Nesta semana foi feita a instalação do software pela empresa Simmetro. O investimento de 54 mil havia sido realizado no início do ano.
Instalação foi realizada tomando todas as precauções necessárias neste momento de pandemia.
O Laboratório de Engenharia Civil da Unijuí (LEC) é uma espaço fundamental de aprendizado prático para os estudantes do Curso. Além disso, oferta cerca de 100 serviços para construtoras, prefeituras e fábricas durante em todo o ano. Com a aquisição de um software, que foi instalado nesta semana, será possível aumentar essa demanda de atendimento.
Adotando todas as precauções necessárias, representantes da Simmetro estiveram no campus Ijuí para realizar a instalação do software "TESC versão 5" e também realizar um treinamento para posterior utilização. Segundo o responsável técnico do Laboratório, Luiz Irineu Donato, os equipamentos comandados pelo programa representam cerca de 90% dos serviços realizados pelo LEC.
“Esse investimento permitirá ao Laboratório qualificar ainda mais a análise de dados dos ensaios realizados e aumentar a capacidade de demanda. O software consiste em um aplicativo para a realização de ensaios em prensa de ensaio, para operação em ambiente Windows 7 / 8 / 10 compatível com as prensas da marca Emic”, relata.
Luiz explica ainda que o software possui precisão de cálculos comprovada por meio de mais de duas mil cópias em operação nos mais renomados laboratórios. Além disso, tem um banco de dados com coletânea de parâmetros de ensaios exigidos pela maioria das normas e procedimentos aplicados ao controle de qualidade e pesquisa de materiais.
A aquisição foi realizada com recursos próprios, cerca de R$ 54 mil, e é fundamental para a qualificação do espaço. “Além de estarmos com um software atualizado, a nossa confiabilidade nos resultados será ainda maior”, comenta Luiz.





Estudo estima 2.200 pessoas com anticorpos para Covid-19 a cada 1 milhão de habitantes no RS.
Dados mais recentes coletados pelo estudo que está mapeando o avanço do coronavírus (EPICOVID19) sugerem um aumento na prevalência de pessoas com anticorpos para o coronavírus no Rio Grande do Sul nas últimas semanas. Na terceira fase do levantamento, 0,22% das pessoas testadas apresentaram resultado positivo. Na testagem anterior, realizada no último fim de semana de abril, esse índice havia sido de 0,13%. No primeiro levantamento, há um mês, foi de 0,05%. O aumento da prevalência de pessoas com anticorpos no Estado veio acompanhado de uma diminuição do número de pessoas respeitando as orientações de distanciamento social. Entre o primeiro levantamento e o último, o percentual da população que relatou sair de casa diariamente aumentou de 20,6% para 30,4%.
Nesta terceira etapa, realizada no último final de semana, os pesquisadores realizaram 4.500 entrevistas e testes, dos quais dez apresentaram resultado positivo. Os novos dados estimam que, para cada 1 milhão de habitantes no Rio Grande do Sul, haja 2.200 casos reais de infectados por Covid-19 e apenas 248 casos notificados – ou seja, para cada caso notificado, haveria nove subnotificados. Pela margem de erro, esse número pode variar entre 4 e 16. É importante ressaltar que os números ainda baixos requerem um cuidado extra na interpretação das estimativas.
Em Ijuí, pela primeira vez a pesquisa identificou casos positivos - dois no total - nesta rodada de testes rápidos. Segundo a coordenadora do estudo na cidade, baseando-se na estimativa da pesquisa para o estado - 1 infectado para cada 454 - e considerando uma população de 80 mil habitantes, Ijuí pode ter em torno de 176 casos. A pesquisa também aponta um pequeno aumento no percentual de pessoas que relatam sair de casa todos os dias, de 33,8% para 35,2% dos entrevistados. Foram 500 residências visitadas nesta rodada. “Essas pessoas podem estar disseminando a infecção, por isso a adoção de medidas individuais de proteção é fundamental para se proteger e proteger os outros”, observa Evelise.
