
Professores da Unijuí estiveram na última semana, entre os dias 22 e 23 de novembro, visitando o Parque Tecnológico Biopark, na cidade de Toledo, no Paraná, conhecendo as diversas atividades e projetos que estão sendo desenvolvidos no local. A visita contou com a presença do vice-reitor de Administração, professor Dieter Siedenberg; dos professores do curso de Administração, Ariosto Sparemberger, Fernanda Pasqualini, Luciano Zamberlan, Sandra Albarello e Ivo Ney Kuhn; e da coordenadora da Criatec, Maria Odete Palharini.
O BioPark é um parque tecnológico que reúne educação, pesquisa e negócios. Ele foi lançado em 2016 e se constitui em um território de mais de 5 milhões de m², que abriga mais de 100 empresas e quatro Instituições de Ensino Superior (IES). Estima-se que, em 30 anos, o Biopark conte com mais de 500 empresas de inovação e tecnologia, gerando mais de 30 mil empregos, e que mais de 75 mil habitantes residam naquele espaço.
Os docentes da Unijuí foram recepcionados pelos professores Norma Viapiana e Hermes Inácio, que apresentaram a estrutura e os projetos que estão sendo desenvolvidos no parque, além da integração com as IES.
Também foram apresentadas as inovações que integram a proposta pedagógica do curso de Administração, que é ofertado integralmente por meio de projetos. Os professores da Unijuí puderam interagir com duas turmas e com as empresas incubadas no decorrer das aulas. Durante a visita, foi possível observar a dinâmica diferenciada de condução das atividades de ensino-aprendizagem, com ênfase no desenvolvimento de habilidades e atitudes dos estudantes.
A viagem foi exitosa e possibilitou ao grupo de professores pensar novas ações para integrar a universidade com as organizações da região, além de experiências de aprendizagem diferenciadas a serem proporcionadas para os estudantes que fazem parte do curso de Administração na Unijuí.

É durante a fase final do Ensino Médio que muitas dúvidas surgem sobre qual caminho seguir. E é através da graduação que muitos desses questionamentos são sanados e novas paixões e oportunidades surgem.
A história de Luís Fernando Irgang dos Santos na Unijuí teve início em 2005, ainda no Ensino Médio, quando acompanhou um espetáculo do Grupo de Teatro da Unijuí - GTU. “Fiquei entusiasmado com a possibilidade de cursar o Ensino Superior na Instituição e desenvolver atividades de extensão, como participar do grupo de teatro”, relembra o egresso do curso de Administração e mestre em Administração, com dupla titulação pela Universidade de Halmstad, na Suécia.
No ano de 2006, Luís entrou para o grupo e teve a oportunidade de viajar por diversos lugares do Brasil, conhecendo e trocando experiências com artistas. "Foi a partir do contato com colegas universitários que tive a oportunidade de participar do longa-metragem Cromossomo 21, que foi em parte gravado nas instalações da Universidade e que estreou nas telas de cinema do Brasil e do mundo em novembro de 2017.”
Mas foi na Administração que Luís encontrou vocação para atuar como gestor de negócios e empreendedor. Ainda estudante, aproveitou todas as oportunidades, participando do Grupo de Pesquisa em Comportamento Organizacional e como monitor em uma disciplina. Chegou a receber o prêmio Astor Rocca de Barcellos, pelo melhor artigo de TCC em Administração do Estado do Rio Grande do Sul, e os prêmios de Melhor Performance Acadêmica e Excelência Acadêmica do curso de Administração. “As oportunidades que o curso de Administração me proporcionou e o reconhecimento pelo meu trabalho despertaram em mim o desejo de seguir na carreira acadêmica”, comenta.
O pesquisador estudou em escola pública, cursou o Ensino Superior e a pós-graduação de forma gratuita, por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni) e bolsa de pesquisa da Capes. “Sem esses incentivos, acredito que não teria tido acesso às mesmas oportunidades de me desenvolver enquanto ser humano e profissional e chegar até aqui”, afirma.
Atualmente, Luís reside na cidade de Halmstad, sul da Suécia, e segue os estudos como Ph.D. em Innovation Sciences pela Universidade de Halmstad. Além de lecionar no programa de mestrado em Industrial Management and Innovation, também dá aulas em instituições de ensino no Brasil de forma online.
O pesquisador acredita que o Ensino Superior possibilita uma sociedade menos desigual, desenvolvendo soluções inovadoras e sustentáveis. “Acrescento que a educação deve ser emancipadora e inclusiva, e deve estimular o pensamento crítico-reflexivo como forma de promover o desenvolvimento do sujeito enquanto indivíduo e na condição de agente transformador da sociedade”, finaliza.
Por Susan Pereira, estagiária da Assessoria de Marketing da Unijuí

A partir das 19h30 desta quinta-feira, dia 13 de maio, o curso de Administração da Unijuí promove o “Evento de articulação com o mundo empresarial”. A atividade faz parte das disciplinas de Estratégias de Finanças, do professor Ivo Ney Kuhn, e de Arquitetura Organizacional, do professor Ariosto Sparemberger.
