A Unijuí participou, na terça, dia 12 e quarta-feira, dia 13, do 1º Simpósio Internacional de Educação Comunitária, realizado em Brasília. A Reitora da Universidade, professora Cátia Nehring, esteve no evento, que foi promovido pela Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior (ABRUC).
Na programação, foram realizadas discussões sobre “Educação disruptiva: como a transição de modelos nos afeta?”, “Educação e os parâmetros constitucionais da beneficência/filantropia”, “A reforma fiscal transformará o Brasil. O quê mudará na educação?” “Educação e alternativas concretas de financiamento”, “Barateamento do crédito e operações com recebíveis” e “Educação: Experiências e Iniciativas Inovadoras”, entre outras atividades. O evento também contou com a participação de representantes de instituições de diversos países, entre eles a Austrália e a Finlândia.
Segundo a Reitora, professora Cátia Nehring, o evento foi muito significativo. “Além de trazer temáticas relevantes as diferentes pautas de nossas instituições comunitárias, foi possível trazer novas questões em relação à empregabilidade de nossos egressos bem como experiências que envolvem ambientes emprendedores e inovadores. Entendo que este primeiro Simpósio, tende a se consolidar em função da qualidade das falas”, salienta.



A Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior – ABRUC, fundada em 26 de julho de 1995, com sede em Brasília, reúne atualmente 68 Instituições Comunitárias de Educação Superior – ICES. Tratam-se de instituições sem fins lucrativos, que desenvolvem ações essencialmente educacionais, como ensino, pesquisa e extensão, com notória excelência em suas atividades – elas encontram-se bem colocadas e avaliadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. No dia 12, ocorreu também a 39ª Assembleia Geral da ABRUC, na qual foi escolhida a nova diretoria, sendo eleito o professor Ney Lazzari, da Univates, como presidente.
Desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em empreendimentos de sucesso. Gerar prosperidade, dinamizar as economias locais criando renda e emprego. Esses são alguns dos desafios dos gestores públicos municipais e, também, uma possibilidade de parceria e de apoio técnico da Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica da Unijuí (Criatec).
Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontam que no Brasil existem 6,4 milhões de estabelecimentos. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas (MPE). As MPEs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada do setor privado (16,1 milhões).
Um mecanismo efetivo que se tem conhecimento para alavancar o empreendedorismo nos municípios, diminuindo a taxa de mortalidade dos micro e pequenos empreendimentos, é a criação de uma incubadora de empresas, espaço que oferece infraestrutura e suporte gerencial, orientando os empreendedores quanto à gestão do negócio e sua competitividade. “É um meio de municípios promoverem o acesso ao mercado formal de trabalho, gerando riquezas, incluindo mais pessoas nos processos de produção de bens e serviços, reduzindo as desigualdades sociais, entre outros inúmeros desafios que os atuais prefeitos enfrentam no âmbito local”, considera o prefeito de Chiapetta - RS, Eder Both, que criou uma incubadora municipal de empresas com o apoio técnico da Criatec da Unijuí.
Atualmente há 369 incubadoras de empresas ativas no Brasil, e a Criatec faz parte do grupo de 27 incubadoras reconhecidas como centro de referência pela implementação das práticas - CERNE. Possui um espaço para instalação de 11 empresas; laboratório de prototipagem e testes; laboratório de coworking e soluções criativas; sala de assessoria e consultoria; etc.
Além disso, promove cafés tecnológicos, desafios empreendedores e desafios de inovação, disseminando a cultura empreendedora, conectando o conhecimento que é produzido no meio acadêmico com os anseios do setor produtivo. As incubadoras municipais de empresas podem ser alternativas para a inserção dos pequenos empreendedores em redes de relações mais amplas, permitindo-lhes participar de editais de fomento ao empreendedorismo e a exposição a oportunidades de articulação e visibilidade mais abrangentes e diversificadas.
Sobre a incubadora municipal de empresas de Chiapetta – RS
O município de Chiapetta – RS teve a iniciativa, no ano de 2019, de criar uma incubadora de empresas, e conta com a assessoria técnica da Criatec da Unijuí e com o apoio do Sebrae Noroeste. As assessorias prestadas pela Criatec da Unijuí são divididas em quatro etapas: a primeira é o desenvolvimento de um plano de negócios. Esta etapa inclui um treinamento para um gestor da incubadora municipal, a ser designado pela contratante. A segunda etapa consiste em normatizar o funcionamento da Incubadora de Empresas e desenvolver um manual técnico de processos e de gestão. “A normatização do funcionamento da incubadora é indispensável para garantir a continuidade do trabalho de gestão depois da conclusão das assessorias” destaca Maria Odete Palharini, coordenadora da Criatec da Unijuí.
