O auxílio emergencial de R$ 600,00 destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia da covid-19. Além do auxílio, está se tornando em instrumento de transferência de recursos federais para as regiões, que se transformam em investimento na manutenção da dinâmica de circulação de recursos na economia local.
De acordo com o Portal da Transparência, os dados oficiais revelam que o Noroeste Gaúcho, no período de abril a julho de 2020, recebeu o montante de R$ 184.141.800,00. Esta soma compreende as regiões Celeiro, Fronteira Noroeste, Missões e Noroeste Colonial, que foram a Região RF07. Respectivamente, para a região Fronteira Noroeste são R$ 42.806.400,00, Celeiro são R$ 35.139.600,00, Missões são R$ 66.294.600,00 e Noroeste Colonial são R$ 39.901.200,00.
Os dados são de estudo do professor Dr. Marcos Paulo Dhein Griebeler, do Mestrado em Desenvolvimento Regional da FACCAT (Taquara/RS), que coordena esta sistematização destas informações e do professor colaborador Dr. Pedro Luís Büttenbender, do Programa de Desenvolvimento Regional da Unijuí. “O Rio Grande do Sul recebeu nos 4 meses o montante de R$ 2.956.015.200,00. E, a região RF 07 ocupa, dentre as nove regiões funcionais de planejamento (RF), a sexta posição, com a participação de 6,23% do montante de recursos repassados pelo Governo Federal ao RS”, destaca o professor Marcos.
Na região os cinco municípios que tiveram os maiores repasses de recursos do Auxílio Emergencial nestes quatro meses foram: 1º) Ijuí com R$ R$ 20.549.400,00; 2º) Santo Ângelo com R$ 19.998.600,00; 3º) Santa Rosa com R$ 15.901.800,00; São Luiz Gonzaga com R$ 9.957.600,00; e Panambi com R$ 8.322.600,00. Estas cinco cidades receberam juntas o montante de R$ 74.730.000,00, ou seja, concentram 40,58% dos recursos do noroeste gaúcho. Neste montante não estão somados aos demais programas sociais como Bolsa Família, Seguro Desemprego, Aposentadorias e outros, transforma-se em um dos mais importantes investimentos na dinamização das economias regionais, e com investimentos públicos do estado brasileiro.
Segundo Pedro Luís Büttenbender “os números do Auxílio Emergencial, com montante de mais de R$ 184 milhões, é mecanismo de gestão para combater a fome e contribui para a manutenção da circulação de recursos na economia da região, se somando aos recursos básicos gerados na agricultura. Esta verba valoriza as economias locais porque a verba é para pagar as contas em seu respectivo município, com mercado, farmácia, posto de combustíveis, contas de água, luz e outros, comércio e outros. Ou seja, o auxílio passa pelas mãos do cidadão beneficiário e aquece o caixa e o bolso de todos na região”.
Acrescenta ainda que estes recursos, sem falar nos outros recursos públicos, vem para combater os efeitos negativos da pandemia iniciada na saúde e atualmente afeta vários outros setores. Estes recursos se somam aos movimentos inovadoras de valorização dos empreendedores locais, das cooperativas, dos negócios locais. “A nova dinâmica territorial do desenvolvimento requer incorporar práticas inovadoras de gestão, fomentando iniciativas empreendedoras e cooperativas, com uma capacitação estratégica das lideranças e suas organizações. O auxílio é emergencial e temporário. Mas o mesmo deve servir para despertar para o novo e superar a pobreza, que não é só econômica. O novo começa no local”, complementa.
A Editora Unijuí está com uma super promoção em agosto, celebrando o mês do estudante: descontos de até 50%, em livros de todas as áreas, na aquisição de 4 exemplares ou mais. O desconto é cumulativo (2 livros 20% de desconto, 3 livros 30% de desconto, 4 livros ou mais 50% de desconto) e tem por objetivo contribuir para que os pesquisadores obtenham acesso mais facilmente às publicações.
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Em razão da pandemia, a Editora está atendendo prioritariamente pela internet, por meio do site. Porém, os interessados podem solicitar atendimento presencial com agendamento. Tire suas dúvida pelos números: 33320217, ramal 2470, ou ainda pelo Whastapp, no 55 984045737.
A Editora Unijuí foi fundada em 1985. É um órgão de apoio da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) e está vinculada diretamente à Reitoria da Universidade.
