos: na entrada dos pacientes no hospital e na saída Os resultados foram correlacionados com os desfechos de alta e óbito.
“Analisando as estatísticas obtidas, a estudante concluiu que os pacientes que tiveram o desfecho de óbito haviam ingressado no hospital com um valor de Proteína C Reativa significativamente mais elevado que os pacientes que tiveram alta. Além disso, a relação Plaqueta-Linfócito estava menor, nos pacientes com desfecho de óbito quando comparados aos que tiveram alta, e o D-Dímero estava superior, naqueles que tiveram o desfecho de óbito”, explica Catrini.
Segundo ela, o TCC pode ajudar os profissionais da saúde. “Ao observarem os biomarcadores analisados no estudo ainda na admissão dos pacientes, as equipes de saúde e os médicos terão tempo para avaliar e iniciar o tratamento mais adequado, diminuindo assim as chances de óbito”, finaliza a estudante.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí
O Projeto de Extensão Energia Amiga é desenvolvido pelo curso de Engenharia Elétrica da Unijuí. Suas ações tem como objetivo levar, especialmente às crianças e jovens, mas também à toda a comunidade, conhecimentos sobre energia elétrica, por meio de diversas atividades. Importante que todos tenham consciência ou relembrem as noções básicas de consumo e cuidado com a eletricidade.
E manusear equipamentos eletrônicos realmente exige cuidado, habilidade e conhecimento. A tendência é sempre que o consumo e o número de eletrônicos aumente. Com isso, são necessárias melhorias nas instalações, mas nem sempre isso é suficiente para garantir a segurança do usuário.
Fique atento a alguns dos principais cuidados com a eletricidade:
- Não ligar muitos equipamentos na mesma tomada, por meio de adaptadores ou extensões;
- Cuidado com equipamentos que utilizem água, como chuveiros e torneiras elétricas, máquina de lavar e lava jato, sempre desligue para fazer ajustes;
- Nunca coloque seus dedos ou objetos na tomada;
- Se precisar fazer ajustes na antena da televisão, faça isso em um dia de sol;
- Nunca troque lâmpadas ou faça consertos com os pés descalços;
- Mantenha sempre os plugues de aparelhos eletrônicos em bom estado de conservação;
- Sempre que precisar realizar a poda de árvores, contate sua concessionária de energia.
Confira mais dicas sobre energias renováveis, sustentabilidade, uso correto da energia elétrica, descarte de eletrônicos, entre outros, neste link.

Em 2021 a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica - Criatec foi selecionada para o Programa Ideiaz, executado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com o Sebrae. A partir dessa seleção, a Incubadora formatou um programa de apoio aos empreendedores na modalidade virtual, onde foram atendidos seis projetos na pré-incubação.
Na tarde de ontem, 05 de janeiro, ocorreu a apresentação de Picth pelas startups pré-incubadas para entrada efetiva como empresa incubada da Criatec. Foram aprovadas as seguintes empresas:
Participaram da banca de apresentações Janiel Foletto, ceo da empresa Infinitum e membro do conselho deliberativo da Criatec; Leonice Parnoff, consultora Ad Hoc da Criatec; e Maria Odete Palharini, coordenadora da Criatec.
Para 2022 estão previstas uma série de atividades para apoiar a jornada dos empreendedores que incluem: trilhas de conhecimento, eventos, rodadas de negócio e conexões, participação em eventos. Acesse o site criatecunijui.com.br e fique por dentro do cronograma das atividades.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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