Salão de Atos será o palco principal da Feira
Em 2020, o evento que celebra a cultura, a diversidade e a vida será realizado de forma diferente: a Festa Nacional das Etnias (Fenadi) ocorrerá de 12 a 19 de outubro, exclusivamente online, com transmissão pelo YouTube. A Unijuí abriu as portas para acolher a Feira neste momento de pandemia, mobilizando professores, estudantes e técnicos-administrativos e de apoio para a realização do evento, em uma conjunção de esforços com a União das Etnias e a Prefeitura de Ijuí. Confira todos os detalhes no site do evento.
O palco principal das atrações culturais do evento será o Salão de Atos do Campus Ijuí. Na programação serão apresentadas, simultaneamente, 10 salas culturais e, em paralelo, também acontecerá um Talk Show. “As diferentes linguagens da cultura e da arte se tornam meios para a expressão da diversidade étnica, através de uma plataforma multicanal, em uma ampla programação da Feira: atrações ao vivo serão mescladas com reproduções de material de arquivo da Festa e das diferentes associações étnico-culturais. O projeto de divulgação inclui uma projeção de alcance virtual dessa proposta, que por seu desenho tem de fato um grande potencial de ampliar o número de espectadores, pois incorpora os aspectos locais e globais, provocando um debate sobre os processos migratórios e de miscigenação étnica para muito além do município”, salienta Francisco Roloff, produtor cultural da Fenadi Virtual.
O professor Fernando Jaime González, Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí, um dos principais articuladores do trabalho da Universidade pela Feira, ressalta que com a interação abre-se um espaço para a prática profissional de estudantes. De alguma forma, isso se converte em um grande palco de interação profissional e formação. "A Unijuí abraça a Fenadi e a reconhece como um elemento que impulsiona o desenvolvimento local, que também é um dos compromissos da Universidade. Além disso, a Feira vai movimentar economicamente o setor cultural, que está muito prejudicado em razão da pandemia da covid-19, por isso a Universidade é parceira na realização do evento", complementa.
A diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP), Vivian Stroschein, que tem trabalhado na articulação das diferentes áreas ressalta, “a Fenadi é um evento que resgata, revive e preserva costumes, tradições, danças, músicas, arquiteturas, vestimentas e gastronomias dos imigrantes, que chegaram a partir de 1890, quando iniciou o processo de colonização. A Unijuí está engajada como apoiadora deste evento, além de termos o envolvimento de professores e estudantes dos nossos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Ciência da Computação, Design, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia e Gastronomia, a Universidade ainda está disponibilizando sua infraestrutura e equipe de trabalho para realização da transmissão do evento, para que este aconteça da melhor forma possível”, observa.
Os estudantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda produziram a campanha Fenadi Virtual, com materiais gráficos e criação de conteúdo. Para a produção do palco principal, onde vai ocorrer o Talk Show, houve a inserção dos cursos de Design e Arquitetura e Urbanismo, além da marcenaria da Universidade, com orientação dos professores Diane Meri Weiller Johann e do professor Igor Norbert Soares. O curso de Gastronomia irá disponibilizar laboratórios e professores para o preparo de receitas típicas das etnias ao vivo. Já o curso de Pedagogia auxiliou na sala cinco, que vai trazer a temática do conteúdo infantil.
Para viabilizar a transmissão, a Coordenadoria de Informática da Universidade vai disponibilizar a estrutura de conexão e os computadores, preparar as salas do Youtube, e profissionais da área. Para maior aproximação com o público, foi criado um site para a Fenadi Virtual, elaborado pelo professor Sandro Sawicki, do curso de Ciência da Computação. Acesse neste link. O Museu Antropológico Diretor Pestana contribuirá com conteúdo para a sala História e Cultura, com assuntos ligados ao município de Ijuí e à cultura do estado do Rio Grande do Sul e do Brasil. Este trabalho também tem a inserção dos Grupos Culturais da Universidade: Cia. Cadagy e Coral Unijuí.
Uma das atrações diferentes do evento é o Festival Gastronômico, em que uma rede de profissionais e restaurantes vai preparar os pratos típicos de cada uma das etnias. Será possível saborear as receitas no sistema drive thru e delivery. Este projeto tem a condução da professora Fernanda Pasqualini, com a inserção dos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis. Acesse este link e saboreie alguns dos melhores pratos típicos de cada etnia.