Nesta quarta-feira, a equipe de professores que está atuando na pesquisa realizou uma Live, no Facebook da Universidade, para detalhar a terceira etapa para a comunidade ijuiense. Confira:
Sobre os testes
O teste utilizado (WONDFO SARS-CoV-2 Antibody Test) avalia anticorpos produzidos pelo organismo após a infecção, e não identifica o vírus ativo logo após o contágio. Ele pode produzir 15% de falsos negativos e 1% de falsos positivos – ainda assim, foi recentemente avaliado como uns dos melhores no mercado. “Os casos notificados representam apenas uma parcela do total, confirmando a nossa teoria do iceberg de que existe uma parte visível, representada pelas estatísticas oficiais, e uma parte submersa, que precisa ser conhecida para que sejam tomadas as melhores decisões para o seu enfrentamento”, afirma Pedro Hallal, coordenador do projeto.
O Governo estadual preparou um vídeo detalhando os testes. Confira:
A pesquisa ainda está em andamento. A previsão é realizar, até 25 de maio, entrevistas e testes com 18 mil pessoas em nove cidades gaúchas, mas já foram confirmadas pelo menos mais duas fases, cujas datas serão anunciadas em breve. Os dados obtidos no atual estágio da pandemia são similares aos coletados em outros países como Áustria e Islândia. Eles se referem exclusivamente ao estado do Rio Grande do Sul, mas o EPICOVID19 também será replicado no Brasil inteiro.
A primeira fase do estudo nacional vai a campo nesta quinta-feira, 14 de maio. A previsão é coletar amostras em 133 cidades em todos os estados, realizando mais de 33 mil testes em cada uma das três fases, intercaladas por duas semanas, totalizando quase 100 mil pessoas.
O EPICOVID19 é coordenado pela Universidade Federal de Pelotas e pelo Governo do Estado Rio Grande do Sul. O objetivo do estudo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. O estudo conta com financiamento do Instituto Serrapilheira, Unimed Porto Alegre e Instituto Cultural Floresta.
Fonte: Governo do Estado.









Registros da terceira rodada de testes da pesquisa em Ijuí.
A Incubadora de Economia Solidária, Desenvolvimento e Tecnologia Social da Unijuí (Itecsol) atua diretamente na assessoria de duas Associações de Catadores, Acata e Arl6, que, neste período, continuaram recebendo cargas de resíduos para reciclagem, realizando a triagem e a estocagem dos materiais oriundos da coleta seletiva municipal. Nos últimos encontros realizados com os empreendimentos, os associados de ambos os galpões relataram o frequente recebimento de luvas e máscaras usadas, descartadas pela população ijuiense junto aos materiais seletivos. Pensando nisso, a responsável pela Itecsol, Elizandra Pinheiro da Silva, realizou alguns contatos de sensibilização para conseguir alguns materiais e organizar kits de higiene e equipamentos de proteção individual para os trabalhadores da reciclagem. Os kits são compostos por três pares de máscara, um avental, um par de luvas, um frasco de álcool em gel e um sabão em barra (caseiro de limão), para cada associado. No total foram entregues 30 kits básicos.
O extensionista ligado ao projeto Gestão Social e Cidadania e professor do curso de Administração, Ivo Ney Kuhn, foi responsável pela produção do sabão biodegradável, feito com limão, bem como auxiliou para a doação de luvas, máscaras, avental e álcool em gel. As máscaras para os associados da Acata foram confeccionadas por integrante da Feconsol, as demais foram confeccionadas por um grupo de voluntárias do Lions de Ijuí.
"Neste momento em que passamos por uma pandemia, muitos cuidados e precauções são necessários para o bem-estar e saúde de todos, por isso solicitamos, junto com os trabalhadores da reciclagem, que evitem descartar luvas e máscaras no material reciclável. Vamos ajudar na prevenção ou contaminações pelo coronavírus", salienta Elizandra.
Nos últimos 10 anos o Brasil teve um aumento de 50% em estudantes que ingressaram no Ensino Superior. E a educação a distância é uma das grandes responsáveis por este cenário. A Unijuí, segundo sua trajetória de mais de seis décadas dedicadas ao ensino superior na região Noroeste, se adapta às transformações sociais e investe também nesta modalidade de ensino. O professor Luciano Zamberlan, coordenador do EaD da Unijuí, detalhou o projeto da Universidade em uma live, confira na íntegra:
Atualmente a Unijuí oferece 15 opções de cursos EaD, sendo 10 na área da gestão e cinco em licenciaturas e educação, com diploma validado pelo MEC. Além disso, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) aponta que as notas dos alunos da modalidade EaD não se diferem das notas dos alunos da modalidade presencial, mostrando a eficácia e a qualidade do ensino na Unijuí.
