
O Curso de Medicina da Unijuí, que está com inscrições abertas para o Vestibular da próxima turma, prepara para a intervenção no processo saúde-doença, a partir de ações de educação, promoção da saúde, prevenção de doenças, assistência e reabilitação, tanto em nível individual quanto coletivo, da atenção básica à alta complexidade, de forma integrada e contínua, atendendo aos pressupostos básicos da medicina: atenção à saúde universal, integral, equitativa e de qualidade.
Desta forma, o curso na Unijuí prepara o profissional para atuar nas áreas de atenção à saúde, de gestão e educação em saúde, nos sistemas público e privado, atendendo às necessidades individuais e coletivas em diferentes cenários de trabalho: unidades básicas de saúde, unidades sanitárias especializadas, ambulatórios, serviços de vigilância sanitária, assistência domiciliar, na comunidade (escolas e creches), unidades especializadas em reabilitação física, serviços de atendimento móvel de urgência, hospitais-dia, hospitais secundários e terciários com todos os seus serviços (inclusive pronto-atendimento e emergência), consultório/clínicas, instituições de ensino e/ou pesquisa.
Conta com metodologia de ensino-aprendizagem diferenciada, baseada em metodologias ativas e com uma rede integrada de laboratórios de ensino, permitem que o estudante vivencie as atividades profissionais desde o início do curso. Propõe formação interdisciplinar, evidenciando a importância de cada área da saúde no desenvolvimento de competências, habilidades, valores e atitudes que constituem o Médico enquanto agente de transformação na área de sua atuação profissional e cidadã. Desde o primeiro semestre, os estudantes têm contato com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com a Atenção Primária à Saúde.
Mais sobre o Vestibular
Para o curso de Medicina, mantém-se um processo seletivo específico. Este processo será diferente, pois o candidato poderá realizar a prova da Unijuí ou utilizar a nota do Enem de anos anteriores, considerando que este ano, em função da pandemia, o Enem será realizado somente no mês de janeiro de 2021. Para o candidato utilizar a nota do Enem, ele deve ter concluído o ensino médio, sendo que nos anos em que ele está cursando essa etapa, não valerão para a seleção ao curso de Medicina. Confira o Edital e todos os detalhes do processo, clicando aqui.
Inscrição: 21 de outubro a 06 de dezembro
Prova: 13 de dezembro, presencial com todos os protocolos de segurança e distanciamento.

A Unijuí foi contemplada com cerca de R$ 5 milhões em investimentos pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O valor é destinado ao projeto “SAFUNIJUI – Estratégias tecnológicas para construção da transição agroecológica em Sistemas Agroalimentares da Agricultura Familiar do Estado do RS”, aprovado na chamada pública do programa MCTI de Cadeias Socioprodutivas da Agricultura Familiar e Sistemas Agroalimentares Sustentáveis: Desenvolvimento e Fortalecimento de Cadeias Socioprodutivas da Bioeconomia e da Agricultura Familiar Agroecológica para ICTs.
O investimento tem o objetivo, a partir de uma parceria com o Programa em Rede de Pesquisa-Desenvolvimento em Sistemas de Produção com Atividade Leiteira na região Noroeste do Rio Grande do Sul (Rede Leite), na qual a Unijuí faz parte, de instalar biofábricas de insumos em quatro regionais da Emater: Santa Maria, Frederico Westphalen, Ijuí e Santa Rosa, nos municípios de Agudo, Campina das Missões, Ijuí e Liberato Salzano.
De acordo com o professor e coordenador do projeto, Osório Antônio Lucchese, a ideia é produzir bioinsumos nas biofábricas, também chamadas de fábricas solidárias de insumos, para uso na agricultura familiar. “O intuito é melhorar a capacidade de produção dos agricultores, além de constituir sistemas silvipastoris e silviagrícolas”, ressalta. Entre os bioinsumos produzidos nas fábricas estão incluídos compostos biológicos e fungos usados na agricultura.
“Toda a pesquisa desenvolvida por este projeto destina-se a potencializar a agregação de valor de novos processos, produtos e negócios por meio da ciência, tecnologia e inovação e agregar maior valor às comunidades locais, fortalecendo os elos iniciais da cadeia produtiva, com ganhos de escala”, destaca o professor.
