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Troque o medo por esperança: Unijuí integra campanha para o Dia Nacional de Combate ao Câncer

                

Neste domingo, dia 24 de novembro, com o propósito de reforçar a importância do Dia Nacional do Combate ao Câncer, em diversos locais do país será desenvolvida a campanha “Troque o medo por esperança”. A Unijuí, por meio do curso de Medicina, com o apoio do Hospital de Caridade de Ijuí, Sociedade Brasileira Oncológica e Centro de Pesquisa Clínica em Oncologia, vai integrar as ações com atividades no campus Ijuí, a partir das 16h. O objetivo é conscientizar a comunidade regional sobre a importância da prevenção ao câncer, principalmente o de pele.

O professor e cirurgião oncológico, Lucas Zanini, observou, em entrevista para a rádio Unijuí FM, que o câncer de pele é um dos tumores mais comuns no país. “A gente resolveu concentrar nas neoplasias malignas de pele, porque são os tumores mais comuns no Brasil, pois, segundo dados do INCA, são 180 mil novos casos de câncer de pele, o que corresponde a cerca de 30% dos tumores diagnosticados. Nossa região tem muita população de origem europeia, como os italianos e alemães, que tem a pele clara, olhos claros e cabelos claros, isso é um fator de risco para as neoplasias de pele”, complementa.

A Unijuí convida a todos que desejam participar dessa campanha a trazerem as suas famílias para uma tarde de conscientização sobre o câncer de pele. O evento acontecerá neste domingo, no campus Ijuí, com início às 16h. Mais informações no site oficial do evento


Curso de Medicina da Unijuí inicia atividades em ambulatórios de especialidades

O curso de Medicina da Unijuí inicia, nesta semana, as atividades da disciplina de Clínica Médica I, com atendimento a pacientes em ambulatórios de diferentes especialidades. E para marcar o momento, um encontro de acolhimento foi realizado nesta terça-feira, dia 13 de abril, com os estudantes, junto ao auditório do Hospital Bom Pastor.

A disciplina permitirá que os pacientes sejam avaliados pelos acadêmicos, sob a supervisão direta de professores médicos especialistas. Os ambulatórios, localizados no Hospital Bom Pastor e Hospital de Caridade de Ijuí (HCI), são espaços onde são desenvolvidas as atividades de ensino de clínica médica. Neste momento do curso, referem-se a atividades clínicas de consultas médicas especializadas nas áreas de pneumologia, dermatologia, cardiologia, hematologia, reumatologia, gastroenterologia, endocrinologia, nefrologia e neurologia. Os agendamentos são realizados pelos hospitais.

“Não há dúvidas de como essa parceria entre a Universidade e os hospitais é importante. Ressalto a responsabilidade que os acadêmicos assumem a partir de agora, ao ter contato direto com os pacientes. Do cuidado necessário com o outro e com problemas que podem ter uma proporção muito maior a outra pessoa. Falamos de responsabilidade e de sensibilidade”, destacou a vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Fabiana Fachinetto.

Em sua fala, a diretora executiva do Hospital Bom Pastor, Rosane Schiavo, afirmou que o dia é importante não apenas para a turma e para a Unijuí, mas para o hospital, já que pela primeira vez são recebidos acadêmicos do curso de Medicina. Ela lembrou que, no próximo mês, a Instituição comemora 40 anos.

O presidente do complexo, Martinho Kelm, destacou o empenho que teve, quando ainda era reitor da Unijuí, ao lado de outras tantas pessoas, para que o curso de Medicina fosse uma realidade no município. Ele ressaltou que, a partir de agora, o hospital trabalha para colocar em funcionamento seu centro de oftalmologia - que será um dos melhores do interior do Estado; para tornar-se referência em diagnóstico e para ter uma unidade dedicada ao diagnóstico precoce do câncer. Todas áreas promissoras aos futuros médicos.

O professor Guilherme Heuser destacou que os docentes esperam o comprometimento de todos os estudantes frente à experiência que se inicia, compromisso assumido pelos estudantes. “Agradeço à recepção que tivemos. Em uma tarde, pudemos perceber que este momento foi, de fato, preparado para nós. É algo bastante esperado por todos e terá, sim, nosso comprometimento”, reforçou a acadêmica Amanda Lasch Machado.

