Uma ação envolvendo o plantio de orquídeas na UNIJUÍ Campus Santa Rosa, mobilizou técnicos administrativos, professores, estudantes e Diretório Central dos Estudantes (DCE). Durante a tarde de terça-feira, dia 24, a Universidade recebeu a doação de mudas de orquídeas, por meio do projeto “Orquídeas pela cidade – Santa Rosa mais bonita”.
O projeto é uma parceria entre a Administração Municipal de Santa Rosa, através da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável - Gerência de Fomento Turístico, juntamente com a Associação Orquidófila de Santa Rosa (ASOR), instituições e comunidade. E tem como objetivo, melhorar o aspecto paisagístico da cidade através do embelezamento, tornando-a mais atrativa turisticamente. Além de mobilizar a comunidade na busca da valorização socioambiental, motivando-a a interagir com a Associação Orquidófila, na busca de conhecimento e prática no cultivo das orquídeas.
De acordo com a Gerente de Fomento Turístico, Joceli Specht, o projeto se justifica pela relevância social e ambiental. “Queremos aumentar o sentimento de pertencimento e, a partir do protagonismo individual contribuir para o desenvolvimento da responsabilidade ambiental coletiva. Com o apoio da comunidade, vamos ampliar o projeto, com intervenções em praças e parques, para que nossa cidade fique cada vez mais linda, atraindo mais visitantes, gerando com isso mais desenvolvimento econômico e, consequentemente mais qualidade de vida, mais cor, beleza e perfume para todos os santa-rosenses”, ressalta Joceli.
Na oportunidade a comunidade acadêmica envolvida recebeu orientações sobre o cultivo e a preservação destas plantas, sendo que, posteriormente realizaram o plantio de 1200 mudas de orquídeas nas árvores da Universidade.
Para a Presidente da Associação Orquidófila de Santa Rosa, Marlene Schumacher Specht, a Associação tem por objetivo a preservação das espécies, assim como a troca de experiências e integração junto à comunidade, em ações de preservação e embelezamento do município. “Esta parceria com a UNIJUÍ nos agradou muito, recebemos o convite da professora Francieli Formentini para participar de um trabalho de embelezamento da Universidade. A doação dessas mudas de orquídeas, chamada de Olho de Boneca (Dendrobium Nobile), foi buscada juntamente com os nossos associados, que prontamente atenderam nosso pedido para auxiliar neste projeto”, destaca Marlene.



























Iniciado em 2009, o Projeto Mosaico tem o objetivo de aproximar as diferentes linguagens corporais (dança, música em vocal/ instrumental, lutas, teatro, ginástica) já ofertadas à comunidade escolar, em um único espaço para que essas expressões dialoguem.
Na III edição, o tema explorado foi a Condição Humana, recebeu o nome de “Acontecências”, esforço em dizer do humano, desse ser inacabado que tem como traço distintivo problematizar sua própria natureza (ou a ausência de uma natureza). A edição teve a coordenação da professora da escola, Eduarda V. Burckardt, de pais de alunos da escola, Lisiane Goettems, Paulo Fensterseifer e de Carolina Gehrke, colaboradora da escola. O grupo que encabeçou a ideia se desafiou a escrever o Projeto e produziu um material para pesquisa, que foi publicado na Revista CENA, da UFRGS.
A EFA ressalta a essência da escola em estar constantemente relacionando conhecimentos e refletindo sobre práticas. Os professores se colocam no lugar de pesquisadores, refletem e dialogam com os acontecimentos vividos na escola e, assim, produzem materiais a partir destas experiências. Dessa forma, a ideia de escrever sobre o que acontece e publicar, possibilita dividir experiências e produzir conhecimento cientifico.
Mais sobre o Projeto
O projeto recebeu contribuições da comunidade escolar, inclusive, na projeção do nome. Mosaico: consiste em muitas partes que, em aproximação umas das outras, produzem um determinado efeito visual. Parte formadas por desenhos, imagens, mensagens, expressões e comunicações.
Na última sexta feira, 20, o Centro de Educação Básica Francisco de Assis –EFA, recebeu o meteorologista Thomas Kaufmann, que realizou uma palestra cujo o tema central foi Fenômenos da Atmosfera. O público principal eram os alunos do ensino fundamental e do ensino médio da instituição que tem este tema como um dos assuntos em seus planos de estudo, e junto deles, os docentes da EFA. O palestrante convidado é formado em meteorologia pela Universidade Federal de Pelotas e mestre em meteorologia pela Universidade Federal de Santa Maria. Neste encontro, os alunos puderam expor suas dúvidas por meio de um diálogo direto com o profissional da área, além disso, tiveram a oportunidade de conhecer outros ramos de atuação da meteorologia e os desafios do mercado de trabalho.