Por fim, a Unijuí também prestará todo amparo de patrimônio, fornecendo toda limpeza e suporte para conferência de temperatura, manutenção dos espaços. Além disso, a Universidade ainda irá ceder os espaços de laboratórios e estacionamento para drive-in durante o evento.













“Somos todos, somos um”: diversidade cultural marca a estratégia de comunicação da Fenadi Virtual
A campanha publicitária e os materiais de produção de conteúdo do evento foram desenvolvidos por estudantes dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo da Unijuí. A Fenadi tem como posicionamento a frase: “somos todos, somos um”.
A campanha foi desenvolvida durante o desafio criativo PlayCom e a ação integra a proposta de criação de materiais de divulgação da Fenadi Virtual, que também possui uma nova marca, desenvolvida pela “Lavoro Design Integrado”. Os materiais foram criados visando atender as estratégias de divulgação do evento, que será veiculado nos meios tradicionais através de televisão, jornais e rádios, assim como através de estratégias de comunicação digital, com o intuito de atingir o público regional, o nacional e o internacional.
Produção: Susan Pereira, estudante de Jornalismo da Unijuí.
Neste momento do processo de reinvenção institucional que a Unijuí está realizando, é importante buscar contribuições de universidades que vivenciaram esta prática, bem como fazer interações com a comunidade acadêmica, visando aproveitar o vasto potencial de oportunidades que este momento está apresentando.
Por esta razão, foi realizada, nesta terça-feira, dia 06, a palestra “Como as Universidades podem se Reinventar para enfrentar Novos Cenários”, momento em que a Reitora da Unisc, professora Carmen Lúcia de Lima Helfer, compartilhou as experiências da Universidade relacionadas ao processo de reestruturação, trazendo uma abordagem sobre as mudanças e enfrentamentos dessa Instituição.
Na oportunidade, professores e técnicos-administrativos dos quatro Campi tiveram um espaço de discussão na busca por uma universidade mais dinâmica, cujo propósito maior é formar um sujeito comprometido e capaz de fazer a diferença na sociedade, a partir do desenvolvimento de novos conhecimentos. “Estamos realizando há algum tempo reuniões com todos os segmentos da Instituição, no intuito de construir esta reinvenção da Unijuí. Temos muito trabalho pela frente, mas em prol de um objetivo comum: mantermos a pertinência e a grandeza de nossa Unijuí na vida de nossa região e de nossos jovens que acreditam no papel fundamental da educação”, observou a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, na abertura do evento desta terça-feira.
Na sequência, a professora Carmen Lúcia de Lima Helfer apresentou como se deu o movimento de reinvenção da Unisc, de Santa Cruz do Sul, nos últimos anos. “O compartilhar experiências, problemas e dúvidas, tem sido uma prática das nossas instituições comunitárias, principalmente pela aproximação via Comung. E este processo de reinvenção é muito interessante, partindo da ideia de que é recriar, rever-se, rever o outro processo de aprender e desaprender. Não são só palavras a serem ditas, mas práticas a serem ditas e constituídas pelas pessoas que fazem a instituição. Não adianta os gestores quererem uma mudança, se na base, docentes e técnicos, não tivermos este comprometimento e atitude de querer mudar”, observou.
Segundo a palestrante, a Unisc sentiu esta necessidade de mudanças por um cenário de incertezas que foi se concretizando, muito em razão da queda de receitas e de um quadro que não apontava um futuro fácil. “Claro, não tantas incertezas como as de hoje, neste 2020. Na época fizemos um diagnóstico institucional e concluímos que precisávamos de um reestruturação para construir uma Universidade mais ágil, com processos mais simplificados, uma instituição mais flexível e mais conectada com a sociedade, com os problemas reais da nossa comunidade”, complementou.
Depois da exposição da professora Carmen Lúcia, os participantes puderam realizar questionamentos para debater sobre as questões de reinvenção institucional pertinentes para o momento.
A Unijuí novamente está engajada nas ações do Outubro Rosa, movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990. O mês é dedicado anualmente com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.
