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Vanessa Andreatta de Quadros estava no Ensino Médio quando começou a se interessar pela área de Ciências Biológicas, curso que acabou seguindo anos depois, na Unijuí. Ela conta que ingressou na graduação em 2007 e que, desde então, o encanto pela área só aumentou. “O único problema que tive foi escolher qual disciplina eu mais me identificava para continuar os estudos”, relatou.
Embora gostasse das áreas de Genética e Bioquímica, foi pela última que Vanessa acabou optando. “Eu não queria sair muito longe para cursar Genética, então isso também me ajudou a escolher a Bioquímica.” Formou-se em licenciatura e bacharelado em Ciências Biológicas em 2013 e, no mesmo ano, enviou e-mail para a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), demonstrando interesse pelo curso de Mestrado em Bioquímica Toxicológica. “Entrei em contato com um professor e acabei ingressando como estagiária, para treinar e obter pontos no currículo, uma vez que, para passar na seleção, teria que ter uma pontuação mínima. Durante um ano e meio atuei como estagiária, num projeto com roedores. Mas ainda não era o que eu queria. Foi então que pedi orientação para um professor novo, que havia acabado de entrar na Instituição e que trabalhava com peixes. Conheci, aí, o peixe-zebra, e por ele me apaixonei”, brinca a jovem.
Hoje, depois de estar formada no Doutorado, Vanessa administra cursos com o modelo peixe-zebra, mostrando o que esse modelo pode trazer de novo e como pode ser extremamente importante para a vida na pesquisa acadêmica. “Importante destacar que, já na graduação, eu tentei me encontrar, ao ser estagiária voluntária em diversos laboratórios. Acreditava que aprender um pouco sobre cada coisa iria ampliar meus conhecimentos e, principalmente, indicar qual área que eu seguiria no futuro”, destaca.
Depois de ter passado pela graduação na Unijuí, pelo mestrado e doutorado, Vanessa deseja repassar todo o conhecimento que adquiriu. “Quero poder aprender mais e aplicar a pesquisa com o peixe-zebra em alguma Universidade. Quero poder levar a pesquisa para o laboratório, implementar seminários e fazer o que mais amo na vida, que é lecionar. Entrar em uma sala de aula sempre foi meu sonho e poder entregar o conhecimento para os alunos é meu maior objetivo de vida”, finalizou.
Para quem deseja cursar Ciências Biológicas na Unijuí, há vagas disponíveis por meio do Vestibular Contínuo, com inscrições abertas até o dia 26 de janeiro. Mais informações neste link.

O Núcleo de Inovação Pedagógica (NIP) é mais uma das novidades da Unijuí para este ano. Vinculado à Coordenadoria de Gestão Acadêmica, este núcleo será responsável por fazer o elo entre os setores de apoio pedagógico ao professor, de acompanhamento e acessibilidade ao estudante e, ainda, da educação a distância à tecnologia.
O NIP agora incorpora toda a discussão institucional de apoio ao professor, envolvendo inovação pedagógica e incorporação de tecnologias no processo de ensino-aprendizagem; apoio aos estudantes relacionando as suas dificuldades; além de também abranger as políticas institucionais de internacionalização, línguas e Ensino a Distância (EaD).
Três setores estão sob a responsabilidade do NIP: o primeiro, Setor de Apoio Pedagógico Institucional (SAPI), tem como objetivo dar suporte aos professores e realizar as formações institucionais.
Já o segundo, Setor de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (SAAI), visa desenvolver ações para a inclusão e acessibilidade dos diferentes sujeitos que constituem o espaço institucional, com o intuito de elaborar e articular práticas capazes de promover a interação no Ensino Superior.
Por fim, o Setor de Educação a Distância e Tecnologias (SEADT), que tem como propósito garantir a qualidade no Ensino a Distância, por meio do suporte pedagógico e tecnológico às disciplinas da modalidade na graduação e na pós-graduação.
Conheça outros dois setores já apresentados:
- Central de Atendimento ao Estudante (CAE)
- Central de Atendimento ao Funcionário (CAF)

