
A Unijuí encerra nesta segunda-feira, dia 29 de novembro, as inscrições para o Vestibular de Verão. Já o Vestibular de Medicina recebe inscrições até o dia 5 de dezembro. Interessados podem acessar a página unijui.edu.br/vestibular e garantir a participação em um dos processos seletivos, que contam com diferenças em sua realização.
No Vestibular de Verão são ofertadas vagas em praticamente todos os cursos de graduação presenciais - com exceção de Medicina, que conta com seleção específica. Dentro dos quatro campi da Universidade são ofertadas 1.300 vagas em Ijuí; 570 vagas em Santa Rosa; 185 em Panambi e, por fim, 50 vagas em Três Passos.
A taxa de inscrição é de R$ 20,00 e o candidato pode optar por uma das três formas de ingresso: a primeira é o aproveitamento da nota de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desde que realizado entre os anos de 2010 e 2020. Também é possível aproveitar a nota de redação de um dos vestibulares da Unijuí, realizado entre os anos de 2005 a 2022.
A terceira e mais tradicional opção é a realização da prova do Vestibular Verão 2022, que consistirá numa redação, a ser realizada de forma online. A diferença é que, neste ano, a realização das provas não será concentrada em um único dia. O candidato pode realizá-la remotamente, de 11 de outubro a 5 de dezembro, em até 2 horas, dentro da plataforma da Universidade.
Quem desejar realizar a prova dentro da estrutura de um dos quatro campi da Unijuí poderá solicitar o agendamento via e-mail, vestibular@unijui.edu.br, até hoje. A Comissão de Vestibular fará a análise da solicitação e informará a procedência do pedido, via e-mail.
O Vestibular de Medicina oferta 40 vagas e o valor da inscrição é de R$ 190,00. Previstas em edital, neste ano são ofertadas duas formas de seleção, por meio do aproveitamento da nota do Enem ou, então, realização da prova presencial no dia 12 de dezembro, no campus da Unijuí em Ijuí, seguindo todas as normas de prevenção à covid-19.
Mais informações podem ser obtidas em unijui.edu.br.

Neste ano, o projeto Plurais está sendo desenvolvido na disciplina de Projeto Integrador “Produção de Conteúdo para Marcas”, ministrada e orientada pela professora Nilse Maldaner. A produção está sendo realizada pelos estudantes de Jornalismo e Publicidade e Propaganda Brenda Berwanger, Evelin Ramos, Gabriel Jaskulski, Mariane dos Santos, Mozara Sandri e Rubian Bottega, sob orientação da professora responsável.
O principal objetivo do projeto é compartilhar histórias para conectar todos aqueles que já vivenciaram momentos semelhantes ou inusitados durante a caminhada acadêmica. “Nosso objetivo com o projeto Plurais é gerar conexão entre a comunidade acadêmica da Unijuí. E em um pós-pandemia em que pudermos finalmente nos reencontrar, nada melhor que isso”, declarou a estudante de Publicidade e Propaganda, Brenda.
O projeto Plurais busca experimentar o papel das histórias na conexão entre as pessoas. Os acadêmicos - no papel de comunicadores - declararam que o principal motivo que os levou a fazer parte do projeto foi a vontade de conhecer e contar histórias. “Eu amo a possibilidade que o projeto nos dá de conhecer histórias diferentes. Acredito que todo mundo tem algo interessante para contar, principalmente nós, acadêmicos, que vivemos experiências diferentes todos os dias”, contou sobre o projeto a estudante de Jornalismo, Evelin Ramos.
Essa proposta de projeto foi iniciada no ano de 2016, por estudantes dos cursos de Comunicação, com a orientação de professores dos cursos. A produção de conteúdo foi direcionada à promoção da diversidade e empatia e publicada em uma página no Facebook. “Foi um trabalho de grande relevância social, que teve continuidade em outros anos, assim como agora, buscando explorar abordagens diferentes”, frisou a professora Nilse. Sobre o objetivo do projeto, a professora declarou: “queremos valorizar as experiências das pessoas e, também, mostrar que cada pessoa é única e através da sua história reconhecer o valor de cada vida, de cada ser humano”.
