
A Unijuí, por meio do curso de Engenharia Química, promoveu nesta segunda-feira, dia 30 de outubro, o evento “Perspectivas da Geração de Biogás na Região Noroeste e Missões do RS - apresentação do Roadmap”. O debate ocorreu de forma online, no canal da Unijuí no Youtube, em parceria com o Sebrae, Governo do Estado, Inova RS, Fahor e Fapergs.
Durante o evento, foram apresentados os resultados do Roadmap realizado na região. “O Biogás é uma fonte de energia que pode ser produzida a partir de resíduos e efluentes. O Roadmap é um estudo com o objetivo de entender qual o potencial e barreiras e definir possíveis caminhos para o desenvolvimento desse setor na região”, explicou a engenheira ambiental, consultora do Instituto 17 e sócio-fundadora da Amplum Biogás, Leidiane Ferronato Mariani.
O estudo analisou a macrorregião Noroeste composta por 77 municípios. Conforme a estimativa apresentada, a pecuária representa o maior potencial de biogás para fins energéticos, sendo a suinocultura em terminação (56,26%), suinocultura em matriz (28,34%), bovinocultura de leite (12,21%) e abatedouro de suínos (3,18%).
Já sobre as barreiras, a engenheira agrônoma e consultora do Instituto 17 com atuação no aproveitamento energético de resíduos, Gladis Maria Backes Bühring, destacou os pontos que podem estar impedindo o seu desenvolvimento. “A partir de reuniões com atores da região e visitas técnicas a plantas de biogás, identificamos nove pontos. Entre eles, que há falta de conhecimento e/ou compartilhamento de informações sobre o processo de produção de biogás e seus benefícios e, em segundo lugar, foi apontado que o procedimento para licenciamento ambiental de projetos de biogás não é claro e há discrepâncias nas normas e procedimentos nas esferas federal, estadual e municipal”, pontuou.
Também participaram do debate o engenheiro agrônomo e membro da Usina de Biogás e Fábrica de Adubo Organomineral da Coopenad, Volmir Anater; o químico industrial, mestre e doutor em Química, Airton Kunz; e a administradora e sócio proprietária da Granja Kist e Froelich, Danieli Rambo. O evento contou com a mediação do gestor de Inovação e Tecnologia da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT/RS), Jerry Jorris, e da professora do curso de Engenharia Química da Unijuí, Fernanda da Cunha Pereira, que é coordenadora do projeto SICR 3379/2021.

A Unijuí, por meio do curso de Engenharia Química, promoverá na segunda-feira, dia 30 de outubro, às 13h45, o evento “Perspectivas da Geração de Biogás na Região Noroeste e Missões do RS - apresentação do Roadmap”. O evento será realizado de forma online, em parceria com o Sebrae, Governo do Estado, Inova RS, Fahor e Fapergs.
Para debater o tema, foram convidados a engenheira ambiental, consultora do Instituto 17 e sócio-fundadora da Amplum Biogás, Leidiane Ferronato Mariani; o engenheiro agrônomo e membro da Usina de Biogás e Fábrica de Adubo Organomineral da Coopenad, Volmir Anater; o químico industrial, mestre e doutor em Química, Airton Kunz; a engenheira agrônoma e consultora do Instituto 17 com atuação no aproveitamento energético de resíduos, Gladis Maria Backes Bühring; e a administradora e sócio proprietária da Granja Kist e Froelich, Danieli Rambo.
Serão mediadores o gestor de Inovação e Tecnologia da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT/RS), Jerry Jorris, e a professora do curso de Engenharia Química da Unijuí, Fernanda da Cunha Pereira, que é coordenadora do projeto SICR 3379/2021.

O sistema de logística reversa de medicamentos é regulamentado pelo decreto Nº 10.388, de 5 de junho de 2020, que dispõe sobre o descarte correto dos fármacos. Mas, apesar de haver a preocupação com a destinação correta desses resíduos em seu formato inicial, pouco é falado quando esses rejeitos vão para o sistema de tratamento de esgoto, onde os métodos tradicionais de saneamento não são capazes de remover os químicos.
Com base neste problema, a recém-formada no curso de Engenharia Química da Unijuí, Júlia de Oliveira Martins Müller, elaborou seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) denominado “Processos oxidativos avançados: caracterização e produtos de degradação dos poluentes emergentes diclofenaco, paracetamol e 17α-etinilestradiol”.
Na monografia, Júlia buscou caracterizar alguns métodos de tratamento que são classificados como processos oxidativos avançados (POA). Além de demonstrar como cada processo é capaz de degradar o fármaco, ela mostrou os produtos obtidos através desse processo químico e se os resultados então obtidos são menos prejudiciais do que os compostos iniciais.
Júlia conta que a ideia surgiu a partir da fala da professora Marcele Hocevar sobre os microplásticos presentes em sabonetes esfoliantes e quanto eles são prejudiciais aos animais aquáticos - em alguns casos, a saúde dos seres humanos. “Após essa aula, comecei a pensar sobre todos os medicamentos que consumimos diariamente e se eles também causam prejuízos ao meio ambiente e à nossa saúde”, explica.
O professor Alessandro Hermann se interessou pelo tema proposto e orientou a estudante a realizar a pesquisa com três processos oxidativos avançados: fenton, foto-peroxidação e fotocatálise heterogênea. Esses processos foram aplicados e analisados nos seguintes poluentes emergentes: Diclofenaco, Paracetamol e 17α-Etinilestradiol (EE2).
Além disso, a sua pesquisa pretendia estimar os produtos de degradação a serem pesquisados por espectrometria de massas. “Ao final do estudo, constatou-se que, para os três compostos analisados, o processo de foto-peroxidação promoveu a sua remoção completa”, afirma. “Os resultados demonstrados neste estudo corroboram que os processos oxidativos avançados sejam utilizados como forma de tratamento dos contaminantes emergentes. Todavia, ainda é necessário um estudo mais aprofundado sobre sua forma de aplicação, mecanismos e produtos de degradação”, salienta.
Júlia, que concluiu em dezembro a graduação, já deu sequência à sua vida acadêmica. Neste ano, ela inicia o Mestrado em Engenharia Química, e comenta que está preparada para novos desafios. “Após finalizar os cinco anos da graduação, sinto-me realizada e feliz, sabendo que pude aproveitar ao máximo as experiências que o curso tem a oferecer”, finaliza.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí

A Semana Acadêmica de Engenharia Química envolveu os estudantes da Unijuí na última semana, em noites repletas de atividades e aprendizados, importantes para o desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal. O evento foi organizado Diretório Acadêmico, secretaria e coordenação do curso, entre os dias 16 e 20 de maio.
A conferência de abertura foi acompanhada pelos acadêmicos de todos os cursos de Engenharia, dos campi de Ijuí, Santa Rosa e Panambi. O palestrante, professor doutor Ricardo Mendes Junior, falou sobre Cidades Inteligentes. A semana contou com diversas atividades, online e presenciais, com mesa redonda, palestras e minicursos.
O coordenador do curso de Engenharia Química da Unijuí, professor Eliseu Kotlinski, destaca que um dos diferenciais do evento foi a diversidade de temáticas. “Ao longo da semana, diversos temas foram abordados, como: seleção de motobombas e misturadores, digestão anaeróbica de resíduos da produção animal e despolimerização de bagaço de cana por pirólise com micro-ondas. Outro destaque foi uma mesa redonda, com troca de experiências e informações entre egressos do curso. Também foi realizado um minicurso sobre Arduino, ferramenta extremamente importante no processamento de informações para o controle de processos químicos”, destaca o docente.
Luís Gustavo Bohn, estudante do 7º semestre e integrante do Centro Acadêmico de Engenharia Química (CAEGQ), destaca que o evento também foi um desafio em relação à organização, depois de um período com poucas atividades presenciais. “Em suma, podemos afirmar que a Semana Acadêmica foi bem sucedida! Foi gratificante receber o reconhecimento, inclusive dos palestrantes. Trabalhamos com a ideia de buscar temáticas que fossem ao encontro dos interesses da maioria dos colegas e, fazendo assim, um evento agradável para todos”, afirma o acadêmico.

O curso de Engenharia Química da Unijuí promove na próxima semana, de 16 a 20 de maio, a sua Semana Acadêmica, com uma extensa programação. Interessados podem se inscrever em unijui.edu.br/eventos, sendo que o pagamento da taxa de inscrição deve ser feito diretamente no Centro Acadêmico.
A conferência de abertura, com o tema “Cidades Inteligentes”, acontecerá no Centro de Eventos e também reunirá estudantes dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia Civil. À frente da discussão estará o professor doutor Ricardo Mendes Jr.
Na terça-feira, 17, será realizada a mesa redonda com Gabriela Vieira, Eduarda Duarte e Larissa Eichkoff, no Espaço + Inovação Unijuí, às 20h. E na quarta-feira, dia 18, às 19h, ocorrerá a palestra online sobre “Digestão anaeróbia de resíduos da produção animal”, com o doutor Airton Kunz.
Na quinta-feira, 19, será realizado o minicurso Arduíno, às 14h40, no Espaço + Inovação Unijuí, com Lorenzo Tatzlaff Hermann. E às 19h30, no mesmo prédio, a palestra “Técnico comercial de seleção de motobombas e misturadores submersíveis Xylem Flygt”, com o engenheiro Ricardo Regus.
Para fechar, na sexta-feira, 20, será realizada no Espaço + Inovação Unijuí a palestra “Despolimerização de bagaço de cana por pirólise com microondas”, com João Segatto.

O curso de Engenharia Química da Unijuí promove na próxima segunda-feira, 9 de maio, a partir das 19h20, a palestra “Conceitos e aplicações básicas do vapor na indústria”. A atividade acontece no auditório do Espaço + Inovação Unijuí.
À frente da palestra estará o engenheiro mecânico da Spirax Sarco Brasil, Clermon Rocha. Será mediadora a professora Joice Viviane de Oliveira.
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