O Desafio Empreendedor da UNJUÍ teve a segunda etapa realizada nesse último sábado, dia 09 de junho, no Campus Santa Rosa, no Espaço Coworking. Na oportunidade, os participantes apresentaram suas propostas para o problema identificado no setor do agronegócio. A equipe vencedora apresentou a proposta de solução para automação em biodigestores.
Participaram da etapa final do Desafio Empreendedor quatro equipes. O primeiro lugar ficou para a Equipe Biotech, que teve como premiação uma vaga de pré-incubação da Incubadora de Empresas de Inovação tecnológica da UNIJUÍ (Criatec), troféu e 40 horas de consultoria na área da gestão. O segundo ficou com a Equipe Bioplast, que também ganhou uma vaga de pré-incubação e troféu, defendendo a ideia de uma embalagem biodegradável, utilizada em produtos orgânicos; o terceiro e quarto lugar receberam troféus, e ficaram, respectivamente, com a Equipe Storage Group, que propôs um bag portátil para armazenamento e conservação de grãos, e a Equipe Estação Smart, que apresentou a solução de uma plataforma de interpretação de dados meteorológicos.





A proposta da equipe vencedora trouxe como objetivo principal a sustentabilidade. A ideia será desenvolver tecnologia para automatizar o processo de operação de biodigestores, para gerar energia elétrica e térmica, aproveitar os resíduos sólidos como adubo e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo, viabilizando esta tecnologia para o maior número de produtores rurais possível.
A banca avaliadora contou com a participação da Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Eliza Pozzobon, Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, professor Ariosto Sparemberger, o gerente da Agência de Inovação e Tecnologia da UNIJUÍ (AGIT), Luís Juliani e o Gerente do Marketing, Giancarlo Bottega.
A programação também contemplou a oficina de Pitch Canvas, com Christian Fontes Bezerra, proprietário da The Best Life Coaching e Mentoring Empresarial, com o objetivo de auxiliar os participantes na defesa dos projetos para a banca.
Sobre o Desafio
O Desafio Empreendedor teve como objetivo estimular a criatividade e a inovação por meio de atividades que auxiliassem no processo de inovação, possibilitando aos participantes o exercício de sua capacidade de criar, de resolver problemas e encontrar soluções, buscando agregar valor para a sociedade e para a Instituição, por meio das possíveis soluções identificadas e a geração novos negócios.
De acordo com o Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, o evento se constitui em mais uma ação voltada à formação completa do acadêmico, se constituindo como um espaço para a interação e inovação, oportunizando o desenvolvimento de diversas competências, voltadas principalmente para o viés do perfil empreendedor. O foco da UNIJUÍ também é trabalhar nas suas práticas pedagógicas, além do ensino, pesquisa e extensão, a questão da inovação com os acadêmicos e a comunidade.
O evento foi promovido pela Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec) e contou com o apoio da UNIJUÍ, Agência de Inovação e Tecnologia da UNIJUÍ (AGIT) e Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT).















No dia 06 de junho, o Laboratório de Atividade Física e Promoção à Saúde da UNIJUÍ Campus Santa Rosa, realizou a 3ª Roda de Conversa com o tema “Valores/relações humanas X Saúde mental”, o qual foi ministrado pela professora do curso de Psicologia, Sônia da Costa Fengler.
De acordo com a técnica administrativa do Laboratório de Atividade Física e Promoção à Saúde, Tatiane Renz, o momento propôs uma reflexão interativa acerca dos valores nas relações humanas e como isto pode influenciar na saúde mental.
As rodas de conversa estão sendo realizadas desde o início de 2018, com o objetivo de integrar os usuários do Laboratório, trazendo reflexões e informações acerca de temas relacionados à prevenção, saúde e qualidade de vida, como uma das propostas de promoção à saúde. Participaram também do encontro alguns residentes do programa de Residência Multiprofissional em Saúde.