Como Editora Universitária, integra a Universidade em sua dimensão de construção/reconstrução do saber gerado nos campos da pesquisa, do ensino e da extensão, que ela coloca efetivamente ao alcance de público mais vasto, ampliando o próprio debate universitário, prolongando-o, antecipando/preparando-o e, ao dar forma mais esmerada a textos e exposições, enriquecendo-o no cultivo de perspectivas menos circunstanciais.
A Editora tem por objetivo principal incentivar e estimular a produção intelectual dos professores da Unijuí e de outras Instituições de Ensino Superior por meio da publicação de livros e revistas em variadas áreas. Possui também como atribuição a divulgação e distribuição de seus livros.
Conta com 22 coleções em diversas áreas do conhecimento, algumas de referência nacional. Cada coleção mantém um Conselho interinstitucional, que, por intermédio de seus pareceres, garante a qualidade editorial e cultural das publicações.
No fim de semana, voluntários do estudo de Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Rio Grande do Sul (Epicovid19-RS) realizaram a sétima rodada de entrevistas e testes rápidos do coronavírus em nove cidades gaúchas, entre elas Ijuí, onde foram realizados 500 testes. Os resultados oficiais serão divulgados ao longo desta semana, a partir de quarta-feira, em dia e horário a serem ainda divulgados pela coordenação.
O Epicovid19-RS, coordenado pela Universidade Federal de Pelotas em parceria com o Governo do Estado, estima o percentual da população gaúcha infectada pelo novo coronavírus, obtém cálculos precisos da letalidade e avalia a velocidade de disseminação do contágio ao longo do tempo. Em Ijuí a pesquisa é realizada com a coordenação da Unijuí, por meio do Mestrado em Atenção Integral à Saúde e dos cursos de Graduação do Departamento de Ciências da Vida (DCVida).
Os dados mais recentes da pesquisa identificaram que a proporção de pessoas com anticorpos para o coronavírus dobrou no Rio Grande do Sul no intervalo de um mês. O número estimado de pessoas que têm ou já tiveram o coronavírus passou de 55.904 (de 32.891 a 81.059, pela margem de erro), na última semana de junho, para 108.716 (de 78.774 a 146.196), na última semana de julho. Esse aumento motivou a coordenação do estudo, em decisão conjunta com o Governo do Estado, a antecipar em uma semana a realização da sétima etapa.
Esta etapa de coleta será muito importante para avaliação da realidade dos casos na população e o avanço do coronavírus nas diferentes regiões em relação à etapa anterior. Em cada município do estudo, a seleção das residências e dos moradores que irão fazer o teste para o coronavírus ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.



Além do exame, o participante responde a uma breve entrevista sobre ocorrência de sintomas relacionados à Covid-19, busca por assistência médica e rotina das famílias em relação às medidas de distanciamento social. A pesquisa tem apoio das secretarias de saúde e dos órgãos de segurança dos municípios e segue todos os protocolos de biossegurança para proteger a saúde dos entrevistadores e participantes.
O estudo mobiliza doze universidades públicas e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana); Universidade de Caxias do Sul (UCS); IMED e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle).
A partir da próxima fase, o Banrisul também irá participar do financiamento do estudo, junto com a Unimed Porto Alegre, o Instituto Cultural Floresta, também da capital, e o Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.
Como parte das atividades online adotadas em razão da pandemia mundial do novo coronavírus a EFA organizou, durante a semana de 10 a 14 de agosto, um Drive Thru voltada para a Educação Infantil. Na ocasião as famílias, conforme datas e horários estabelecidos, passaram no estacionamento da Escola com as crianças. No momento o grupo de professores entregou aos responsáveis uma caixa personalizada com materiais pedagógicos pensados e organizados para o uso nas aulas online. Este material servirá como apoio para o desenvolvimento do projeto "SOU EFA, SOU CULTURA: o Folclore é a nossa história...".
Segundo a coordenadora Sonia Kinalski, esse momento foi repleto de cuidado, emoção, e afeto. "Rostinhos cobertos pelas máscaras mas que não escondiam a troca de olhares carinhosos, a cumplicidade, a saudade. Fortaleceram-se os vínculos entre escola e família, crianças e professoras. Buscamos amenizar os efeitos do isolamento social nos aproximando de maneira segura", relata.