Neste semestre, foi proposto aos estudantes retomar e dar continuidade ao projeto. Com a ideia de encorajar acadêmicos, professores e funcionários da Unijuí a contarem suas histórias, os alunos estão produzindo materiais de áudio e vídeo. O projeto conta com um perfil no Instagram - @plurais.unijui - em que as histórias são compartilhadas pela turma responsável pelo projeto. Para a divulgação dos materiais, foi necessária a criação de uma identidade visual. “Meu papel desde o surgimento da ideia de trazer o projeto Plurais para o Instagram foi do processo criativo, criação da identidade, criação da vinheta, arrecadar e traduzir histórias”, explicou o acadêmico de Jornalismo, Rubian.
O compartilhamento de histórias é uma forma de aproximar pessoas. “O que me motiva a contar histórias é a aproximação que estamos tendo com os estudantes por meio das histórias que eles contam pra gente”, comentou a estudante de Publicidade e Propaganda, Mariane. Além disso, a importância e a atuação das histórias na conexão entre as pessoas são ressaltadas pelo Plurais. “Não são apenas histórias, são memórias e sentimentos de alguém que aceitou se abrir conosco e compartilhar a sua experiência”, salientou a acadêmica de Publicidade e Propaganda, Mozara Sandri.
O projeto Plurais já conta com algumas histórias publicadas no perfil do Instagram, mas ainda há algumas em processo de edição e produção, e em breve haverá novos posts. Todos os materiais divulgados estão relacionados com o ambiente universitário, promovendo a integração desse público com as histórias contadas. “Se futuramente as pessoas quiserem entender e conhecer mais da vida universitária na Unijuí durante o período de 2020/2021/2022, vão ter à disposição o material que estamos produzindo com muito carinho agora”, conclui o estudante de Jornalismo, Gabriel. Além disso, os estudantes deixam um convite para que a comunidade acadêmica acompanhe e interaja no perfil.
Por Krislaine Baiotto, acadêmica de Jornalismo da Unijuí
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A Unijuí é uma das universidades integrantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) e uma das parceiras do IX Fórum de Gestão e Inovação do Comung. O evento, realizado nos dias 25 e 26 de novembro, contou com programações presenciais realizadas na Universidade de Caxias do Sul (UCS) e diversas atividades online. O Fórum teve como temática central “A universidade comunitária inovadora: fortalecendo o DNA do Ensino Superior”.
Na tarde desta sexta-feira, dia 26, a reitora da Unijuí, professora Cátia Maria Nehring, foi a mediadora do painel “Ambientes de inovação: desenvolvendo negócios e interagindo com a comunidade”. Participaram como painelistas: Artur Gibbon, presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp); Francisco Saboya, presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec); Giovani Feltes, deputado federal; e Pedro Valério - CEO do Instituto Caldeira. O painel foi transmitido na íntegra pelo canal do YouTube do Comung.
Convidado pela mediadora a iniciar o debate, Artur Gibbon argumentou sobre a forte relação entre ambientes de inovação e de ensino. “O combustível da inovação é o conhecimento e o conhecimento, na sua grande maioria, advém das Universidades, dos nossos Trabalhos de Conclusão de Curso, dissertações de Mestrado, teses de Doutorado e também das pesquisas realizadas em laboratórios, em todas as áreas do conhecimento. É muito comum um ambiente de inovação, em especial uma incubadora ou um parque tecnológico, estar atrelado a uma Universidade”, destacou o presidente da Reginp.
Reforçando diversos argumentos importantes colocados pelos painelistas, a professora Cátia apontou para a necessidade de ações para atração e retenção de talentos, além da formação, que é uma competência das universidades. “Dinâmicas e ambientes de inovação passam efetivamente por pessoas. Deve-se definir políticas de longo prazo, apontando e tendo como elementos centrais o capital humano, para desencadear um capital financeiro. Ambientes de inovação são necessários se quisermos entender o desenvolvimento das regiões. E como efetivamente promover? A partir de academia, sociedade, poder público e empresas”, colocou a reitora da Unijuí.
A Unijuí, como uma universidade comunitária, também coloca à disposição da comunidade diversas ações e ambientes ligados à inovação, como a Agência de Inovação Tecnológica (AGIT) e a Criatec, incubadora de novos negócios e que apoia empreendedores.

