
Na noite de segunda-feira, 10 de novembro, o campus Três Passos da Unijuí sediou mais uma edição do Júri Simulado, promovido pela turma de Prática Jurídica Penal do curso de Direito, sob a orientação da professora Patrícia Oliveski.
A atividade, que reproduz de forma prática o funcionamento de um julgamento criminal, tem como objetivo aprofundar os conhecimentos sobre o Tribunal do Júri, possibilitando aos acadêmicos vivenciar, na prática, situações que integram a rotina jurídica.
Os estudantes do curso de Direito assumiram diferentes papéis no julgamento, como réu, juiz, vítima, advogados e promotores de Justiça. Já o Conselho de Sentença foi composto por alunos do Ensino Médio da cidade de Três Passos, que atuaram como jurados e puderam compreender de forma dinâmica e educativa o processo de decisão no Tribunal do Júri.
Segundo a professora Patrícia Oliveski, a atividade é fundamental na formação prática dos futuros profissionais do Direito. “O Júri Simulado faz parte da disciplina de Prática Jurídica Penal, do Módulo VI do curso, e tem o propósito de proporcionar aos acadêmicos e à comunidade externa a experiência de um julgamento de crime doloso contra a vida, cuja competência é do Tribunal do Júri. Essa vivência contribui para a formação de profissionais mais preparados e conscientes de seu papel na sociedade”, destacou.
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Na noite de terça-feira, 4 de novembro, ocorreu, em Santa Rosa, mais uma edição do Júri Simulado, promovido pela turma de Prática Jurídica Penal do curso de Direito da Unijuí, campus Santa Rosa, sob a orientação da professora Patrícia Oliveski. A atividade é uma vivência prática de um julgamento criminal, que tem como objetivo aprofundar os conhecimentos sobre o funcionamento do Tribunal do Júri, proporcionando aos estudantes a oportunidade de unir teoria, prática e experiência jurídica em um ambiente simulado de julgamento.
Participaram do Júri Simulado estudantes do curso, que assumiram papéis essenciais para o desenvolvimento da sessão: réu, juiz, vítima, advogados e promotores de Justiça. Já o Conselho de Sentença foi composto por alunos do Ensino Médio de Tuparendi, que atuaram como jurados, vivenciando de forma dinâmica e educativa o processo de tomada de decisão no Tribunal do Júri.
De acordo com a professora Patrícia Oliveski, a atividade tem papel fundamental na formação prática dos futuros profissionais do Direito. “Esta atividade simulada faz parte da disciplina de Prática Jurídica Penal, do Módulo VI do curso, e tem o objetivo de proporcionar aos alunos e à comunidade externa a vivência de um julgamento de um crime doloso contra a vida, cuja competência é do Tribunal do Júri. Dessa forma, contribuímos para a formação de profissionais mais preparados para o mercado de trabalho”, destacou.

No âmbito da disciplina "Projeto Integrador: Relações Negociais, Jurisdição e Formas Alternativas de Solução de Conflitos" do curso de Direito da Unijuí, Campus Santa Rosa, foi realizada, na noite do dia 22 de setembro de 2025, uma atividade diferenciada com foco na Justiça Restaurativa.
A proposta contou com a presença das mediadoras Rosa Ângela Lazzaretti Avozani e Adriana Flores Henchen, do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) de Santa Rosa, que conduziram um círculo de diálogo, técnica utilizada na Justiça Restaurativa como ferramenta para a construção de escuta, empatia e corresponsabilidade.
Durante a atividade, os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar na prática essa metodologia, refletindo sobre a importância de alternativas pacíficas e colaborativas para a solução de conflitos.
A experiência foi acompanhada pela professora Milena Cereser da Rosa, responsável pela disciplina, que destacou a relevância de integrar práticas restaurativas ao processo de formação acadêmica, ampliando a compreensão sobre a atuação do Direito em diferentes dimensões sociais.

Os acadêmicos do curso de Direito da Unijuí participaram de uma atividade no âmbito do Projeto Integrador do Módulo IV: "Direitos Humanos e Fundamentais no Mundo Globalizado". A aula contou com a participação da professora italiana Martina Millefiorini, da Università Roma Tre (Roma/Itália), que compartilhou sua experiência com a Clínica de Direitos Humanos dos Migrantes desenvolvida na instituição europeia.
A atividade foi promovida no contexto do Projeto ARD/ARDC Fapergs (Edital nº 08/2023), intitulado "Saúde e Gênero: limites e possibilidades da mediação sanitária enquanto mecanismo de efetivação do direito humano à saúde para mulheres migrantes no Estado do Rio Grande do Sul (RS)", sob coordenação da professora Gabrielle Dutra, docente do curso de Direito da Unijuí.