A Unijuí construiu, ao longo da sua história, uma sólida experiência de extensão universitária. Na área da agricultura, realiza ações continuadas, tendo como preocupação central o desenvolvimento rural sustentável.
Um dos destaques deste setor é o Projeto de Extensão Melhoria na Eficiência Leiteira, vinculado ao curso de Agronomia, que tem como objetivo auxiliar os produtores da microrregião de Ijuí que possuem dificuldades de reprodução social no campo. Coordenado pelo professor de Agronomia, Nilvo Basso, o projeto conta com a participação de técnicos, bolsistas e professores.
“Mesmo com condições propícias para o desenvolvimento da pecuária de leite, a região Noroeste do Estado ainda enfrenta algumas dificuldades nas unidades de produção para atender aos padrões de sanidade e qualidade do leite, estabelecidos pelo setor. Por isso, muitos produtores carecem de assistência técnica”, explicou o docente.
Segundo o coordenador, o público-alvo do projeto são os produtores em vulnerabilidade social. “Auxiliamos os produtores que precisam de formação e acompanhamento na produção leiteira, dissociada do vínculo comercial, buscando gerar estratégias e métodos de intervenção de forma presencial e online. Também prestamos assessoramento técnico e gerencial aos produtores, articulando professores, técnicos e estudantes”, reforça Nilvo.
Saiba mais sobre o projeto neste link.
Por Evelin Ramos, bolsista de Popularização da Ciência da Unijuí
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O Ministério da Saúde ganhou fortes aliados na campanha de vacinação contra a covid-19. O Programa Nacional de Imunização (PNI), que deve começar ainda este mês, terá o apoio do segmento da Educação Superior em todo o País. Universidades federais, comunitárias, particulares, estaduais e municipais se uniram e colocaram as estruturas dos campi à disposição do Governo Federal com a finalidade de ampliar a atuação dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) na vacinação da população – entre as instituições, está a Unijuí.
Essa iniciativa, que prevê inclusive cessão de parte de suas estruturas físicas, equipamentos e, em alguns casos, até recursos humanos, visa dar maior potência ao SUS na tarefa de imunizar o maior número de pessoas em menor tempo possível. “Nós temos uma rede de hospitais universitários, de ensino, filantrópicos e particulares, com profissionais habilitados aos processos pedagógicos das variadas campanhas de imunização nacional e que podem ampliar o potencial de atendimento disponível no SUS”, disse o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Waldemiro Gremski, em ofício enviado ao Ministro da Saúde, ao Ministro da Educação, ao presidente do Conselho Nacional de Saúde, ao Presidente do Fórum de Secretários Estaduais de Saúde e ao presidente do Fórum de Secretários Municipais de Saúde. “Algumas instituições educacionais já possuem projetos, em parceria com gestores de saúde municipais, estaduais e do Distrito Federal, junto às Unidades Básicas de Saúde – UBS", diz outro trecho do ofício.
Esta iniciativa é uma articulação do Fórum de Presidentes do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), que é formado por diversas associações, como o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), da qual faz parte da diretoria a reitora da Unijuí, Cátia Maria Nehring.
Até o momento, mais de 152 instituições já aderiram à iniciativa do Fórum de Presidentes do Crub, em apoio ao SUS e aos gestores de Saúde.
Confira algumas instituições gaúchas que já aderiram à campanha:
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ)
Centro Tecnológico Frederico Jorge Logemann (CFJL)
Faculdade Dom Bosco Porto Alegre
Faculdade Horizontina (FAHOR) Faculdades Integradas Machado de Assis (FEMA)
Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS)
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Universidade Católica de Pelotas (UCPEL)
Universidade de Caxias do Sul (UCS) Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ)
Universidade de Novo Hamburgo (FEEVALE) Universidade de Passo Fundo (UPF)
Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC)
Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
Universidade Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Foto ilustrativa

É com muito pesar que a Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) informa o falecimento do professor Danilo Lazzarotto (1933-2021), ex-professor da Universidade e ex-chefe do Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP). Internado desde o dia 26 de dezembro no Hospital Unimed Noroeste/RS, Lazzarotto faleceu nesta sexta-feira, dia 15 de janeiro, em decorrência da covid-19.
Natural de Veranópolis, onde moravam seus pais, Ambrósio e Erondina, Danilo Lazzarotto mudou-se para Ijuí quando ainda era frei capuchinho – ele deixou a Ordem dos Freis aos 42 anos de idade. Ele deixa a esposa, Maria Ivone Lazzarotto, ex-professora da Unijuí, e três filhas, todas graduadas pela Universidade: Flávia, formada em Direito, Raquel e Daniele, graduadas em Publicidade e Propaganda.
Elo com a educação e a Fidene/Unijuí
Danilo Lazzarotto era licenciado e bacharel em História, além de mestre na mesma área. Mais do que professor, ajudou a fundar o curso de História na Unijuí, conforme lembra a filha, Raquel Lazzarotto. “A história com a Instituição é antiga. O pai contava que ajudou a plantar metade das árvores do campus da Unijuí”, recorda.
Ligado ao Departamento de Ciências Sociais, o professor assumiu, em 1º de abril de 1975, a chefia do Museu Antropológico Diretor Pestana. Em 2016, chegou a receber, em meio a outros grandes nomes, a homenagem de professor sênior pela Universidade.
Autor de diversos livros – como Os Capangas do Coronel, Os Sete Povos das Missões, História de Ijuí, Itaí e sua história, História do Rio Grande do Sul, A presença italiana em Ijuí e Os Lazzarotto; o professor chegou a ser homenageado em 1996 pelo Município, sendo escolhido patrono da IV Feira do Livro de Ijuí e VII Feira do Livro Infantil, promovidas pelo Sesc e Prefeitura.