Uma das iniciativas desenvolvidas pela Unijuí foi apresentada nesta sexta-feira, 26 de novembro, durante a nona edição do Fórum de Gestão e Inovação do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). Realizada de forma online, a feira Pitch Comung reuniu relatos de ações executadas pelas 14 instituições integrantes do Consórcio, que mostram como incluir o empreendedorismo no Ensino Superior.
Coordenador do projeto Cidades Inteligentes, o professor Peterson Cleyton Avi apresentou a maratona realizada no primeiro semestre deste ano, a HackPower: transformando ideias em energia, destinada a estudantes, egressos, startups, empresas de base tecnológica e demais interessados. Realizada pela Unijuí por meio do Projeto Cidades Inteligentes, da Criatec e da Agência de Inovação Tecnológica (Agit); a iniciativa contou com a parceria do Sebrae, a partir do projeto Empreenda Mais; e do governo do Estado, através do Programa Inova RS - Noroeste e Missões.
“O evento foi pensado a partir da crise energética, discutida desde o ano passado, mas que acabou se intensificando neste ano. Tivemos 158 pessoas ativas na plataforma, em 24 equipes, sendo que 16 chegaram à apresentação dos pitchs”, explicou o professor, lembrando que os participantes tiveram que pensar em soluções para o fomento e incentivo à cadeia do biogás; soluções para o pós-venda em relação à energia fotovoltaica; e gerenciamento de demandas das concessionárias: picos de cargas.
Hoje, cinco equipes discutem a implementação das suas soluções, sendo que uma já está em processo de incubação. Para conferir todos os cases apresentados na feira virtual, clique aqui.

Desde o início de 2021, a Unijuí conta com a Graduação Mais, um novo modelo de cursos de graduação que aproxima os acadêmicos de inovações que estão se consolidando no cenário da educação superior, a exemplo dos currículos por competências e módulos, Projetos Integradores e Formação Pessoal e Profissional.
Desde o primeiro semestre, os estudantes são inseridos na realidade de seus municípios, aproximando-se da realidade do mercado de trabalho, por meio dos Projetos Integradores - componentes curriculares onde os estudantes recebem desafios reais, encaminhados pela comunidade, e trabalham em soluções ao longo do semestre.
Entre o primeiro e segundo semestre de 2021, 240 desafios foram cadastrados na plataforma unijui.edu.br/soumais, por empresas, instituições hospitalares, entidades e órgãos públicos de Ijuí e região. Somente no Módulo II, há 70 desafios com projetos, em plena execução, em áreas como saúde, terceira idade, educação, saúde animal, inclusão social, direito social e direito do consumidor.
“Lembrando que também contamos com 188 mentores cadastrados na plataforma, 52 com atuação neste segundo semestre. Os mentores são profissionais com atuação no mercado de trabalho, que se candidatam voluntariamente para orientar os projetos, em parceria com os professores”, explica a vice-reitora de Graduação, professora Fabiana Fachinetto, lembrando que a Graduação Mais, para além dos Projetos Integradores, se destaca pela metodologia utilizada em sala de aula, onde as atitudes dos acadêmicos são trabalhadas em todos os componentes, e principalmente nas disciplinas de Formação Pessoal e Profissional.
“Ao trabalharmos por competências, pensamos no profissional que queremos formar para o mercado de trabalho. Construímos os currículos pensando que os estudantes precisam ser formados a partir de uma tríade: conhecimento, que é o saber científico; aplicabilidade, ou saber fazer aquilo que aprendeu teoricamente; e saber ser. Buscamos trabalhar as atitudes destes futuros profissionais, seja em termos de comunicação, de trabalho em grupo, gerenciamento de conflitos, de ética e responsabilidade, que são valores muito importantes”, explica a professora Fabiana.
Como lembra a vice-reitora, pesquisas mostram que 90% das pessoas são contratadas pelas suas habilidades, pelo saber científico e pelo saber fazer, mas um grande número de desligamentos está associado ao não conseguir trabalhar em grupo e não conseguir ser proativo. “Nossa proposta é bastante robusta porque ela procura abarcar estas três facetas de competências que, com certeza, vão refletir na competência profissional dos nossos estudantes”, frisou a professora.