Segundo a professora Cheila Eickhoff, responsável pela Unidade de Clínica Médica do curso, o atendimento ambulatorial dos pacientes pelos estudantes é um passo importante na formação médica, de aplicação e consolidação dos conhecimentos transmitidos pelos professores, além de aprimorar as habilidades nos procedimentos necessários à prática clínica.

Os acadêmicos vão atender uma grande diversidade de doenças, supervisionadas pelos professores, com foco na investigação clínica e complementar, tratamento e encaminhamento. Atividade que concentra grande expectativa dos educadores - caso do professor Daniel Schroeder. Conforme aponta, é nos ambulatórios que os estudantes começarão a compreender que nem sempre os casos são como os “descritos nos livros”. “É no atendimento frente a frente com o paciente que a medicina deixa de ser exclusivamente ciência e passa a ser também uma arte. E que os especialistas das diversas áreas poderão ampliar a visão dos estudantes, fazendo-os raciocinar não apenas no caso em particular, que está sendo discutido, mas nas consequências, complicações e complexidades que casos simples poderão atingir futuramente, caso não sejam manejados de forma adequada”, explica.

Para o professor Jorge Brust, coordenador do curso de Medicina, chegamos aos momentos de retorno à comunidade, já que o curso foi estabelecido por desejo e compreensão da sua importância para a saúde local e regional, entidades ligadas à saúde e movimentos políticos e sociais. "Os estudantes passam a ter contato com os pacientes, a entender seus problemas, discutir com os professores e apresentar encaminhamentos para a solução das questões de saúde, que sempre envolvem a pessoa e seu meio. Também agora estamos no momento de avaliar o comprometimento de todas as entidades e forças políticas neste projeto, em que todos precisam demonstrar a disposição de contribuir e investir para continuarmos evoluindo, com excelência do curso."

Coordenadora pedagógica do curso, a professora Heloísa Eickhoff destaca que as atividades ambulatoriais marcam uma nova fase do curso de Medicina, pois os alunos começam a fazer os procedimentos médicos, sendo supervisionados pelos professores. “As expectativas são muito boas. As atividades ambulatoriais são muito aguardadas por toda turma e organizamos com muito cuidado para que, além de um ensino de qualidade, os pacientes e toda comunidade possam se beneficiar. Certamente é um avanço importante para Ijuí e região.”

O curso de Medicina está no terceiro ano e conta com um corpo docente de 52 professores, já organizando os próximos semestres.


Estudantes da primeira turma de Medicina da Unijuí iniciam aulas práticas no HCI

            

Na manhã desta segunda-feira, dia 09, o curso de Medicina da Unijuí deu mais um passo para a consolidação da formação de novos médicos na região: tiveram início as aulas práticas da primeira turma do curso no Hospital de Caridade de Ijuí (HCI), uma importante etapa formativa. A partir de agora os estudantes vão realizar uma interação constante com os pacientes e se integram com as rotinas do hospital, supervisionados por professores médicos do corpo clínico. 

Desta forma, o Hospital e a Universidade realizaram uma atividade de acolhimento dos 30 estudantes da turma, na manhã desta segunda, com a participação da diretoria do HCI, Reitoria da Unijuí e coordenação do curso. Na programação, além da acolhida, também ocorreram palestras sobre Desenvolvimento Humano, Medicina Ocupacional (SESMT), Escritório de Qualidade, Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e Tecnologia da Informação.

Na abertura oficial da ambientação, o presidente do HCI, Paulo Stumm, observou que o momento é muito especial para a instituição, de poder receber e realizar a integração dos futuros profissionais com o corpo clínico e os profissionais de saúde para atividades práticas com a Universidade. 

Já a Vice-Reitora de Graduação da Unijuí, professora Fabiana Fachinetto, ressaltou a importância do momento para o curso de medicina da Unijuí e a parceria com instituições como o HCI, que trabalham em conjunto pelo desenvolvimento regional e melhoria da qualidade de vida da população com a melhoria dos serviços prestados à comunidade. 