A terceira etapa é a formação dos empreendedores. A Unijuí tem tradição no ensino da Administração, com 40 anos de história de formação superior na região. Conta com professores, mestres e doutores, nas diferentes áreas que compõe um conjunto de capacitações a serem executadas ao longo da assessoria. Essas capacitações visam preparar o empreendedor para ter uma visão estratégica e para atuar no gerenciamento do seu próprio negócio, de modo a ter uma identidade visual; aprender sobre finanças, formação de preço e modelagem de negócios.
Por fim, a quarta etapa diz respeito ao monitoramento dos empreendimentos incubados. São visitas realizadas pela coordenação da Criatec, visando acompanhar o crescimento e desenvolvimento dessas empresas, apontando possibilidades e desafios mediante o estabelecimento de indicadores de desempenho.
Além de Chiapetta – RS, outros municípios e empresas têm buscado o apoio técnico da Criatec para a promoção do empreendedorismo, seja por meio da criação de uma nova incubadora de empresas, ou por meio de capacitações, realização de desafios de inovação, e outros tipos de assessoramento.
Na última segunda-feira, 11, a equipe técnica da Criatec fez o fechamento do plano de negócios da nova incubadora, e foram definidas novas ações a serem executadas no ano de 2020. Para Maria Odete Palharini, coordenadora da Criatec e mentora do projeto de assessoria à prefeitura de Chiapetta – RS, “no próximo ano precisamos dar continuidade à parceria, definindo indicadores para evidenciar os resultados”, conclui.







Quem passa próximo ao Ginásio da Fidene, nas terças-feiras e sextas-feiras à tarde, consegue ouvir o som do deslize do tênis no piso e o quicar da bola na quadra. Ali dentro cerca de 24 jovens, entre 07 e 16 anos, de escolas públicas e privadas, aprendem a jogar basquete e a serem cidadãos.
O projeto "Escolinha de Basquete Colmeia", desenvolvido pelo estudante do curso de Educação Física da Unijuí Brahian Reis, tem o objetivo de ensinar os fundamentos básicos do basquete: regras, posicionamento em quadra, como conduzir a bola e, principalmente, jogar em grupo e entender o propósito do esporte. Tudo começou com o gosto de Brahian pelo esporte. O estudante, que também é jogador de basquete, conta que aprendeu a jogar sozinho, principalmente por não ter tido oportunidades como essa. Ele viu que existia muito interesse dos jovens da cidade pelo esporte. Observou que muitos jogam pelas ruas e praças da cidade com pouco conhecimento técnico e infraestrutura. Foi nesse momento que a Unijuí e o curso de Educação Física foram fundamentais para colocar em prática o seu projeto.
A Unijuí disponibilizou o Ginásio da Fidene para os treinos e, assim como o curso de Educação Física, os materiais para a prática do esporte. Hoje, o projeto conta com três categorias: sub-13, sub-15 e sub-19. Brahian explica que um dos objetivos do projeto é promover a renovação do time de basquete da cidade que disputa a Liga Noroeste de Basquete.
O Gerente Adjunto da Coordenadoria de Marketing da Unijuí, Rogério Hansen, fez a entrega dos materiais ao estudante e coordenador do projeto
Para promover isso, a meta para o próximo ano é inscrever, no mínimo, duas categorias em campeonatos de nível regional ou estadual. Atualmente, o projeto conta com uma mensalidade que ajuda Brahian a administrar a compra de materiais complementares. Entretanto, o estudante espera, já no início de 2020, dispensar a mensalidade e tornar a "Escolinha de Basquete Colmeia" um projeto social.
“A minha maior expectativa é, claro, ensinar o esporte. É fazer com que os alunos tenham capacidade de entender o jogo. Não me preocupa a necessidade de ganhar campeonatos. Outra expectativa que eu tenho é ajudar a formar cidadãos. A cultura do basquete é muito boa e quero passar isso para eles”, comenta.
