Os interessados em se tornar profissionais da área da engenharia têm uma nova opção de oferta na Unijuí, campus Santa Rosa. O Programa Integrado de Formação de Engenheiros, que contempla os cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica e Engenharia de Software, é constituído de ofertas associadas aos cursos, a partir de suas respectivas diretrizes curriculares nacionais e áreas de conhecimento, visando a excelência acadêmica e a preparação do egresso para atuar em ambientes multiprofissionais e complexos.
De acordo com o coordenador dos cursos de Engenharia do campus Santa Rosa, professor Mauro Fonseca Rodrigues, o desenvolvimento passa pela Engenharia. “Criamos um movimento institucional no Campus para atender a realidade de Santa Rosa, desenvolvendo o polo metalmecânico, aprimorando as indústrias de software, criando melhor infraestrutura para transporte, energia e comunicação. O perfil do profissional egresso das Engenharias da Unijuí é focado no desenvolvimento e, para isso, receberá uma formação completa e integrada com as demais Engenharias. Assim, esse programa está planejado para inserir no mercado de trabalho profissionais muito bem formados, qualificados pela Unijuí, com uma mensalidade que cabe no bolso das pessoas”, ressalta Mauro.
Os cursos têm mais de 50% de suas cargas horárias integradas a partir da oferta de disciplinas comuns, que constituem importantes núcleos de formação básica e profissionalizante para cada um dos Programas. Confira na Página do Vestibular da Unijuí mais detalhes sobre os benefícios e as formas de pagamento.
Onde cursar: Ijuí e Santa Rosa
Turno: noturno
Prepara para atuar com projeto, execução e fiscalização de edificações residenciais e comerciais, instalações industriais e rurais, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; etc, com qualidade, segurança, funcionalidade, conforto e economia.
Onde cursar: Ijuí e Santa Rosa
Turno: noturno
Prepara para atuar na área de distribuição de energia elétrica urbana e rural, na área da construção civil, executando projetos elétricos residenciais, comerciais e industriais. Com consultoria nas áreas de qualidades de energia e eficiência energética e, ainda nas áreas de manutenção e desenvolvimento industrial.
Onde cursar: Santa Rosa
Turno: noturno
Forma Engenheiros de Produção com sólido embasamento científico-conceitual, matemático, tecnológico, econômico e social, com competências técnicas para analisar, avaliar, projetar, otimizar e gerenciar sistemas de produção de bens e serviços de forma empreendedora, crítico-reflexiva, proativa, criativa e inovadora; associadas às competências comportamentais de postura ética, cidadã e sustentável, com responsabilidade social, política e ambiental.
Onde cursar: Santa Rosa e Panambi
Turno: noturno
Prepara para elaborar projetos de desenvolvimento de produtos, automação de sistemas, produção e manufatura de máquinas, equipamentos, instalações, veículos e outros produtos das indústrias mecânicas. Além disso, o profissional é capacitado para realizar simulação numérica e experimentação de protótipos, estudo dos materiais empregados na construção de máquinas e equipamentos, supervisão e administração dos processos de fabricação, montagem e manutenção, atuação em indústrias e incubadoras de base tecnológica, administração da produção e gerenciamento de sistemas da qualidade.
Onde cursar: Santa Rosa
Turno: noturno
Softwares e aplicativos estão cada vez mais presentes nas nossas vidas. Vivemos cada vez mais conectados e integrados às mídias digitais, por meio de diferentes tecnologias. Neste contexto, o (a) Engenheiro (a) de Software é cada vez mais requisitado para a tomada de decisões e, principalmente, para determinar a inovação da infraestrutura de software dos sistemas de computação. Com a Quarta Revolução Industrial e com o avanço da Internet das Coisas é imprescindível a presença deste profissional para a escolha de técnicas e ferramentas apropriadas ao planejamento de cada sistema.
