
Na última quinta-feira, 14 de dezembro, o Conselho Regional de Biomedicina da 5ª região participou da cerimônia que empossou a nova reitoria da Unijuí para a gestão 2023/2027. Estiveram presentes o presidente do Conselho Regional de Biomedicina, Renato Minozzo e a conselheira, Simone Rossetto.
O presidente do CRBM, Renato Minozzo destacou a importância do Conselho estar presente no evento e disponibilidade para novas parcerias com a Instituição. “Foi com grande satisfação que participamos da posse da nova reitoria da Unijuí, que é considerada uma das melhores Universidades gaúchas. O Conselho de Biomedicina da 5ª região fica à disposição para colaborar e para desenvolver parcerias que visam contribuir para a melhoria da saúde, educação e pesquisa”, pontuou.
Para a conselheira Simone Rossetto, ter uma biomédica como integrante da reitoria mostra aos profissionais as múltiplas faces de atuação da profissão. “Foi um ato importante para todos os biomédicos, mostrando que a gestão também faz parte das nossas atividades, visto que a vice-reitoria de Graduação ficou à cargo da biomédica e professor, Bruna Comparsi. Desejo um excelente trabalho a toda a equipe na condução da Unijuí nos próximos quatro anos”, destacou.
Segundo a vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Bruna Comparsi, o CRBM desempenha um papel ativo ao apoiar as Instituições de Ensino Superior, cursos de Biomedicina, estudantes e professores. “Essa colaboração é essencial para fortalecer a qualidade do ensino, promover o desenvolvimento acadêmico e aprimorar a atuação profissional. Para a Unijuí e o curso de Biomedicina, é muito importante poder contar com o suporte, presença constante e a atuação ativa do CRBM - 5ª Região. Essa parceria tem sido fundamental para valorizar a profissão estimulando uma formação acadêmica de excelência, alinhada com as demandas do mercado. Nosso propósito coletivo é preparar indivíduos éticos, competentes e capacitados a contribuir de maneira significativa para a saúde e a ciência no Brasil”, finalizou.

Na última sexta-feira, dia 3 de novembro, estudantes do curso de Biomedicina da Unijuí estiveram em uma visita técnica ao Laboratório Dasa - Mega Núcleo Técnico-Operacional (Mega NTO), em Curitiba. O Grupo Diagnósticos da América S.A. reúne a maior rede de medicina diagnóstica, com mais de 40 marcas de laboratórios e 18 núcleos técnico-operacionais (NTOs), sendo referência em análises clínicas no Brasil com uma das redes de laboratórios que mais se destacam na América Latina.
Os estudantes do curso de Biomedicina foram privilegiados com uma visita ao Mega NTO Dasa, onde são realizadas, em média, 40 mil análises/dia e 1,2 milhões análises/mês nas áreas de hematologia, bioquímica, imunologia, microbiologia, urinálise e parasitologia.
Os acadêmicos tiveram o privilégio de conhecer todo o processo de análise desde o recebimento das amostras até o seu processamento, nos mais diversos setores. A visita foi guiada pelas supervisoras das áreas de microbiologia e hematologia, que explicaram o funcionamento de cada setor, bem como o fluxo de exames e tecnologias que são empregadas no processo de diagnóstico.
A visita foi organizada pelo curso de Biomedicina, em parceria com o Centro Acadêmico do curso, e contou com a participação de estudantes de todos os semestres. “Foi um momento ímpar e que possibilitou contato com a realidade técnica de uma rede de laboratórios que se destaca pela excelência, qualidade e alto fluxo de exames”, destacou a professora Brenda da Silva.