A UNIJUÍ FM está com série nova na programação. Trata-se de “Amores em Páginas”, programete que traz as maiores histórias de amor da Literatura, embalando o mês dos Namorados
Nas ondas do rádio aparecem protagonistas do amor romântico, ícones universalmente reconhecidos, como “Romeu e Julieta”; a relação apaixonada de dois adolescentes vivendo o primeiro amor e as perspectivas sobre este relacionamento e o câncer, na pele de Hazel Grace e Augustus Waters, de “A Culpa é das Estrelas”; e casais clássicos da literatura brasileira como Bentinho e Capitu, das páginas de “Dom Casmurro”, e Peri e Ceci, de “O Guarani”.
Mistos de amor, raiva, paixão e ódio também estão no roteiro da série, que fala dos casais de grandes obras da literatura como “O Morro dos Ventos Uivantes” (de Emily Brontë), “Orgulho e Preconceito” (de Jane Austen), “Anna Karenina” (de Liev Tolstói) e “O Amor em Tempos do Cólera” (do autor Gabriel Garcia Marquez).
O amor verídico que se passa em tempos de guerra no Sul do País, desenhado por Anita e Giuseppe Garibaldi, e a ficção do gaúcho Érico Veríssimo ao criar Bibiana e Rodrigo Cambará das páginas de “O Tempo e o Vento” fecham os personagens do “Amores em Páginas”, que além da história e de versos de amor, também compartilham as trilhas sonoras das adaptações das obras para o teatro, ópera e cinema.
“Amores em Páginas”, uma produção da Rádio UNIJUÍ FM, tem apoio da Pano Leve e vai ao ar às 12h, 16h e 22h. Após o dia 15 de julho a série passa a ser disponibilizada na sessão de podcast, no site www.radio.unijui.edu.br.
Neste domingo, às 19h30min, a música clássica vai ganhar o palco do Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no Campus Ijuí. A Universidade recebe o Concerto Internacional do Quinteto da Universidade da Georgia (EUA), que traz a apresentação de professores de Violino, Viola, Violoncelo e Piano para o Recital com os Quintetos de Brahms e Schumann.
O Quinteto é formado por professores da University of Georgia que são: Levon Ambartsumian, violino, Shakhida Azimkhodjaeva, violino, David Starkweather, cello e Evgeny Rivkin, piano e o brasileiro Rogério Nunes, professor da Southwestern Adventist University que toca viola.
O Concerto Internacional tem o apoio da Prefeitura Municipal de Ijuí, Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo de Ijuí, e Fecomércio/RS Sesc.
A Agência de Inovação e Tecnologia promoveu uma reunião com o Poder Público de Pejuçara, na quinta-feira, dia 07, para discutir a possibilidade de uma parceria entre o município e a Unijuí para o fomento ao empreendedorismo.
Dentre as demandas apresentadas pelo Prefeito Eduardo Buzzatti, destaca-se a necessidade da continuidade de um projeto que já vem sendo desenvolvido, cujo objetivo é sensibilizar os cidadãos, especialmente os jovens, para a temática do empreendedorismo. Com a ação da Universidade, em parceria com o município, será possível propiciar um ambiente de oportunidades para que os cidadãos desenvolvam negócios, seja por meio da ampliação das cadeias produtivas locais, seja pela retenção dos talentos que cursam ensino superior e moram na cidade.
Na oportunidade, o gerente da AGIT, Luís Juliani, apresentou a estrutura da Agência, hoje composta pela Incubadora Tecnológica (Criatec), a Incubadora de Impacto Social (Itecsol), o Núcleo de Assessoramento a Projetos (NUAP), o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) e o Escritório de Relações Universidade-Comunidade (ERU-C).
A coordenadora da Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec), Maria Odete Palharini, abordou a atuação da AGIT no eixo empreendedorismo, e enfatizou os serviços da Criatec, que possibilitam, hoje, o fomento à criação e ao crescimento de empresas locais com orientação à inovação; a intensificação da transferência tecnológica entre Universidade e mercado; e a criação e manutenção de postos de trabalho qualificados na região.