Faça parte desse universo de possibilidades e encontre o melhor de você em uma universidade completa e bem avaliada pelo MEC. As inscrições para o Vestibular de Verão da Unijuí estão abertas até o dia 25 de novembro no Portal da Unijuí.
Uma dúvida frequente na comunidade científica é: “Para qual revista devemos submeter nosso artigo?” Esta dúvida persegue professores e alunos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação em todo o Brasil e, possivelmente, no mundo. Com a transição do formato impresso para o formato on-line, ocorreu também a multiplicação exponencial de revistas em todas as áreas do conhecimento, embaralhando ainda mais essa escolha. Neste cenário, surgiram também revistas meramente comerciais, sem nenhum rigor científico, mas com forte apelo para o recebimento de artigos, independente do tema, área, consistência ou novidade científica a ser comunicada. Neste contexto, a má escolha da revista para envio do trabalho final, honesto e bem-realizado, leva-o a correr o risco de ser publicado em periódicos que pouco contribuem para a ciência.
Para o professor Thiago Gomes Heck, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Atenção Integral à Saúde da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), a escolha da revista pode e deve ser feita antes mesmo de se iniciar a execução de um projeto de pesquisa, mesmo que de modo “inconsciente”. O professor explica que, ao fundamentar uma proposta de pesquisa, os autores leram e sustentam esta em artigos de determinadas revistas. Assim, seria lógico que os autores desejassem que, ao término do seu Trabalho de Conclusão de Curso, Especialização, Mestrado ou Doutorado, seu estudo fosse publicado nos mesmos meios de comunicação, ou seja, nos periódicos nos quais está construindo seu referencial. Assim, sua pesquisa tem chance de ser referencial para a área e para os autores que trabalham na mesma temática. “Desse modo, dificilmente os alunos e professores acabariam escolhendo uma revista de baixa ou nenhuma expressão no debate científico nacional ou internacional, ou seja, se evitaria cair nas mãos de revistas predatórias”, avalia.
O conceito de revistas predatórias surgiu nos últimos anos, quando pesquisadores começaram a submeter trabalhos falsos (relatos de descobertas absurdas ou produto de metodologias esdrúxulas), de autores falsos (pessoas falsas, animais de estimação), de instituições inexistentes (assinados como sendo de universidades ou até países que não existem), para revistas científicas de todo o mundo. Em um número grande delas, esses trabalhos foram aceitos imediatamente, e os autores falsos passaram a receber convites das revistas para publicar nas mesmas, apesar da produção do pesquisador não ter nenhum alinhamento com o escopo do periódico (exemplo: um pesquisador de Bioquímica Celular recebe convite para uma publicação na área de Engenharia de Materiais).
Movidos pela pressão de publicação, fenômeno mundial, muitos membros da academia estão atendendo ao chamado das “revistas predatórias”, publicando seus trabalhos nas mesmas, apesar de ser bastante evidente que estas não operam dentro dos parâmetros de publicações sérias e reconhecidas na área.
Esse cenário tem por trás o seguinte mecanismo: os pesquisadores devem atingir metas, números e índices de publicações. De outro lado, há editoras interessadas em lucrar com publicações de trabalhos sem exigir qualidade, e por um valor “razoável”. O texto até pode ser bom, mas não passa por uma avaliação que possa atestar tal condição.
Crédito imagem: extraído de Universo Abierto
Em relação a este fenômeno, o professor Thiago comenta: “O problema é que o número de brasileiros que têm seus trabalhos publicados nessas revistas aumentou três vezes nos últimos cinco anos, o que, na prática, representa um desserviço para a sociedade e a ciência em geral. Trata-se de um autoengano, pois, assim, pode ser considerado que a formação dos alunos e que os resultados das pesquisas são um sucesso, quando, na verdade, não passou por uma avaliação que realmente pudesse consolidar a ciência e a formação na Graduação e Pós-Graduação”.
