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Acadêmicos participam de palestra sobre assessoria de Comunicação com egressa de Jornalismo

Na noite de sexta-feira, dia 26 de março, na disciplina de Projeto Integrador: Assessoria de Comunicação, aconteceu um bate-papo com a egressa do curso de Jornalismo da Unijuí, Raíza Goi, que atua como assessora de Comunicação e Marketing na Sicredi das Culturas RS/MG, em Guaxupé, Minas Gerais. Ela falou sobre as vivências de um profissional de assessoria de Comunicação na prática.

Raíza iniciou sua apresentação destacando a assessoria de imprensa, que é regida pelo profissional de jornalismo, e que realiza a ponte de informação, faz contato com veículos, sugere pautas e entrevistas, é responsável pela comunicação corporativa, jornal interno, newsletter, eventos e, principalmente, pela transparência ao mostrar as atividades da empresa para comunidade, entre outras ações. 

Além disso, ela também destacou que a assessoria de Comunicação é muito mais abrangente, pois interage com os vários públicos e conta com profissionais de vários setores, tanto de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, como de Jornalismo e de outras habilitações. Todas as ações têm por objetivo criar ou potencializar a imagem da organização na qual está inserida a assessoria.

A egressa afirma que é um diferencial especializar-se em uma área, mas que é significativo que o profissional seja multitarefas, que esteja apto a mudanças, exercendo sua função com criatividade. Raíza enfatiza que na assessoria de Comunicação existe desde a atividade mais simples, até a mais complexa. “O profissional de Comunicação é aberto a novos conhecimentos, a fazer novas atividades. Se precisar carregar uma caixa de brindes, ele carrega, e ao mesmo tempo apresenta para a diretoria um planejamento”, conclui.

Raíza ressalta os desafios de se adaptar ao meio digital devido à pandemia e a importância de indicadores de avaliação. Através da mensuração é possível apontar o sucesso ou fracasso de uma campanha, para então compreender o resultado e se ter uma comunicação assertiva .

Ao finalizar sua fala, a jornalista deixou algumas sugestões para auxiliar no mercado de trabalho: “Aproprie-se dos valores da organização. Para tudo existe um propósito. Espelhe-se e inspire-se em boas pessoas e bons profissionais. Reforce seus contatos e relacionamentos e siga em busca dos seus objetivos, sem perder a essência.”

Por Susan Pereira, acadêmica de Jornalismo


Alunos da Educação Básica podem participar de Concurso de Desenho

Unijuí é parceira de projetos que buscam popularizar a ciência, a tecnologia e a inovação

Foto: Salão do Conhecimento 2020

Já estão abertas as inscrições do 5º Concurso de Desenhos para escolha da identidade visual da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2021, que acontecerá de 18 a 21 de outubro. Organizado pelo Museu Itinerante Ponto da UFMG, em parceria com a Coordenação-Geral de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o concurso tem por objetivo estimular a criatividade, a divulgação e a popularização da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

Inspirados no tema “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta”, podem participar do concurso alunos do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º Ano, e do Ensino Médio de escolas públicas e privadas.

Os autores ou responsáveis deverão preencher o formulário de inscrição disponível no site snct.museu.cp.ufmg.br. As inscrições, gratuitas, estão abertas até às 17h59 do dia 6 de maio.

O aluno vencedor será premiado com uma viagem a Brasília, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, para participar da cerimônia de abertura do evento, com direito a um acompanhante. O autor receberá um certificado de participação e terá seu nome divulgado no site do MCTI e em eventos relacionados à Semana. Também será conferido a cada um dos 10 finalistas a Menção Honrosa por destaque no concurso. O edital pode ser acessado neste link.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi estabelecida pelo decreto de 9 de junho de 2004, sendo realizada anualmente durante o mês de outubro, sob a coordenação do MCTI. A Unijuí, desde 2017, se insere na programação, a partir das atividades de ensino, pesquisa e extensão – começando, naquele ano, com a Mostra de Matemática e Ciclo de Palestras: Desencadeando as Feiras de Matemática do Rio Grande do Sul.

