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Coronavirus

Coronavírus: os impactos e transformações na educação

          

Desde o mês de março, quando decretadas diversas medidas de isolamento social como principal e imediata ação de enfrentamento ao Coronavírus, o setor educacional, público ou privado, teve que se adaptar. Sem aulas presenciais, foi necessário buscar alternativas para garantir que o conhecimento chegasse aos estudantes. O cenário não é igual para todos, bem sabemos. Dificuldades de acesso à tecnologia e a internet são alguns dos empecilhos que dificultam o aprendizado neste momento. Por outro lado, instituições como a Unijuí conseguiram rapidamente se adaptar, oferecendo aulas online em plataformas como as do Google e o semestre está se encaminhado ao final já.

No Rizoma temático desta semana vamos discutir “Os impactos e transformações causados pela pandemia na educação”. O que mudou e vai continuar mudando? Como professores e estudantes se adaptam e encaram este cenário? quais os desafios, virtudes e problemas neste contexto educacional? Como as famílias estão encarando esse momento? São as perguntas que nortearam este debate!

Os convidados desta edição foram Fabiana Fachinetto, Vice-Reitora de Graduação da Unijuí, e Ronaldo Mota, Titular da Academia Brasileira de Educação, consultor, escritor e conferencista nas áreas de Novas Tecnologias e Metodologias Inovadoras em Educação. Também foram reproduzidos alguns depoimentos de quem está diretamente implicado neste contexto, como a Laís Padoin, egressa de Matemática da Unijuí, formada em março e que assumiu suas primeiras turmas já com a situação do isolamento social.

Confira o Programa na íntegra:

       

 

 

 


Quarta etapa de pesquisa aponta estabilidade no total de infectados por coronavírus no RS

             

Fonte: Governo do Estado.

A pesquisa de prevalência da Covid-19 na população gaúcha mostra que o Rio Grande do Sul vem alcançando bons resultados no enfrentamento da pandemia. Os números da quarta etapa do estudo, divulgados nesta quarta-feira (27/5) pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em transmissão ao vivo nas redes sociais, apontam para uma estabilidade no número de pessoas que já foram infectadas pelo novo coronavírus.

“Observamos que a estabilidade apurada pela pesquisa também está nas internações hospitalares. No dia 9 de maio, tínhamos 220 pacientes internados suspeitos ou confirmados para Covid. Ontem, 26 de maio, eram 225. Ou seja, do inicio do mês pra cá, temos praticamente o mesmo numero de pacientes internados. O que confirma o resultado da pesquisa: uma efetiva estabilidade no quadro de contágio no RS”, destacou o governador Eduardo Leite.

Pelos testes aplicados nesta fase, estima-se que seriam 20.226 pessoas já com os anticorpos, o que representa 0,18% da população. Na rodada anterior, as projeções eram de 24.860 pessoas infectadas pelo vírus (0,22% da população).

Conforme o reitor da UFPel e coordenador da pesquisa, Pedro Hallal, a diferença é estatisticamente baixa, indicando estabilidade no contágio do vírus, e está dentro da margem de erro – que indica que o RS pode ter de 8.736 a 39.819 pessoas com anticorpos.

“Não existe a possibilidade de diminuir o percentual de pessoas com anticorpos, o que acontece é que, como estamos lidando com números pequenos, a margem de erro da pesquisa explica essa diferença. Se fosse um problema com a metodologia ou com os testes, não teríamos encontrado os resultados que encontramos no Acre, em São Paulo e em outros lugares do país para onde estamos levando a pesquisa. O que acontece no RS é que a prevalência é tão baixa que pode haver essa variação dentro da margem de erro”, explicou Hallal.

Nesta etapa, concluída na segunda-feira (25/5), novamente foram aplicados 4.500 testes rápidos nas nove cidades escolhidas pelo estudo. Foram oito pessoas que testaram positivo, metade delas em Passo Fundo. O município repete os quatro positivados da etapa anterior e vem apresentando números de casos e mortes elevados nas estatísticas oficiais.

Uruguaiana registrou dois casos positivos e os demais foram em Porto Alegre (1) e Pelotas (1). Nas outras cidades – Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Canoas e Ijuí –, não houve registro de casos positivos. Os nove municípios representam 31% da população do RS. Na terceira etapa, realizada há 15 dias, o estudo identificou 10 testes com resultado positivo.