O projeto terá na equipe de trabalho professores e pesquisadores dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Farmácia e Ciências Biológicas da Unijuí, e todo o trabalho de reflexão deverá ser consolidado como ações de pesquisa pela graduação e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais, Sistemas Ambientais e Sustentabilidade (PPGSAS), articulado com o grupo de pesquisa da Embrapa Pecuária Sul de Bagé e a participação do grupo de extensionistas das quatro regionais da Emater.
“Isto qualifica o processo de multiplicação das ações a partir das quatro comunidades locais diretamente impactadas pela proposta e alvo do estudo para o desenvolvimento e consolidação das novas tecnologias sociais”, completa o professor Osório.

Junto ao Centro de Eventos da Unijuí, teve início nesta segunda-feira, 30 de setembro, a XXIII Semana Acadêmica do curso de Agronomia da Unijuí. A programação foi organizada pelo Centro Acadêmico da Agronomia (CAA) e se estenderá até a sexta-feira, 4 de outubro.
Conforme destacou o secretário municipal de Desenvolvimento Rural e professor da Unijuí, Emerson Pereira, a Semana Acadêmica oportuniza o contraponto de ideias que são debatidas em sala de aula, a partir dos diferentes temas explorados durante o evento. Da mesma forma, como completou a coordenadora do curso, professora Angélica de Oliveira Henriques, oportuniza a interação entre estudantes, professores e profissionais de diferentes áreas.
O evento foi aberto com a palestra “Bases para a construção pessoal, profissional e científica”, ministrada pelo professor Alfredo Nascimento Júnior, que possui experiência no desenvolvimento e promoção de tecnologias, além do entendimento sobre as interações do setor produtivo com as bases do conhecimento científico e agronômico.
Nesta terça-feira, nos turnos da tarde e noite, os estudantes poderão conferir o debate sobre diferentes assuntos: Drones e pulverização: futuro ou realidade; Cultura do milho: da linhagem ao posicionamento comercial; Desafios do manejo de nematoides na cultura da soja; e Manejos Agronômicos para Altas Produtividades: introdução de tecnologias e sistemas produtivos sustentáveis.
Para conferir a programação completa até a sexta-feira, acesse este link.

Com o objetivo de reunir estudantes, professores e profissionais da área, o curso de Agronomia da Unijuí, a partir do Centro Acadêmico do curso, promove a XXIII Semana Acadêmica de Agronomia. A atividade inicia na próxima segunda-feira, 30 de setembro, e se estenderá até o dia 4 de outubro, no Centro de Eventos, no campus Ijuí.
A abertura da Semana Acadêmica acontece na noite de segunda-feira, a partir das 19h30, e contará com a palestra “Bases para a construção pessoal, profissional e científica”, que será ministrada pelo professor Alfredo Nascimento Júnior, o qual tem experiência para o desenvolvimento e promoção de tecnologias, além do entendimento das interações do setor produtivo com as bases do conhecimento científico e agronômico.
As inscrições para a participação estão abertas e podem ser feitas pelo site do evento, mediante pagamento de taxa no valor de R$ 100. No mesmo site também podem ser visualizadas a programação completa e outras informações sobre a Semana Acadêmica.

Na última terça-feira, 17 de setembro, os alunos do 3º Ano do Ensino Médio do Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil (Imeab), em Ijuí, participaram de uma experiência imersiva no campus da Unijuí e no Instituto Regional de Desenvolvimento Rural (IRDeR), como parte do curso de extensão "Biodiversidade, Interações Ecológicas e Ambiente", ofertado pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade (PPGSAS) da Unijuí, dentro do Projeto Anísio.
Durante o período da manhã, a turma 321, acompanhada por professoras e mestrandas, iniciaram a visita explorando a trilha "Vó Preta" e o Parque da Pedreira. Nesses espaços, os alunos foram incentivados a observar as interações entre os elementos bióticos e abióticos do ambiente, como a presença de animais, insetos e outros organismos, e a relação desses seres com o ambiente natural. Em seguida, visitaram o Laboratório de Engenharia Química, onde a professora doutora Fernanda demonstrou os processos de análise de água. A turma também participou da oficina sobre resíduos no Laboratório de Biologia, conduzida pelos alunos do grupo de pesquisa PETBio, sob orientação da professora doutora Juliana Maria.