A Escola continua com aulas online seguindo as orientações dos órgãos responsáveis.







Conselho Universitário aprovou nesta sexta-feira, dia 14, diretrizes para os currículos de graduação e nova estrutura administrativa da UNIJUÍ
A sociedade está em constante transformação e, como consequência, todos os segmentos que a compõe também precisam rever e melhorar seus processos para seguir trilhando caminhos de desenvolvimento. Este também está sendo um grande desafio para todas as Instituições de Educação Superior (IES). Atenta a estes acontecimentos e percebendo a necessidade de acompanhar as transformações que estão acontecendo e que ainda estão por vir, a Universidade está projetando para 2021, a partir de uma Proposta de Reinvenção da Unijuí, um conjunto de mudanças estruturais e curriculares substantivas. Tais medidas têm por objetivo: qualificar a experiência formativa de nossos estudantes,possibilitar que um maior número de pessoas, particularmente jovens, tenham acesso aos cursos presenciais ediminuir o custo da oferta educativa.
Após exposições e diálogos com todos os atores que integram a comunidade acadêmica, estudantes, professores e técnicos-administrativos, nos diversos fóruns e instâncias da Fidene/Unijuí, foram aprovadas pelo Conselho Universitário as diretrizes que irão nortear as mudanças estruturais da instituição e os currículos dos novos cursos de graduação.
Segundo a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, “A partir de um significativo e qualificado debate que tivemos na quinta e sexta-feira com os membros do órgão máximo da UNIJUÍ, o Conselho Universitário, materializamos as diretrizes para uma nova UNIJUÍ. A partir de 2021 a nossa estrutura deixa de ser organizada a partir de Departamentos, passando a ter centralidade o nosso fazer, que é o ensino, a pesquisa e a extensão, nas diferentes áreas de conhecimento. A formação acadêmica profissional também será construída com projetos pedagógicos voltados ao fortalecimento da relação com nossas comunidades; nossos estudantes passarão a ocupar um papel ainda maior de protagonismo no processo de aprendizagem, qualificando sua formação profissional. Temos muito trabalho pela frente, mas em prol de um objetivo comum: mantermos a pertinência e a grandeza de nossa UNIJUÍ, na vida de nossa região e de nossos jovens que acreditam no papel fundamental da Educação”.
Neste contexto, as propostas apresentadas e que serão implementadas a partir de agora, dizem respeito a um novo modelo de cursos de graduação, propondo inovações que estão se consolidando no cenário da educação superior brasileira e internacional, como os currículos por competência, modulares, projetos integrados e formação pessoal e profissional.
Os currículos da graduação serão estruturados para o desenvolvimento de competências. Este desafio consiste em construir arranjos curriculares, metodológicos e tecnológicos propiciadores de experiências de aprendizagem orientadas ao desenvolvimento e construção/aprendizagem de habilidades, conhecimentos e atitudes para responder a situações, conflitos e problemas característicos da vida profissional. No modelo por competências, os estudantes passam a ter aulas em módulos integrados os quais permitem que o conhecimento seja construído em interação com os desafios próprios do campo profissional. Nessa perspectiva, os módulos integrados envolvem um conjunto de componentes curriculares fortemente relacionados e articulados, perpassados pela necessidade de enfrentar desafios inerentes à profissão.
Um site explicativo foi desenvolvido para detalhar as propostas e delinear o formato dos novos currículos de Graduação da Universidade. Acesse neste link e confira.
Além dessas mudanças, na estrutura organizacional, não haverá mais Departamentos, que hoje são administrados por um chefe/docente o qual tem, entre suas atribuições, fazer a gestão dos professores e técnicos. Com a reestruturação proposta, a gestão das pessoas passará a ser feita pela atuação conjunta da VRG com a VRA, assessorada por Comitês específicos. Nos campi de Panambi, Três Passos e Santa Rosa não haverá alteração de estrutura, pois já funcionam nesta sistemática. A composição do Conselho Universitário (Consu), instância máxima da Unijuí, em substituição aos seis chefes de Departamentos, ganha nove outros membros, representantes dos Coordenadores de Curso de Graduação, um Coordenador de Programa stricto sensu e um Coordenador de Extensão, todos na condição de representantes das atividades fim, intrínsecas ao fazer da Universidade. A representação estudantil está proposta com mais um membro e também com cinco suplentes.
