Direitos Humanos

Primeiro mestre em Direito formado pela Unijuí conclui o doutorado

                  

No dia 26 de junho concluiu o curso de Doutorado o primeiro mestre em direito formado pela Unijuí, Giancarlo Montagner Copelli. O doutorado foi realizado na Unisinos e o tema tratado foi O Estado Social e Seus Desafios no Brasil. Esse fato, segundo o Coordenador do Curso de Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ, professor Gilmar Antonio Bedin, é uma sinalização importante sobre a consolidação do programa. "A defesa feita significa o encerramento do processo de implantação do programa". O professor Bedin compôs a banca de defesa da tese e ficou muito feliz com a obtenção do conceito máximo pelo doutorando.


DCJS e Mestrado em Direitos Humanos buscam fortalecer parcerias internacionais

                     

Os professores do DCJS e do Mestrado em Direitos Humanos da Unijuí, Dr. Daniel Rubens Cenci, Dra. Anna Paula Bagetti Zeifert e o mestrando em Direitos Humanos Rodrigo Tonel, participaram do I Seminário Internacional de Cooperativismo Argentina-Brasil-Paraguay, da RED CIDIR – Cooperação Internacional, Desenvolvimento e Integração Regional (Rede Interuniversitária de pesquisa para o Desenvolvimento e Integração Regional), debatendo o tema do cooperativismo como ferramenta de inclusão e sustentabilidade.

Para além do evento, o objetivo foi fortalecer as relações com as instituições UNAM - Universidad Nacional de Misiones/AR, UNAE/PY - Universidade Autônoma de Encarnación e Universidade Gastón Dachary/AR, na articulação da http://www.redcidir.org construindo parcerias Missioneiras transfronteiriças. Professores e alunos das Universidades participantes da Rede de Pesquisa, também estarão presentes em eventos da Unijuí ao longo do ano de 2018. 

Sobre o tema

As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros. Frente a preocupação com o desenvolvimento interno, as cooperativas envolvem-se diretamente com a preservação de recursos naturais, com a educação da população, com a saúde, com a melhoria do padrão de vida, saneamento, moradia, entre outros, bem como, a responsabilidade socioambiental das sociedades cooperativas e grupos de economia solidária com a resolução dos problemas sociais e ambientais globais.


Mestrado em Direitos Humanos da Unijuí abre inscrições para Aluno Especial

O Programa de Pós-Graduação em Direito – Curso de Mestrado em Direitos Humanos da Unijuí, divulgou edital para admissão de Alunos Especiais para o segundo semestre de 2018. O edital com todas as informações está disponível na página do Programa no Portal da Unijuí.  

As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de julho na Secretaria do Mestrado em Direito, no Prédio Beta do Campus Ijuí, das 8h às 11h30min e das 13h30min às 17 horas, mediante entrega da documentação exigida para a inscrição.

A divulgação da lista dos candidatos será feita até o dia 23 de julho, no site do Programa. A matrícula dos estudantes selecionados será realizada no dia 26 de julho, na Secretaria Acadêmica, Prédio da Biblioteca Unijuí do Campus Ijuí, no horário de expediente (nos turnos manhã ou tarde).

A não efetivação da matrícula pelo candidato selecionado, no prazo indicado, implicará na perda da vaga. Outras informações na Secretaria do Programa de Mestrado em Direito, pelo fone 55-3332-0545 ou Ramal interno 3510, pelo e-mail ppgd@unijui.edu.br  e no site do Programa.


NEIDH Café & Conversa debate maio de 68 e seus reflexos 50 anos depois

                       

O NEIDH – Núcleo de Educação e Informação em Direitos Humanos do PPGD – Programa de Mestrado em Direito da Unijuí – Mestrado em Direitos Humanos, realizou quinta-feira, dia 24, mais uma edição do NEIDH Café e Conversa no Auditório do Mestrado. A conversa abordou o tema “Maio de 68: 50 anos depois”, pelo Professor Dr. Ivo Canabarro. e foi mediada pelo Professor Dr. Paulo Fensterseifer.

Integrando os Programas de Pós-Graduação em Educação nas Ciências e Direito da UNIJUÍ, o café propôs uma abordagem sobre os movimentos sociais de 1968 na França e seu reflexo no Brasil. O Professor Ivo iniciou a conversa apresentando o tema, explanando conceitos e fatos ocorridos durante a época.

Maio de 68: na França

Os movimentos iniciam em abril de 1968 com a Primavera de Praga, capital da  Tchecoslováquia. O movimento político contra o sistema socialista abriu espaço para as manifestações do mês de maio, ocorridas na França. Encabeçado por estudantes, os protestos aconteceram por conta da grande censura que a população vivia na época. “A principal característica desse momento histórico foram as manifestações culturais que aconteciam na Europa, os estudantes protagonizaram uma luta pelo feminismo, liberdade de expressão e uma reestruturação do sistema educacional francês”, explica Ivo.