Em 2020 a Unijuí vestiu as redes sociais com a cor da campanha, no intuito de dar a visibilidade necessária ao movimento também na Universidade, além de programar uma série de ações, como a divulgação de informações importantes de prevenção aos públicos pelos canais da Instituição. Acompanhe o site, redes sociais e canais internos de comunicação da Universidade, onde serão realizadas as ações ao longo deste mês.
A Unijuí firmou, nesta terça-feira, dia 06 de outubro de 2020, uma parceria inédita para oferecer a estrutura da Universidade para sediar atividades desenvolvidas pela Associação Coral e Orquestra Jovem de Santa Rosa.
O Campus Santa Rosa será o palco de ensaios dos integrantes do coral, composto por mais de 35 membros, enquanto que os espaços e ambientes acadêmicos serão também o utilizados por 30 integrantes instrumentistas realizarem ensaios, também pequenas apresentações experimentais da orquestra, com o objetivo de trabalhar esse aspecto da exposição ao público, valendo-se do público acadêmico que circula normalmente durante as noites de aula da Universidade.
A Associação é uma entidade da comunidade, que este ano completou 15 anos de atividades, e que realiza o trabalho de forma gratuita, oferecendo aulas de música instrumental e também de coral para jovens e adultos, principalmente focado na comunidade mais carente do município.
Para a Universidade, que também é uma instituição da comunidade regional, é muito importante esse momento e essa parceria, pois com ela se está contemplando mais uma grande ação em benefício da coletividade, cumprindo assim seu propósito institucional de promover o desenvolvimento, a cultura, a arte, a música. “Ganham também os estudantes universitários, que serão contemplados frequentemente com um ambiente mais alegre, cordial, inspirando-se ainda mais para suas rotinas de estudo, pesquisa e extensão, durante a sua permanência no campus da Universidade”, observa o Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, Marcos Paulo Scherer.



Neste ano, a Associação Coral e Orquestra Jovem de Santa Rosa já fez uma live no auditório do Campus Santa Rosa, durante a pandemia de covid-19, marcando os 15 anos de atividades do grupo. Confira como foi este evento:
Na sexta e sábado, dias 02 e 03 de outubro, a Unijuí foi a sede brasileira do Rally Latinoamericano de Innovación, competição internacional que visa promover a inovação aos estudantes universitários da América Latina, de forma totalmente online em razão da pandemia da covid-19. Participaram da competição 32 alunos, contando com estudantes da Unijuí e uma delegação de estudantes da Paraíba.
A competição ocorreu simultaneamente em diversos países da América Latina. Como sistemática, as equipes selecionaram um desafio, dentre sete opções (clique aqui e saiba mais sobre), entender ele, moldar as equipes, propor uma solução, identificar os beneficiários, validar e ajustar uma proposta, que foi apresentada em um vídeo com duração de até três minutos. Cada grupo teve 28 horas para desenvolver todo o trabalho. Depois da conclusão, os grupos também tiveram um tempo de dois minutos para a defesa. Além disso, entregaram um relatório programado (que incluiu uma análise via Canvas) explicando o potencial impacto sustentável e social da proposta. Todo o material entregue pelas equipes se tornará parte de domínio público.
O evento foi organizado na Unijuí com o apoio técnico da Agência de Inovação e Tecnologia (Agit) e Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec), setores ligados à Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí.
Como foi participar?
A equipe Conexão Parahyba, englobando estudantes da IFPB e a UFPB, foi vencedora da sede Santa Rosa e também da etapa nacional do Rally. “Participar do evento foi e está sendo uma experiência muito enriquecedora. Esse foi o primeiro contato que todos da nossa equipe tiveram com uma competição nesse estilo e, apesar de ficarmos sabendo dessa competição pouco tempo antes, através de uma colega, conseguimos montar uma equipe com alunos de diferentes áreas da engenharia e diferentes universidades da Paraíba. A conquista da etapa nacional foi um momento muito emocionante para nós, tanto por representar nosso estado e nossa universidades, quanto para demonstrar todo o potencial que o Brasil tem”, salienta Kamilly Carvalho, uma das integrantes da equipe.