Segundo o professor Peterson Cleyton Avi, de lá para cá, a participação só se intensificou, com aporte de recursos do Ministério: em 2018, a Unijuí promoveu a Exposição de Ciência, Tecnologia e Inovação, além de Ciclo de Palestras, com os temas “A Matemática é para Todos” e “Seminário sobre utilização de aplicativos e internet no ensino de matemática”. Em 2019, foram realizados o Salão do Conhecimento e um grande evento com participação de mais de 7000 pessoas: A Mostra Científica Interativa do projeto Ciência para Todos.

“Desde 2019, o Salão do Conhecimento passou a acontecer no mês de outubro, durante a Semana Nacional. No ano passado, repetimos o evento, de forma online, e também realizamos a  I Feira Estadual de Matemática do Rio Grande do Sul de forma virtual. Tivemos recursos aprovados, via edital, para a realização do Ciência para Todos. No entanto, como a sua realização está prevista de forma presencial, adiamos para este ano a sua segunda edição”, explicou Peterson.

Assim como o concurso de Desenho, os eventos promovidos pela Unijuí buscam envolver alunos da Educação Básica, de escolas públicas e particulares de Ijuí e região, na promoção da ciência,  tecnologia e inovação. “Mesmos objetivos que queremos atingir com o Espaço Mais Inovação, que está sendo implantado pela Instituição”, reforça o professor, coordenador do projeto.

 


Unijuí promove curso de português como língua adicional

Primeira aula do curso junto aos estudantes do Equador

Teve início na última segunda-feira, dia 22 de março, o curso de Português como Língua Adicional (PLA), promovido pelo curso de Letras – Português e Inglês da Unijuí. Além das aulas que já vêm sendo ministradas desde 2020, a Universidade estabelece, agora, uma parceria com o Centro de Educação Contínua da Universidade Politécnica Estadual de Carchi (UPEC), do Equador.

A partir de solicitação da UPEC, as professoras do curso de Letras - Fernanda Trein, Maristela Righi Lang, Rosita da Silva Santos e Taíse Neves Possani organizaram um curso com duração total de 50h, visando iniciar os estudantes na aprendizagem da língua portuguesa. Os alunos participam de encontros nas segundas, quartas e sábados, dirigidos pela professora mestra Fernanda Trein. O acesso se dá pela plataforma Zoom.

Tem continuidade neste semestre, também, o curso de Língua Portuguesa para Estrangeiros, voltado aos intercambistas matriculados na Unijuí. Para melhor atender às necessidades de cada estudante, o curso está organizado em três níveis de proficiência: Básico (Nível I), Intermediário (Nível II) e Avançado (Nível III). Em 2021, as aulas acontecerão por meio do Google Classroom e do Google Meet, e serão ministradas pelas alunas do curso de Letras Rafaela Oliveira de Moura, Daiana Dal Ros e Gabriela de Oliveira Zimmermann, sob a orientação da professora doutora Rosita da Silva Santos. 

A metodologia utilizada nos cursos contempla as competências essenciais aos processos comunicativos, considerando as habilidades de ouvir, ler, escrever e falar, bem como pronúncia e questões gramaticais de ordem geral. O objetivo é proporcionar o conhecimento do português aos intercambistas e à comunidade externa, difundindo a língua e fortalecendo a política de internacionalização entre a Unijuí e instituições de ensino superior de diversos outros países. 

Aliado ao movimento do curso, foi formado um grupo de estudos em PLA, que se reúne nas sextas-feiras, cuja finalidade é aprofundar os conhecimentos na área e trocar experiências entre as professoras do curso de Letras e as alunas envolvidas no projeto.

