O curso de Direito lançou, nessa semana, no Salão Azul, o Projeto Integrador, que envolve os estudantes do 4º semestre. O projeto tem o objetivo de oportunizar o trabalho das competências das diferentes disciplinas jurídicas de maneira interdisciplinar, a partir da realidade que o circunda, tendo os Direitos Humanos como tema transversal.
Durante o lançamento foi exibido o vídeo “A história dos Direitos Humanos” e, após, a fala do professor Walter Frantz, que afirmou que não há como falar de Direitos Humanos sem reconhecer o direito à igualdade na diversidade e na pluralidade.
“O que seria essa igualdade na diversidade, na pluralidade? Certamente, essa é uma questão inerente à democracia, à liberdade que, no entanto, a humanidade ainda está buscando construir. No dia-a-dia, podemos constatar como é difícil reconhecer o outro em sua diferença de sexo, cor, religião, pensamento, cultura etc. O que deveria ser inerente ao processo civilizatório, à humanidade de todos nós, necessita de legislação para ser prática social, no campo da cultura, da educação, da economia ou da política”, comentou o professor.
Como vai funcionar
Os estudantes irão se dividir em grupos de trabalho e realizarão pesquisas em temáticas vinculadas às disciplinas, sob a orientação dos professores. Os resultados serão sistematizados e apresentados sob a forma de pôster, entre os dias 6 e 10 de novembro, durante o Seminário Integrador do 4º semestre, promovido pelo Curso.
Participam do projeto os estudantes das disciplinas de Sociologia Jurídica ministrada pelos professores Enio Waldir da Silva e Suimar Bressan; Direito das Coisas ministrada pelo professor Carlos Probst; Direito Internacional ministrada pelos professores Marcelo Loeblein dos Santos e Joice Nielson; Direito Penal III ministrada pela professora Ester Hauser e Filosofia do Direito ministrada pelos professores Doglas Lucas e Luis Gustavo Flores.

Entre os dias 31 de julho a 04 de agosto, a professora doutora Joice Graciele Nielsson, a estudante do Curso de Mestrado em Direitos Humanos Raquel Cristiane Feistel Pinto e as estudantes do Curso de Direito Letícia Fagundes e Bethina Burckardt representaram a Unijuí no 11ª Fazendo Gênero e 13º Mundo das Mulheres.
O evento aconteceu no campus da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, em Florianópolis, com diversos espaços de debate que reuniram mais de 8 mil mulheres. Entre elas pesquisadoras e ativistas do Brasil e do Mundo.
O objetivo do evento foi alargar os espaços de diálogo em gênero e sexualidade para uma perspectiva mundial, afastando a hierarquia Norte-Sul, ou seja, um espaço onde se possa ouvir outras vozes, novas propostas, valorizar saberes, ampliar horizontes de estudo e de ativismo, sendo capaz de pensar e propor perspectivas inclusivas para os estudos feministas e possibilidades de construção feminista.
As participantes levaram ao evento as experiências e pesquisas em desenvolvimento na Universidade a partir dos estudos em gênero e sexualidade. A ideia foi de contribuir com a construção de um debate cada vez mais amplo e profícuo de temáticas imprescindíveis para a espaço acadêmico e social.





No dia 23 de junho, os estudantes da disciplina de Prática Jurídica Civil I, do Curso de Direito da Unijuí - Campus Ijuí, receberam a equipe de conciliadores/mediadores do CEJUSC/IJUÍ - Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania, para exposição das metodologias de conciliação e mediação aplicados nos tribunais do país.
Conforme a Resolução nº 125 de CNJ, o artigo 165 do CPC e o artigo 24 da Lei de Mediação, os CEJUCs tornaram-se responsáveis pela realização de sessões e audiências de conciliação e mediação, pré-processuais e processuais, e pelo desenvolvimento de programas destinados a auxiliar, orientar e estimular a autocomposição.
Em Ijuí o órgão é coordenado pela Juíza Dra. Maria Luiza Polo Gaspary, com apoio da Oficial Escrevente Secretária do CEJUSC, Liane Bernardo Brencke, uma das painelistas da noite, e de uma estagiária. Além disso, integram a equipe da nossa comarca 8 conciliadores, sendo 4 servidores da justiça, e ainda 20 mediadores (regime voluntario).
Foi realizada, na ocasião, uma sessão de mediação simulada, com a participação de dois alunos, Juarez Hedlund de Souza e Maurício Fontana Filho, que fizeram o papel de advogados. Esta prática ocorre em sigilo, não podendo ser acompanhada por estudantes no dia-a-dia. Ocasião em que os alunos puderam vivencia-lá, observando a metodologia aplicada.