Enquanto isso, a turma 322 visitou o IRDeR, onde o engenheiro agrônomo César Sartori compartilhou a história do instituto, destacando a importância do campo nas atividades de pesquisa e extensão e como essas práticas contribuem para o desenvolvimento da região. Ele também apresentou as diversas práticas de manejo sustentável desenvolvidas no local. Os professores doutores Roberto Carbonera e Vidica Bianchi enfatizaram a importância da preservação das áreas naturais, o uso racional de agroquímicos, a conservação dos recursos hídricos e a relevância do viveiro de mudas de árvores nativas para reflorestamento e recuperação ambiental. Durante a visita, os alunos foram encorajados a observar atentamente as interações entre os diferentes organismos e o ambiente, reforçando os conceitos de ecologia e sustentabilidade discutidos no curso.
No período da tarde, as turmas inverteram, garantindo que todos os estudantes tivessem acesso completo às atividades práticas e pedagógicas oferecidas. Para completar a experiência, os estudantes do curso de Gastronomia da Unijuí prepararam um delicioso almoço, proporcionando um momento de convivência e integração entre todos os participantes.
A iniciativa visa proporcionar uma vivência prática que vai além da sala de aula, permitindo que os alunos do Ensino Médio se tornem protagonistas de sua própria aprendizagem. Ao interagirem diretamente com o ambiente acadêmico e científico, os estudantes desenvolvem um olhar mais crítico e construtivo sobre temas essenciais, como biodiversidade, interações ecológicas e sustentabilidade.
O curso de extensão, vinculado ao Projeto Anísio, tem como objetivo não só enriquecer o conhecimento dos jovens, mas também inspirá-los a se envolverem em questões ambientais e a se tornarem agentes transformadores em suas comunidades. Ao proporcionar atividades como essa, a Unijuí reafirma seu compromisso com a formação integral dos estudantes, conectando teoria e prática em prol de uma educação transformadora.
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O curso de Agronomia da Unijuí promoveu, nessa quarta-feira, 21 de fevereiro, um workshop com o tema “Inovações e tecnologias frente às mudanças climáticas globais”. A atividade teve o objetivo de apresentar os resultados e os estudos desenvolvidos nos projetos do programa Inova RS, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que são realizados junto a empresas parceiras da Universidade em toda a região.
Durante o encontro foram debatidas questões que são consideradas cruciais relacionadas às mudanças climáticas junto aos novos estudantes do curso e dos veteranos. Também foi momento de destacar e dar espaço às empresas parceiras de divulgarem o que vem sendo feito em seus projetos.
A coordenadora do projeto Inova RS e professora do curso de Agronomia da Unijuí, Fernanda San Martins Sanes, destaca que o workshop foi um momento pensado com carinho aos estudantes, com o intuito de evidenciar quais os projetos que o curso tem em andamento dentro do Inova RS, que é um programa de fomento à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, vinculado à Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict-RS).
De acordo com a docente, os projetos executados são definidos a partir de editais que são abertos anualmente. Na Unijuí buscou-se concorrer àqueles que abrangiam as principais demandas da região.
Um dos projetos apresentados no workshop foi o que aborda a Rede de Sensores Inteligentes para Monitoramento de Sistemas Irrigação para Pivô Central, que está sendo executado em 20 propriedades de toda a região e foi criado a partir das perdas das culturas relacionadas a questões climáticas, aliado à possibilidade de reduzir custos para os produtores, uma vez que os sistemas de irrigação possuem alto custo. Também busca a economia de uso de recursos para a irrigação.
Estiveram presentes a representante do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat Colômbia), Mariana Quintero, que falou sobre a tecnologia e-Kakashi, que é o dispositivo usado como sensor de umidade de solo e faz o cálculo de outros parâmetros para auxiliar os agricultores na tomada de decisões. Também estiveram o representante da empresa Crops Team, Enrico Fleck Tura, que abordou o manejo de doenças na soja utilizando os dados gerados pelo e-Kakashi, e o analista de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa Fockink, Matheus Meotti, que relatou sobre os dados da empresa ao utilizar o sistema e o manejo da irrigação e suas tecnologias.
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