Com a presença dos representantes das cooperativas da região, Cotrirosa, Coopermil, Sicredi e Cooperconcórdia, a UNIJUÍ por meio da Pró-Reitoria, professores, coordenadores do curso de graduação e de pós-graduação na área do cooperativismo, durante a manhã de terça-feira, dia 24, debateram as perspectivas futuras do ensino cooperativista da região.
O objetivo foi avaliar a atual oferta, as perspectivas futuras de ações, cursos de preparação e formação na área do cooperativismo em parceria com o SESCOOP-RS, o qual é responsável por organizar e gerenciar o ensino de formação profissional para as cooperativas no Estado.
Os agentes participantes da reunião avaliaram de forma positiva a qualidade dos cursos ofertados pela UNIJUÍ, destacando o compromisso da Instituição com a excelência do ensino na área do cooperativismo.
Hoje já existe perspectiva para quem pretende formação e educação cooperativista, podendo iniciar pelo programa Aprendiz Cooperativo, que dá a oportunidade a jovens de entrarno mercado de trabalho e ainda aprender sobre o cooperativismo, buscando na sequência sua graduação e pós-graduação.
O Pró-Reitor do Campus, professor Ariosto Sparemberger, avalia de forma positiva o encontro, pois possibilitou a análise e o debate dos cursos oferecidos pela UNIJUÍ na área do Cooperativismo e de perspectivas futuras para novas ofertas.
Alunos de escolas públicas e privadas têm a oportunidade de aprender computação, eletrônica e robótica de forma divertida: construindo robôs. O projeto do Departamento de Ciências Exatas e Engenharia da Unijuí, Física para Todos, vai desenvolver oficinas, na Sede, no Campus Ijuí, e no Campus Santa Rosa. A vontade de aprender é o requisito básico para participar, não é preciso ter conhecimentos sobre robótica.
Essas oficinas acontecerão em dois turnos da semana, quinta ou sexta-feira, de junho a outubro, nos laboratórios de Física e Engenharias da Unijuí. Professores e estudantes bolsistas do projeto vão ministrar as oficinas. As inscrições e o material para participar são gratuitos.
São 30 vagas disponíveis por turma. A inscrição para os interessados ocorre em duas etapas. A primeira é a inscrição no site do projeto Física para Todos. A segunda é a etapa de confirmação, em que é preciso ir até o Departamento de Ciências Exatas e Engenharia da Unijuí, campus Ijuí e Santa Rosa. Essa etapa vai ocorrer de 21 de maio a 25 de maio, e é obrigatória.
O encerramento das atividades está prevista para o início do mês de outubro.
Com o objetivo de discutir temas contemporâneos dos direitos humanos, teve início, na noite desta segunda-feira, dia 23, o “1º Congresso Nacional Biopolítica e Direitos Humanos: refletindo sobre as vidas nuas da contemporaneidade”. A promoção é do curso de Direito da Universidade.
A palestra de abertura teve o tema “O ridículo político e outros problemas éticos e sociais da sociedade”, realizada por Marcia Tiburi, graduada em filosofia (PUC-RS) e artes (UFRGS) e mestre (PUC-RS, 1994) e doutora em filosofia (UFRGS, 1999). Publicou diversos livros de filosofia, entre elas as antologias As Mulheres e a Filosofia (Editora Unisinos, 2002), O Corpo Torturado (Ed. Escritos, 2004), e Mulheres, Filosofia ou Coisas do Gênero (2008, Edunisc), Seis Leituras sobre a Dialética do Esclarecimento (2009, UNIJUÍ), entre outros.
De acordo com a palestrante, “Ridículo Político” é o título de uma das suas últimas publicações, livro que foi lançado no ano passado. “Nesta obra tento abordar um fenômeno de mutação política que está acontecendo no Brasil e no mundo. Muitos de nós estão perplexos com certos personagens no campo da política institucional e também no sentido mais amplo, na vida, no dia a dia, ruas, redes sociais. O Ridículo é tudo o que antes nos causava vergonha, e que hoje vem com uma espécie de capital, muitas vezes um discurso de ódio, de incitação da violência”, salienta.
“É muito importante que o campo do conhecimento, professores, pesquisadores, estudantes, escritores, intelectuais, desempenhem uma tarefa social, pública e histórica, que é produzir diálogo, fazer com que as pessoas pensem mais, se envolvam com política e se preocupem com termos como a democracia”, complementa Marcia Tiburi.