A educação a distância possibilita flexibilidade de horários, em uma plataforma totalmente virtual. Ainda assim, a Unijuí disponibiliza toda a sua infraestrutura e programas para alunos matriculados como por exemplo a biblioteca, os laboratórios e outros espaços físicos da Universidade, bem como os programas de intercâmbio, palestras, workshops, jornadas de pesquisa, extensão e seminários.
O professor Luciano Zamberlan aponta outras marcas da Universidade: “o EaD Unijuí é uma modalidade comprometida com o desenvolvimento pleno do estudante, para que ele tenha condições de se posicionar, assim como ocorre com alunos do presencial, no mercado de trabalho. Fazemos um EaD diferente, de altíssima qualidade, com materiais e recursos que de fato ajudam o estudante a aprender. E o principal: prepara o estudante para que ele possa continuar aprendendo ao longo da vida.”, salienta o coordenador.
Até 2022 a expectativa é de que a Unijuí possa oferecer mais de 20 cursos, entre graduações e pós-graduações na modalidade EaD, colaborando cada vez mais para o crescimento de pessoas com ensino superior no país. Mais informações em relação à modalidade Ead na Unijuí, você encontra no site do Ead Unijuí.
A Unijuí tem ampliado convênios com outras instituições de ensino superior de diversos lugares do mundo. Tais vínculos fazem parte de uma política de internacionalização, que possibilita aos estudantes brasileiros, da graduação e pós-graduação, estudarem em países estrangeiros, além de receber estudantes de outros países na Universidade. A partir disso, com o propósito de apoiar os estudantes estrangeiros em suas atividades acadêmicas, a Unijuí oferece curso de Português para facilitar a aprendizagem da língua, já que este é um dos aspectos centrais para o quem realiza intercâmbio no país.
O curso de Português para Estrangeiros é organizado e realizado pela Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão e pelo Departamento de Humanidades e Educação (DHE), por meio do curso de Letras, a partir das atividades do Laboratório de Ensino de Línguas (Lelu). O Curso tem como objetivo fazer com o que os alunos construam maior competência para o uso da língua na interação com textos escritos e falados, organizando-se em níveis de proficiência, considerando as habilidades de ler, escrever, falar e ouvir em língua portuguesa nos diferentes contextos de comunicação.
Sobre a divisão dos níveis do curso, a coordenadora, professora Taíse Possani, explica: “os níveis de proficiência são divididos em Nível Básico, Nível Intermediário e Nível Avançado. Para fins de organização dos níveis, são consideradas as habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos no que diz respeito a: a) capacidade de ler e escrever b) capacidade de ouvir e falar c) capacidade de empregar recursos linguístico-gramaticais. Todos esses aspectos voltam-se para o emprego da língua portuguesa em contextos formais e informais, nos quais o estudante deverá usar a língua para sua comunicação”, salienta.
As aulas são presenciais, porém estão ocorrendo de forma online durante o período de isolamento social, por meio de ferramentas como o Google Classroom e Google Meet. Os estudantes tem uma aula semanal, com carga-horária de duas horas, além de atividades orientadas para o estudo e interação em língua portuguesa que realizam ao longo da semana.
Para realizar o curso de Português, os estudantes devem estar matriculados em cursos de graduação e pós-graduação, mestrados e doutorados. Mais informações podem ser adquiridas com o Departamento de Humanidades e Educação (DHE), por meio do telefone (55) 3332 0427, ou com o escritório de relações internacionais.
Dinamismo é a marca atual no mundo dos negócios, tanto quanto a incerteza sempre embutida em um mundo cambiante. Na realidade, as empresas carecem de planos para enfrentar contingências. O advento de uma pandemia, na dimensão de um COVID-19, certamente tem sido um fator desestabilizante nos aspectos da saúde, do convívio social e no cenário empresarial. O mundo parou (isolamento social), mas ele está voltando a funcionar e o gestores devem estar preparados, afinal nada será como antes e é preciso sim, se reinventar! Para começar a reestruturar o seu negócio, o primeiro passo é analisar o que acontece fora da empresa, ou seja, como as pessoas estão mudando, adquirindo novos valores, hábitos e costumes.