Existem sites e listas que divulgam as revistas “potencial e provavelmente predatórias”. O professor Thiago explica: “usam esses termos potencialmente e provavelmente predatórias pois se tratam de listas não formais ou oficiais de um órgão regulador, mas, de qualquer modo, é muito provável que nenhum pesquisador tenha lido um artigo publicado nas revistas dessa lista; então por qual razão escolher publicar lá?” Embora não sejam informações referendadas ainda pelas instituições maiores do Brasil relacionadas à pesquisa (como Ministérios de Ciência e Tecnologia, CNPq e Capes), algumas áreas de avaliação dos Programas de Pós-Graduação da Capes (que avaliam cursos de Mestrado e Doutorado no Brasil) já penalizaram cursos, rebaixando a nota na avaliação e, consequentemente, cortando recursos e bolsas.
A atenção deve ser redobrada, pois ainda “escaparam” revistas predatórias nas últimas avaliações, e as mesmas estão consideradas passíveis de indexação em bases de dados confiáveis e até mesmo listadas com uma boa avaliação no sistema Qualis-Capes, que avalia os periódicos nos quais os pesquisadores brasileiros publicam seus trabalhos. O professor Thiago assim avalia: “estas inconsistências são devido ao grande número de revistas que são avaliadas por um número reduzido de avaliadores, que limita a capacidade de detecção, deixando passar alguns casos inexplicáveis, mas acredito que, já na próxima avaliação da Capes, mais algumas revistas serão detectadas”.
Outra confusão bastante comum é entender que se uma revista cobra uma taxa de publicação é uma revista predatória. “Geralmente uma predatória visa a apenas o lucro e não a ciência, portanto cobra algum valor, mas muitas revistas cobram, e cobram até 2.000 dólares, mas rejeitam 98% dos trabalhos, aceitando somente o que passou por uma avaliação rigorosa. Então, as cobranças por taxas de publicação não indicam diretamente se uma revista é predatória ou não”, observa o professor.
Embora existam algumas formas de reconhecer uma revista predatória, como observando se a editora é confiável, se ela tem importantes publicações, se as informações dos editores são verídicas, ainda assim essa análise não é 100% efetiva. O modo mais simples e direto de analisar se a revista é predatória, portanto, pode ser respondendo a duas perguntas: Algum estudo que é parte do meu referencial vem desta revista? Algum pesquisador conceituado da área do meu estudo já publicou lá? Se não atender a essas questões, pode ser mais adequado buscar uma revista que responda a esses requisitos. Ao não procurar atender a esses pressupostos, podemos estar nos encaminhado para uma formação científica com preceitos equivocados do papel da divulgação de novidades científicas. “Este é um desafio de todos os professores e alunos na defesa de uma divulgação que possa trazer reconhecimento para a qualidade da pesquisa feita no Brasil. E para aqueles que já caíram nessa rede, como eu, entendo que ainda é tempo de mudar de rumo, ” salienta o professor.
Consultado sobre o tema, o professor Fernando Jaime González, vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí, salientou que este tópico é uma preocupação para as universidades, e que está no planejamento da Vice-Reitoria discutir o assunto com a comunidade acadêmica em geral, em especial com a comunidade da Pós-Graduação. Nesse sentido, o professor afirma: “nos próximos meses desenvolveremos um seminário sobre a produção de conhecimento e a publicação em revistas internacionais, onde este assunto, necessariamente, fará parte do temário”.
“Um assunto bastante discutido no exterior há vários anos já começa a tomar espaço nas discussões dos Programas stricto sensu e nas rodas de conversas de pesquisadores brasileiros. De um lado pressionados pela Capes (órgão que avalia a Pós-Graduação no Brasil) e, de outro, pelas IES, que estão cobrando cada vez mais produtividade em revistas qualificadas, muitos pesquisadores são levados a publicar, às vezes por desconhecimento, outras vezes por julgar que é um caminho mais simples, em revistas predatórias. Existem vários sites na internet que discutem e apresentam as armadilhas usadas por esses periódicos para atrair pesquisadores, que vão desde logotipos semelhantes a revistas tradicionais até falsos fatores de impacto.