Ainda segundo ela, “enquanto estudante de Engenheira Elétrica do IFPB, esse evento é de grande importância para o meu crescimento individual, pois todo o conhecimento agregado durante a nossa formação reflete na nossa carreira, e isso inclui competições como o Rally, que desenvolve habilidades que vão além da sala de aula, como: criatividade, liderança, trabalho em equipe, soluções práticas para problemas reais, entre outras. Espero participar das próximas edições e contribuir com o desenvolvimento dessa cultura de inovação e criatividade, além de colaborar na divulgação da competição no meu estado”, complementa.
Confira o vídeo de defesa da ideia do grupo
Já para a estudante Raíssa Castro Schorn, mestranda em Desenvolvimento Regional da Unijui, integrante da equipe Esperança, vencedora da sede Ijuí, participar do Rally Latino foi muito desafiador. “Realizamos diferentes atividades em um curto período de tempo. Aavalio a participação no evento como algo muito produtivo, uma vez que nos desafia a novas interações, produções, a desenvolver a criatividade, o espírito crítico, trabalho em equipe, liderança, competências importantes à formação pessoal e profissional. Nesse aspecto, observo o contato com os integrantes da equipe mexicana, pois uma das atividades do Rally era a interação com um grupo de outro país. O contato com esse grupo foi uma experiência fantástica no sentido da aprendizagem, do acolhimento, da colaboração, iniciativa e solidariedade, especialmente. Embora estivéssemos em um evento competitivo, o espírito de colaboração prevaleceu, tendo em vista o limite de tempo do evento, do cumprimento das tarefas e minha dificuldade em compreender orientações em outro idioma. Me descobri capaz de enfrentar novos desafios e por isso, agradeço à Unijuí pela oportunidade”, finaliza.
Confira o vídeo de defesa da ideia do grupo
O grande sucesso do Vale do Silício, berço de empresas como a Apple, Facebook e tantas outras, contribuiu muito para a criação de parques tecnológicos mundo afora nos últimos anos, incluindo o Brasil. Estes passaram a ficar conhecidos como Ecossistemas de Inovação. O termo ecossistema lembra a biologia, representando um local onde tem diversos indivíduos e eles acabam colaborando entre si para que todos possam sobreviver, e esse conceito passou também a ser empregado no setor econômico, ou seja: empresas e sociedade como um todo, se adaptando a muitas circunstâncias e com diversos atores pelo desenvolvimento local.
Dessa forma, o Ecossistema Regional de Inovação se dá nesta articulação entre os diversos atores locais dos setores empresarial e acadêmico, bem como representantes do poder público e de entidades da sociedade civil organizada, para que possam interagir entre si e promover o desenvolvimento através da inovação. Segundo o professor Daniel Baggio, um ecossistema de inovação é uma região ou um território com uma diversidade de atores interagindo e buscando, com união, a sobrevivência, e principalmente o desenvolvimento econômico e social desta região, além da busca por novidades e inovação. “Quando falamos em ecossistemas de inovação, temos que levar em consideração outras terminologias, como a confiança, colaboração, a flexibilidade e liderança entre os atores: quanto mais eles confiarem e interagirem entre si isso se faz relevante, sabemos que existe uma pequena competitividade entre as empresas mas tudo começa com pequenos laços que vão se fortalecendo e crescendo cada vez mais, até que se constitua elementos dinâmicos como se tem em determinados locais no mundo”, explica o professor.
Já a Coordenadora da Incubadora da Unijuí em Ijuí, a Criatec, Maria Odete Palharini, que trabalha diretamente com startups e iniciativas inovadoras na região, explica que os ecossistemas são extremamente importantes, pois conseguem fazer a conexão entre os atores, público e privados, que trabalham para a geração de riquezas e inovação.“É extremamente importante que esse Ecossistema Regional de Inovação funcione, seja conectado e ativo, assim se consegue acelerar este processo de desenvolvimento com foco na inovação. Estamos trabalhando muito nisso, para que seja possível desenvolver a região. Temos iniciativas bem sucedidas, porém atuando de forma isolada. Para ser efetivo, precisa de uma grande conexão e é o que se busca aqui na nossa região”, projeta.