A expectativa é que se estabeleça um contrato de prestação de serviços entre a Unijuí e o Município de Pejuçara/RS, viabilizado através do Escritório de Relações Universidade-Comunidade, o qual possibilitará que o conhecimento produzido na Universidade contribua para o desenvolvimento social e econômico da região, conectando as demandas apresentadas pelo Prefeito com as expertises da Universidade.
Participaram da reunião, além dos integrantes da AGIT, o prefeito Eduardo Buzzatti, a Secretária de Educação, Carla Regina Decian, e o coordenador da sala do empreendedor, Luis Afonso Santos.
Na próxima segunda-feira, dia 11 de junho, a Unijuí vai realizar, no Centro de Eventos do Campus Ijuí, 2º piso, Oficina Pedagógica da 4ª Mostra Interativa de Produção Estudantil em Educação Científica e Tecnológica (MoEduCiTec). O evento, que será realizado nos turnos da tarde e noite, tem como objetivo capacitar professores e estudantes para a estruturação e submissão de artigos científicos na Mostra.
A professora Lenir Zanon, uma das organizadoras do evento, comenta sobre a proposta da Oficina: “é um evento que tem a educação em questão, a produção de texto, a pesquisa em foco, para melhorar a produção textual dos envolvidos no evento”, comenta.
Já a professora Marli Frison, coordenadora do evento, fala sobre a importância da MoEduCiTec. “É um amplo espaço de interação e também de formação de estudantes e professores da educação básica e superior, vinculados a todos os níveis e modalidades de ensino, em todas as áreas do conhecimento”, analisa.
O evento também vai contar com a participação dos estudantes e docentes do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ciências, bolsistas e voluntários. Será realizado em parceria com a 36ª Coordenadoria Regional de Educação e Secretaria Municipal de Educação e apoio do CNPq e SINPRO/Noroeste. Para mais informações, contato: (55) 3332-0461, eventos.dcvida@unijui.edu.br.
A 4ª Mostra Interativa de Produção Estudantil em Educação Científica e Tecnológica (MoEduCiTec) será realizada no dia 05 de agosto, na Unijuí. Os objetivos da MoEduCitec se pautam em oportunizar atividades de interação por meio da socialização de conhecimentos mobilizados em processos de estudo e pesquisa, como espaço de aprendizagem de múltiplos saberes que acompanham as atividades do ensino, em nível básico e superior, em prol da qualificação da Vida na Sociedade/Ambiente, pelo viés da Educação nas Ciências. Trata-se, assim, de um espaço de intercâmbio de conhecimentos e experiências entre distintos contextos socioculturais que, promovendo e sendo promotor do protagonismo estudantil, expande os limites de interlocução/formação mais imediatos, pela interação entre redes de saber mediadoras da qualificação da Vida, partindo de distintos campos, níveis e modalidades de ensino, aprendizagem, educação e desenvolvimento humano/social.
O Vestibular de Inverno 2018 da Unijuí está com duas novidades importantes. A partir deste processo seletivo, os cursos de Agronomia e Direito passam a ofertar turmas no período noturno, anteriormente a oferta era em turno integral. “Isso possibilita aos que trabalham durante o dia ingressar já neste Vestibular de Inverno na Universidade”, ressaltou a Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Pozzobon, em entrevista à Rádio Unijuí FM.
Durante a entrevista, destacou ainda que as inscrições vão até o dia 24 de junho e podem ser feitas no portal do Vestibular. “É importante cuidar os prazos: as inscrições podem ser feitas até o dia 24 de junho, para a prova acontece no domingo, dia 1º de julho”, informou a Vice-Reitora de Graduação.