Para fazer parte do projeto basta se inscrever com Brahian pelo telefone 55 9 9687 6987. Não é necessário passar por um processo seletivo. O projeto conta ainda com o apoio de patrocinadores e da Coordenadoria de Esporte e Lazer de Ijuí (CMDL). Para apoiar o projeto basta entrar em contato pelo 55 9 9687 6987.




Para concluir os estudos sobre folclore e cultura gaúcha nas escolas, a Rádio Unijuí FM promove neste domingo, 17 de novembro, o Folclore no Campus, evento de encerramento do projeto “Escola, Folclore e Cultura: Conhecimento e Preservação dos Saberes, Tradições e Manifestações Culturais do Gaúcho”.
Nesse dia especial, a comunidade ijuiense poderá aproveitar atrações diferenciadas, entre elas, apresentações artísticas e culturais, como shows de música, dança e declamação; participação de CTGs; exibição de documentário pelo CineSesc; oficinas culturais com a Escola do Chimarrão, de Venâncio Aires; exposição Crenças e Superstições Sul-rio-grandense, do Museu Antropológico Diretor Pestana; entre outras atividades.
O domingo também será importante para alunos e familiares envolvidos no projeto, com a socialização das pesquisas e estudos. Nesse sentido, haverá Mostra de Trabalhos da Educação Infantil, com ilustrações, artes plásticas e instalações; Cabine Radiofônica para experimentação de locução e apresentação de programas à disposição dos Anos Iniciais; e ainda, distribuição gratuita do Dicionário de Falares do Gaúcho, produção coletiva dos Anos Finais do Ensino Fundamental, com vocábulos e expressões da cultura gaúcha.
Além disso, a programação também inclui a tradicional mateada, brinquedos infláveis para as crianças se divertirem e a participação dos apoiadores do evento: Yázigi Ijuí, Amisa Ford, Brincarolando, Erva Mate Seiva Pura, Bem Seguro Corretora de Seguros, Ótica Albrecht, SESC Ijuí e Topway English School.










O projeto Escola, Folclore e Cultura é uma realização da Rádio Educativa Unijuí FM e da Unijuí, com apoio da Coordenadoria Regional de Educação e da Secretaria Municipal de Educação e financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Cultura RS.
Desde julho, escolas de Ensino Fundamental de Ijuí, públicas e privadas, vêm desenvolvendo atividades, produções, pesquisas e momentos recreativos dentro da proposta da Unijuí FM. Cada etapa da educação básica recebeu um desafio:
Educação Infantil (Artistas Mirins): produção de desenhos, artes plásticas e outras instalações que resgatassem artefatos, personagens e lendas do folclore gaúcho. Anos Iniciais (Pequenos Jornalistas): pesquisa sobre brincadeiras, ditados, músicas e poesias da cultura rio-grandense, a partir de consulta bibliográfica e entrevistas com pais, avós e professores. O resultado desse trabalho foi narrado pelos alunos em uma imitação de cabine radiofônica, momento no qual os estudantes tiveram a oportunidade de serem locutores por um dia. Anos Finais (Jovens Escritores): elaboração de verbetes com termos e expressões idiomáticas gaúchas, que marcam os dialetos do Rio Grande do Sul, tanto no passado quanto atualmente. Os verbetes foram reunidos em um dicionário que será distribuído no dia do evento.
Nos meses de setembro, outubro e novembro a equipe da Unijuí FM visitou as escolas para conferir, registrar e acompanhar as produções realizadas pelos alunos com a colaboração de pais e professores. O Folclore no Campus é a culminância do projeto “Escola, Folclore e Cultura: Conhecimento e Preservação dos Saberes, Tradições e Manifestações Culturais do Gaúcho”, realizado com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pró-cultura RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura”.
A equipe SOGI-EFA Noroeste de Judô participou do Campeonato Estadual 2019. A competição, realizada no sábado, 09 de novembro, ocorreu no Colégio La Salle, em Porto Alegre, contando com a participação de mais de 450 atletas das grandes equipes do estado entre elas, SOGIPA, Grêmio Náutico União, Grêmio Náutico Gaúcho, Recreio da Juventude, Avenida Tênis Clube, entre outras.
A equipe participou da competição com dez atletas, conquistando bons resultados, tendo dois atletas se tornado campeões, três vice-campeões e dois terceiros lugares. No dia 07 de dezembro, no Salão nobre da Sociedade Ginástica Ijuí, a equipe realizará o encerramento do CIRCUITO ESTIMULO NOROESTE DE JUDÔ. Na oportunidade, será realizada a entrega das faixas dos alunos e premiação dos atletas destaques 2019.