Conhecer e entender o comportamento do consumidor deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade emergencial de sobrevivência no mercado. Atentas às ocorrências, realizou-se uma coleta de informações, no período de 13 a 17/04, com o intuito de auxiliar as empresas nesse momento de incerteza, trazendo informações que possam integrar e tornar as estratégias empresariais mais assertivas.
A amostra se constitui de 392 pessoas, residentes em Ijuí, Santo Augusto, Santa Rosa, Três Passos, Panambi e municípios próximos. A maioria dos respondentes são mulheres (72,7%), e a faixa etária total da amostra varia entre 15 a 64 anos, composta por pessoas de diversas ocupações profissionais (empresários, professores, bancários, industriários, donas de casa e outros). Importante destacar que as mulheres são responsáveis pelas compras em 96% dos lares, segundo estudo sobre o comportamento das consumidoras brasileiras (2019) realizado pela Nielsen, empresa global de mensuração e análise de dados.
Os dados indicam que menos da metade dessas pessoas vivem em isolamento parcial (42,9%), apenas 15% em isolamento total, 25% trabalhando em Home Office e 11% estão realizando suas atividades normalmente. A grande maioria dos respondentes teve a experiência de isolamento, mesmo que parcial, sendo assim, essa vivência contribuirá para as comparações entre ambientes de trabalho e consumo.
O advento do Coronavírus e o consequente fechamento das lojas não influenciaram as compras online de 67,6%, de acordo com os pesquisados. Com referência à utilização da internet nesse período, mais da metade, quase 60% afirmaram que não ampliaram suas buscas. Das alternativas com aderência às respostas, podemos inferir que, ou o consumo de alguns bens foi suspenso, ou as possibilidades de venda sem a presença física já vinham sendo praticadas pelas empresas provedoras.
São 73,9% dos respondentes que já costumam comprar pela internet, destaque para as compras realizadas eventualmente e mensalmente, conferindo aos respondentes o status de compradores no ambiente online. A pesquisa legitima a importância para as empresas e marcas dominarem as técnicas de venda pela internet. No período em que as ferramentas digitais de venda estavam sendo vitais, a pesquisa apontou que os consumidores constataram a falta de preparo das empresas para o momento do Covid-19, (63,6%) dos respondentes sentiram que não havia preparo prévio das organizações para o atendimento na nova configuração de compras/vendas.
Quando questionados sobre em qual quesitos as lojas virtuais devem se qualificar, a gratuidade da entrega foi destaque para a maioria (21,2%), seguida da rapidez na entrega (19,1%), estratégias de divulgação (15,2%) e melhores ofertas de produtos (11,5%). Seria pertinentes ao gestor avaliar a cobrança da entrega separada do preço final, integrando o valor total; entregando-se claro, dentro dos prazos de tempo acordados.
Falta preparo e estímulo para vendas e compras pela internet? Uma pergunta importante para todas as empresas daqui para frente. Utilizar estratégias de omnichannel pode ser uma alternativa, pois através delas a empresa opera em vários canais de venda ( WhatApp, Sites, redes sociais…) oferecendo a mesma experiência de encantamento e excelência na prestação de serviço de todos eles.
A pesquisa deixa transparecer que 71,6% consideraram que não investiram um valor mais alto nas compras online comparado ao período pré-Covid-19. Os resultados podem ter relação a diminuição no valor aquisitivo da população, de uma forma geral, conforme noticiado amplamente. Ou ainda, relacionados às expectativas quanto às experiências digitais.
Uma experiência leva em consideração a expectativa dos consumidores - ao entender as expectativas dos clientes - sendo o ideal superar o esperado. A avaliação da experiência das compras online foi considerada favorável, a maioria (74,8 %) considera satisfatória a experiência, inclusive com referências à superação de expectativas (6,3%). Apenas 3% manifestaram insatisfação. A experiência favorável, representa um fator importante e positivo para as empresas da região, mas por outro aspecto, confirma que é preciso mais trabalho e investimento para superar as expectativas dos consumidores no ambiente digital.
A transformação que vivenciamos é muito ampla e complexa, não abrange somente o consumo, mas as práticas enquanto cidadãos e novas formatações para o trabalho. A maioria dos respondentes (31,9%) está buscando experiências digitais, vivenciar novas formas de entretenimento, serviços e consumo. A pesquisa também aponta para cidadãos em busca de uma sociedade mais justa que valoriza as relações interpessoais (30,1%) e a preocupação com o bem-estar coletivo por meio das ações de doações e ações colaborativas que estão acontecendo em todos os cantos do mundo. A tendência é que as empresas que se demonstrarem mais colaborativas nesse momento de pandemia e crise terão um lugar especial na mente e no coração dos consumidores, sendo lembradas positivamente quando forem consumir.