Neste sentido, o Programa Inova RS, propõe a estruturação de oito ecossistemas regionais no Estado, dentre os quais na região Noroeste e Missões, a qual abrange 78 municípios, contemplando cidades como Ijuí, Panambi, Santo Ângelo, Santa Rosa e Três Passos. Na região Noroeste e Missões a coordenação do Programa é da Unijuí, com a coordenação do professor Dr. Daniel Knebel Baggio e apoio técnico da Agência de Inovação e Tecnologia e Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica, a Criatec, vinculados à Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. Com duração prevista de dois anos, para o desenvolvimento do Programa são concedidas Bolsas de Gestão da Inovação e Tecnologia (GIT) a profissionais com experiência em gestão de projetos de inovação, ciência e tecnologia, para atuar nas atividades de suporte aos comitês locais e de gerenciamento de projetos estratégicos nos Ecossistemas Regionais de Inovação. Atuam diretamente no projeto os consultores Bárbara Righi Cenci, Patrícia Lazzarotti Garcia e Cleber Eduardo Graef.
Segundo Bárbara Righi Cenci, o projeto trata-se de pensar a região como um todo, considerando que naturalmente há cenários distintos (e até divergentes) em alguma medida, mas também muitas semelhanças e consensos e, a partir disso, buscar fortalecer a cooperação para que possam haver ganhos coletivos. “Essa tarefa traz desafios intrínsecos, seja no que diz respeito à compreensão do território - como entender os setores produtivos e as competências econômicas que já são relevantes, as potencialidades que existem e ainda podem ser ativadas e o contexto ambiental e histórico, por exemplo; seja no engajamento dos atores neste processo - como oportunizar contato e diálogo entre os diferentes setores, visualizar as expectativas, motivações e limitações das partes envolvidas, estimular o compartilhamento de conhecimentos e a identificação de pontos estratégicos em que uns podem apoiar os outros”. Explica.
Saiba mais sobre o Programa, que é uma iniciativa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Governo do Estado, clicando neste link.
O projeto “Conexão Solidária" é uma ação promovida pela Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí no intuito de auxiliar estudantes que possuem dificuldades para acessar as aulas online, principalmente neste contexto de pandemia de covid-19. O projeto conta com o apoio de professores, funcionários, colaboradores e público externo que realizaram a doação de computadores para a instituição, todos passaram por uma manutenção e instalação de programas com o auxílio do Instituto Reversa, que tem o objetivo desenvolver um trabalho de Educação Ambiental, com destaque aos resíduos eletroeletrônicos de Ijuí.
Além de contemplar estudantes da Universidade, uma das ações mais recentes do programa contemplou o Grupo Escoteiro Farrapos Carijós 368 de Ijuí, que recebeu alguns computadores do Projeto. Os equipamentos eletrônicos serão usados para auxiliar cerca de cem integrantes do grupo. Este projeto é ligado ao Departamento de Ciências Exatas e Engenharias da Unijuí (DCEEng).
Conheça um pouco mais do trabalho do Instituto Reversa
Chromebooks
A Unijuí também adquiriu e está emprestando 30 chromebooks novos para os estudantes da Universidade, em razão das aulas online na pandemia. Os alunos beneficiados com esta ação indicaram não ter equipamento disponível para acompanhar as aulas no formato online, a partir de pesquisa feita pelo Núcleo de Assessoria Pedagógica da Vice-Reitoria de Graduação no primeiro semestre de 2020.
Os estudantes que necessitarem de equipamento para acompanhar as aulas online podem enviar um e-mail para biblio@unijui.edu.br, solicitando o benefício e fazendo uma breve justificativa do motivo. Estes equipamentos, além de ficarem registrados no sistema da Biblioteca Universitária, são emprestados mediante a assinatura de um termo de comodato de uso, que especifica as responsabilidades da utilização enquanto estiver sob os cuidados do estudante. O empréstimo é feito por 30 dias, podendo ser renovado diretamente no sistema.
Ainda no primeiro semestre deste ano, o primeiro ano do Ensino Médio da EFA começou um trabalho interdisciplinar entre arte, filosofia e sociologia. A proposta que foi orientada pelas professoras Sandra Nunes Rosa e Janaina Feller, começou discutindo o tema “Lugar da mulher é...onde ela quiser”.