A discussão acadêmica em relação ao assunto gira em torno da linha tênue que existe entre o desconhecimento do pesquisador, que o leva a ‘cair nas teias das revistas predatórias’, e, muitas vezes, sua ‘vista grossa’ em relação aos fortes indícios que estas revistas apresentam e que todo pesquisador deveria conhecer.
Existem, inclusive, erros grotescos de avaliação da própria Capes quando da divulgação do ‘ranqueamento’ das revistas a partir do seu sistema eletrônico, conhecido como Webqualis, no qual não é difícil encontrar, ainda hoje, revistas predatórias não apenas relacionadas a, mas também classificadas em estratos superiores em determinadas áreas. O que os pesquisadores devem ter em mente é que esta lista (Webqualis), como todo e qualquer sistema de classificação por pares, está suscetível a erros de interpretação, e que, principalmente, sofre modificações/aperfeiçoamentos com o passar dos anos, várias vezes, inclusive, no transcorrer de uma quadrienal de avaliação. Isto pode reverter, inclusive de forma retroativa, toda a avaliação da produtividade de um pesquisador e, consequentemente, do programa e da instituição em que o mesmo está inserido.
Neste sentido, a pergunta que fica é: Como irei ter segurança de que a revista em que eu publico não é predatória? Bem, existem vários sites na internet que disponibilizam listas – as famosas ‘Blacklist’ – destes tipos de revista. Outra dica simples é verificar se a revista possui política de cobrar taxas para publicação; muitas vezes essa cobrança é disfarçada na forma de disponibilização no formato ‘open access’. Nestes casos, o pesquisador deve minimamente verificar se existe fator de impacto e se este é validado por uma entidade de respeito. Também duvidar quando a resposta de aceite ocorre de forma muito rápida. Infelizmente ainda hoje o retorno de uma revista de alto fator de impacto e com boa reputação demora meses, e não é difícil encontrar casos de anos. Neste sentido, excluídas raríssimas exceções, o rápido retorno de uma avaliação e o aceite sem recomendações já pode ser considerado um forte indicativo da prática predatória, principalmente se a mesma vem acompanhada de um pedido de auxílio financeiro (leia-se taxa de publicação).
Nem tudo, todavia, está perdido. O simples fato de estarmos preocupados com a existência destas revistas já é um alento ao futuro ético da pesquisa no Brasil. Felizmente, em pesquisas recentes da Fapesp (Agência de Fomento à Pesquisa no Estado de SP), foi verificado que, na média, menos de 2% dos pesquisadores brasileiros publicam neste tipo de revista; claro que este percentual varia nas diferentes áreas de conhecimento e Estados do Brasil, mas mostra que a maioria dos pesquisadores ainda tem a preocupação em publicar seus trabalhos em revistas respeitáveis. Outro indicativo positivo, neste sentido, é a discussão, tanto pela comunidade acadêmica quanto pela Capes, da necessidade de não mais avaliar quantidade de publicações, mas, sim, sua qualidade, que está vinculada diretamente ao impacto que a pesquisa tem na sociedade, como, por exemplo, quantas vezes sua pesquisa foi citada e referenciada em outras pesquisas, ou, ainda, métricas associadas ao fator de impacto da revista e também ao índice-H do pesquisador.
Bem, finalizando, gostaria de reforçar a importância de trazer este assunto à tona na nossa universidade, até como forma de orientar nossos pesquisadores para que não caiam nas armadilhas que, muitas vezes, são montadas e arquitetadas por estas revistas, ao mesmo tempo que reforça a discussão da ética na pesquisa.”
No dia 16 de outubro, foi realizada a 4ª Roda de Conversa do Laboratório de Atividade Física e Promoção à Saúde (AFPS), na Unijuí Campus Santa Rosa. O encontro teve como tema "Rótulos nutricionais: informações para uma vida mais saudável", o qual foi trabalhado pelas nutricionistas Julia Tollazi e Kauana Cerri, residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde UNIJUÍ/FUMSSAR.