Não importa a época do ano: um dos locais mais procurados na Unijuí é, com certeza, a Biblioteca Mario Osorio Marques, que dispõe de mais de 200 mil títulos de livros e outros materiais bibliográficos, além de uma ampla estrutura para atender à comunidade. Em 2020, para se ter uma ideia, mesmo com a pandemia de covid-19 e com as aulas acontecendo de forma remota, a equipe registrou uma circulação de cerca de 60 mil empréstimos, renovações e devoluções de livros. Muito se deve às mudanças que também ocorreram no espaço.
“No ano passado, em função da pandemia, a Biblioteca buscou formas alternativas para atender os estudantes, professores e egressos. Desde o fechamento do espaço do acervo por decreto municipal, em março de 2020, o atendimento foi feito nos três turnos do dia, de segunda a sexta-feira, pelo e-mail biblio@unijui.edu.br. Por meio dele, era possível fazer a solicitação e reserva de material. Passamos a trabalhar com horário agendado e com os protocolos sanitários necessários”, explicou Laura Dalpiaz, coordenadora da Bumom.
A pandemia também fez com que a equipe adotasse um sistema de “quarentena de livros”. Ou seja: os livros que chegavam eram separados e assim permaneciam por cinco dias, até que estivessem livres de covid-19, caso tivessem sido infectados. A medida foi adotada para proteger todos os usuários.
Desde 2019, a Biblioteca disponibiliza mais de 18 mil livros eletrônicos a partir das bibliotecas virtuais contratadas - Pearson e Minha Biblioteca. O acesso a esses e-books está sendo feito de forma gradativa, via intranet, e vários cursos já dispõem desse benefício. A Bumom também mantém o repositório institucional online com mais de 6 mil títulos de documentos acadêmicos e e-books autorizados, disponíveis gratuitamente a toda a comunidade via site.
“Além disso, a Bumom é credenciada junto ao Portal de Periódicos Capes, tendo o acesso privilegiado a textos completos, disponíveis em mais de 45 mil publicações periódicas, internacionais e nacionais, e a diversas bases de dados que reúnem desde referências e resumos de trabalhos acadêmicos e científicos até normas técnicas, patentes, teses e dissertações, dentre outros tipos de materiais, cobrindo todas as áreas do conhecimento”, reforçou Laura. Os estudantes e professores da Unijuí podem fazer seu cadastro e usufruir desse benefício. No site da Biblioteca há um vídeo tutorial para o acesso.
Capacitações
Uma mudança, ocasionada em razão da pandemia, foi o formato das tradicionais capacitações sobre a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Portal de Periódicos Capes, que desde abril de 2020 foram feitas via Meet, nas salas de aula virtuais e síncronas dos professores que agendaram esse serviço, sendo mais um benefício para estudantes Unijuí de todos os níveis e campi. A própria Biblioteca também organizou webinários para a comunidade acadêmica interessada, nos meses de maio, agosto e setembro. Ao todo, foram 35 meets, com 1.253 participantes.
Outra novidade da Biblioteca, no ano passado, foi o empréstimo de chromebooks aos estudantes que não possuíam equipamentos para acompanhar o ensino remoto online.
O tempo de isolamento social também possibilitou, pela primeira vez, a participação das bibliotecárias em uma reunião da ABNT, realizada de forma online com pessoas de todas as regiões do Brasil, que tratou sobre a atualização da norma de citação, que deve ser publicada no início do primeiro semestre deste ano.

Considerando o cenário atual de retomada das atividades de forma responsável e gradual, a EFA - Centro de Educação Básica Francisco de Assis, está preparada para o retorno das aulas de forma presencial, conforme determinam as autoridades competentes; contemplando o ensino híbrido e respeitando todos os protocolos de segurança.
O ano letivo na EFA inicia-se no dia 22 de fevereiro, com novidades e muitos projetos para o ano de 2021. A organização pedagógica, administrativa e de infraestrutura está finalizada. As salas de aula foram reestruturadas, respeitando o distanciamento, e haverá um escalonamento por turma. Os corredores, por sua vez, contarão com demarcações. Também já foram adquiridos dispensers de álcool em gel e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
A organização da rotina diária dos estudantes, pais, professores e funcionários foi planejada, com horários diferenciados para entrada e saída da escola e com aferição da temperatura. Os intervalos e demais atividades pedagógicas também foram planejados de acordo com os cuidados necessários.
“Está tudo organizado de maneira única, segura e acolhedora para receber a nossa comunidade escolar. Em breve, as famílias receberão detalhadamente as devidas orientações para a retomada das atividades escolares”, destaca a diretora da Escola, professora Maria do Carmo Pilissão.