E segundo o coordenador do curso, professor Jorge Brust, o curso sai de uma fase mais básica de formação, de orientação aos alunos e entra em um hospital, fazendo parte da atenção em saúde, para o que se chama de prática médica. “Estamos todos felizes que o curso está andando muito bem, com excelência”, avalia.

Mais sobre as aulas práticas no HCI

A partir de agora as atividades serão realizadas dentro das atividades do componente curricular intitulado Propedêutica e Semiologia, integrante do Módulo de Ensino correspondente ao quarto semestre do curso, enfatizando a anamnese e observação clínica e exame  físico, instrumentalização para exame físico, conceitos básicos de Diagnóstico por Imagem e sua relação topográfica com órgãos e estruturas. Neste estágio formativo os estudantes aprendem a estabelecer o diálogo com os pacientes, a conhecer as  técnicas de anamnese e de exame físico, estimulados a desenvolver e aplicar o raciocínio  clínico, desde os primeiros contatos com os pacientes, nos diferentes cenários de  prática, para a compreensão e avaliação abrangentes dos problemas identificados. “É um processo importante e básico, que habilita os estudante a evoluir nas cadeiras mais práticas do curso. Basicamente todo estudante de medicina anseia por este dia para começar a sua atuação em Hospital”, salienta a professora Ana Caetano, organizadora da disciplina, que também é integrada pelos seguintes professores: Ana Lúcia Chaves dos Santos Doile, Cheila Meincke Eickhoff, Dario Gervásio Ronchi, Guilherme Galante Heuser, Hércules Aparecido de Moraes, João Carlos Lisbôa, Marcos Soares, Maria Leocádia Bernardes do Amaral Padilha e Marieli Zardin Moraes.

A estudante Cíntia Bastos Rodrigues observa que, a partir de agora, será possível ter uma perspectiva mais ampla da profissão. “É um momento muito importante e o início de uma fase diferente do curso”, complementa. Por sua vez, a estudante Giovana Vetoratto avalia a importância do contato com a realidade em um hospital. “Será muito bom ter esta experiência nova a partir de agora”, disse.


Experiência com a comunidade qualifica formação de estudantes do curso de Medicina

Mesmo durante a pandemia, a prática em Estratégias de Saúde da Família teve sequência, com cuidado especial para segurança de alunos, equipes e usuários

            

Aliar a teoria, vista em sala de aula, com a prática, em setores da saúde. Esse é um dos diferenciais do curso de Medicina da Unijuí. Desde o primeiro semestre, os estudantes têm contato com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com a Atenção Primária à Saúde. Porém, no quarto semestre, os alunos cursam a Unidade de Ensino e Aprendizagem (UEA) de Saúde Coletiva 4 – Saúde da Família e Comunidade, onde participam de todo o processo de trabalho das Estratégias de Saúde da Família (ESFs), que atendem famílias do interior e da cidade. É neste momento que os alunos aprofundam o trabalho prático e entendem a importância destes espaços para a população.

Os alunos acompanham não somente os médicos, mas o trabalho realizado por vários profissionais da equipe, como enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, odontólogos, agentes comunitários de saúde e recepcionistas. O contato e a experiência dos alunos com todos estes saberes qualificam a formação, fortalecendo uma visão integral e ampliada da saúde”, explicou a professora Júlia Nunes Mallmann, coordenadora da UEA Saúde Coletiva - Saúde da Família e Comunidade.

Embora mudanças tenham ocorrido, a pandemia de covid-19 não prejudicou o trabalho prático dos alunos. Segundo Júlia, os acadêmicos participaram de várias atividades desenvolvidas pelas equipes de ESFs. “Claro que adequações foram necessárias, principalmente com relação à segurança dos alunos, das equipes e dos usuários. Foram seguidos protocolos elaborados pelo Município e pela Unijuí, orientando sobre como portar-se e quais as medidas a serem adotadas durante a realização das atividades práticas, incluindo várias orientações sobre cuidados de higiene. Os atendimentos coletivos não foram realizados por orientação do Município, contudo, os atendimentos individuais e as visitas domiciliares seguiram com fluxo normal”, explicou a professora.