O evento segue até a próxima sexta-feira, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum do Campus Ijuí. É direcionado não apenas para o público relacionado ao Direito, mas para todas as pessoas que queiram ter acesso a um debate qualificado sobre direitos humanos em suas diversas manifestações.
Na segunda noite, nesta terça-feira, dia 24, Karin Regina Rick Rosa, fala sobre “Novas configurações familiares e suas repercussões no Direito”. Ela possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1997), Especialização em Direito Processual Civi pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e mestrado em Direito Público pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2005).
Já na terceira noite de discussões, dia 25, Tiago Resende Botelho vai palestrar sobre “Comunidades tradicionais, Democracia e Direitos Humanos”. Doutorando em Direito Público pela Universidade de Coimbra; Mestre em Direito Agroambiental pela Universidade Federal do Mato Grosso; Especialista em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade Federal da Grande Dourados; Bacharel em Direito pela UEMS e Licenciado em História pela UFGD.
E, na última noite de evento, dia 26, Caio Paiva fala sobre “Direitos Humanos e sua proteção internacional: casos contra o Brasil no Sistema Interamericano”. O palestrante é Defensor Público Federal. Especialista em Ciências Criminais. Coordenador e professor do curso CEI. Autor de obras jurídicas.
No dia 28 de março de 2018 a UNIJUÍ postou no sistema e-MEC o Relatório Integral de Autoavaliação Institucional da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, o qual apresenta os processos e resultados das avaliações realizadas no contexto da autoavaliação institucional, coordenada pela Comissão Própria de Avaliação – CPA e da avaliação externa regulada pelo Ministério da Educação – MEC relativa ao ano de 2017 e uma análise global do ciclo avaliativo 2015-2017, conforme o fluxo avaliativo da UNIJUÍ.
Este relatório é organizado pela Comissão Própria de Avaliação – CPA, que tem a responsabilidade de sistematizar os processos e os resultados da autoavaliação institucional na UNIJUÍ, realizados pelas suas diferentes unidades administrativas, com base no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES e no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2015-2019. O mesmo tem o objetivo de demonstrar a efetividade e acompanhamento de ações relativas às prioridades elencadas para 2017, as potencialidades, as fragilidades (questões a serem melhoradas) e os indicativos de prioridades para 2018.
No decorrer do mês de abril, representantes da CPA reuniram-se com a Reitora e os Vice-Reitores Cristina Pozzobon, de Graduação, Fernando González, de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão e Dieter Siedenberg, de Administração para entrega e discussão das questões apontadas no referido documento.
Nas palavras da professora Cátia Nehring, Reitora da UNIJUÍ, este relatório demonstra que a Avaliação Institucional da Universidade vem qualificando os processos, instrumentos e divulgação dos resultados para que estes se consolidem como uma ferramenta de gestão em todas as unidades acadêmicas e administrativas. A regulação pelo MEC e pela CAPES, na UNIJUÍ, é subsidiada pelos resultados avaliativos dos processos de avaliação interna e externa da Instituição.
A Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Pozzobon destaca que os resultados dos subprogramas do Programa de Avaliação Docente da UNIJUÍ (Autoavaliação Docente, Avaliação das Disciplinas pelos Estudantes e Avaliação pelo Comitê Gestor do Departamento), alinhados com os resultados da avaliação externa realizada pelo MEC (ENADE, CPC e IGC), vêm qualificando as políticas e ações no âmbito das questões acadêmicas para a constante qualificação da aprendizagem dos estudantes.
Da mesma forma, o professor Fernando González, Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão entende que este documento se constitui em uma ferramenta importante para a tomada de decisão, indicando para o desenvolvimento de um sistema que articule os processos de avaliação e planejamento da Universidade, permitindo que o sistema se retroalimente.
O professor Dieter Siedenberg, Vice-Reitor de Administração, na conversa com a CPA enfatizou que as prioridades elencadas no Relatório de Autoavaliação Institucional são a base para a elaboração do Orçamento Programa da Universidade e auxiliam a Vice-Reitoria na definição de prioridades, a partir do contexto institucional e externo.
Na leitura da coordenação da CPA, Magna Dalla Rosa e professora Patricia Spilimbergo, este relatório evidencia que a articulação da Autoavaliação Institucional com a Avaliação Externa tem demonstrado uma evolução institucional, quer seja na implantação de políticas, processos e ações, conforme pode ser conferido nos conceitos positivos obtidos nos indicadores do IGC e CPC dos Cursos nos últimos três anos, bem como os bons conceitos obtidos pelos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu avaliadospela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Assim, o desafio que se impõe é a socialização, discussão e apropriação do conteúdo deste documento por gestores, professores e estudantes, para a busca da excelência acadêmica. Acesso ao Relatório www.unijui.edu.br/cpa.