Até segunda-feira, dia 29 de novembro, é possível se candidatar ao Vestibular de Verão da Unijuí, por meio do endereço unijui.edu.br/vestibular. Na página, é possível conhecer os mais de 30 cursos de graduação presenciais que fazem parte da Graduação Mais.
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Os objetivos que levam um estudante a fazer um intercâmbio são muitos: busca por novas vivências acadêmicas e culturais, aprimoramento de idiomas, experiências profissionais, ampliar o conhecimento em determinada área, entre outros. Vivências acadêmicas no exterior contribuem como um diferencial para o mercado de trabalho, além de uma experiência pessoal que marca um processo evolutivo durante o período da Graduação ou Pós-Graduação.
A Unijuí tem à disposição dos estudantes o Escritório de Relações Internacionais (ERI), que cuida de cada detalhe e auxilia os acadêmicos neste processo. A Universidade possui convênio com mais de 30 instituições do exterior, em 12 países diferentes: Alemanha, Argentina, Áustria, Chile, Colômbia, Espanha, Letônia, Polônia, Portugal, Paraguai, Uruguai e Rússia.
Bruna Carolina Ulsenheimer é egressa do curso de Medicina Veterinária da Unijuí e, em 2019, período em que estava na fase final da Graduação, realizou um intercâmbio de um semestre na Universidade do Porto – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), de Portugal. Durante o período, cursou o Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, em que grande parte das disciplinas estudadas foram do Mestrado e, algumas da Graduação.
“Em todo este período, sempre me senti muito confortável e segura, pois tive todo suporte necessário e apoio da Unijuí, por meio do ERI, principalmente com as questões burocráticas. Busquei uma experiência internacional em que pude construir uma bagagem muito rica em conhecimento e aprendizado. Também tive a oportunidade de conhecer métodos inovadores e novas práticas de diagnóstico e tratamento que estavam sendo pesquisados e desenvolvidos em Portugal. Foi uma experiência fundamental em minha vida, pois pude observar tamanha evolução profissional e também pessoal”, afirma Bruna.
O acadêmico do curso de Letras: Português e Inglês da Unijuí, Airton Cristiano Viebrantz, fez um intercâmbio para Marii Curie-Skłodowskiej (UMCS), em Lublin, na Polônia, no segundo semestre de 2019. “Meu principal objetivo era desenvolver a oralidade em Língua Inglesa. Além disso, vivenciar a Língua Inglesa sendo usada por diferentes falantes não nativos, aprender novas metodologias de ensino e descobrir mais sobre diferentes culturas e costumes. Foi de grande importância vivenciar um ambiente acadêmico com diferentes metodologias e abordagens, em que estudantes intercambistas de todo o mundo compartilhavam seus conhecimentos, vivências e visões de mundo”, destaca Airton.
A egressa do curso de Psicologia da Unijuí Caiane Steurer Schneider, afirma que fazer um intercâmbio traz um olhar cultural diferente da área de ensino, permitindo ao estudante integrar outras metodologias de conhecimento. “Na psicologia, por exemplo, as aulas eram expositivas, mas também fazíamos estudos autônomos e laboratórios de aulas práticas, sendo um complemento diferente e muito rico na minha graduação. Entre tantas experiências, destaco os trabalhos realizados a campo, que me proporcionaram ver e debater a Psicologia dentro da cultura portuguesa e se tornaram um incentivo para que eu buscasse conexões entre estudos realizados também em outros países”, finaliza.
O que você precisa saber sobre intercâmbio
Existem alguns pré-requisitos para que o estudante possa participar de um intercâmbio, veja:
- Ter 20% dos créditos do curso concluídos, algumas instituições exigem 50%;
- Média aritmética de 75 pontos nas disciplinas concluídas;
- Carta de recomendação de um professor que já deu aula para o candidato durante o curso;
- Ser fluente no idioma em que as aulas serão ministradas.