Na avaliação de Júlia, estes espaços são fundamentais para a formação dos alunos, não apenas do curso de Medicina, mas de todos os outros cursos da área da saúde, que também têm atividades junto às ESFs. “Estar em contato com os usuários e com a rede de atenção à saúde, desde o início do curso, facilita o entendimento do conceito ampliado de saúde, proporcionando um atendimento mais humanizado e acolhedor desses futuros profissionais”, afirmou, lembrando que as práticas em ESFs foram bastante proveitosas para complementar o que foi estudado em sala de aula. “É um ambiente que possibilita o encontro com o paciente e, por isso, se torna tão dinâmico e interessante", ressalta.

Enquanto que os professores conseguem aproximar o que ensinam da realidade, e os pacientes são beneficiados com o atendimento prestado nas unidades de saúde pelo curso, os acadêmicos têm uma vivência única e “indispensável” à aprendizagem, conforme destaca a aluna do 4º semestre de Medicina, Vitória Massafra Rodrigues. “Entre as vivências que tive até agora, destaco as visitas domiciliares aos pacientes acamados e as consultas dos médicos da família e da comunidade, que possibilitaram a observação do encontro clínico e anamnese. Também é importante destacar as múltiplas vivências que tivemos com as equipes, que contam, por exemplo, com enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos especializados de cada ESF”, disse.

Reforçando a fala da professora, Vitória lembrou que, em razão da pandemia, ela e os colegas foram divididos em grupos menores para as aulas práticas. A discussão sobre o novo coronavírus, claro, não poderia ficar de fora das aulas teóricas, que seguem de forma virtual. “Trabalhamos bastante a covid-19, discutindo casos clínicos e artigos científicos”, lembra.

Vestibular

Está aberto o processo de inscrições para o Vestibular de Medicina, nova turma que vai iniciar em 2021. O candidato poderá realizar a prova da Unijuí ou utilizar a nota do Enem de anos anteriores, considerando que este ano, em função da pandemia, o Enem será realizado somente no mês de janeiro de 2021. Para o candidato utilizar a nota do Enem, ele deve ter concluído o ensino médio, sendo que nos anos em que ele está cursando essa etapa, não valerão para a seleção ao curso de Medicina. Confira o edital e todos os detalhes do processo, clicando aqui

Datas:

Inscrição: 21 de outubro a 06 de dezembro

Prova: 13 de dezembro, presencial com todos os protocolos de segurança e distanciamento.


Estudantes de Medicina organizam live para compartilhar informações de prevenção ao câncer de mama

         

Estudantes de Medicina da Unijuí promovem, na quinta-feira, dia 15 de outubro, live sobre o Outubro Rosa. O evento terá alguns convidado e será transmitido pelo Instagram da turma @med03unijui, à partir das 19hs, com o tema “Avanços e perspectivas da mulher com câncer de mama”, proveniente da Unidade Integradora do curso.

Confira a programação completa:

19h : Início

Palestrantes:

✔️ Dr. Gerson Jacob Delazeri 

(Reconstrução mamária, impactos psicológicos e físicos)

✔️  Adriana Matte Pippi (Direitos das mulheres com câncer)

✔️ Dr. Fábio André Franke 

(Avanços nos tratamentos para o câncer de mama)

Segundo a estudante Janaína Zimpel Nascimento, uma das organizadoras, é importante salientar que o câncer de mama é um dos mais incidentes em mulheres no Brasil, por isso a live vai levar informações importantes sobre este tipo de câncer, principalmente em razão do Outubro Rosa, que coloca o tema ainda mais em evidência. 

O mastologista e professor do curso de Medicina, Gerson Jacob Delazeri, que vai realizar uma fala na atividade, observa que disseminar informações sobre esta doença é muito importante, no sentido de promover a prevenção ao câncer de mama. “Creio que se torna ainda mais pertinente essa discussão,em razão do momento atual e pelo papel desempenhado pelo curso de Medicina da Unijuí na comunidade”, complementa.