A roda de conversa é uma proposta que teve início neste ano e proporciona aos usuários do Laboratório reflexões acerca da prevenção, saúde e qualidade de vida. Além disso, são realizadas avaliações físicas trimestrais com os usuários, os quais possuem programa de exercício físico específico. O laboratório de AFPS atende um grupo de hipertensos, cardiopatas e pós-câncer.
No fim da tarde desta terça-feira, a Unijuí e a Associação Hospital Bom Pastor Ijuí assinaram convênio de cooperação, com o objetivo de regulamentar a realização de estágios supervisionados de estudantes da Universidade na Instituição parceira.
Participaram do ato a reitora da Unijuí, Cátia Nehring, a vice-reitora de Graduação, Cristina Pozzobon, o presidente do Bom Pastor, Martinho Kelm, a administradora do Hospital, Rosane Schiavo e José Crippa, professor sênior do DCEEng, arquiteto responsável pelos projetos do novo Hospital Bom Pastor.
As duas instituições já possuem longa cooperação, dessa forma, também já está firmado compromisso entre a Unijuí e o Hospital Bom Pastor para as práticas dos futuros estudantes do curso de Medicina, que vão poder utilizar as estruturas hospitalares para a qualificação profissional.
A Unijuí está trabalhando intensamente para a implementação deste curso, realizando a contratação de professores, organizando as estruturas físicas, estabelecendo parcerias e convênios. Agora, a Universidade solicitará ao MEC a visita in loco ao município, aos hospitais conveniados e à Universidade, que é a etapa final para autorização da abertura do curso. Só após essa visita, e com a prévia autorização do Ministério, a Instituição poderá ofertar o Vestibular para o curso. Ainda não há uma data confirmada para que isto ocorra.
Uma nova forma de ingresso facilitado de estudantes no ensino superior está disponível na Unijuí. O Crediunijuí é um programa de financiamento de crédito educativo criado pela Universidade, com o objetivo de conceder financiamento parcial aos estudantes matriculados ou àqueles que ingressarão pelo Vestibular de Verão da Unijuí.
De acordo com o Vice-Reitor de Administração da Unijuí, professor Dieter Siedenberg, o processo de contratação do financiamento é simples. É necessário, entre outros requisitos, apresentar um fiador e estar enquadrado no teto de renda estabelecido pelo edital do programa.
Ainda segundo o professor, o programa possibilita estender o pagamento do valor contratado. “Isso significa que a mensalidade se tornou muito mais atrativa para aqueles que têm dificuldade em pagar um curso superior ”, salienta.
Para os vestibulandos a notícia é melhor ainda. A expectativa da Universidade é ofertar o financiamento ao maior número possível de estudantes que ingressarem, se esses apresentarem os requisitos.
Com o Crediunijuí, a Universidade oportuniza o ingresso de estudantes a uma Universidade completa e com excelente avaliação do Ministério da Educação – MEC.
O Crediunijuí é válido para estudante matriculados na Unijuí e estudantes que ingressarem pelo Vestibular de Verão 2019, que está com inscrições abertas até o dia 25 de novembro. Outras informações estão disponíveis no Portal da Unijuí em: unijui.edu.br/crediunijui.
Na última sexta-feira, 19 de outubro, feriado em comemoração ao aniversário do município de Ijuí, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica da Unijuí (Criatec), vinculada à Agência de Inovação e Tecnologia da Unijuí (Agit), realizou uma programação especial para celebrar o empreendedorismo. Com a temática Das boas ideias aos bons resultados, o evento teve por objetivo premiar e reconhecer o esforço das empresas com pauta na inovação e alinhamento de conceitos acerca do ecossistema de inovação e empreendedorismo.