Foto 1: Reunião do grupo de estudos do PLA

Foto 2: Encontro entre as professoras do Curso de Letras da Unijuí e os professores da UPEC

 

 

 

 


Unijuí participa de encontro da Cátedra Internacional e apresenta ações institucionais de implementação dos ODS

Aconteceu, na última sexta-feira (26) e no sábado (27), o segundo encontro virtual da Cátedra Internacional Pensar a América Latina frente aos Desafios de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Unijuí – que faz parte da Cátedra junto com a Universidade Cooperativa da Colômbia, Universidade Politécnica Estatal de Carchi do Equador e Universidade de Sonora do México - esteve representada pelo vice-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando Jaime González, que realizou a apresentação da Universidade e o trabalho desenvolvido na área.

Como ouvintes, participaram os professores Daniel Cenci e Anna Paula Bagetti Zeifert, além de mais de 20 estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação - especialmente dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direitos Humanos e Sistemas Ambientais e Sustentabilidade da Unijuí.

Partindo do tema “Ensino – Pesquisa: universidades eficazes frente aos Desafios de Desenvolvimento Sustentável'', Fernando González expôs como a Universidade passou a incorporar os Desafios de Desenvolvimento Sustentável como uma política institucional, tendo como base um guia elaborado pela Sustainable Development Solutions Network (SDSN) da Austrália. “Os Desafios de Desenvolvimento Sustentável são um forte instrumento para acelerarmos o processo de convergência para construção de um mundo melhor”, destacou o vice-reitor de pós-graduação, ressaltando que há uma união de esforços para atingir os 17 objetivos lançados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Foi em 2019 que a Unijuí realizou o primeiro evento sobre a temática, que coincidiu com a construção do Plano de Desenvolvimento Institucional 2020 – 2024, que acabou por alinhar as ações da Universidade com os Desafios de Desenvolvimento.

Entre as estratégias elencadas pela Unijuí, estão proporcionar experiências formativas para a comunidade acadêmica, com o intuito de motivá-las à execução dos Desafios; fortalecer o compromisso público da extensão universitária; contribuir para a elaboração de políticas e propiciar a articulação da pesquisa e da produção do conhecimento. Ainda, desenvolver inovações, soluções sociais e tecnológicas; e incentivar e apoiar membros da comunidade acadêmica para que participem do diálogo e dos esforços em torno dos ODS ao redor do mundo.

“Para que possamos ter êxito, estipulamos algumas metas, como chegar, até o fim deste ano, integrando o estudo dos Desafios às disciplinas de graduação. Queremos instituir ao menos uma atividade de integração acadêmica por ano, além de realizar ou sediar dois eventos anuais que tematizem os ODS”, explicou.

Até 2024, a Unijuí quer realizar um evento internacional sobre a temática e continuar organizando as atividades do Salão do Conhecimento com foco nos ODS. 

O convênio celebrado, por meio da Cátedra Internacional, prevê que as instituições parceiras realizem eventos científicos acadêmicos, promovam a mobilidade internacional, a concepção e implementação de projetos de âmbitos nacional e internacional, além de publicações conjuntas por diferentes meios, com a inserção dos Programas de Mestrado e Doutorado.

 Acompanhe a participação na íntegra neste link, a partir de 2h40.


Laboratório de Smart Grids já conta com estudos em desenvolvimento

Ambiente faz parte do Espaço Mais Inovação, em implantação pela Unijuí no prédio do antigo Dceeng

Já está parcialmente em funcionamento o Laboratório de Smart Grids – ou Redes Elétricas Inteligentes, que fará parte do Espaço Mais Inovação da Unijuí. Em fase de implantação junto ao prédio do antigo Departamento de Ciências Exatas e Engenharias (Dceeng), na Sede Acadêmica, o projeto é amplo e compreende, somente na primeira etapa, a estruturação de cinco ambientes: além do Laboratório de Smart Grids, o Laboratório de Desenvolvimento de Internet das Coisas (IoT), Espaço de Ideação, Espaço Coworking e Sala de Realidade Aumentada.