A UNIJUÍ vai participar da Feira Nacional da Soja 2018 (Fenasoja) como apoiadora do evento. A Universidade tradicionalmente fecha parceria com a feira ao longo dos anos, onde também irá atuar em ações estratégicas durante a realização do evento.
Durante os 10 dias de feira, a UNIJUÍ vai desenvolver diversas atividades, entre elas: Circuito Cooperativo (02 de maio); Debate sobre Perspectiva do Mercado da Soja diante da atual Conjuntura Política e Econômica Brasileira, com o professor Argemiro Luis Brum, no programa do locutor Zelindo Cancian, Rádio Noroeste (03 de maio); Assinatura do convênio entre UNIJUÍ e FEBAP; Ações envolvendo inovação e tecnologia por meio da Incubadora Tecnológica (Criatec); Atrações abrangendo entretenimento, entrega de brindes e sorteio de pulseiras VIPs para os estudantes do campus Santa Rosa. No domingo, dia 29 de abril, a Rádio Unijuí FM estará presente na feira realizando a transmissão ao vivo da final do Musicanto.
“A participação da UNIJUÍ na Fenasoja significa o compromisso com o desenvolvimento desta região. Estamos juntos e somos parceiros dos eventos e iniciativas que envolvem inovação e tecnologia, principalmente. A universidade faz parte da história e pretende continuar participando até porque tem na sua essência o caráter e espírito comunitário”, afirma o Pró-Reitor do campus Santa Rosa, professor Ariosto Sparemberger.
A UNIJUÍ estará como expositora do evento no Pavilhão 12. A Fenasoja 2018 ocorre de 27 de abril a 06 de maio, no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, em Santa Rosa.
O professor extensionista do Curso de Direito da UNIJUÍ, Carlos Probst, participou, em março, do 8º Fórum Mundial da Água realizado em Brasília. Probst participa do projeto de extensão institucional AÇÕES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA NA REGIÃO NOROESTE DO RS que conta com apoio do CNPQ e é coordenado pelo Prof. Dr. Enio Waldir da Silva. Nesse projeto ele atua diretamente com as Associações de Catadores de Material Reciclável ACATA e ARL6.
Sua participação no Fórum tinha por objetivo conhecer o projeto de reciclagem PET VIRA PET, desenvolvido pela Ambev na produção de sua nova água mineral AMA e trocar experiências com os envolvidos no processo de organização da coleta e reciclagem dos resíduos sólidos do DF, especificamente a ALIQUAN - Soluções em Meio Ambiente (responsável pela coleta dos resíduos dentro do Fórum) e a ACOBRAZ – Associação dos Catadores e Recicladores de Resíduos Sólidos de Brazlândia (para quem foram destinados os resíduos).
“Foi muito relevante a troca de experiências. Fiquei muito orgulhoso ao contar nossas ações institucionais e públicas de apoio e suporte às Associações de Catadores e surpreso com a ausência delas no Distrito Federal. Existe aqui uma cooperação coordenada pela ITECSOL-UNIJUÍ (Incubadora de Economia Solidária e Desenvolvimento Social) entre Universidade, Poder Púbico e Associações que vem se aprimorando gradativamente e construindo uma expertise no trato desse tema”, relatou Probst.
A 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) realizou na tarde de hoje, quinta-feira (19), reunião com diretores das escolas da área de abrangência, no auditório Central da UNIJUÍ Campus Santa Rosa. Na oportunidade a Universidade teve espaço para explanar os diferentes projetos que vem desenvolvendo para as Escolas de Ensino Médio da região.
A Coordenadoria de Marketing da UNIJUÍ esteve representada pelo Técnico Administrativo, Éder Ocimar Schuinsekel, que ressaltou a importância da participação da Universidade para o desenvolvimento das escolas na região, destacando a relevância dos projetos: Palestra nas Escolas, Bate-papo com os estudantes e Profissional do Futuro.
Os diretores também conheceram um pouco mais dos projetos coordenados pelo professor Mauro Fonseca Rodrigues, do curso de Engenharia Elétrica. De acordo com o professor Mauro, são projetos que irão somar ainda mais a teoria de sala de aula com a prática, por meio da Exposição interativa de experimentos de Física, “Física para Todos” e as “Oficinas de Robótica”, que contemplarão atividades práticas envolvendo, eletrônica, robótica e computação.
As escolas interessadas em conhecerem e se desejarem solicitar algum projeto para a comunidade escolar, poderão contatar pelo fone (55) 3511-5200 ou pelo email estude@unijui.edu.br
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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