A programação contará com dois destaques: A experiência da Hidroenergia num contexto globalizado e Os desafios de gerenciar uma entidade de classe – o caso da ACI Ijuí.
À frente da palestra estará o diretor-presidente da Hidroenergia e presidente da ACI de Ijuí, Marcos Kieling.

Estudantes de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Unijuí desenvolveram, no último semestre, uma série de conteúdos informativos para adolescentes de Ijuí. O trabalho foi feito por meio do Projeto Integrador "Criação de Conteúdos e Narrativas", em parceria com a 36ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e as escolas estaduais Centenário e Polivalente. Como resultado, os alunos criaram o perfil "PPRT - Papo Reto" no Instagram e uma websérie de quatro episódios no YouTube.
O projeto abordou temas de saúde e comportamento que cercam a rotina dos jovens, como gravidez na adolescência, métodos contraceptivos, higiene pessoal, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), dependência emocional, sororidade e menstruação. A definição dos assuntos partiu de uma mentoria pedagógica com a 36ª CRE, que identificou as principais dúvidas e necessidades dos estudantes das escolas parceiras.
A assessora pedagógica da 36ª CRE e mentora da iniciativa, Maristela Righi Lang, ressalta a relevância da ação e destaca que os debates sobre educação sexual, sororidade e prevenção à violência trazem assuntos que precisam ser trabalhados desde o 6º ano do Ensino Fundamental.
"Essa abordagem precoce é fundamental para que meninos e meninas desenvolvam consciência sobre o próprio corpo, compreendam a importância do respeito e do autocuidado, e saibam como se prevenir contra a violência sexual, ISTs e a gravidez precoce”, salienta a mentora. “O fato de os estudantes de Jornalismo e Publicidade e Propaganda também serem jovens e dominarem a linguagem do público-alvo facilita a comunicação e potencializa a eficácia das ações de conscientização".
Para traduzir conceitos científicos e sociais em uma linguagem que fizesse sentido para os adolescentes, os acadêmicos integraram os aprendizados de três disciplinas práticas do módulo: a disciplina do PI e a disciplina de Criação e Produção em Comunicação Digital, ministradas pela professora Rúbia Schwanke e a disciplina de Produção Audiovisual Multiplataforma, ministrada pela professora Márcia Almeida.
Como canal principal, os estudantes criaram o perfil @pprt_paporeto no Instagram, espaço destinado para publicar conteúdos desenvolvidos no semestre e interagir com os adolescentes.
A professora e coordenadora dos cursos, Rúbia Schwanke, explica que a turma foi dividida em quatro grupos para dar conta da complexidade de cada tema. O planejamento começou em abril com um diagnóstico junto às direções das escolas e reuniões de debate (focus group) com os alunos do Ensino Médio das escolas participantes.
"Na conversa com os estudantes eles mencionaram que só lêem ou interagem com conteúdos que tenham uma linguagem simples e jovem", explica Rúbia. "A partir disso os grupos trabalharam os conteúdos de forma dinâmica e com informações diretas, papo reto, sem rodeios. Os acadêmicos representaram o cotidiano desses alunos, o que tornou o resultado do trabalho muito real e atrativo”, complementa.
Além das postagens em redes sociais, o projeto culminou na produção de uma websérie de quatro episódios focada nas temáticas principais. Além disso, foram produzidos vídeos especiais dedicados ao combate à violência contra a mulher. Esta última produção ganhou ainda mais força com a colaboração do Projeto de Extensão do curso de Direito da Unijuí, coordenado pela professora Joice Nielsen, garantindo embasamento jurídico e social às narrativas. A condução dos roteiros e a direção técnica do audiovisual ficaram a cargo da disciplina específica da área.
O desafio de dialogar diretamente com estudantes do Ensino Médio impôs aos universitários o compromisso de criar conteúdos de forma atraente e responsável.
O estudante de Publicidade e Propaganda, Pedro Wildner, conta que o processo foi desafiador, mas muito rico por conectar o aprendizado de diferentes disciplinas desde a pesquisa até a produção dos materiais para atender a uma necessidade real.
“Muitas vezes os trabalhos da universidade ficam restritos à avaliação da disciplina, então ver o Papo Reto sendo apresentado para estudantes e se efetivando em um perfil ativo no Instagram mostra que o conhecimento produzido na universidade pode gerar impacto real na sociedade”, destaca Pedro. Saber que nosso trabalho pode informar, incentivar o diálogo e ajudar adolescentes a tomarem decisões mais conscientes torna toda a dedicação ainda mais recompensadora e traz a sensação de que nosso trabalho foi efetivo e valeu a pena”.
A acolhida do projeto nas escolas estaduais Centenário e Polivalente superou as expectativas. As educadoras envolvidas no projeto afirmam que a linguagem jovem e ilustrativa eliminou distâncias, permitindo que os estudantes entendessem a mensagem e se sentissem representados pelos conteúdos.