As redes elétricas inteligentes surgiram para modernizar e atualizar o sistema de distribuição, que possui sua arquitetura baseada nos conceitos da década de 1940. O conceito de Smart Grid está vinculado à integração de tecnologias, incluindo sistemas de comunicação a essas redes tradicionais. Elas podem ter sua utilização ampliada, dando suporte a diversos serviços de utilidade pública.

Conforme explica o professor do curso de Engenharia Elétrica, Maurício de Campos, que ficará responsável pelo laboratório, neste espaço será possível simular redes elétricas inteligentes para o desenvolvimento de novos produtos. O laboratório permitirá estudar configurações e falhas nesses sistemas e, ainda, realizar estudos de implantação dessas redes na região.

“Faz parte do laboratório um sistema de simulação de uma rede elétrica inteligente (microgrid), constituída de geração, transmissão, distribuição e cargas. Todas em escala de potência reduzida com comunicação e monitoramento”, explicou o professor, lembrando que o laboratório vai operar sincronizado com um OPAL-RT, que é um simulador em tempo real baseado em PC / FPGA, para projetar, testar e otimizar sistemas de controle e proteção usados em redes de energia, em centros de pesquisa e desenvolvimento, e universidades.

Somente o Laboratório de Smart Grids terá o custo de R$ 1,7 milhão. Existe um laboratório similar em Foz do Iguaçu e os demais estão em São Paulo ou em outras regiões. Com a incorporação da segunda etapa, o laboratório vai se tornar bem exclusivo e vai permitir vários estudos. No momento, segundo o professor Maurício de Campos, já estão em desenvolvimento duas dissertações de mestrado, três pesquisas de Iniciação Científica e uma tese de doutorado.

O projeto

Contando com três etapas, o projeto voltado às smart cities, ou cidades inteligentes, conta com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio de emenda parlamentar do ex-deputado federal Darcísio Perondi. Dos R$ 6 milhões previstos para as três etapas, R$ 2 milhões já estão sendo aplicados na primeira fase e outros R$ 2 milhões já foram aprovados.

Para além da implantação dos cinco ambientes, está prevista, para este ano, a realização da segunda fase, que implica na ampliação e qualificação do Espaço Mais Inovação. Grandes ações estão previstas, como a qualificação da infraestrutura de apoio aos laboratórios de pesquisa e inovação multiusuários e a capacitação de recursos humanos, em diversos níveis, para produzir e operar tecnologias voltadas às cidades inteligentes.

E para a terceira fase, está prevista a implantação de um ambiente de demonstração de tecnologias para cidades inteligentes – ou seja, uma vitrine viva e um guia para os demandantes de tecnologias, que são os municípios e demais parceiros na região. Também, a implantação de um espaço de demonstração de ciências que vai estar ligado ao Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP).


Unijuí e MP celebram termo de cooperação que beneficiará alunos de escolas públicas

Celulares apreendidos em presídios serão recondicionados e entregues a estudantes, auxiliando-os nas aulas online

A Unijuí, por meio do Escritório de Relações Universidade-Comunidade, vinculado à Agência de Inovação e Tecnologia (Agit), ligada à Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (VRPGPE), que tem como função acolher as demandas da sociedade, firmou um termo de cooperação com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que beneficiará diretamente estudantes de escolas estaduais e municipais.

A parceria firmada acontece através do projeto Alquimia II, em que aparelhos celulares, preferencialmente smartphones, apreendidos em presídios, serão recondicionados pela Universidade e destinados a alunos da rede pública, auxiliando-os no acesso ao ensino remoto, especialmente neste momento de pandemia.

O termo de cooperação foi assinado nesta quinta-feira, dia 25 de março, em reunião virtual que contou com a presença da reitora, professora Cátia Maria Nehring; do coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Software, que será responsável pelo projeto Alquimia II, professor Edson Luiz Padoin; do procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen; do mentor da iniciativa, promotor de Justiça da Comarca de Osório, Fernando Andrade Alves; e da promotora de Justiça da Comarca de Ijuí, Rosélia Brusamarelo.