Confira mais informações sobre os cursos de Agronomia e Direito:
Agronomia
Onde cursar: Campus Ijuí
O curso na Unijuí
Área de atuação
O profissional formado na Unijuí é preparado para atuar no serviço público e privado, em movimentos sociais e organizações não governamentais, cooperativas de produção agropecuária, empresas de produção familiar, empresas de insumos agrícolas, empresas de assistência técnica e extensão rural, órgãos de ensino e pesquisa e como profissionais autônomos.
Direito
Onde cursar: Campi Ijuí, Santa Rosa e Três Passos
O curso na Unijuí
Área de atuação
O profissional formado na Unijuí é preparado para atuar como magistrado, advogado, promotor, procurador, defensor, delegado, dentre outras.
Attico Chassot, professor, pesquisador e escritor é um dos autores que publicam pela Editora Unijuí. Uma das obras em circulação, intitulada “Para que (m) é útil o ensino?”, trata-se de uma provocação, nas palavras do próprio autor, observando que a obra procura trazer alternativas para um ensino mais útil na busca da cidadania. A Universidade lançou, também, a obra “Alfabetização Científica: questões e desafios para a educação” mais recentemente. Chassot concedeu entrevista para o site da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU) em que comenta as aspectos das suas obras. Confira a seguir:
- O seu livro publicado pela Editora Unijuí busca apresentar alternativas de ensino que sejam estimulantes para alunos e proveitosas para professores, de modo a criar um ambiente educacional mais produtivo para todos. Mas no título sua obra traz uma espécie de provocação: "Para que(m) é útil o ensino?". Poderia comentar sobre a escolha dessa pergunta diante dos temas abordados?
Por primeiro parece oportuno referir que Para que(m) é útil o ensino? (1995, 1ed) é um dos meus seis livros ora em circulação. Honro-me em destacar que destes, quatro são de editoras universitárias. Este livro foi tecido com excertos de minha tese de doutorado na Ufrgs, em 1994, Para que(m) é útil ensino de Química? Esta é uma quarta edição ampliada. Quase um quarto de século pode parecer muito tempo, especialmente se nos dermos conta que entre nós a gênese dos estudos no ensino das Ciências é da última década do Século 20. Os livros envelhecem (ou, talvez, maturam) com velocidades muito diferenciadas. Mesmo podendo ser colocado em suspeição, ouso afirmar que este livro é ainda atual.
Está bem-posta a afirmação de que o título traz uma espécie de provocação. Não foi confortável constatar, depois de já ter sido professor há mais de três décadas, que a maioria do que se ensinava acerca da Química na Educação Básica era inútil ou não tinha serventia. Este livro traz alternativas para um ensino mais útil na busca da cidadania.
- Hoje, se perguntarmos a qualquer cidadão ou representante político estes dirão que a educação é certamente uma área de suma importância para a formação de uma sociedade mais igualitária, desenvolvida e digna. Este discurso é um típico lugar-comum dito pelas pessoas: a educação é algo positivo para o crescimento de um país e ninguém nega este fato. No entanto, por que continuamos a ter problemas crônicos na educação brasileira, na infraestrutura de escolas e na condução de pesquisas mesmo no Ensino Superior? Há uma hipocrisia na forma com que tratamos a educação?
É quase um senso comum que a Educação é muito importante para a construção digna de uma sociedade mais justa. Provavelmente há consenso nisso. Mas, lamentavelmente isso é uma utopia. Hoje, com a Educação transformada em mercadoria –- e uma mercadoria muito bem valorizada e muito apetecível ao mercado –- ela promove exatamente o contrário: um mundo mais injusto. Se Educação de qualidade é apenas para alguns, teremos cada vez mais injustiças sociais. Hoje parece mais atual a afirmação que coloquei na portada do sexto capítulo: A (re)produção do conhecimento químico: Se a educação que os ricos inventaram ajudasse o povo de verdade, os ricos não dariam dessa educação pra gente (Frase que recolhi afixada em um cartaz, na Fundep/DER, em Braga, RS).