CLASSIFICAÇÃO DOS ATLETAS CAMPEONATO ESTADUAL
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NAIPE |
CLASSE |
PESO |
CLASSIFICAÇÃO |
NOME |
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DIVISÃO ACESSO |
SUB 18 |
-60 |
3º |
JOÃO VITOR FIDÊNCIO PÓLIS |
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SENIOR |
-81 |
4º |
RAFAEL DORNELES MARTINS |
|
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DIVISÃO PRINCIPAL |
SUB18 |
-55 |
2º |
JOÃO PEDRO BRASIL CAMPOS |
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-66 |
4º |
JOÃO GUILHERME RODRIGUES |
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SUB21 |
-55 |
1º |
JOÃO PEDRO BRASIL CAMPOS |
|
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-66 |
3º |
CAINAN RODRIGUES DA SILVA |
||
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VETERANOS 1 |
-81 |
1º |
ALVARO MONEGAT DE OLIVEIRA |
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VETERANOS 2 |
-73 |
2º |
JEAN VEIGA DE SOUZA |
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VETERANOS 3 |
-90 |
2º |
JEFERSON OLIVEIRA |



A EFA, por meio da Coordenação Pedagógica organizou, nas primeiras semanas de novembro, seminários para os estudantes que trocam de nível no próximo ano.
Primeiro a turma do quinto ano da Escola teve um momento de troca de conhecimentos com os colegas do sexto ano, que já fazem parte dos anos finais. Nesta etapa os estudantes começam a ter disciplinas individuais, consequentemente mais professores e desafios diferentes que já enfrentaram até então. Marcou o seminário do quinto ano uma aula especial de programação, através do uso da plataforma Scratch, no Laboratório de Ciências da Computação, sob orientação do professor Edson Padoin e bolsistas do projeto Meninas Digitais. Nesta ocasião os estudantes puderam construir um jogo e vislumbrar as diversas possibilidades do uso da tecnologia.
Em um segundo momento os estudantes do nono ano tiveram a troca de experiências com os colegas do primeiro ano sobre o Ensino Médio. Essa atividade foi realizada no Campus Ijuí e contou com uma aula surpresa, ministrada pelo professor de Bioquímica da Unijuí, Matias Frizzo, com auxílio da professora de Biologia da EFA, Sandra Gelati. Na oportunidade os estudantes realizaram a extração do DNA de um morango e posteriormente realizaram análises nos laboratórios de microscopia da Unijuí.
Segundo a coordenadora do evento, professora Vivian Lunardi, estes momentos visam aproximar os estudantes dos novos desafios que lhe esperam no próximo ano/etapa, além de prover vivências que vão fazer parte da rotina, como estas aulas especiais nos laboratórios que foram realizadas. Para além disso, busca-se valorizar o conhecimento em suas numerosas formas de expansão, mediante as inúmeras possibilidades que a EFA tem a oferecer a seus alunos através da parceria com a Universidade.





No último dia 4 de novembro, a Escola Estadual de Ensino Fundamental Centenário, pelo segundo ano consecutivo, esteve representada pelas professoras Danieli de Oliveira Biolchi e Marli Salete da Costa Schiavo na cerimônia de premiação do 7º Prêmio RBS de Educação, promovida pelo grupo RBS e a Fundação Maurício Sirotski Sobrinho. Neste ano a Escola conquistou o 2º lugar na categoria Escola Pública, de um total de 231 projetos inscritos. O trabalho foi organizado e orientado pela professora Danieli, da disciplina de História, auxiliada pela educadora Marli, de Língua Portuguesa. Tendo como tema “A Literatura e a Música: os anos que seguiram 64”, o projeto foi realizado pela turma do 9º ano, nas aulas de História. Os alunos pesquisaram e aprofundaram-se no conteúdo, analisando músicas, filmes, documentários e a literatura como forma de ampliação do conhecimento. Depois da pesquisa, produziram um musical que expressou o entendimento dos conteúdos.