A vivência em home offices pode transformar as relações e formas de trabalho após o processo da pandemia, aumentando e tornando-se uma perspectiva viável e de continuidade para 19,5% dos respondentes. Aqui abre-se espaço para que alguns tipos de negócios regionais, possam também se reinventar e implantar essa forma de trabalho já adotada em grandes centros por grandes organizações.
A pesquisa traz informações que devem ser administradas com cuidado, empatia e um “olhar” atento sobre os consumidores e seu atual e futuro comportamento. O consumidor nunca ficou tanto tempo em casa, em frente ao computador/celular, então, aproveite para se comunicar. A divulgação neste momento é de vital importância e deve se adequar ao acesso privilegiado por seus clientes potenciais, entretanto, divulgar não significa apenas expor produtos e, sim, gerar conteúdo, demonstrar o propósito da sua empresa e gerar admiração. A diferenciação hoje acontece nas relações, nas experiências, no contato com o cliente, e mesmo à distância, é preciso dizer: estamos juntos nessa! Tudo se resume a um único ponto: entender e adaptar-se à motivação e comportamento do consumidor não é uma opção – é uma necessidade absoluta de sobrevivência competitiva (ENGEL; BLACKWELL; MINIARD, 2000).
Márcia Almeida
Publicitária e Doutoranda em Comunicação
Lattes: http://lattes.cnpq.br/5669513153498812
Lurdes Froemming
Administradora e Doutora em Marketing
Lattes: http://lattes.cnpq.br/1471747463510493
Simone Ceretta
Administradora e Professora no IFFAR – Santo Augusto
Lattes: http://lattes.cnpq.br/7934026412510200
PENSE MARKETING – Grupo Independente de Pesquisa em Marketing
Contato: marketingpense@gmail.com – 55.99979.3366
Nesta segunda-feira, dia 11 de maio, iniciaram as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame, que é uma forma de acesso ao ensino superior público, acontecerá de duas formas, online e impressa, com provas e datas de realização diferentes. Para esclarecer como será o processo neste ano, a Unijuí realizou uma live nas Redes Sociais (fanpage Destino Unijuí), na tarde desta segunda-feira. As informações foram passadas por Eder Schuinsekel, da equipe de Relacionamento com as Escolas da Unijuí.
Confira o conteúdo da Live na íntegra:
Os principais pontos
As inscrições encerram no dia 22 de maio, sendo que o prazo limite para pagamento do boleto encerra no dia 28 do mesmo mês. Os candidatos que queiram isenção de pagamento devem verificar no edital se preenchem os requisitos e requerê-la no portal do aluno, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP).
A prova impressa acontecerá em duas etapas. No dia 1º de novembro será realizada a prova de linguagens e ciências humanas, bem como a prova de redação. O candidato terá 5h30min para a realização dessa etapa. Já em 8 de novembro as provas de ciências da natureza e matemática serão realizadas, com 5h de duração.
Já as provas online, uma novidade de 2020, serão aplicadas em número reduzido. No Rio Grande do Sul serão realizadas apenas nos municípios de Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Santa Maria e Pelotas, nos dias 22 e 29 de novembro.
Para os candidatos que possuam deficiência, o atendimento continuará da mesma forma que nos exames anteriores.
O aluno que pretende garantir um bom desempenho no exame deve estar atento. Para isso, confira algumas dicas:
Antes da prova
- É importante que o candidato faça a leitura do edital do Enem;
- É indicado que o candidato faça a sua inscrição, mesmo diante de um cenário de incertezas, devido à pandemia que estamos enfrentando;
- Elaborar um plano de estudos é de suma importância;
- Faça as provas dos exames anteriores;
- Pratique redação sobre variados assuntos;
- Faça simulados;
O edital, provas anteriores, conteúdos e simulados estão disponíveis no portal do Enem.
No dia da prova
- É indicado que o candidato chegue com uma hora de antecedência ao local de prova (os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h. O início da prova está previsto para as 13h30min);
- O candidato deverá obrigatoriamente possuir caneta esferográfica preta transparente, assim como seu documento de identificação pessoal.