- Por fim, gostaríamos de saber o que ainda o impele a ser um professor tão atuante até hoje, mesmo com mais de 50 anos lecionando e com presença em diversas instituições de ensino
Vou tentar trazer respostas a esta pergunta –- que tem sido muito recorrente ao professor que no próximo ano (2018) se fará octogenário –- em duas dimensões. Numa sou o receptor das ações e em outra sou o doador.
Tenho dito (e ainda escrevi recentemente em mestrechassot.blogspot.com) que há ações –- como estar a quase cada semana em estado diferente do Brasil dando palestras –- que tonificam ou revitalizam meu ser professor. Metaforicamente é a dopamina que preciso para potencializar necessidades a um pleno funcionamento de meu cérebro. Envolvo-me há mais de cinco anos na REAMEC (Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática) em um (ex)(in)tenso voluntariado que inclui ministração de seminários nos estados amazônicos, presença em atividades docentes e orientação de teses doutorais. As semanas que não tenho viagem sinto uma abstinência ‘dessa dopamina’.
A segunda dimensão à resposta desta pergunta está referida ao contexto onde está inserta esta entrevista: Associação Brasileira das Editoras Universitárias. Tenho brincado que se um dos critérios para um bom lugar no paraíso (que parafraseando Gaston Bachelard, deve ser uma imensa biblioteca) for o número de livros transportados, eu só perco para livreiros. Tenho orgulho de eu já ter disseminado livros em cada uma das 28 unidades da federação. Sinto-me um mascate levando sempre uma mala de livros. Posso dizer que para centenas de jovens brasileiros eu oportunizei terem um primeiro livro autografado. Não é sem a minha contribuição física que A Ciência é masculina? É, sim senhora! (Editora Unisinos) chegou a 8ª edição em 2017 ou que Alfabetização científica: questões e desafios para educação (Editora Unijuí) terá seu relançamento em Belém em junho de 2018. Devo dizer que de todos os livros que escrevi este é o meu preferido. Talvez porque desde a primeira edição, em 2000 os direitos autorais de todas edições são destinados ao Departamento de Educação do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).
Estas são as duas dimensões: numa sou o receptor porque o meu ser professor é revitalizado pelas minhas ações e na outra sou o doador, pois com o semear livros ensejo que meus leitores se envolvam na construção de um mundo mais justo.
Mais sobre o autor
Foi professor na Educação Básica em diversas Escolas (Jacob Renner, em Montenegro; São José e Pedro Schneider em São Leopoldo; Concórdia, Israelita Brasileiro e Júlio de Castilhos em Porto Alegre) cursos pré vestibulares (IPV, Arquimedes, CAFDR) e de Universidades como a PUC-RS, FAPA, UFRGS (coordenador do Curso de Química e diretor do Instituto de Química) ULBRA, UNISINOS (Coordenador do Mestrado e Doutorado em Educação; do Centro Universitário La Salle, em Canoas; do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) no Campus de Frederico Westphalen e do Mestrado Profissional de Reabilitação e Inclusão do Centro Universitário Metodista – IPA. Foi professor visitante na Aalborg Universitete na Dinamarca. É Orientador de doutorado na REAMEC - Rede Amazônica Ensino de Ciência.
Confira as obras no site da Editora Unijuí.
Aprender coisas novas, compartilhar conhecimentos e divulgar esses novos aprendizados. A estudante do curso de Jornalismo da Unijuí, Juliana Andretta, sabe bem o que é isso. Ela faz parte do projeto Rádio, Tecnologia e Empreendedorismo na Escola que, como o próprio nome diz, leva às escolas de Ijuí noções básicas de comunicação e empreendedorismo.
O projeto tem como objetivo desenvolver atividades educacionais com crianças, adolescentes e jovens dessas escolas. Os outros bolsistas do projeto, assim como a Juliana, realizam oficinas e práticas comunicacionais de contato com equipamentos de vídeo, de foto e de rádio, além de técnicas de edição de produções audiovisuais para esses alunos.