A Unijuí, enquanto instituição universitária, busca contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico através da pesquisa. Neste sentido, ao longo da sua formação, os estudantes da Unijuí contam com a possibilidade de participar de grupos de pesquisa, além dos projetos de pesquisa e extensão juntamente com os professores da Universidade.
No curso de Biomedicina, os professores e acadêmicos têm aproveitado essas oportunidades onde diversos trabalhos foram publicados, entre eles, livros e artigos, avaliados com nota máxima pelo Ministério da Educação, durante visita in loco à Unijuí.
O professor Vitor Antunes integra o Grupo de Pesquisa em Fisiologia Humana. Entre suas publicações mais recentes está a orientação do trabalho “Marcadores renais como prognóstico para Covid-19”, da egressa de Biomedicina Camila Cristina Sauder da Silveira. "Foi um trabalho extremamente atual sobre a Covid-19, com centenas de pacientes, onde avaliamos os danos renais e prognósticos. Por meio deste estudo, conseguimos avaliar se o paciente está melhorando ou piorando em relação à Covid-19, o que é fundamental", explicou.
Para Antunes, os esforços dos Grupos de Pesquisa que buscam publicar estudos inovadores fazem toda a diferença. “O trabalho que realizamos nos grupos, aliados aos projetos de pesquisa e extensão qualificam as atividades de ensino. Isso porque a Unijuí oportuniza a realização de pesquisas de ponta que além de serem socializadas por meio de publicações, são debatidas na sala de aula, ampliando os conhecimentos de todos", pontuou.
O professor dos cursos de Saúde da Unijuí Thiago Gomes Heck organizou o livro “Abordagem Interdisciplinar da pandemia de Covid-19”, que contou com a participação de professores e alunos de diferentes cursos da Universidade, além de outras instituições.
“Este livro representa um registro documental de um momento ímpar de múltiplas interações científicas, intelectuais e cooperativas genuínas. Neste contexto, o livro é apenas uma amostra do diferencial em estar em uma Universidade onde não nos limitamos a adquirir conhecimentos produzidos em outros lugares. Na Unijuí se vive em tempo real a construção do conhecimento, com teoria e prática cotidianamente. A publicação deste livro, ou de artigos, é apenas um resultado final de um processo muito rico de formação e interação que vivem nossos alunos e professores”, destacou o professor.
Para a coordenadora do curso de Biomedicina, professora Bruna Comparsi, “além de favorecer a integração entre a Graduação e Pós-Graduação, a participação dos professores e estudantes de Biomedicina em projetos de pesquisa, de extensão e inovação tecnológica, potencializa a produção científica. A produção dos professores é excelente e conta com artigos, livros, capítulos de livros e trabalhos publicados em eventos", finalizou.
Se você tem interesse em cursar Biomedicina, saiba que a Unijuí está com inscrições abertas para o Vestibular de Inverno até o dia 18 de julho, no site unijui.edu.br/vestibular. Conheça mais sobre o curso clicando aqui e acompanhe as atividades no instagram.

Com uma equipe altamente qualificada e equipamentos modernos, o Laboratório de Análises Clínicas da Unijuí (Unilab) está ofertando para a comunidade regional, exames para a detecção da Dengue, com agilidade e precisão no diagnóstico da doença. Atualmente, são ofertados dois tipos de exames: o sorológico, mais conhecido como teste rápido, que detecta anticorpos contra a Dengue e o antígeno da Dengue NS1, com resultado liberado em até duas horas; e o método RT-PCR - bastante utilizado na pandemia de Covid-19, e que detecta a Dengue, Zika Vírus e Chikungunya, com resultados em até 24 horas.
Segundo o coordenador do Unilab, professor Matias Nunes Frizzo, o grande diferencial da Unijuí é que todos os exames são elaborados aqui na estrutura da Universidade. “Mesmo os exames de alta complexidade, que é o caso do PCR, são feitos aqui no laboratório, o que nos permite entregar o resultado no mesmo dia. Se mandássemos para um apoio, por exemplo, demoraríamos de 2 a 3 dias para ter os resultados. Essa entrega imediata que oferecemos - de 2 horas para o teste rápido e no mesmo dia para o teste molecular, é um grande diferencial pois ofertamos o resultado de forma rápida, e o tempo é, talvez, um dos mais importantes serviços que um laboratório pode prestar, levando em conta a qualidade e agilidade nas informações que ele libera para o serviço de saúde. Esse é um comprometimento do Unilab”, frisou.
O coordenador destaca ainda os diferenciais dos exames. “Se o nosso paciente ingressar no laboratório de manhã, ao final da tarde ele já terá o seu resultado molecular. Cabe aqui colocar a vantagem de um exame molecular: sua sensibilidade e especificidade são mais elevados, o que permite que a gente consiga realizar o exame já no primeiro e segundo dia de sintomas, o que é uma vantagem frente ao teste rápido que necessita de três dias de sintomas”, explica.
Além disso, por trás dessa prestação de serviço tem Ensino, Pesquisa e Extensão, visto que o Unilab está sempre buscando investir em saúde para que o conhecimento produzido na Unijuí sejam revertidos em melhorias para a comunidade, o que é um dos diferenciais de um laboratório de uma Universidade Comunitária.
“A Universidade, antes de mais nada, é fruto de um esforço da comunidade desde a sua concepção. Então, nada mais correto e digno que nós, professores e técnicos da Unijuí, estarmos também prestando um serviço para a comunidade. Geramos conhecimento, formamos profissionais, mas também, atrelados a isso, estamos junto com a comunidade quando ela precisa. E essa ação de enfrentamento é isso. Somos uma ferramenta institucional que visa também buscar, não somente a aproximação, mas também prestar serviços de saúde para melhorar ou contribuir na melhora dos pacientes de Ijuí e região e a agilidade e a qualidade em um laudo, o que é determinante para uma rápida ação de um serviço de saúde”, avalia.