Segundo Danieli Biolchi, a cerimônia de premiação foi um momento lindo e especial, que valorizou o trabalho realizado pelos educadores e seus alunos. “Demonstra que, mesmo com todas as dificuldades salarias e de valorização dos profissionais de educação, a Escola pública e seus professores realizam um trabalho de qualidade”. A educadora aproveita o momento para agradecer a todas as pessoas que contribuíram para que o projeto alancasse este sucesso: “em especial, minha família, aos colegas professores e Direção da Escola, ao professor João Frantz, pela palestra que realizou aos alunos do 9º ano e a Unijuí, pela formação acadêmica e pelos anos em que foi bolsista do Programa Pibid. Acredito que hoje estamos colhendo os frutos plantados por cada bolsista e pela Universidade, que acreditou no potencial da Escola e muito nos ensinou”, complementa.
A professora salienta, ainda, que os alunos também estão classificados para apresentar o Projeto na 4º Mostra Pedagógica Estadual do CPERS, que ocorrerá no próximo dia 29, na Praça da Matriz, em Porto Alegre. “Os alunos estão muito felizes, pois além de ter a oportunidade de apresentar seus trabalhos, também apresentarão seu musical na abertura do evento, observa.









O desafio de ensinar no século XXI está presente no cotidiano de educadores e instituições de ensino. É preciso perpassar barreiras, fazer uso de metodologias diferenciadas para atrair a atenção dos estudantes, agregar conhecimento e, desta forma, oferecer algo além do que eles podem obter com a facilidade do acesso à internet, por meio de diferentes tecnologias.
Para o coordenador do Programa Integrado de Formação de Educadores, professor Robson Machado Borges, a área da educação é de extrema importância para a sociedade mundial. “Particularmente, no cenário brasileiro atual, a área de formação de educadores possibilita o acesso a conhecimentos vinculados à formação humana numa perspectiva crítica e plural, que são indispensáveis para o convívio pacífico e de modo saudável. O conjunto dos saberes dessa área permite um empoderamento na qualificação profissional e humana, potencializando profissionais para a luta por uma sociedade mais justa e menos desigual”, afirma o professor.
Robson também destaca que a área de formação de educadores é um mercado aquecido e diverso. “As possibilidades de atuações são várias, de acordo com cada curso: História, Pedagogia, Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Educação Física (Licenciatura), Educação Física (Bacharelado) e Matemática. Os cursos de formação de educadores da Unijuí formam profissionais qualificados para atuação em locais amplos”, ressalta.
Programa Integrado de Formação de Educadores
A Unijuí possui ofertas de cursos de graduação em diversas áreas do conhecimento. Para a formação de profissionais na área da educação, a Universidade dispõe do Programa Integrado de Formação de Educadores, que é constituído de ofertas associadas aos cursos de Educação Física, História, Letras: Português e Inglês, Matemática e Pedagogia, a partir de suas respectivas diretrizes curriculares nacionais e áreas de conhecimento. Os cursos têm mais de 50% de carga horária integrada, a partir da oferta de disciplinas comuns, que constituem importantes núcleos de formação básica e profissionalizante para cada um dos Programas, além de mensalidades a partir de R$ 400,00.
Os benefícios e as formas de pagamento facilitado podem ser consultados na página do Vestibular, no Portal da Unijuí. As inscrições para o Vestibular 2020 podem ser feitas até o dia 24 de novembro.
Para a professora Rosita da Silva Santos, chefe do Departamento de Humanidades e Educação da Unijuí, é preciso ensinar para atender às exigências da contemporaneidade, marcada pela multiculturalidade, complexidade, constante avanço científico e tecnológico. “Hoje precisamos de professores inovadores, criativos, que tenham a pesquisa como algo fundamental e que consigam equilíbrio e coerência entre conhecimentos/saberes e competências, que lhe permitam a construção de um ensino de qualidade. Necessitamos de professores que encarem os desafios, que sejam pesquisadores, que encontrem soluções para as dificuldades diárias. Por esse motivo, é cada vez mais necessário investir em uma formação cujo processo formativo contemple abordagens inovadoras, proporcionando uma formação sólida e multifacetada, articulada entre si e de acordo com a realidade que vivemos”, comenta.
Estudar matemática pode não ser uma tarefa fácil para alguns alunos, mas segundo dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), alunos que estão no final do ensino médio, a maior parte deles, gostam de estudar matemática (57,8%). A motivação dos professores, dos pais e novas ferramentas que auxiliam o aprendizado contribuem para isso.