A discussão perpassou pelo estudo de textos, debates e filmes como “Big Eyes”, discutindo o espaço da mulher na sociedade e entendendo a marginalização do gênero feminino nos diferentes contextos históricos e culturais. Segundo a professora de Artes, Janaína, os estudantes foram desafiados a captar imagens das mulheres que fazem parte da sua vida no lugar em que elas escolheram e permitiram ser registradas. O resultado não poderia ser diferente, muita beleza, sensibilidade e emoção marcou esse momento em que namoradas, mães, amigas e irmãs foram fotografadas.
“Nossa proposta é fazer com que os alunos percebam um percurso histórico de conquistas, de mudanças culturais e reflitam sobre a importância de entendermos a cultura como algo artificial que nos circunda, podendo ser repensada, modificada, alterada, pensando sempre a tolerância, o respeito, a empatia e a igualdade”, conta a professora Sandra.
O trabalho segue com a produção de seminários onde os alunos pesquisam e defendem o lugar da mulher, cada grupo escolheu um lugar para abordar, seja o esporte, a profissão, etc.
Todas as imagens resultantes desse trabalho podem ser conferidas na Fanpage da Escola em Facebook.com/EFAcentro.



Foi dada a largada: teve início, ao meio dia desta sexta-feira, dia 02 de outubro, o Rally Latinoamericano de Innovación, competição internacional que visa promover a inovação aos estudantes universitários da América Latina. A Unijuí é a única sede brasileira e está reunindo mais de 30 estudantes da Universidade, além de um grupo de estudantes da Paraíba nas atividades, que acontecem totalmente online até este sábado, dia 03.
A competição ocorre simultaneamente em diversos países da América Latina. As equipes devem selecionar um desafio, entender o problema, moldar as equipes, propor uma solução, identificar os beneficiários, validar e ajustar o que consideram necessário em uma proposta, que deverá ser apresentada por um vídeo com duração de até três minutos. Cada grupo terá 28 horas para desenvolver a ideia. Depois da conclusão, os grupos terão um tempo de dois minutos para a defesa do trabalho. Além disso, deve ser entregue ainda um relatório programado (que inclui uma análise via Canvas) que explica o potencial impacto sustentável e social da proposta. Todo o material entregue pelas equipes se tornará parte de domínio público.
Confira como foi o evento de abertura no Facebook, clicando aqui.
No ano de 2019 a Unijuí participou com uma delegação do Campus Santa Rosa. Na ocasião, o evento foi sediado pela Universidad Nacional de Misiones (UNAM), na Argentina, sendo a primeira vez que uma universidade brasileira participou do Rally. A partir desta participação e depois de conhecer na prática a metodologia do evento, a Unijuí conseguiu trazer uma das sedes para o Brasil em 2020, tendo o apoio da Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge).
O evento será organizado no Brasil com o apoio técnico da Agência de Inovação e Tecnologia (Agit) e Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Ccriatec), setores ligados à Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí.
Produtores rurais da região conferiram, nesta sexta-feira, dia 02, informações importantes sobre o manejo da cultura da linhaça. A atividade ocorreu em Dia de Campo, promovido pelo Departamento de Estudos Agrários da Unijuí e Grupo Cisbra, realizado no IRDeR (Escola Fazenda da Unijuí) e na planta industrial da empresa parceira.
Por meio das atividades do Programa de Melhoramento Genético de Plantas, Grãos, Forrageiras e Cobertura de Solo, ligado aos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e ao Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, do Departamento de Estudos Agrários da Unijuí, o Dia de Campo mostrou o andamento do trabalho de pesquisa sobre a cultura da linhaça, desenvolvido pela Universidade em convênio com a Cisbra. Os participantes acompanharam cinco estações englobando temas como desenvolvimento do zoneamaento agroclimatológico, manejo eficiente de nitrogênio, ajuste para maximizar produtividade e qualidade do produto, além de um tour pela fábrica, para acompanhamento do beneficiamento industrial da cultura. As atividades ocorreram, em sua grande maioria, ao ar livre, em grupos pequenos, respeitando o distanciamento e com o uso obrigatório de máscaras.