Não são apenas os acadêmicos que ganham um novo espaço no processo de reestruturação da Unijuí. Os professores e técnicos administrativos e de apoio terão à disposição a CAF – Central de Atendimento ao Funcionário, que atenderá demandas de ordem funcional e de organização.
Por meio deste setor, os funcionários que fazem parte da Unijuí poderão tratar questões como planos de saúde, empréstimos consignados e atestados, além de buscar informações sobre folha de pagamento, ficha AD, férias, recolhimento de FGTS, vale-alimentação e registros na Carteira de Trabalho.
A partir das diretrizes institucionais formuladas pelo Comitê de Gestão de Pessoas e pela Vice-Reitoria de Administração (VRA), a CAF também será responsável por organizar o trabalho do professor por meio da alocação de disciplinas a partir da articulação com os coordenadores de curso, VRA e Vice-Reitoria de Graduação (VRG); alocação das atividades de ensino, pesquisa e extensão; e alocação das atividades de gestão, a partir das nomeações realizadas pelas vice-reitorias. Ainda, será responsável pela distribuição das atividades semanais dos professores, através da Grade de Disponibilidade Docente (GDD); registro, conferência e validação das atividades do professor na Ficha AD.
A CAF funcionará de forma presencial ou virtual, pelo telefone 3332-0300 – Ramal 3800 ou pelo e-mail caf@unijui.edu.br. A Central está localizada no prédio da Biblioteca Mario Osorio Marques, no Campus Ijuí, em frente à Rádio Unijuí FM.

Ainda dá tempo de iniciar a graduação no primeiro semestre de 2021. Até o dia 26 de fevereiro, a Unijuí permanece com as inscrições abertas para o Vestibular Contínuo, que conta com vagas remanescentes do Vestibular de Verão.
Interessados podem se inscrever no endereço unijui.edu.br/vestibularcontinuo e optar por uma das três formas de ingresso: a realização da prova de vestibular, que consiste na produção de uma redação online; o aproveitamento da nota de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), se realizado entre os anos de 2010 e 2019; ou o aproveitamento da nota de redação do Vestibular da Unijuí, referente aos anos de 2005 e 2020.
Os acadêmicos aprovados no Vestibular Contínuo terão acesso a um novo modelo de cursos de graduação, com currículos por competência e módulos, projetos integradores e formação pessoal e profissional. A partir da reestruturação realizada, os estudantes passam a ficar ainda mais próximos da realidade do mercado de trabalho, aprendendo e vivendo de forma dinâmica os desafios de suas profissões.
A inscrição no Vestibular Contínuo tem o custo de R$ 30,00. A partir do momento que o candidato realiza a prova, a equipe da Unijuí tem até quatro dias úteis para divulgar a classificação. O período de matrícula fica aberto a partir da classificação do candidato, até o dia 10 de março.

Há mais de um ano, a Unijuí desenvolve o Projeto de Extensão Regularização Fundiária Urbana (Reurb): Direito Social à Moradia Digna, que possui um olhar especial sobre as famílias vulneráveis e de baixa renda. Coordenado pela professora do curso de Direito, Patrícia Borges de Moura, o projeto conta com a participação de professores e bolsistas, integrantes do curso de Direito.
O projeto tem como objetivo principal identificar núcleos urbanos compostos por pessoas de baixa renda, que necessitam encaminhar, junto ao poder público municipal, procedimento administrativo para regularização de suas moradias, o que alcança não só o reconhecimento da propriedade, mas também o poder de ter condições mais dignas, como acesso à rede de esgoto, fornecimento de água, energia e pavimentação.
A atuação dos bolsistas e professores vai desde o cadastramento dos moradores, bem como a prestação de assistência técnica e jurídica, necessárias para o trâmite do processo. Segundo a coordenadora Patrícia, muitos municípios brasileiros enfrentam problemas no que diz respeito à ocupação do solo urbano. “Muitas famílias têm suas moradias em situação de irregularidade ou até mesmo clandestinidade. Este problema afeta uma considerável parcela da população e o objetivo do projeto é trazer este olhar para essa parcela de famílias. Ao mesmo tempo, contribuir para a sociedade civil, conferindo uma moradia mais digna para aqueles que habitam em nosso território”, explica Patrícia.
Acesse e confira mais sobre o projeto.
Por Evelin Ramos, acadêmica de Jornalismo da Unijuí e bolsista de Popularização da Ciência.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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