O estudante pode permanecer um ou dois semestres no exterior. Neste período, ele recebe isenção de mensalidade na Unijuí e também na instituição onde realiza o intercâmbio. Deve ser pago somente um crédito, para manter o vínculo institucional, na disciplina de intercâmbio do exterior. O acadêmico também conta com um plano de estudos personalizado, elaborado antes da viagem, de acordo com o seus interesses de aprendizado pessoal e avaliando o que pode ser aproveitado no retorno à Unijuí.
Além de todos os benefícios acadêmicos, muitas Universidades também oferecem oportunidades de estágios não remunerados a intercambistas.
O ERI indica que os estudantes procurem informações com antecedência, para não perder prazos de envio de documentos e matrícula. O fluxo de candidatura é contínuo, ou seja, aceita inscrições durante todo o ano, e as vagas são preenchidas de acordo com a ordem de inscrição.
Para saber mais informações sobre os intercâmbios oferecidos pela Unijuí, entre em contato com o Escritório de Relações Internacionais, pelo WhatsApp (55) 9 8146-1888 ou pelo e-mail eri@unijui.edu.br.
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Visando a preparação dos docentes que atuarão na Graduação Mais no primeiro semestre de 2022, acontecerá no dia 1º de dezembro, às 13h45, o lançamento da formação para professores dos Módulos 1 e 3. O evento acontecerá de forma presencial, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, e é organizado pelo Núcleo de Inovação Pedagógica (NIP) e Vice-Reitoria de Graduação. Para o evento são esperadas mais de 150 pessoas, entre professores, técnicos-administrativos, tutores e técnicos do NIP.
Durante a tarde serão lançadas duas formações que pertencem à implementação da nova Graduação: “As transformações no contexto da formação superior e o currículo por competência” e “Planejamento Reverso”. As capacitações acontecerão a distância, a cargo dos professores do NIP, Ester Eliana Hauser, Isabel Koltermann Battisti e Luciano Zamberlan, e da coordenadora Mariane Denise Martins.
Conforme explica a coordenadora do NIP, Mariane Martins, estas formações são imprescindíveis para atuação dos professores na Graduação Mais. “Hoje, o grande desafio é implementar este currículo. É necessário que o professor mude sua prática, sendo coerente com o novo projeto de curso. Para isso ele precisa compreender qual é a concepção de competência que a Unijuí adotou para, então, construir um planejamento. Assim o Planejamento Reverso é apresentado como um referencial conceitual que ajuda o professor a pensar o seu planejamento em sala de aula, visando o desenvolvimento de competências dos estudantes”, explica.
Para realizar estas formações, o Núcleo trabalhou intensamente, estudando e visitando universidades comunitárias, buscando construir um planejamento baseado nos desafios institucionais, como a implementação da Graduação Mais. Neste planejamento, a formação foi dividida em dois grandes Grupos: Formação Geral e Formação Específica, que se subdividem em Formação para Iniciantes; Formação para disciplinas EaD e Ferramentas para a educação; Implementação da nova graduação; Metodologias e estratégias de aprendizagem ativa; e Grupo de estudos dos coordenadores.
Por Susan Pereira, estagiária da Assessoria de Marketing da Unijuí
Evento ocorre nesta quinta e sexta-feira, de forma híbrida

Presidente do Comung e reitor da UCS, Evaldo Antonio Kuiava, durante a abertura. Fotos: Claudia Velho
Teve início nesta quinta-feira, 25 de novembro, o 9º Fórum de Gestão e Inovação do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). O evento, que segue até esta sexta-feira, 26, acontece de forma híbrida, com atividades online e também na sede da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Pela Unijuí, participam de forma presencial a reitora, professora Cátia Maria Nehring; a vice-reitora de Graduação, Fabiana Fachinetto; o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaime González; e o vice-reitor de Administração, Dieter Siedenberg.
Com o tema “A universidade comunitária inovadora: fortalecendo o DNA do Ensino Superior”, o Fórum busca socializar experiências nacionais e internacionais que envolvam as novas tecnologias educacionais, a formação empreendedora, as adaptações no período de pandemia e a relação das Instituições de Ensino Superior Comunitárias (ICES) com a sociedade e a inovação. O evento também procura disseminar a cultura da inovação e empreendedorismo com base em alianças estratégicas.