Os novos dados do estudo de Epidemiologia da Covid-19 no RS (Epicovid19) estimam que haja um infectado a cada 562 gaúchos – na testagem anterior, havia um caso positivo a cada 454 pessoas; na segunda, um a cada 769 e na rodada inicial, um a cada 2 mil.

         

Devido à projeção de que o RS apresenta três vezes mais casos de coronavírus do que o total de notificados, a quarta fase da pesquisa também aponta que teríamos 1.778 infectados reais para cada grupo de 1 milhão de habitantes do RS.

“Os dados desta quarta fase indicam que não há um avanço descontrolado da pandemia no Rio Grande do Sul. Ao contrário, confirmam os resultados das fases anteriores, de que a proporção da população gaúcha já exposta ao vírus é baixo. Mas é importante que a população entenda que esse é um resultado positivo e que indica que estamos tomando decisões corretas no RS, mas não devemos pensar que a epidemia terminou aqui. Precisamos seguir tomando todas as medidas de prevenção”, afirmou Hallal.

Durante a transmissão, o governador e o reitor anunciaram que, concluídas essas quatro etapas inicialmente previstas pela Epicovid19, serão realizadas quatro novas rodadas de testagem – de 13 a 15 junho, de 4 a 6 de julho, de 25 a 27 de julho e de 15 a 17 de agosto. Com previsão de 4,5 mil testes em cada fase, a pesquisa deve atingir um total de 36 mil pessoas nas nove regiões do Estado.

            

Letalidade

A quarta etapa do estudo indica que o grau de letalidade estaria em 3% na relação com os casos confirmados (197/6.559 no dia 26 de maio). Isso significa que, a cada cem pessoas que contraírem o vírus, três morreriam por conta da Covid-19. Na etapa anterior, considerando o número de óbitos diante dos casos notificados, a letalidade estaria em 4% segundo o estudo.

Com base no total de casos estimados no trabalho coordenado pela UFPel, esse percentual tem um comportamento inverso. Considerando as estimativas de 20.226 pessoas já infectadas, o grau de letalidade estaria em 0,97%.

Quando o cálculo leva em consideração o total de casos estimado pela pesquisa de prevalência de duas semanas atrás, (24.860) e o número de óbitos confirmados na oportunidade (105), a estimativa de letalidade estaria em 0,42%.

No resultado apurado na segunda fase de testes, a letalidade era menor: 3,6% levando em conta apenas casos confirmados e de 0,33% quando considerada a estimativa de infectados apontada pela pesquisa na ocasião.

Sintomas mais comuns

Pela segunda vez, pesquisa Epicovid19 divulgou resultados sobre os sintomas mais relatados pelas pessoas que foram confirmadas com anticorpos nas quatro fases. Considerando os casos positivos em todas as fases, agora a tosse é o sintoma mais relatado (presente em 23,1% dos casos), seguido de doar de garganta e diarreia (15,4%). Há 15 dias, os pontos principais pontos de alerta eram dor de garganta (22%), seguido por tosse, diarreia e alterações de olfato/paladar (17%).

Galeria de imagens da aplicação da pesquisa em Ijuí.

A pesquisa

O Epicovid19 é coordenado pelo governo do Rio Grande do Sul e pela UFPel, mobilizando uma rede de 12 universidades federais e privadas: Imed Passo Fundo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade de Passo Fundo (UPF), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas) e Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí).

O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.

Clique aqui e acesse a quarta fase do Epicovid19.


Programa de Residência em Saúde da Família realiza ações de enfrentamento à Covid-19

              

Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, uma parceria entre a Unijuí e a Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (Fumssar), tem como finalidade preparar profissionais para atuarem na área de Atenção Básica e Saúde da Família, orientados pelos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da realidade de cada região. Tendo isso em vista que os 22 residentes que integram o curso de Pós-Graduação estão atuando ativamente na linha de frente do combate à Covid-19. Os profissionais realizam ações em seis unidades de saúde do município de Santa Rosa, além de desenvolverem reflexões e produções teóricas sobre o contexto da pandemia.

A professora de Psicologia e tutora da residência, Simoni Antunes, destaca que as atividades possuem como objetivo o protagonismo dos residentes em ações que promovam a saúde coletivamente. “Queremos incentivar intervenções que façam a diferença na singularidade da vida de cada usuário assistido pelo SUS em nosso município”. 