Dessa forma, os Colegiados de Curso e o Núcleo Docente Estruturantes e mantém tendo função mais ativa no fazer acadêmico e administrativo. Os Coordenadores continuam sendo a principal referência para todas as demandas dos estudantes. A estrutura física dos atuais Departamentos, no campi Ijuí, não sofre alteração, mas os processos de atendimento aos estudantes deverão passar por qualificação. Também está prevista a informatização e a agilização de processos que envolvem demandas dos estudantes.
Na próxima segunda-feira, dia 17 de agosto, em alusão ao aniversário de Santa Rosa, comemorado no dia 10 deste mês, a Associação Coral e Orquestra Jovem Santa Rosa vai realizar uma apresentação especial, em uma live. A transmissão ocorrerá diretamente do auditório central da Unijuí, no campus Santa Rosa.
O evento, também alusivo ao aniversário de 15 anos da Orquestra, terá todo apoio de infraestrutura oferecida pela Universidade, tanto de espaço físico e instalações necessárias ao adequamento dos protocolos de saúde e segurança, quanto de internet e equipamentos. A live, envolvendo os instrumentistas e cantores do coral, será transmitida pelas redes sociais da Associação no Facebook e YouTube e poderá ser acompanhada pela comunidade virtualmente, sem a presença de público no ambiente em função das normas do distanciamento social que estamos vivendo.
Segundo Fabiane Angelita Steinmetz, presidente do projeto Orquestra, a ideia da live é justamente um resgate da memória do projeto e de momentos que alguns alunos viveram durante sua participação. “Será um concerto diferente, não teremos o abraço caloroso dos nossos amigos, familiares, público em geral. Estaremos em uma posição solitária, não poderemos, ao final do concerto, como é de costume, trocar apertos de mão e abraços com colegas de canto e de instrumento, mas teremos a certeza de uma comemoração da vida, da continuidade dela”, salienta.
Por sua vez, o regente Alessandro Munawek, relata que a apresentação compreenderá peças eruditas e também músicas populares arranjadas em forma de concerto, como por exemplo canções dos The Beatles, temas de músicas gaúchas e temas conhecidos do cinema. “Vamos apresentar três formatos, envolvendo também os alunos iniciantes, que estão descobrindo recentemente a música. Estamos preparando esta apresentação com bastante carinho”, complementa.
A Unijuí, por meio da Vice-Reitoria de Pós Graduação, Pesquisa e Extensão tem uma forte atuação cultural na região de abrangência da Universidade. São inúmeras iniciativas e projetos que são apoiados e incentivados pela Instituição para ressaltar a cultura, desde música, dança, espetáculos artísticos e teatrais, entre outras.
Mais sobre a Associação Coral e Orquestra Jovem Santa Rosa
O projeto surgiu oficialmente em maio de 2005. O trabalho de regência é de Alessandro Munawek, então estudante do curso de regência da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). A primeira apresentação aconteceu no Centro Cívico e Cultural Antônio Carlos Borges, no dia 01 de agosto de 2005, na abertura da semana do município. Em 2017 a Orquestra Jovem Santa Rosa recebeu, da Federasul e da Assembleia Legislativa, o Prêmio Líderes Vencedores de Expressão Cultural do estado do Rio Grande do Sul. O prêmio foi entregue na Assembleia Legislativa, sendo reconhecido por várias entidades e autoridades.
Durante esses 15 anos, o projeto viabilizou o estudo da música para pessoas de faixas etárias variadas. Alguns dos jovens que participaram das atividades seguiram estudando música e alcançaram vagas em universidades, como a Federal de Santa Maria, a Federal do Rio Grande do Sul e a Federal de Brasília. Dentre esses jovens, destaca-se que um desses alunos está atuando na OSPA e outros também em cidades fora do Brasil, como Asunción, no Paraguai. O projeto possibilitou a esses jovens vislumbrarem uma carreira sólida no âmbito artístico.