Nesta quinta-feira, o Fórum contou com uma reunião entre reitores e com o lançamento do Startup Plus University, antecedendo a abertura oficial do evento. Em sua fala, o presidente do Comung e reitor da UCS, Evaldo Antonio Kuiava, destacou que o Comung está celebrando 25 anos de trajetória, marcada pela construção de uma cultura de inovação e de desenvolvimento nas comunidades. “Diante da comoditização do Ensino Superior, mantemos nosso compromisso com a qualidade e com a excelência, através da produção do conhecimento que colocamos à disposição da sociedade”, completou, lembrando que o Comung quer, cada vez mais, conectar todos os atores - setor produtivo, empresas, governos e sociedade civil ao conhecimento que é produzido nas universidades.
A palestra da noite ficou a cargo o sociólogo e doutor em Economia, professor Luiz Roberto Liza Curi, que falou sobre os “Desafios e oportunidades da Educação Superior no Brasil”. “Mais do que falar sobre as oportunidades, meu objetivo é falar sobre as relevâncias e irrelevâncias que marcaram a trajetória da Educação Superior no Brasil. Sendo que muitas destas relevâncias foram construídas a partir de um procedimento, de um estímulo feito pela universidade à sociedade, para que ela enfrentasse os problemas conjunturais e participasse do processo de resolução." Ele completa que a universidade é uma entidade mobilizadora da sociedade, e não apenas "ofertadora" de cursos. "São fortalezas da sociedade brasileira", disse.

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Neste ano, a campanha Novembro Azul, dedicada à conscientização sobre o câncer de próstata, completa 10 anos. A iniciativa tornou-se uma importante ferramenta em busca da sensibilização dos homens para uma doença que teve uma estimativa de novos casos acima de 65 mil em 2020, e que matou 16 mil em 2019, apenas no Brasil.
Para debater o tema “Novembro Azul: desmistificando preconceitos sobre a saúde do homem”, o Rizoma Temático desta quinta-feira, 25 de novembro, teve como convidados o médico urologista do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) de Ijuí, Leonardo Bandeira; a médica oncologista do Hospital Unimed Noroeste/RS, Letícia Castro; e a neuropsicóloga do Centro Especializado em Reabilitação Física, Intelectual e Visual, CER III - Unir da Unijuí, Tainara Mello.
Conforme explicou a médica Letícia Castro, os homens morrem mais cedo e morrem mais por câncer, em comparação às mulheres. E esse fato está relacionado à falta de cuidados com a saúde. “Os homens procuram menos auxílio médico e acessam menos as unidades de saúde. Eles associam muito o ambiente de saúde a um ambiente feminilizado. Eles também não sabem quem procurar: as mulheres, desde cedo, têm como referência o ginecologista, e os homens não. Somado a isso, eles têm uma rotina de trabalho que acaba não sendo compatível com as unidades de saúde”, comentou a médica, lembrando que toda essa série de fatores faz com que diagnósticos de câncer de próstata, por exemplo, ocorram tardiamente.
Segundo a neuropsicóloga Tainara Mello, o senso de onipotência, de agente que precisa manter a família, que não pode demonstrar fragilidade, faz com que muitos homens não procurem ajuda médica com regularidade. “Infelizmente, todo ser humano acaba se preocupando com a saúde quando ela acaba. Tudo bem que existam piadas em torno do toque retal, mas isso não pode ser um limitador para que os homens cuidem da sua saúde", comenta a profissional, ao se referir ao exame realizado para analisar possíveis alterações na próstata, que podem ser indicativos de câncer.
Médico urologista, Leonardo Bandeira destacou que o cenário, aos poucos, está melhorando na região, e que utiliza o bom humor para tranquilizar seus pacientes. “O toque retal é um exame físico como qualquer outro. Depois que o homem realiza, percebe que aquilo que pensava não passava de fantasia, de preconceito”, completou.
Para conferir o programa na íntegra, acesse:

Na terça-feira, 23 de novembro, foi finalizada a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica - Same. A Unijuí foi escolhida pelos municípios de Ijuí, Bozano, Coronel Barros e Nova Ramada para executar, aplicar e compilar os dados da avaliação que traçará um raio-x da educação nas redes municipais durante o período de pandemia: 2020 e 2021. O trabalho acontece por meio da Agência de Inovação Tecnológica (Agit) e do Escritório de Relações Universidade-Comunidade.