Para isso, foram apresentados dois cases de sucesso, sendo o primeiro apresentado pelo proprietário da empresa Doled, João Weber, que demonstrou seus produtos com base orgânica. O sócio proprietário da incubada Lavoro Design Marcel Meller, apresentou o projeto Avenida das Nações, desenvolvido pela empresa e apresentado ao Poder Executivo com objetivo de levar às ruas as características da imigração dos 12 povos representada na revitalização de espaços públicos. Após as apresentações, a gestão da Criatec e Unijuí realizaram a entrega do Troféu Mérito à Inovação ao empreendedor João Weber, pelo resultado obtido durante o monitoramento da empresa em seu período de incubação.
A professora Patrícia Pedralli realizou ainda a apresentação dos novos laboratórios de prototipagem da incubadora, especificando seus objetivos e funcionalidades. Para fechar o momento de integração e fomento ao empreendedorismo, o presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), Carlos Eduardo Aranha, ministrou uma palestra sobre Ecossistemas de Inovação. Para ele, é importante chegar ao interior e se deparar com ambientes que transpiram inovação. “A inovação parte da ideia de entregar valor às pessoas. O mundo está todo conectado e é assim que se propõe uma inovação aberta”, comenta. Ele cita ainda a importância de se ter a visão de que as pessoas não compram apenas os produtos, mas sim seus significados, e é a partir deste entendimento que as empresas tendem a prosperar.
Finalizando a programação do dia, os participantes do evento participaram de um almoço na ExpoIjuí/Fenadi, seguido da realização da Reunião da Reginp, onde associados e comunidade puderam participar de uma troca de informações sobre os próximos eventos na área da tecnologia e inovação, busca de novos editais de fomento ao empreendedorismo, dentre outras definições internas da rede.



Nesta quinta-feira, 25, Marco Dahleni e seus filhos Cristian e Cristiane serão as atrações do Entardecer Cultural da Unijuí. A apresentação será no prédio da Biblioteca Mario Osorio Marques, no Campus Ijuí, às 18h30min. Os filhos de Marco possuem entre 9 e 10 anos de idade e acompanham o pai com a gaita e com a flauta. O repertório do trio é variado.
O Entardecer Cultural é um momento preparado para expressões culturais, de música e arte dentro da Universidade.
João Fernando Weber é um jovem empresário de apenas 26 anos, estudante de Engenharia Elétrica da Unijuí, e protagonista da Campanha de Vestibular de Verão 2019. Um sonhador que encontrou na Unijuí a oportunidade de expandir seus negócios, por meio da Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec).
O estudante começou sua história na Unijuí como bolsista CNPq, durante dois anos dedicou-se à área da pesquisa. Após, resolveu experimentar a área da indústria. “Comecei a trabalhar em uma indústria metalúrgica como projetista. Em 30 dias larguei o emprego, notei que a empresa estava sendo mal administrada e todo o trabalho que eu despendia desenhando não tinha muita serventia, devido à estagnação dos maquinários da empresa. Deste dia em diante resolvi começar a minha trajetória como empresário”, relata.
João administra duas marcas: a Doled, fundada em 2014, e a Base Orgânica, fundada em 2018. Ambas são voltadas para o consumidor final, por meio de vendas online, via e-commerce, vendendo luminárias de LED de alta potência para aquários marinhos e plantados, e mini estufas voltadas para o público vegano ou de apartamento em grandes centros urbanos.
A escolha por estes dois mercados ocorreu, de acordo com o estudante, devido à pouca concorrência e por grande parte dos produtos serem importados, o que eleva a lucratividade, não sendo necessário produzir em grande escala. “São nichos de mercado específicos, o público-alvo é de classe média-alta, com alto grau de exigência e complexidade. Com isso é muito gratificante ver que a empresa cresceu tecnologicamente nos últimos anos, hoje chegamos a ser referência no mercado nacional e possuímos depósito de marcas e patentes”, destaca João.