A presença da professora Martina proporcionou aos alunos um momento de reflexão a partir da perspectiva do direito comparado entre Brasil e Itália, ampliando o olhar sobre os desafios enfrentados pelas populações migrantes em escala global. Suas contribuições dialogam diretamente com as estratégias e ações que os estudantes do Projeto Integrador vêm desenvolvendo junto a migrantes residentes em Santa Rosa.
Para a professora Gabrielle Dutra, a atividade representa uma importante articulação entre ensino, pesquisa e extensão, além de fortalecer o processo de internacionalização da graduação. “Foi uma experiência extremamente enriquecedora, que oportunizou aos nossos estudantes compreenderem os desafios do fenômeno migratório numa perspectiva global, comparando realidades distintas, mas igualmente complexas. A fala da professora Martina não só ampliou os horizontes acadêmicos, como também contribuiu de forma prática com as ações que os alunos estão desenvolvendo junto à comunidade migrante em Santa Rosa. Trata-se de uma atividade que traduz bem a proposta do Projeto Integrador e a curricularização da extensão no curso de Direito”, destacou a docente.
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Na última semana, o Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp) recebeu a visita de duas turmas do Projeto Integrador do Módulo 4 do Curso de Direito da Unijuí, orientadas pelos professores Maiquel Wermuth e Marcelo Loeblein dos Santos. A atividade marcou a abertura das discussões sobre Direitos Humanos e Fundamentais no Mundo Globalizado, com foco inicial no tema gênero.
O grupo iniciou as atividades com uma visita guiada pelo professor Ivo Canabarro, explorando a exposição em cartaz e refletindo sobre os diálogos possíveis entre o acervo do Museu e as temáticas da disciplina. Em seguida, no auditório do Madp, os estudantes participaram de uma sessão do projeto Cinema e Direitos Humanos, com a exibição do filme O Dia de Jerusa, que foi acompanhada de debate e diálogos sobre a representação de gênero.
Segundo o professor Maiquel Wermuth, a proposta de trazer os estudantes ao Museu busca, além da discussão temática, valorizar o espaço universitário e suas possibilidades. “Queremos que eles compreendam a importância de estar em uma universidade, do quanto a nossa instituição oferece ambientes diferenciados, como o Museu, para o processo de formação. Esse contato amplia o olhar crítico e possibilita experiências que vão além da sala de aula”, destacou.
Para Iselda Sausen Feil, diretora do Museu, a presença das turmas do Direito reafirma o papel do Museu como espaço de conhecimento e de fortalecimento da relação com a universidade. “É uma alegria ver os estudantes aqui, redescobrindo o Museu como lugar de pesquisa e de reflexão. Cada visita renova em nós a esperança de que o conhecimento seja cada vez mais valorizado, e também nos desafia a pesquisar para oferecer sempre mais à comunidade. O Museu cumpre sua função quando recebe grupos como este”, afirmou.
O encontro evidenciou o compromisso do Museu em estar integrado ao meio acadêmico, reforçando sua missão de ser um espaço de diálogo, pesquisa e formação cidadã.
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Na noite da última segunda-feira, 18 de agosto, o Curso de Direito da Unijuí campus Três Passos realizou a Aula Inaugural do segundo semestre de 2025. O evento aconteceu na sala 106, às 19h30, e reuniu estudantes, docentes e profissionais da área para uma discussão sobre um tema atual e fundamental para o mundo jurídico: "A Resolução CNJ Nº 492 e o protocolo para julgamento com perspectiva de gênero".
A palestra foi conduzida pelo Dr. Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, pós-doutorando em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da Unijuí. Com reconhecida trajetória acadêmica, o professor convidado trouxe uma abordagem crítica e provocativa sobre os desafios da aplicação do protocolo do CNJ, destacando a importância da sensibilidade de gênero no exercício da atividade jurisdicional.
A coordenadora do curso de Direito do campus Três Passos, professora Fernanda Serrer, destacou a relevância da temática abordada. “Momentos como a aula de hoje são fundamentais. A oportunidade de ouvir e dialogar com pessoas de tamanho conhecimento, expandindo horizontes para além da sala de aula e participando de discussões acadêmicas, sem dúvida, enriquece profundamente a nossa formação. A temática trata-se de uma verdadeira mudança de paradigma no modo de pensar e aplicar o direito. O protocolo convida magistrados, promotores, defensores e todos os operadores do direito a irem além da simples letra da lei e a considerarem como as desigualdades históricas de gênero podem influenciar, de forma sutil ou explícita, os casos jurídicos.”
A Aula Inaugural reforça o compromisso da Unijuí com uma formação jurídica crítica, atualizada e comprometida com a transformação social. Eventos como este integram a proposta pedagógica do curso, ao proporcionar espaços de diálogo e aprofundamento acadêmico desde o início do semestre letivo.
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