“Diante da situação de calamidade que vivemos, de crise na saúde pública, que gera crise na economia e traz impactos na educação, esse projeto é de extrema importância. Vai possibilitar tanto a aprendizagem aos nossos acadêmicos como, acredito, reduzir o impacto do ensino a distância na Educação Básica, facilitando o acesso à tecnologia pelos alunos”, destacou a reitora, professora Cátia Nehring.

Mentor do projeto, o promotor Fernando Andrade Alves conta que a iniciativa começou pequena, na cidade de Osório, com apenas 120 celulares. À medida que a ação era replicada, percebeu-se a dificuldade que era ter quem executasse, que realizasse a transformação dos smartphones que saem do ambiente criminal para um ambiente escolar. “A nossa expectativa, ao estabelecer a parceria com a Unijuí, é viabilizar a descentralização e multiplicação do projeto. Podemos, agora, executar a iniciativa em todas as comarcas da região. Significa que multiplicaremos o número de cidades, de escolas e de alunos atendidos”, ressaltou.

O procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen, falou da importância de estabelecer a parceria com uma Instituição que possui a respeitabilidade da Unijuí. Também falou sobre a importância do projeto, não apenas neste momento de pandemia, já que a crise acelerou a adoção de novas modalidades de ensino.

Promotora de Justiça, Rosélia Brusamarelo foi quem apresentou a proposta à Unijuí, ao Escritório de Relações Universidade – Comunidade. Durante a reunião, ela ressaltou que acredita em parcerias como esta – que não envolverá, inclusive, a transferência de recursos entre os partícipes. “Não estávamos esperando por uma pandemia. Foi algo que nos pegou de surpresa. E o projeto vem para que muitas crianças e jovens, para aqueles que vão prestar vestibular, que precisam estudar, que querem olhar para frente, tenham condições”, ressaltou.

De acordo com a responsável pelo Escritório de Relações, Graciele da Rosa Bertoldo, a Universidade terá um bolsista, estudantes voluntários via Programa Discente de Voluntariado Acadêmico (Proav) e professores trabalhando para que estes aparelhos fiquem aptos, com possibilidade de acesso à internet e aos aplicativos, para que os estudantes possam ter as suas aulas em casa. Ela lembra que os resíduos eletrônicos serão destinados adequadamente pela Universidade.

O subprocurador-geral de Justiça de Gestão Estratégica, Sérgio Haine Harris, destaca a importância da parceria com a Unijuí, que irá acelerar a transferência de tecnologia aos estudantes. O projeto Alquimia II é uma reformulação do Alquimia I, implantado em 2010, em que máquinas caça-níqueis apreendidas eram utilizadas para montagem de computadores, que beneficiavam alunos e salas de cursos de apenados.

“Temos um número considerável de celulares apreendidos que, por estarem envolvidos em atividade criminosa, acabam não sendo restituídos. Eles ficam armazenados em delegacias ou depósitos judiciais. Estes aparelhos já serão enviados à Unijuí, e a outras universidades parceiras, para que o trabalho tenha início”, explicou o subprocurador-geral, destacando que a própria Procuradoria de Justiça, em conjunto com as Prefeituras e o Governo do Estado, ficarão responsáveis por realizar o levantamento dos estudantes que necessitam dos celulares para as aulas virtuais. Não só alunos de Ijuí, mas também da região, serão beneficiados pela iniciativa.

 


Rizoma Temático debate equilíbrio entre saúde e economia no cenário atual

Enquanto o Brasil acumula um número de mortes inimaginável pela covid-19 – mais de 300 mil,  governos tentam implantar medidas para conter a propagação do vírus - muitas, no entanto, desagradam e trazem fortes impactos na economia, como o fechamento do comércio. Como, em meio a este caos, é possível equilibrar saúde e economia, duas áreas tão sensíveis e importantes para a população?