O empreendedor afirma que realizou mais um sonho neste ano e a Unijuí foi uma das protagonistas dessa realização. “Viajei para a Feira de Hannover, na Alemanha, no mês de abril, com o objetivo de conhecer e observar as tendências da indústria, essa que é a maior feira tecnológica do mundo para a indústria. Consegui absorver e implementar meios e processos dentro da minha empresa, reduzindo gargalos, custos de produção e pude observar quais serão as tendências para os próximos anos, a fim de nos prepararmos melhor para isso. A Universidade me auxiliou, juntamente com o Sebrae, com orientação e aporte financeiro, sem ambos não seria possível ter conquistado essa viagem”, acrescenta o estudante.
João ainda afirma que sem a Unijuí e a Criatec (Incubadora de Empresas da Universidade), o seu negócio não estaria no patamar em que está hoje, pois iniciou seu negócio nos fundos de casa e hoje tem um prédio próprio da empresa, isso em apenas três anos. “O apoio entre as instituições é vital e deveria ocorrer mais frequentemente em todo o país. Acredito que com o poder do conhecimento que a Universidade e empresas privadas possuem, ambas trabalhando em sincronia, temos um grande potencial para a inovação e isso nós podemos inclusive quantificar e afirmar, pois 100% das empresas incubadas ou graduadas ainda estão no mercado de trabalho, é uma taxa de sucesso de 100% em meio à crise econômica”, finaliza o estudante.
Vestibular Verão 2019 – Se você também quer encontrar o seu melhor, como o fez o João, inscreva-se para o Vestibular de Verão da Unijuí. As inscrições estão abertas até o dia 25 de novembro, no Portal da Unijuí. Inscreva-se e encontre o melhor de você!
Durante a ExpoIjuí deste ano, a Unijuí e a Associação Comercial e Industrial de Ijuí (ACI) assinaram convênio de Cooperação Técnico-Científico-Cultural. O ato ocorreu na sexta-feira, dia 19 de outubro, na casa da Unijuí no Parque de Exposições Wanderley Burmann. Estiverem presentes a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando González, o presidente da ACI, Nilo Leal da Silva e o coordenador de marketing da entidade, Ricardo Santiago.
A parceria tem por finalidade a mútua cooperação técnico-científico-cultural para o desenvolvimento de Projetos que visem ofertas de atividades em Educação Continuada, com foco em qualificação profissional. As ofertas serão de cursos de qualificação profissional de curta, média e longa duração. Além disso, outras atividades como palestras, encontros e oficinas também poderão ser ofertadas. Uma agenda de ofertas para 2019 será construída nas áreas de gestão e negócios.
Para a formação de profissionais em Administração e Ciências Contábeis, a Unijuí dispõe do Programa Integrado de Formação de Gestores, que é constituído de ofertas associadas aos cursos, a partir de suas respectivas diretrizes curriculares nacionais e áreas de conhecimento.
Os cursos têm mais de 50% de carga horária integradas, a partir da oferta de disciplinas comuns que constituem importantes núcleos de formação básica e profissionalizante para cada um dos Programas. “Ambos os cursos são focados no empreendedorismo e na inovação, dando condições para que sejam criados novos negócios na região”, salienta o professor Luciano Zamberlan, coordenador do curso de Administração em Santa Rosa.
Onde cursar: Ijuí, Panambi, Santa Rosa
Turno: noturno
Prepara para ser um Administrador com visão estratégica em negócios. Profissional capacitado para atuar no gerenciamento de organizações públicas, privadas e não governamentais de forma ética, cidadã e sustentável.
Onde cursar: Ijuí, Panambi, Santa Rosa
Turno: noturno
Prepara para atuar com profundo conhecimento da ciência, das técnicas e das práticas contábeis. Para prestar serviços de contabilidade e atuar com ética, responsabilidade técnica e social no gerenciamento e controle em organizações e no processo de geração, análise e comunicação de informações contábeis gerenciais. Atuar em escritórios de contabilidade, empresas em geral, instituições públicas, órgãos públicos, como perito contábil, em auditoria e consultoria, entre outras áreas. Elaborar projetos, orçamentos, cálculos de custos, perícias, auditorias e análises contábeis.
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Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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