Conheça algumas das atividades realizadas:

Trabalho nas unidades de saúde

Os residentes desenvolvem ações de educação em saúde no acolhimento clínico às demandas que chegam nas unidades de saúde do município, priorizando grupos de risco, gestantes e atendimentos de urgência e emergência. A professora Simoni afirma que o papel desses profissionais nas equipes de saúde e na produção de conhecimento é fundamental, especialmente nesse momento crítico: “as propostas em educação em saúde têm sido implementadas nas consultas que todos, em suas diferentes áreas, seguem realizando à população assistida pelo SUS”. Além disso, os integrantes do Programa de Residência realizam a confecção de materiais informativos aos usuários, para fixação nos serviços de saúde e veiculação em plataformas digitais (InstagramFacebook). 

Participação nas aulas online

Além da prática com o atendimento à comunidade, os residentes estão envolvidos em processos de reflexão teórica nas aulas online, buscando sobre protocolos de segurança e informações que possam interferir nas relações de trabalho de forma ativa e responsável, discutindo sobre o manejo correto de pacientes respiratórios, atualizando-se sobre pesquisas que tratam da Covid-19, pensando elementos para compreender a saúde mental em tempos de pandemia, além de questões sobre autocuidado e cuidado com o outro. “Também integramos, em diferentes momentos, as aulas online de alguns cursos da Unijuí, como Educação Física e Psicologia, realizando trocas entre os programas de Pós-Graduação e Graduação”, relata o cirurgião-dentista e residente do programa, Maique Rodrigues Vieira.

Teleatendimento Covid-19

Um grupo de residentes está atuando junto ao serviço de teleatendimento à população santa-rosense e da região, para casos relacionados ao coronavírus. O serviço é mais um mecanismo para esclarecer as dúvidas da comunidade e evitar que pessoas com sintomas de Covid-19 precisem se deslocar para receber informações. A iniciativa é uma parceria entre a Fumssar e a Unijuí, lançada em abril, e conta com o apoio de profissionais de diferentes áreas da Saúde, entre eles médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e profissionais de Educação Física.

Ações solidárias e campanha de vacinação

O envolvimento em ações solidárias, como a produção de máscaras para serem distribuídas à população também compõe o trabalho dos residentes dentro das equipes neste momento. Nos próximos dias, a ideia é colocar em prática o projeto “Doações que movem”, que consiste na confecção e doação de máscaras de tecido à comunidade, visto a obrigatoriedade dessa proteção no município. Além disso, a professora Simoni salienta a organização e participação dos residentes na Campanha de Vacinação contra a Influenza 2020, que neste ano foi antecipada para auxiliar as equipes na identificação de casos de Covid-19, tendo em vista que as doenças possuem sintomas semelhantes.

Auxílio aos profissionais da Saúde

O residente do Programa, Maique Rodrigues, destaca que o cuidado com os colegas, profissionais da Saúde que atuam no SUS, também vem se desenvolvendo de maneira efetiva. “Realizamos com eles Práticas Alternativas de Saúde para auxiliar no enfrentamento das tensões diárias que este momento gera, como aplicação de exercícios de relaxamento, meditação e respiração, auriculoterapia, digitopuntura, travesseiros terapêuticos com ervas medicinais, recorrendo a opções não medicamentosas para o enfrentamento da pandemia, atentando também para a saúde mental dos trabalhadores em saúde e oferecendo apoio”, relata.

 


O QUE MARCAS E EMPRESAS PODEM FAZER EM MEIO À PANDEMIA?

Nilse M. Maldaner - Profa. Curso de Comunicação - Publicidade

A pandemia veio como uma avalanche que tirou a todos da rotina. Mexeu com as pessoas, empresas e marcas, enfim mexeu com a humanidade em todos lugares do planeta. É um momento de grande transformação, que está colocando em cheque muitas ideias e convicções, comportamentos e ações.