Nesta quinta-feira, dia 13 de agosto, o Rizoma retomou as discussões temáticas, após uma breve pausa nas últimas semanas. O tema debatido nesta semana foi “Paradoxos desta pandemia: a normalidade numa realidade anormal”, que trouxe os convidados: Ana Menezes, médica e epidemiologista, integrante da coordenação do Epicovid19 pela UFPEL. A professora Evelise Berlezi, professora da Unijuí, que coordena este mesmo estudo aqui na Universidade. E o professor Thiago Heck, também envolvido com este importante e estudo, coordenador do Mestrado em Atenção Integral à Saúde da Unijuí.
Confira na íntegra:
Resumo do tema: O mundo está desde o início do ano enfrentando a pandemia de coronavírus. No Brasil, infelizmente já passamos dos 100 mil mortos oficialmente, isso sem contar a subnotificação, mantendo-se há mais de um mês uma média diária de mais de mil no país. Enquanto os números continuam a crescer, já tivemos a volta do futebol, por exemplo, além da revisão e relaxamento de muitas regras que visavam efetivar um distanciamento social. E ainda tem a grave crise econômica e o ano político\eleitoral no meio deste furacão.
São muitos os Paradoxos desta pandemia, tema do Rizoma temático desta semana, que está de volta após uma breve pausa nas últimas semanas. A discussão girou em torno a normalidade numa realidade anormal: em ponto da pandemia estamos? o que apontam as pesquisas e estudos, como a EPICOVID, iniciativa do Governo Estadual, encabeçada pela Universidade federal de Pelotas, com a participação da Uninjuí? Também sobre o que pode e DEVE ser feito daqui para a frente, tendo em vista essa “normalização”, com muitas ressalvas, do problema.
Na manhã desta quinta-feira, dia 13 de agosto, o Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP), durante Evento Institucional referente à programação especial inserida na 2ª edição do Dia Estadual do Patrimônio Cultural, promovido pela Secretaria da Cultura do Estado do RS, sofreu um ataque de ódio coordenado por terceiros.
No webinar "Povos indígenas e colonialidade: entre velamento e reminiscências", que estava sendo ministrado pelo palestrante Douglas Jacinto da Rosa - Kaingang (Mestre em Antropologia Social pela UFRGS), com a mediação do professor Mestre Josei Fernandes Pereira - Vice-presidente da Associação de Amigos do MADP, para estudantes de escolas da região, em plataformas da internet, sofreu um ataque de um grupo de ódio, que invadiu a sala de transmissão com xingamentos de cunho racial, mensagens misóginas e até pornografia. Prontamente, a organização do evento agiu tentando barrar esse grupo, que, em ataque coordenado, impossibilitou a realização do evento. Dessa forma, o webinar foi encerrado para evitar danos aos participantes.
A Instituição lamenta profundamente o episódio e informa que registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, entregando a gravação do evento para as autoridades policiais. Também informa que está tomando todas as medidas jurídicas necessárias para resguardar o direito de expressão e de realização dos eventos institucionais.
Atenciosamente,
Cátia Nehring, Presidente da FIDENE e Reitora da Unijuí
Vivian Strochein, Diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana
Maria do Carmo Pilissão, Diretora do Centro de Educação Básica Francisco de Assis
No início de setembro, a Unijuí vai dar início ao terceiro e último módulo de disciplinas para os cursos do Ensino a Distância (EaD) em 2020. Até o dia 11/09 as inscrições estão abertas no Portal da Unijuí, sendo que as primeiras três mensalidades estão com 30% de desconto aos ingressantes.
Segundo o coordenador da modalidade na Unijuí, professor Luciano Zamberlan, mesmo antes do início do módulo já é possível o estudante se inscrever e iniciar algumas atividades. “Isso é possível a qualquer momento ao longo de todo o ano. Embora as atividades das disciplinas comecem no início dos módulos, o estudante pode ir fazendo cursos gratuitos para ir qualificando seu currículo enquanto aguarda o início das aulas”, observa.
A Unijuí oferta quinze cursos de graduação na modalidade EaD, nas áreas de Gestão e Licenciaturas. O ensino é 100% online, e a Universidade possui uma infraestrutura reconhecida pelo Ministério da Educação. Para além disso, todos os laboratórios e ambientes de ensino utilizados pelos cursos presenciais também estão disponíveis para o ensino a distância, assim como o acompanhamento de professores qualificados.
“São cursos a distância diferenciados no que diz respeito à qualidade e ao compromisso da Universidade. O que a gente quer é trabalhar e ajudar esses estudantes a terem sucesso profissional. Mas, também, serem sujeitos críticos na sociedade. Uma Universidade não prepara só para o mercado de trabalho, mas prepara para a vida”, salienta o professor.