Segundo o professor Ivan Ricardo Carvalho, vinculado ao DEAg e ao Programa de Melhoramento Genético, e um dos pesquisadores diretamente ligado a este trabalho, foi uma grande oportunidade para mostrar as atividades do Programa com relação à cultura da linhaça, além de oportunizar aos colaboradores e empresas que se integram em diferentes estágios do processo, o compartilhamento de informações importantes com os produtores rurais. Segundo ele, a ideia é repassar aos produtores, até o final do Projeto, uma cartilha completa de manejo desta cultura.
Alecson Thomas, diretor industrial do Grupo Cisbra, observa que a empresa precisava de resultados que pudessem ser passados com mais garantia ao produtor, por isso buscou essa parceria com a Universidade. “Buscamos entregar um manejo completo para eles. Não tínhamos dados técnicos antes e com essa parceria estamos conseguindo. Agora vamos conseguir ter resultados de cada teste, experimento e situação a que for exposta a planta, avaliações do clima, entre outros fatores. Nosso objetivo agora é mostrar números de produção, teor de olho, qualidade do grão, resposta de comportamento da planta e com isso conseguirmos levar estes números à indústria. Os resultados estarão em um grão com qualidade, que dará melhores resultados ao produtor, campo, indústria, alimentação humana e animal”, complementa.
Por sua vez, o coordenador do Programa, professor Emerson André Pereira, destaca que a parceria entre a Unijuí e a Cisbra objetiva fornecer uma forma mais produtiva para que os parceiros/produtores consigam ter mais rentabilidade, associada à indústria que faz o processamento para o consumidor final. O coordenador reforça que a busca de geração de novos conhecimentos é constante, associado à melhoria na formação dos estudantes da Universidade.














A Cisbra, empresa que tem unidades em Ijuí e Panambi, atua há 27 anos no mercado de produtos integrais, oferecendo mix de grãos, flocos e farinhas integrais, óleo de linhaça, entre outros. Por meio desta parceria, estão sendo desenvolvidas pesquisas que devem durar três anos, com o objetivo de aprimorar estratégias de cultivo que maximizem o crescimento, desenvolvimento, produtividade e a qualidade dos grãos da linhaça. Estas pesquisas são baseadas no zoneamento agroclimatológico da cultura, ajuste das práticas culturais e do arranjo de plantas para os principais genótipos de linhaça disponíveis, tanto com grãos marrons quanto dourados. Como parte da parceria, a empresa Cisbra fornece auxílio financeiro e técnico para o desenvolvimento das pesquisas, enquanto a Universidade participa com a infraestrutura, bolsistas de graduação e de mestrado, professores e técnicos para melhor desenvolver o projeto técnico-científico.
Segundo o coordenador do Programa de Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade da Unijuí, José Antônio Gonzalez da Silva, este Projeto e outros que o Programa desenvolve com diversas parcerias, são fundamentais para a cadeia produtiva e todos os atores envolvidos: os pesquisadores e a Universidade no desenvolvimento da pesquisa, os produtores que recebem informações e manejo de qualidade e, por fim, a indústria e consumidores, que recebem produtos com qualidade e sustentabilidade ao final de todo o processo.
Também presente no evento, o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaime González, observou que parcerias como estas são muito importantes para o desenvolvimento regional, por meio do conhecimento, da pesquisa e transferência de tecnologia ao setor produtivo.
O Programa Melhoramento Genético de Plantas, Grãos, Forrageiras e Cobertura de Solo propõe à empresas de sementes, indústrias de leite e carne, além de cooperativas do agronegócio, um acordo de Cooperação Técnica-Científica que tem por objetivo a obtenção de novas cultivares para o melhoramento genético de grãos, forrageiras e cobertura de solo. É coordenado pelo professor Dr. Emerson André Pereira, com a colaboração de um grupo de professores pesquisadores, Ivan Ricardo Carvalho, José Antonio Gonzalez e Osorio Lucchese, além de outros professores de diferentes áreas, funcionários, laboratórios, IRDeR, também com ações muito participativas de estudantes da Unijuí.
Na próxima quinta-feira, dia 8 de outubro, será realizado o terceiro Dia de Campo do Programa. Na ocasião, estará em evidência o Projeto para a cultura da aveia, a partir de convênio firmado entre a Unijuí e a Dubai Alimentos. As atividades também serão realizadas no IRDeR.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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