Formanda no curso de Biomedicina da Unijuí, Jamile Comparsi Corrêa focou seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no desenvolvimento do tema “Diagnóstico de tuberculose drogarresistente: o teste molecular no Rio Grande do Sul”.
A temática, segundo Jamile, foi escolhida com o intuito de informar a população sobre os casos de tuberculose existentes e a iminente resistência bacteriana que resulta na maior dificuldade de diagnóstico e, consequentemente, em tratamentos cada vez mais limitantes. “Em virtude do meu contato com a área de diagnóstico molecular no Laboratório de Análises Clínicas da Unijuí - o Unilab, onde realizei o estágio curricular, busquei conhecimento acerca dos Testes Rápidos Moleculares (TRM-TB), que são métodos simples, confiáveis e mais rápidos para o diagnóstico de tuberculose drogarresistente, mas ainda pouco utilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou. A tuberculose drogarresistente (TBDR) acontece quando as bactérias ganham força e se tornam imunes à medicação. O quadro do paciente se agrava, diminuindo as chances de cura e prolongando o tempo de tratamento.
Durante o desenvolvimento da monografia, Jamile realizou pesquisas bibliográficas e também utilizou dados epidemiológicos para avaliar o número de casos de tuberculose drogarresistente no Rio Grande do Sul, entre os anos de 2011 e 2021, disponíveis no Sistema de Agravos e Notificações (Sinan) no site do Departamento de Informações do Sistema Único de Saúde (DataSUS). Entre os resultados encontrados, está o fato de o Rio Grande do Sul ser o terceiro Estado do Brasil com maior número de casos registrados no período de 2011 a 2021.
“A maior oferta de testes moleculares é uma das estratégias para o diagnóstico precoce de tuberculose e sua respectiva resistência à rifampicina, devido à rapidez do método, além de sensibilidade e especificidade altas, podendo agilizar o diagnóstico e, concomitantemente, o tratamento, melhorando, assim, o prognóstico dos pacientes com a doença”, destacou Jamile.

Nesta segunda-feira, dia 6 de março, o curso de Biomedicina da Unijuí recebeu a nota máxima na avaliação realizada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), para o Ato de Reconhecimento do Curso. A nota 5, que é o conceito máximo que pode ser obtido, é considerada excelente, indicando que o curso ofertado pela Unijuí atende a critérios de qualidade muito elevados.
A comissão de avaliadores analisou, em uma visita in loco que ocorreu na semana passada, cerca de 58 indicadores de qualidade, envolvendo três dimensões: organização didático-pedagógica, corpo docente e infraestrutura. “Este conceito é o reconhecimento externo de um trabalho coletivo e de muita responsabilidade. Gratidão a cada um que contribuiu para que conseguíssemos alcançar e evidenciar nossa qualidade na formação de biomédicos”, destacou a coordenadora do curso, professora Bruna Comparsi.
Atualmente, de acordo com informações do portal e-MEC, no Rio Grande do Sul, apenas outros dois cursos de Biomedicina (modalidade presencial) possuem conceito máximo, sendo o curso da Unijuí o único no interior do Estado a alcançar a nota 5. “Isto só reforça a importância e o papel de uma universidade comunitária, de caráter regional, como é a Unijuí. Ao obter o conceito máximo na avaliação do curso de Biomedicina, a Unijuí demonstra que está cumprindo com excelência sua missão de promover o ensino superior de qualidade, com um corpo docente altamente capacitado e infraestrutura com acesso à inovação tecnológica”, salientou Bruna.
Além dessa nota representar que o acadêmico de Biomedicina da Unijuí tem acesso a um ensino de alta qualidade, a coordenadora do curso ressaltou que esse reconhecimento é importante para uma boa colocação no mercado de trabalho e o alcance de oportunidades de Pós-Graduação. “Cursos com nota 5 pelo INEP/MEC costumam ser bem vistos pelo mercado de trabalho, já que os empregadores valorizam a qualidade da formação dos profissionais. Isso significa que nossos egressos terão mais chances de conseguir empregos bem remunerados e com boas perspectivas de crescimento na carreira”, afirmou.
“Esse conceito também pode indicar que o curso oferece boas oportunidades de Pós-Graduação, seja em programas de especialização, Mestrado e/ou Doutorado da própria Instituição ou em outras Instituições renomadas. Isso é importante para os estudantes que desejam seguir uma carreira acadêmica ou se especializar em determinada área de atuação”, completou a professora Bruna.
Utilizamos cookies para garantir que será proporcionada a melhor experiência ao usuário enquanto visita o nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza a coleta destes dados e utilizá-los conforme descritos em nossa Política de Privacidade.