Para a diretora do Instituto Estadual de Educação Guilherme Clemente Koehler (Polivalente) Catia Liliane Brzozovski Nunes, o material se consolidou como uma ferramenta valiosa para iniciar conversas delicadas no ambiente escolar:
"Os materiais produzidos pela Unijuí funcionam como uma excelente 'porta de entrada'. Eles desarmam os alunos e abrem espaço para o diálogo de forma natural. Em vez de começarmos com uma palestra formal, começamos assistindo à websérie ou analisando o perfil PPRT. Isso valida a visão deles primeiro, facilitando o nosso papel de guiar a reflexão pedagógica e aprofundar o debate sem parecer uma cobrança ou um julgamento. É uma ferramenta pedagógica de valor imensurável para os dias de hoje", ressalta Catia.
Da mesma forma, a vice-diretora da Escola Estadual Centenário, Márcia Regina Sloczinski, destaca que a abordagem leve e acessível facilita a condução das atividades pedagógicas em sala de aula.
"Ajuda muito pois o ponta pé inicial foi dado. Agora fica mais acessível e fácil, pois já é do conhecimento deles, e essa forma jovem e ilustrativa que foi utilizada foi bem aceita por eles, pois os representa", conclui a professora Márcia.
Com os conteúdos à disposição das escolas e da comunidade escolar, a iniciativa segue cumprindo seu papel de informar e gerar diálogo com a juventude. Para acompanhar as postagens interativas e assistir aos episódios da websérie, acesse o perfil @pprt_paporeto no Instagram.
Por Keila Rosa, jornalista da Usina de Ideias.

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Os estudantes do curso de Publicidade e Propaganda da Unijuí participaram, no dia 16 de junho, de uma atividade voltada à fotografia noturna na disciplina de Linguagem e Produção Fotográfica, ministrada pela professora Lays Borges. A aula contou com a participação da fotógrafa da Central de Eventos da Unijuí, Natália Carvalho, que compartilhou suas experiências com a turma.
Durante a aula, os acadêmicos realizaram registros ao ar livre durante à noite, experienciando na prática os desafios de fotografar em ambientes com pouca iluminação. Além disso, eles aprenderam sobre a técnica light painting (pintura com luz), que consiste em utilizar fontes luminosas, como lanternas, durante uma exposição prolongada da câmera, permitindo que os movimentos sejam registrados diretamente na fotografia.
Segundo a fotógrafa da Central de Eventos da Unijuí, Natália Carvalho, “a fotografia noturna entrega fotos belíssimas, mas é um pouco mais complexa. Neste sentido, abordamos com a turma o uso correto das técnicas em ambientes escuros e os ajustes de configuração necessários para capturar um momento e garantir o máximo de luz possível para o registro da imagem usando o modo manual da câmera através do triângulo de exposição”, pontuou.
Para a professora responsável pela disciplina, Lays Borges, ações como essa enriquecem o aprendizado. “Durante a atividade, os acadêmicos tiveram a oportunidade de compreender como os ajustes técnicos influenciam na qualidade da imagem, além de explorar a criatividade para fazer a composição fotográfica. A participação da fotógrafa Natália Carvalho proporcionou a eles uma aproximação com a realidade do mercado, permitindo a troca de experiências sobre os desafios encontrados na cobertura de eventos e na criação de imagens em diferentes condições de iluminação”.
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A Unijuí recebeu, nesta quinta-feira, 18 de junho, os estudantes do 2º Ano da Escola Estadual de Educação Básica Margarida Pardelhas, de Cruz Alta. Durante todo o dia, eles participaram de oficinas realizadas pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade.
A proposta das oficinas é qualificar os estudantes que participam do projeto Pequenas Grandes Histórias, que visa a produção de curtas-metragens durante o ano letivo. As oficinas foram realizadas nos turnos da manhã e da tarde e englobaram fotografia, edição, áudio, vídeo e, ainda, dicção e oratória. Participam, ao todo, cerca de 130 alunos.
Conforme a coordenadora dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo da Unijuí, professora Nilse Maldaner, a parceria já auxiliou a cinco turmas da escola a desenvolverem os seus curtas. “É uma parceria consolidada e que faz diferença sim para o trabalho que é desenvolvido, que ajuda a eles a participarem do festival e que envolve muitas pessoas”, destaca.
A coordenadora do projeto, professor Alessandra Ribas, explica que todos os anos os alunos aguardam com expectativa para fazerem as suas produções audiovisuais, e que a participação nas oficinas é muito importante para o desenvolvimento das atividades. “Este é um projeto que começou em 2022 e que vem crescendo ano a ano, sempre abordando uma temática diferente. A Unijuí é nossa parceira desde o início e é um dos momentos mais importantes do projeto”, ressalta.
A professora também comenta que os estudantes adoram fazer o curta-metragem e é satisfatório ver a felicidade deles e o envolvimento que têm quando conseguem ver o resultado na tela do cinema. “É um projeto muito gratificante, que une a escola e toda a comunidade escolar”, completa Alessandra.
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