A Unijuí proporciona aos alunos, por meio do projeto Desenvolvimento e Implementação de Softwares Educacionais para o Ensino Fundamental e Médio (Disefem), o produto MathGo. Trata-se de um software/app que foi desenvolvido em projetos de extensão anteriores e testado em escolas de ensino médio e fundamental, da rede pública e privada, coordenado pelo professor Antonio Corrente.
A professora do curso de Design, Barbara Gündel Mendonça, e coordenadora do projeto AppGO Desenvolvimento e Implementação de Softwares Educacionais, destaca que primeiramente o aplicativo era em formato de jogo de perguntas e respostas, no qual o aluno puderia testar seus conhecimentos de matemática. Na atualização do projeto ele ganhou o módulo de estudo, que auxilia e complementa o estudo em sala de aula.
“O aplicativo pode ser acessado em qualquer smartphone ou computador, com acesso à internet, totalmente gratuito e auxilia tanto alunos quanto professores no estudo da matemática. Por exemplo, na sala de aula o professor pode acessar o app e no módulo estudo selecionar uma área do conhecimento como a álgebra. No app há a explicação sobre o assunto e questões relacionadas divididas por anos (6º ao 9º ano do ensino fundamental e 1º ao 3º ano do ensino médio), então o professor pode fazer a sua explicação sobre o assunto e acessar questões específicas, projetar no quadro e realizar uma discussão sobre as questões”, ressalta a coordenadora.
Uma equipe responsável pelo projeto MathGo reuniu, durante o mês de novembro, professores de ensino médio e fundamental da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), de diferentes municípios da região de Santa Rosa, com o objetivo de apresentar o aplicativo, suas funcionalidades e simular uma competição. Bárbara afirma que estão desenvolvendo mais novidades para auxiliar os estudantes em sala de aula. “O novo projeto AppGO Desenvolvimento e Implementação de Softwares Educacionais utiliza a mesma lógica do projeto anterior, mas focando em outra área do conhecimento: Letras - Português. O objetivo é criar o PortGo com as mesmas funcionalidades do MathGo. A ideia do AppGo é levar a competição, tanto do MathGo quanto do PortGo, para Ijuí e Santa Rosa nos próximos anos do projeto”, afirma.
Em 2018, em Ijuí, foi realizada a primeira competição MathGo, que envolveu 1.351 alunos e professores.







De 06 a 10 de novembro foi realizada a 27ª Feira do Livro de Ijuí e a 30ª Feira do Livro Infantil do Sesc. Os eventos reuniram a comunidade na Praça da República de Ijuí, com o objetivo de estimular o hábito da leitura. A Unijuí, enquanto instituição de ensino Comunitária, acredita e investe em projetos culturais, por isso, integrou a programação.
No primeiro dia de Feira, 06 de novembro, o Coral Unijuí se apresentou com um espetáculo realizado por meio do Pró-Cultura RS e SMECET Ijuí. No dia 10, a Cia. Cadagy realizou uma intervenção teatral na programação. Além da participação dos grupos culturais, a Feira contou com uma homenagem a Mario Osorio Marques, um dos fundadores da Unijuí. A Mostra Pedagógica Mario Osorio Marques, organizada por escolas municipais de Ijuí, integrou a programação permanente do evento, sendo instituída com o objetivo de oportunizar o trabalho pedagógico e artístico cultural desenvolvido pelas escolas da rede. Na manhã de sábado, dia 09, a Unijuí esteve presente também divulgando o Vestibular 2020 e tirando dúvidas dos presentes sobre a Universidade.
As feiras de livros de Ijuí são resultado da parceria entre o Poder Executivo de Ijuí, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, e o Sistema Fecomércio, via Serviço Social do Comércio (Sesc), e contam com apoio da Secretaria Municipal de Educação e do Círculo de Escritores de Ijuí Letra Fora da Gaveta.




Concurso Literário - Folclore Brasileiro e o Nosso Meio Ambiente
Na manhã de sexta-feira, dia 08, a equipe da Rádio Unijuí participou da 27ª Feira do Livro de Ijuí e 30ª Feira do Livro Infantil do Sesc distribuindo os livros com os contos vencedores do Concurso Literário - Folclore Brasileiro e o Nosso Meio Ambiente. Além da publicação em livro, os contos também foram transformados em radionovelas - que você pode conferir no seguinte link: https://bit.ly/2PZIOMB











Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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