E aí somos provocados a pensar sobre o que realmente é relevante e sobre o que podemos fazer? O que as marcas e as empresas podem fazer? Em primeiro lugar, precisamos ter presente que empresas e marcas são feitas por pessoas para pessoas. Na prática, isso significa que temos que pensar em todos os envolvidos, em como podemos nos apoiar e agir colaborativamente. Isso exige mudança, pois estamos habituados a ser individualistas, a querer salvar o “nosso” emprego, a olhar os concorrentes como oponentes e o nosso público como consumidores apenas. Sabemos que Kotler, ao escrever sobre o marketing 3.0, afirmou que o marketing deveria colocar o ser humano no centro do seu fazer, um ser humano pleno, com mente, coração e espírito. Uma pergunta que ele já apontava, hoje é fundamental: Se sua empresa e/ou marca deixar de existir, que falta ela fará ao mundo?

Ao refletirmos sobre essa questão, estamos pensando no propósito da marca, por quê fazemos o que fazemos. Ao mesmo tempo, não podemos paralisar, é preciso agir. O que podemos fazer agora? O momento tem sido de grandes aprendizados, entre eles, muitos têm vindo das inúmeras lives que estão acontecendo com empreendedores que compartilham ações e ideias que estão sendo colocadas em prática. Uma delas que ouvi foi no programa da Startse, onde se falou da necessidade de se refundar o seu negócio, rever seu modelo, pois não voltaremos a ser os mesmos depois dessa pandemia. Assim, mais do nunca, marcas, negócios e comunicação devem estar alinhados.   

As marcas ainda precisam vender, porém não é possível querer vender como antes, comunicar como antes. Elas devem criar novas soluções, entregar valor e relevância. Um exemplo local, foi a Rádio Unijuí FM que abriu espaço gratuitamente para comunicar serviços de atendimento online e delivery de empresas. Uma empresa que entendeu bem esse momento, foi a Pizzaria Sabor da Serra, que além de entregar seu produto, também se oferece para buscar ou levar produtos para idosos e outras pessoas do grupo de risco. Sensibilidade e relevância, muitos pontos e admiração por essa marca e empresa.

O mercado está sofrendo, contudo esse momento vai passar e como em outras crises já vividas, muitas oportunidades surgirão. Esteja atento ao que as pessoas necessitam e valorizam, é hora de ouvir os outros, aprender e se reinventar. O que eu posso fazer através da minha pessoa, marca/comunicação e empresa por um mundo melhor?


Aplicação de testes rápidos da EPICOVID-19 chega ao fim e resultados serão conhecidos na quarta-feira

Os resultados oficiais serão divulgados pelo Governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas. A Unijuí reforça que não comunica ou comenta casos específicos antes deste anúncio oficial.

              

No fim de semana que passou foi realizada a quarta e última etapa da Pesquisa que está mapeando o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul, denominado EPICOVID-19. Em Ijuí, novamente uma equipe de pesquisa, coordenada pela Unijuí, realizou 500 visitas em domicílios da cidade para a aplicação de testes rápidos e questionário de saúde. Ao todo, foram aplicados 2 mil testes em Ijuí, divididos em quatro rodadas do estudo.

Encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o objetivo foi estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele ocorreu em quatro etapas e testou 18 mil pessoas em todo o RS no total.

A estudante do curso de Biomedicina da Unijuí, Laura Portela, foi uma das voluntárias que aplicou os testes na população. “Foi um momento único, embora seja um tema delicado. Marcou muito cada um que foi a campo. Foi muito importante fazer este trabalho para a população. Acho que contribuiu muito para a minha formação na área da saúde também”, avalia.

Para o estudante Alexander Rodrigues de Souza, que cursa Enfermagem, também voluntário, “a pesquisa fez o levantamento de muitas informações importantes para tomar as medidas de combate ao Coronavírus. Foi uma experiência única e bem marcante, pois participar de uma pesquisa deste porte exige muito empenho. Este estudo mostrou a importância da pesquisa na saúde e dos profissionais das diversas áreas”, complementa.

Os professores envolvidos neste estudo pela Unijuí são: Evelise Berlezi, coordenadora, Matias Frizzo, Lígia Franz, Thiago Heck, vinculados ao Mestrado em Atenção Integral à Saúde e Carlos François, do curso de Medicina.

Saiba Mais

Além da UFPel, a pesquisa mobilizou uma rede de 12 universidades federais e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade de Caxias do Sul (UCS), Imed Passo Fundo, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas).

O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e tem o apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.