Foi para debater esta questão que o Rizoma Temático desta quinta-feira, dia 25 de março, foi ao ar pela Rádio Unijuí FM com três convidados: o doutor em Economia e professor na Unijuí, Argemiro Luís Brum; a economista da Federação do Comércio (Fecomércio-RS), Patrícia Palermo; e a PhD em Enfermagem em Saúde Pública e professora associada ao Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Teresinha Weiller.

Teresinha destacou que o novo coronavírus entrou no País – marcado por diferenças sociais, culturais, políticas e econômicas, de uma forma muito intensa. A situação difere da pandemia de H1N1 porque houve uma possibilidade de enfrentamento à doença, por meio da rápida disponibilidade da vacina. Em 90 dias, mais de 80 milhões de pessoas foram vacinadas. “Nós acabamos subestimando a covid-19, enquanto política pública. O Ministério da Saúde não tomou a devida precaução, apesar do alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS). O que nos levou a essa tragédia foi a ausência de uma política clara. Apesar de termos uma capacidade instalada para garantir a vacinação da população, não fomos capazes de tomar uma decisão política e econômica”, disse.

Para a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, a cura da economia só virá com a vacinação. Ela destacou que a doença não foi tratada com seriedade, até mesmo pela população, e que medidas até foram adotadas para tentar amenizar os impactos na economia, mas não de forma satisfatória.  A pandemia já custou cerca de R$ 600 milhões ao País e, apesar disso, a queda do Produto Interno Bruto (PIB) chegou a 4,1% em 2020. “Precisamos de políticas públicas bem planejadas. O governo tem que ajudar, já que a iniciativa privada está com os braços amarrados. Já entramos em 2021 com novos fechamentos e sem ações”, disse, lembrando que economia e saúde não são áreas rivais.

Conforme lembrou o professor Argemiro Luís Brum, a pandemia pegou o Brasil fragilizado. O País já vinha patinando, desde a grave recessão de 2015/2016, com um crescimento “pífio” ao longo dos anos seguintes. “Chegamos a crescer pouco mais de 1% ao ano, quando, para dar conta das necessidades, deveríamos crescer no mínimo 4% ao ano”, disse o educador, que acredita, também, que o Brasil não deu a devida importância à pandemia.

Confira o debate completo no podcast abaixo:

 


Projeto Integrador motiva bate-papo sobre Desafios da Profissão Docente

Os professores Rosita da Silva Santos, Marta Estela Borgmann,  Eloisa de Souza Borkenhagen Bohrer e  Isabel Koltermann Battisti organizaram uma atividade aos estudantes, por meio do componente “Projeto Integrador – Humanidade e Cultura” , da  base curricular dos cursos de Letras, Pedagogia, Educação Física e Matemática, no campus da Unijuí em Ijuí. 

O bate-papo intitulado "Desafios da Profissão Docente" ocorreu no dia 11 de março, de forma online, e contou com a  participação de quatro profissionais: Susana Freitas (Educação Física); Cheila Cristiane de Souza (Letras); Lisandra Marlise Cyzeski (Pedagogia) e Lori Roso Sartori (Matemática).

O tema também pautou a atividade realizada no campus de Santa Rosa, pelo componente “Projeto Integrador – Humanidade e Cultura”, organizada pelas professoras Fabiana Ritter Antunes (Educação Física) e Marta Estela Borgmann (Pedagogia), no dia 9 de março, de forma online.

A conversa contou com dois convidados: Leila Marelise Cyzeski da Silva, egressa do curso de Pedagogia, e Marcelo Ordesto Rodrigues, egresso da Educação Física.

 


Pós-Graduação em Fisioterapia Neurofuncional destaca-se por práticas e vivências na Unijuí Saúde

Com o objetivo de aprimorar a formação do profissional fisioterapeuta, por meio de fundamentos teóricos e práticos, a Unijuí oferece a Pós-Graduação Lato Sensu em Fisioterapia Neurofuncional, com carga horária de 360 horas.

Conforme explica a coordenadora do curso, professora Magliani Reis Fiorin Martel, a especialização é organizada em 24 disciplinas, pensadas a partir de três eixos temáticos: Reabilitação funcional no adulto e idoso; Reabilitação neuropediátrica; e Inovações, tecnologias e avanços na reabilitação funcional.