“Essa é uma avaliação diagnóstica, censitária, que envolve todos os alunos da rede municipal destes quatro municípios, desde o 2º até o 9º Ano do Ensino Fundamental. Aplicamos testes padronizados, nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, com o principal objetivo de avaliar e apontar elementos para o enfrentamento do processo pandêmico nos próximos anos”, explicou a reitora da Unijuí, professora Cátia Maria Nehring, lembrando que professores da Universidade, com experiência na Educação Básica e nestas áreas do conhecimento, estiveram à frente da organização da prova, elaborada a partir de matrizes conhecidas e validadas, como a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que estão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Para além da prova, também foi aplicado um questionário socioeconômico aos mais de 4 mil estudantes que participaram da avaliação. “Com o retorno deste material à Universidade, nossos professores farão a análise, questão por questão, para que seja possível traçar um panorama de como foi a aprendizagem neste período. Este será um instrumento importante para os gestores municipais, para os diretores e, principalmente, para os professores, que terão informações sobre como os estudantes vão chegar em determinada série em 2022”, reforçou a reitora, lembrando que os primeiros resultados devem ser entregues no mês de fevereiro.
No dia 17 de novembro, a avaliação foi aplicada no município de Bozano, na Escola Municipal Fundamental Pedro Costa Beber. “Na rede municipal de Bozano a aplicação foi bastante tranquila, apesar de as turmas estarem ansiosas. Estamos vivendo tempos difíceis, a educação tem sofrido muito e essa avaliação vai nos auxiliar no planejamento das ações dos próximos anos”, destacou a secretária de Educação, Cultura, Desporto e Turismo de Bozano, Mônica Ceccato Tonel.
Também no dia 17, as provas foram aplicadas em Nova Ramada, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Pedro I. Esse diagnóstico trará subsídios para o planejamento da Educação Básica nos próximos anos, conforme explicou o prefeito, Marcus Bandeira. “Conversamos com pais, alunos e professores e destacamos a importância de participar desta avaliação. Queremos informações sobre como estão nossos estudantes, turmas, e toda a nossa rede, para podermos corrigir os prejuízos destes 20 meses de pandemia”, apontou.
Já no dia 18 de novembro, a aplicação aconteceu em Coronel Barros, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Miguel Burnier, onde ocorreram poucas faltas. “Os alunos estavam entusiasmados para serem avaliados. Os resultados desta prova vão ser balizadores do planejamento da educação municipal. É importante que tenhamos dados científicos para saber o que teremos que priorizar no âmbito da educação. Precisamos de políticas públicas sérias. Temos um novo professor, um novo aluno e uma nova realidade na escola”, apontou o secretário de Educação de Coronel Barros, Odilar de Vargas.
Fechando o ciclo, foram aplicadas nesta terça-feira, 23, em Ijuí, os últimos questionários do Same. Segundo o secretário de Educação, Cláudio de Souza, o Dia D, como foi chamado, será muito importante para que o município tenha uma radiografia destes dois anos de pandemia e quais as principais deficiências existentes. “Nos preparamos para esta data, para esta avaliação, e tivemos uma participação massiva dos estudantes. Teremos, com esta prova, a possibilidade de avaliar as habilidades dos nossos alunos, nestas duas áreas: Língua Portuguesa e Matemática, traçando as melhores estratégias para corrigir possíveis falhas a partir do próximo ano”, comentou.
Em Ijuí, as provas foram aplicadas nas Escolas Anita Garibaldi, Davi Canabarro, Ruy Ramos, Estado do Amazonas, Joaquim Nabuco, 15 de Novembro, Thomé de Souza, Soares de Barros, Dona Leopoldina, Deolinda Barufaldi, Eugênio Ernesto Storch, João Goulart, Joaquim Porto Villanova e Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil (Imeab).
O Same atende à Resolução nº 6 do Conselho Nacional de Educação, que trouxe a orientação para que as redes municipal, estadual e federal de ensino realizassem avaliações diagnósticas para medir a aprendizagem nestes dois anos de pandemia.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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