 


Unijuí e HCI assinam convênio envolvendo os campos de prática e estágios do curso de Medicina e Residências Médicas

         

No fim da tarde desta terça-feira, dia 04 de agosto, a Unijuí e a Associação Hospital de Caridade de Ijuí (AHCI), assinaram um acordo histórico de cooperação, que já vinha sendo construído ao longo dos últimos anos, visando a oferta do curso de Graduação em Medicina e das Residências Médicas necessárias à implantação do curso, utilizando os espaços do Hospital como campo de prática aos estudantes. 

A partir da assinatura deste acordo, o objetivo é passar a utilizar estas estruturas, que contemplam atendimento SUS. Eles utilizarão os espaços para práticas acadêmicas, bem como vincular as atuais áreas básicas de residência já em andamento no HCI, sendo elas: Ginecologia, Clínica Médica e Cirurgia Geral, assim como ampliar as vagas no Programa de Residência Médica da COREME – Comissão de Residência Médica da AHCI e estudar a oferta da Residência em Pediatria em consonância com as exigências dos órgãos de regulação para implantação e ampliação do Curso de Medicina em Ijuí e na Unijuí.

Segundo o contrato, as atividades de ensino e supervisão dos estágios e práticas acadêmicas a serem desenvolvidas serão prestadas por médicos do corpo clínico do Hospital, previamente indicados pela FIDENE/UNIJUÍ e referendados por comissão formada entre as duas instituições. Além das questões já destacadas, o contrato prevê adequações nos espaços físicos, que deverão estar concluídos até 28 de fevereiro de 2022, que serão realizados pela Unijuí e pela AHCI. No entanto, as atividades nos espaços do hospital devem iniciar já neste semestre. 

De acordo com a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, em entrevista à Unijuí FM, o momento marca o fim de um ciclo e o início de uma parceria que já possui uma longa história, nos diferentes cursos da área de saúde. “Nossos currículos na área da saúde, incluindo o curso de Medicina, tem base importante em consonância com as diretrizes do Sistema Único de Saúde, nosso SUS, colocando o desafio de contribuir com o avanço da saúde pública para todos nossos cidadãos. São marcas históricas das nossas Instituições, que tem sua base na comunidade regional. Este ato marca efetivamente a ampliação, agora com o curso de Medicina, de nosso papel enquanto instituição formadora e o HCI, enquanto instituição de saúde, para qualificar ainda mais a saúde de nossa região.”, observa.

Por sua vez, o presidente em exercício do Hospital de Caridade de Ijuí, Cícero Tremea dos Santos, observa que o contrato é muito importante para a comunidade, tendo em vista que objetiva o avanço da medicina e da saúde local, com a formação e aprimoramento de profissionais. “Estamos falando de um curso de Medicina que tem um projeto diferenciado. Quem vai ganhar será toda a população da região, tendo em vista a cobertura que o HCI faz em saúde”, salienta.

Participaram do ato de assinatura do contrato pelo HCI: o presidente em exercício, Cícero Tremea dos Santos, o diretor geral, Fernando Becker, o diretor administrativo, Genésio Carlos de Lima Gomes, o diretor técnico, Daniel Augusto Schröder, o diretor clínico, Gilnei Krüger Penno, o assessor jurídico,  Valmor Luiz Alievi, os médicos Edilson Walter e Robledo Meller Alievi, além de membros da Diretoria a 2° tesoureira, Antônia Carvalho Bussmann. Pela Unijuí, estiveram presentes: a Reitora, Cátia Nehring, o Vice-Reitor de Administração, Dieter Siedenberg, o chefe do Departamento de Ciências da Vida, Matias Frizzo, o coordenador do curso de Medicina, Jorge Brust, a coordenadora pedagógica do curso de Medicina, Heloísa Eickhoff, além de assessores e membros do corpo técnico institucional da Unijuí.

    

Projeto do curso de Medicina envolve outras instituições de saúde da região

O projeto do curso de Medicina envolve um complexo regional de hospitais, segundo a Reitora da Unijuí: “o HCI, como nosso hospital de referência, e ainda o Hospital Bom Pastor e o Hospital de Panambi, considerando que estes três hospitais foram condição para abertura e autorização do curso de Medicina em Ijuí. Estão ainda neste projeto dois novos hospitais de nossa região, o Hospital Santo Ângelo e o Hospital São Vicente, de Cruz Alta, com os quais estamos fechando convênios”, salienta.


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