- É indicado que o candidato comece sua prova pela redação, ou que deixe, ao menos, 50 minutos de seu tempo para elaborá-la.
- Verificar com antecedência o local de realização da prova.
É importante ressaltar que a nota do Enem só é válida para alunos que estão concluindo, ou já concluíram o terceiro ano do Ensino Médio.
Para fazer sua inscrição no Enem, acesse este link.
Está confirmada mais uma edição do Salão do Conhecimento, que já tem data para acontecer: será de 20 a 23 de outubro, nos quatro Campi da Universidade, tendo como tema “Inteligência Artificial: a nova fronteira da ciência brasileira”, convergente com o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O formato do evento será semelhante ao dos anos anteriores. As inscrições para submissão de trabalhos serão abertas ainda no mês de maio e estendem-se até julho. O evento possibilita a submissão de trabalho completo, no evento Jornada de Pesquisa, ou resumo expandido, no Seminário de Iniciação Científica, Jornada de Extensão e Seminário de Inovação e Tecnologia.
A apresentação dos trabalhos aprovados será realizada durante o evento, entre os dias 20 e 23 de outubro, nos quatro Campi, na forma de pôster e comunicações orais. Em virtude da pandemia de Covid-19, até a data do evento a situação será monitorada e o formato de apresentação poderá sofrer alterações, caso seja necessário.
Esta edição do evento também oportunizará discussões acerca dos “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, que compreendem 17 propostas concretas da Organização das Nações Unidas (ONU) para o planeta. No ato da submissão de trabalhos, o autor deverá informar a qual Objetivo o seu trabalho está associado, permitindo diálogos multidisciplinares durante o evento.
Confira os detalhes das propostas no site da ONU.
Em breve a Comissão Organizadora do evento divulgará mais informações, sendo possível acompanhar no site www.unijui.edu.br/salao2020.
O Salão do Conhecimento da Unijuí é um evento para divulgação da produção em pesquisa e extensão que permite a socialização de experiências e a reflexão sobre as atividades desenvolvidas na Universidade e em demais instituições participantes, nas diversas áreas de conhecimento, possibilitando aos autores – pesquisadores, extensionistas, estudantes de graduação e de pós-graduação – um espaço de diálogo, de socialização e de trocas de saberes e de experiências entre si e com a comunidade externa.
Os Eventos do Salão do Conhecimento estão consolidados como um expressivo canal de interlocução entre as diversas áreas de conhecimento da Instituição e de relacionamento com a sociedade, materializando a articulação do ensino, pesquisa e extensão. O evento é promovido pela Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí conjuntamente com os Comitês Científico e de Extensão e Cultura.
O Evento acontece anualmente nos campi de Ijuí, Panambi, Três Passos e Santa Rosa. A programação inclui seminários, palestras, painéis temáticos, mostras e oficinas.
No Brasil, muitas mulheres empreendem a partir do momento em que se tornam mães. A partir disso, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica, a Criatec, e o grupo Mulheres em Ação promovem, na próxima quarta-feira, dia 13, às 19h, evento interativo para todas as mulheres, em especial as mães, intitulado "Mães que Empreendem", que trará exemplos de mães empreendedoras. O evento será realizado pelo Google Meet e as inscrições devem ser realizadas no site www.criatecunijui.com.br ou pelo WhatsApp (55) 992188148.
O evento tem como objetivo motivar e estimular as mulheres para que se encorajem a entrar no empreendedorismo. Para falar sobre este assunto, o evento contará com a participação de três empreendedoras, a sócia proprietária da escola de tecnologia Código Kid, Daniela Barbieri Schneider, a sócia proprietária da empresa Comoditá, Graciela Santos e a sócia proprietária da empresa B2mamy Sul, Ana Homem.
Segundo Daniela Schneider, a expectativa é de que a discussão possa reforçar temas como inovação, tecnologia e mulheres empreendedoras. "Acredito que as coisas se tornam possíveis quando unimos mais pessoas comprometidas no mesmo propósito. Vamos aproveitar a oportunidade para compartilhar um pouco da trajetória, sobre o trabalho como gestora em empresa privada e tomando a decisão de uma virada na carreira profissional, decidindo empreender para poder ser uma mãe mais presente. Espero agregar na vida de outras mães, no sentido do quanto podemos fazer acontecer em nossas vidas, superando os desafios como mulheres, mães e empreendedoras, que são muitos, mas todos bem possíveis”, destaca a empresária.