De acordo com o professor Celestino Perin, coordenador do projeto, as atividades têm o objetivo de promover o desenvolvimento dos alunos. “As atividades visam as relações de comportamento em frente às câmeras de vídeo, criação de roteiros para rádio e televisão. Também busca desenvolver a progressão de capacidades cognitivas, como o raciocínio e o improviso, e o aprimoramento da dicção e da oratória, com a finalidade de colaborar para o desenvolvimento da expressividade”, comenta.
Os bolsistas do Projeto, estudantes dos cursos de Publicidade e Propaganda, Administração, Ciências Contábeis e Jornalismo, também dizem aprender muito. Para Juliana, o projeto possibilita ampliar seus horizontes. “Ter contato com crianças de diferentes realidades de escolas e municípios e ver que elas enfrentam dificuldades, é uma motivação para que a gente também não desista nas nossas primeiras dificuldades, para que a gente siga e corra atrás das nossas vontades, dos nossos sonhos”, salienta.
Assim como Juliana, você também pode transformar o mundo em que você vive. As inscrições para o Vestibular de Inverno da Unijuí 2018 estão abertas até o dia 24 de junho no Portal da Unijuí. Escolha fazer a diferença.
A Hannover Messe International ou Feira Industrial de Hannover, que ocorreu durante os dias 23 e 27 de abril na Alemanha, é o principal evento internacional de tecnologia e transformação da indústria. Nesta edição, a empresa Doled, incubada da Criatec, participou do evento. O proprietário da empresa, João Fernando Weber, esteve na Feira, por meio do Edital Sebrae 01/2016, com o projeto de Luminária LED Microcontroladora para Horticultura/Hidrophonia, aprovado no ano de 2016.
“O objetivo foi buscar novas tecnologias e aplicar dentro da Doled. Buscamos também compreender como os países desenvolvidos estão em relação às indústrias no Brasil e como será a indústria 4.0 daqui para frente, com tudo cada vez mais conectado e a diminuição da mão de obra repetitiva”, explicou João. Este ano, o tema escolhido para nortear as discussões da Feira foi Indústria Integrada – Conectar e Colaborar, com o intuito de promover a interação entre automação e tecnologia de energia, plataformas de tecnologia da informação e inteligência artificial.
Com o objetivo de compartilhar o conhecimento adquirido com a participação, João reuniu-se na última semana com as demais empresas incubadas da Criatec. Na oportunidade, ele citou a importância da conexão entre universidades e empresas, a fim de procurar soluções e promover o fomento da tecnologia local. “A Alemanha é uma grande exportadora de tecnologias e sabemos que são conhecidos por sua qualidade nos produtos. Isso reflete diretamente no que vimos na feira com relação à indústria 4.0”, afirmou.
Levando em consideração a programação da Feira e o futuro das empresas, Weber destacou também alguns pontos positivos. “Apesar de já termos vistos braços robóticos e outras tecnologias em grandes empresas aqui no Brasil, o que se destacou foi o setor de T.I. e internet das coisas dentro da indústria na Alemanha, observa-se pequenas e grandes empresas com sistemas próprios e embarcados, conectados da matéria bruta até o produto final, tudo está ‘endereçado’ desde o cliente, fornecedor, operário, setor, tudo conectado, possibilitando uma análise de produção em tempo real. Isso possibilita uma redução de erros e consequentemente de custos, o que reflete diretamente para o consumidor”, apontou o empresário.
Weber enfatizou, ainda, a importância do setor de T.I. como responsável pela agilidade no desenvolvimento das empresas. “O Brasil possui empresas de alto padrão, mas são poucas, devemos fomentar a tecnologia e diminuir mão de obra repetitiva para dar lugar a mão de obra especializada de ensino superior”, conclui.
Por Daniella Koslowski, estudante de Jornalismo.





Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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