A organização do estudo ocorre em módulos. Cada módulo é composto por três disciplinas, duas de 80 horas e uma de 40 horas, no entanto, alguns módulos podem possuir quatro disciplinas, sendo três de 40 horas e uma de 80 horas, totalizando 200 horas a cada módulo concluído. Uma das disciplinas terá o objetivo de integrar todos os conhecimentos trabalhados a cada módulo. Esses Projetos Integradores trabalharão a pesquisa por meio da interdisciplinaridade, proporcionando ao estudante um perfil profissional conectado com a realidade.
As avaliações são parte do processo de aprendizagem e acontecem ao final de cada módulo. A cada disciplina você irá construindo seu aprendizado por meio de materiais, fóruns e trabalhos até culminar na avaliação final. Suas provas são agendadas com antecedência e você precisará comparecer à sede ou a um polo da Universidade três vezes ao ano para realizá-las. Mas não se preocupe! É você quem escolhe a data e horário mais adequados, de acordo com a sua organização pessoal.
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Este ano, devido a pandemia da covid-19, Ijuí não terá a realização da principal Feira de Negócios e Cultura da Cidade, a ExpoIjuí/Fenadi, que ocorre todos os anos no parque de Exposições Wanderley Burmann. Isso presencialmente, pois a União das Etnias de Ijuí (UETI) está organizando uma Fenadi virtual, pelo Youtube, de 12 a 19 de outubro. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Unijuí.
Segundo o produtor cultural da Feira, Francisco Rollof, em entrevista à Unijuí FM, o projeto Fenadi Virtual será uma grande de inovação. “É um projeto ousado, que vai colocar à disposição, não só da comunidade regional, mas também do mundo inteiro, por meio da plataforma YouTube, o trabalho das etnias. Estamos realizando uma parceria histórica com a Universidade, consolidada a partir deste ano com a participação da Secretaria de Cultura de Ijuí”, observa.
Francisco afirma que será enviado Projeto ao Governo do Estado e ao Governo Federal, para que se consiga consiga recursos financeiros para a realização das atividades. “É um desafio este ano: reescrever a história de um evento com mais com 33 anos, com uma base muito sólida de cultura, folclore, tradições e costumes. Mais do que isso, precisamos fazer isto em pouco mais de trinta dias. Com a ajuda da Universidade, que tem uma sistemática fantástica para lidar com este tipo de programação, vamos realizar de forma virtual”, complementa.
Uma reunião de alinhamento das atividades foi realizada nesta terça-feira, dia 11 de agosto, no Centro de Eventos do Campus Ijuí. Segundo o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí, Fernando González, é um projeto que desafia a região e suas instituições, logo a Unijuí não podia ficar fora. “Além disso, o projeto é uma grande oportunidade para nossos estudantes botar a 'mão na massa' a partir dos conhecimento específicos de seus cursos. Estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Design, Arquitetura, Ciência da Computação, Administração, Ciências Contábeis, entre outros, orientados pelos seus professores, vão participar diretamente nas atividades suportes da Fenadi virtual, enriquecendo sua formação. Não é qualquer profissional que pode colocar em seu currículo que fez parte de um projeto dessa complexidade e tamanho", avalia.
O Movimento Étnico de Ijuí está preparando, em parceria com a Unijuí, uma plataforma diferenciada de atrações, com transmissão ao vivo, em formato talk show. “O evento terá um formato descontraído, que traz aquilo que a Fenadi em sua presencialidade não conseguiria trazer, que é a possibilidade de ter um público diversificado, com pessoas de todos os lugares do mundo, demonstrando as ligações com o Brasil, Ijuí e Rio Grande do Sul”, observa Francisco Rollof.
Além de transmissões diárias, que está previsto para iniciar no dia 12 de outubro, feriado nacional, e ser encerrado em 19 de outubro, feriado municipal, aniversário de Ijuí, a programação também contará com dez salas com conteúdos diversificados, ao vivo ou de forma gravada. Porém, todas as atrações serão transmitidas para a comunidade. “Teremos a possibilidade de interação nas redes sociais, uma novidade muito interessante, além da tradução de idiomas”, salienta o produtor cultural.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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