O curso conta com um corpo docente qualificado, composto por mestres e doutores que são referências em suas áreas de atuação. Temos muitos docentes de fora - de Porto Alegre, Santa Catarina, São Paulo e Santa Maria, por exemplo - e, dentre estes, alguns com experiência de atuação no exterior”, destacou a coordenadora, lembrando que a prática é um dos diferenciais da especialização.

Os estudantes têm atendimentos a pacientes neurológicos em várias disciplinas do curso, oportunizando a aplicação de técnicas específicas e o desenvolvimento do raciocínio clínico. Eles também têm vivências no espaço da Unijuí Saúde, junto à Clínica Escola de Fisioterapia e ao CER III - Centro Especializado em Reabilitação Física, Visual e Intelectual”, destacou.

Por meio do curso, de acordo com a professora, busca-se qualificar a atuação prática do fisioterapeuta em diferentes cenários, como clínicas, hospitais, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), unidades de saúde, escolas especiais e domicílios, buscando diversificar as opções terapêuticas, embasando a prática com evidências científicas.

O mercado de trabalho necessita de mais profissionais capacitados e inovadores atuando nessa área, uma vez que o sucesso da reabilitação de pacientes acometidos por doenças neurológicas depende da elaboração de um plano de tratamento específico com condutas adequadas para cada condição encontrada”,reforçou.

Para inscrições, ou mais informações, basta acessar o endereço unijui.edu.br/pos.

A Unijuí também está com inscrições abertas, no campus Ijuí, para os cursos de pós-graduação em Finanças e Mercado de Capitais; Saúde Mental; Controladoria e Gestão Empresarial; Urgência, Emergência e Trauma; Hematologia Laboratorial; Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário; Auditoria e Planejamento Tributário e Estética Avançada e Minimamente Invasiva.

No campus Três Passos, para as especializações em Coaching e Gerenciamento de Pessoas e Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdênciário.

Para quem prefere a modalidade Ensino a Distância (EaD), há as opções em Marketing, Gestão Bancária e Negócios e Engenharia de Avaliações e Perícias.

Em caso de dúvida, o telefone é 3332-0553 e o e-mail educacaocontinuada@unijui.edu.br.


Cátedra Internacional promove debate sobre as universidades latino-americanas no pós-pandemia

Nesta sexta-feira, dia 26 de março, e no sábado, dia 27, acontecerá o segundo encontro virtual da Cátedra Internacional Pensar a América Latina frente aos Desafios de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Criada ainda no ano passado, a Cátedra Internacional envolve a Unijuí, a Universidade Cooperativa da Colômbia, a Universidade Politécnica Estatal de Carchi do Equador e a Universidade de Sonora do México.

O evento, que tem como tema “A universidade latino-americana no pós-pandemia: uma oportunidade de transformação”, marcará o início das atividades das instituições e contará com a fala do representante de cada Universidade. A Unijuí será representada pelo vice-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando Jaime González, que abordará a temática “Ensino – Pesquisa: universidades eficazes frente aos Desafios de Desenvolvimento Sustentável''. A participação acontece às 12h10 (horário no Brasil).

Também participarão os professores Daniel Cenci e Anna Paula Bagetti Zeifert, além de estudantes dos cursos de mestrado e doutorado da Unijuí.

O convênio celebrado prevê que as instituições parceiras realizem eventos científicos acadêmicos, promovam a mobilidade internacional, a concepção e implementação de projetos de âmbitos nacional e internacional, além de publicações conjuntas por diferentes meios, com a inserção dos Programas de Mestrado e Doutorado.

A participação no evento é gratuita e a inscrição pode ser realizada neste link. A transmissão acontece pelo Zoom, por meio destes links:

dia 26: https://cedia.zoom.us/j/86746122106

dia 27: https://cedia.zoom.us/j/86505190680

 

Confira a programação completa.