A convidada Ana Homem, que trabalha com o objetivo de capacitar e conectar mães no sistema de inovação e tecnologia para que sejam líderes e livres economicamente, para que estas empreendam e tenham seus próprios negócios. Ana comenta sobre a dificuldade de lidar com a exclusão: “muitas mulheres são cheias de capacidades, porém duvidam delas por conta de uma sociedade que pune a mulher por ela ter se tornado mãe. Somos metade da população mundial e mãe da outra metade, portanto, fica muito difícil ter de lidar com esse tipo de exclusão". Ela destaca: “espero que esse evento possa colaborar para trazer à tona a consciência do quão importante é a força de trabalho da mãe para a sociedade e para economia, pois fazemos parte de um mercado que movimenta 50 milhões de reais por ano e isso não deve ser ignorado, mas motivado e fomentado”, salientou.
Os resultados oficiais serão divulgados pelo Governo Estadual e Coordenação da Pesquisa durante esta semana, em data e horário a serem confirmados. A Unijuí, seguindo os protocolos estabelecidos para o estudo, não comenta ou divulga sobre os casos antes deste anúncio oficial ocorrer.
A primeira pesquisa a estimar o número de pessoas que já contraíram o coronavírus na população teve a sua 3ª fase de testes rápidos neste fim de semana no Rio Grande do Sul. A meta foi testar e entrevistar 4,5 mil pessoas em nove cidades das regiões demográficas do estado, segundo classificação do IBGE: Pelotas, Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Passo Fundo, Santa Maria, Ijuí e Santa Cruz do Sul e Uruguaiana.
Em Ijuí, a equipe de pesquisadores é coordenada pela Unijuí, por meio do cursos de Graduação do Departamento de Ciências da Vida (DCVida) e do Mestrado em Atenção Integral à Saúde. Na cidade, a meta é visitar 500 domicílios nesta rodada de testes. “ Contamos com cerca de 30 voluntários no trabalho de campo nesta rodada, com uma excelente participação e receptividade da comunidade”, observa a professora Evelise Berlezi, coordenadora do estudo em Ijuí.
A pesquisa inédita, coordenada pela UFPel a partir de parceria com o Governo do RS, está mapeando os casos de coronavírus e acompanhando, quinzenalmente, a velocidade de disseminação do contágio no estado. “É o primeiro estudo a fazer esse levantamento global, incluindo pessoas sem sintomas, e observar a população das mesmas cidades ao longo do tempo”, comenta o coordenador geral do estudo, Pedro Hallal.
Evidências de etapas anteriores mostraram que os casos notificados da Covid-19 representam uma parcela pequena da população infectada, em comparação com a realidade do número de casos na população. Para cada diagnóstico confirmado da doença no RS, o estudo estima que existem ao redor de doze casos não notificados.
A última etapa confirmou também a alta transmissibilidade do vírus no ambiente doméstico. Pela primeira vez, foram testadas as pessoas que moravam com as que tiveram teste positivo para Covid-19. No total, 75% dos que dividiam a residência com o participante com teste positivo apresentaram o mesmo resultado no exame. Além disso, a pesquisa indica queda da adesão às recomendações de distanciamento social. Dos 4.500 entrevistados, 28,3% disseram sair de casa todos os dias. Na primeira etapa, a proporção era de 20,6%. As cidades onde as pessoas mais saem às ruas diariamente foram Passo Fundo, Ijuí e Santa Cruz do Sul.
Para conhecer em detalhes os resultados da última etapa da pesquisa, acesse a apresentação dos dados em https://bit.ly/EPICOVID19-2ªetapa.









Registros da terceira rodada de testes, que foi realizada neste fim de semana em Ijuí
O cronograma inicial prevê quatro rodadas de exames e entrevistas. As duas primeiras foram realizadas nos fins de semana de 11-13 de abril e 25-27 de abril, e a quarta fase está programada para 23-25 de maio. Ao todo, serão testadas 18 mil pessoas. No entanto, a coordenação da pesquisa e o Governo do RS estudam dar sequência aos acompanhamentos em junho.
A pesquisa tem apoio de uma rede de doze instituições de ensino superior pública e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana); Universidade de Caxias do Sul (UCS); IMED e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle).
Os custos do estudo, de R$ 1,5 milhão, têm financiamento da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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