A primeira noite de palestras do 2º Congresso Nacional – Jurisdição, Democracia e Direitos Humanos, realizada nesta quarta-feira, 31 de maio, recebeu, no Campus Santa Rosa, os palestrantes Felipe Dias da Veiga e Rosane Leal da Silva. Ambos professores doutores na área do Direito.
As duas palestras, “A proteção de crianças e adolescentes na sociedade em rede: desafios para o século XXI”, de Rosane, e “Crimes Digitais contra crianças e adolescentes e as violações de direitos humanos”, de Felipe, foram mediadas pela professora Francieli Formentini.
De acordo com Rosane, essa é uma temática desafiadora, pois cada vez mais cedo crianças e adolescentes estão fazendo uso da internet e dos mais variados aplicativos: “é sobre esses dilemas de hoje, envolvendo a família, a sociedade, o estado e suas insuficiências em proteger as crianças e os adolescentes”.
Antes, porém, na noite de terça-feira, 30, a programação do evento foi destinada a apresentação dos trabalhos inscritos. O evento faz parte das comemorações dos 25 anos do Curso de Direito em Santa Rosa.







As turmas de Prática Jurídica Penal do curso de Direito da Unijuí - campus Santa Rosa realizaram uma visita de estudos, no dia 23 demaio, no Presídio Estadual de Santa Rosa. Acompanhados das professoras Patrícia Oliveski e Emmanuelle Malgarim, os estudantes puderam conhecer a realidade carcerária local, bem como constatar a importância dos projetos de reinserção dos detentos na sociedade.
O diferencial local está na existência efetiva de diversos Protocolos de Ação Conjunta (PAC), pelos quaisempresas de Santa Rosa e Região disponibilizam aos detentos a oportunidade de aprendizado e trabalho.
Os estudantes Daiane da Silva Carneiro e Christian Hermann perceberam na visita as possibilidades de reinserção dos apenados na sociedade. “Essa reinserção dos apenados à sociedade só é possível graças à contribuição/participação efetiva da comunidade, através da formação de um conselho comunitário implantado no Município de Santa Rosa".
O II Congresso Ciências Criminais e Direitos Humanos, promovido pelo Curso de Direito e pelo Programa de Pós-Graduação/Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ oportunizou uma intensa programação aos mais de 500 participantes, ouvintes e apresentadores de trabalhos, entre os dias 23 a 26 de maio.
Com a realização de workshops e painéis sobre temas contemporâneos das ciências criminais, como a Lei Maria da Penha, Tribunal do Júri, Delações Premiadas e Biopolítica, o evento se consolidou como um espaço de debates e reflexões qualificadas entre os eixos Ciências Criminais e Direitos Humanos, e a atualidade.
Segundo o Coordenador geral do evento, professor Dr. Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, a temática do evento é pertinente frente aos desafios que os Direitos Humanos apresentam para as Ciências Criminais na contemporaneidade. Ele também salientou a ampla participação de estudantes, professores e profissionais no evento. “Conseguimos alcançar todas as nossas metas para o evento em termos de palestrantes, programação científica e cultural. A avaliação é positiva. O evento teve uma programação de altíssima qualidade”, observa.
A Professora Joice Nielsson, também Coordenadora do evento, ressaltou a importância de se criarem espaços de discussão como o que foi proporcionado pelo evento na última semana. “Precisamos de espaços como este para avançarmos diante das dificuldades que o atual cenário nacional apresenta. Nesse sentido, acredito que o evento se constituiu em um importante meio de crítica aos retrocessos observados no campo das Ciências Criminais na atualidade. Esperamos que ele renda bons frutos entre todos os participantes, diante da profundidade das reflexões realizadas”, avalia.













A Coordenadora Científica do evento, Prof. Anna Zeifert, referiu que o evento atingiu um número significativo de trabalhos nas bancas de apresentações, contando com a participação, além de alunos da graduação e do Mestrado da UNIJUÍ, de outras instituições da região noroeste e também da região metropolitana do Estado.
Os trabalhos apresentados no evento irão integrar um livro que será lançado em breve em versão eletrônica (e-book). A próxima edição do Congresso Nacional Ciências Criminais e Direitos Humanos está prevista para 2018.
Ouça a avaliação do professor Maiquel Wermuth:
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