Maio de 68: reflexo do movimento Europeu no Brasil

A repercussão da revolta estudantil e operária que acontecia na Europa resultou em vários movimentos mundiais. No Brasil o ano vivia um momento paradoxal comparando com a França. Ivo relata que “enquanto havia toda uma população europeia lutando pela liberdade, no Brasil seguíamos em uma ditadura militar, mas mesmo assim 1968 foi um ano emblemático para o país”.

Naquele ano, a morte de um estudante choca e comove boa parte dos brasileiros que lotam o velório de Edson Luís de Lima Souto, morto pela Polícia Militar do Rio de Janeiro. A partir desse fato foi criado um grande movimento que foi chamado de “A Passeata dos Cem Mil”, ocorrida no dia 26 de junho contra a ditadura militar no Brasil. Apesar da grande repressão sofrida na época, as manifestações estudantis continuaram até 13 de dezembro, quando foi promulgado o Ato Institucional nº 5 (AI-5), marcando o início dos anos de chumbo da Ditadura Militar brasileira.

                  

1968: o ano que não terminou

Ao fazer uma relação dos fatos ocorridos com a leitura do livro “1968: o ano que não acabou” de Zuenir Ventura, o Professor Ivo Canabarro discorre sobre a importância do movimento e seus reflexos que seguem mundialmente até os dias de hoje.

O Professor Paulo Fensterseifer, ao realizar a mediação da conversa, provocou o debate sobre a crítica à modernidade. “Temos muitas conquistas que procederam desse movimento e nos permitem ter uma relação mais crítica a partir desses elementos”. E complementou sua fala com a pergunta, instigando os presentes: “como fazer o mundo comum com os ganhos de 68?”

Para Ivo o maior legado deixado pelos movimentos de maio de 68 é de que a união torna-se cada vez mais importante para que haja uma força de grande impacto social. “1968 é um ano que não acabou pois seguimos acreditando em um país melhor e na liberdade”, finaliza.

                


Mestrado em Direitos Humanos realiza Aula Magna e Seminário sobre Norberto Bobbio

                  

O PPGD – Programa de Mestrado em Direito da Unijuí – Mestrado em Direitos Humanos – realizou quarta, 16/05, às 8h30min no Auditório 100 do Centro de Eventos da Unijuí, a sua Aula Magna, como forma de receber oficialmente os novos mestrandos do Programa. O Professor italiano-brasileiro Giuseppe Tosi, da Universidade Federal da Paraíba,  foi convidado para apresentar  e discutir a temática “Liberalismo, Democracia e Direitos Humanos”. 

Durante a sua fala, Tosi salientou a importância de discutir sobre direitos humanos hoje. “Refletir sobre isso é debater sobre os temas mais relevantes para a sociedade, discutir os problemas que ela está vivendo, e permite pensar uma sociedade mais justa, humana e solidária”, afirmou o professor. Disse ainda que a batalha ideológica é a mais importante e que precisamos encontrar categorias para decifrar os sinais dos tempos.

Especialista no pensamento do jurista italiano Norberto Bobbio, o Prof. Giuseppe Tosi publicou pela Editora Vozes, em 2016, o livro “10 Lições sobre Bobbio”, autor que norteou os fundamentos do Seminário realizado nesta quinta (17/05) no Auditório do Mestrado em Direitos Humanos, ocasião em que falou sobre Direito e Política: Dez Lições Sobre o Pensamento de Norberto Bobbio, reunindo alunos e professores do Mestrado.

Tosi dividiu a sua explanação em três momentos. No primeiro, explicou a democracia em Bobbio, depois refletiu sobre a importância dos direitos humanos e por fim sobre as “lições” de Bobbio para a democracia brasileira em tempos difíceis. Tosi explicou que quando se fala de democracia é preciso olhá-la no contexto amplo do Estado Democrático de Direito e que isso implica democracia e direitos, maioria e minoria, tensões e conflitos.

O professor observou que hoje há uma tendência ao populismo no mundo e que isso representa um perigo à estabilidade da democracia, na medida em que o populismo se constitui a partir de pessoas que querem apresentar soluções simples para problemas complexos, como por exemplo, a questão dramática da violência, espetacularizada pelos meios de comunicação.

Segundo Tosi, “as modernas sociedades são complexas demais e a democracia é a forma de governo ideal porque apresenta um sistema mais realista de conformação do poder e o conflito é essencial na democracia”.

Ao ser questionado sobre por que o pensamento  de Bobbio é importante para pensar sobre a democracia brasileira o Professor Tosi afirmou: “ Bobbio é famoso por ser um grande defensor da democracia em dois aspectos: o respeito formal das regras do jogo, mas também o respeito de um conjunto de valores democráticos que são fundamentalmente os direitos humanos. Não é a democracia sem soberania popular, sem participação do povo, mas também não é a democracia sem que exista os direitos humanos, tanto os direitos civis e políticos, como os direitos econômicos e sociais.  Essa é a grande lição que Bobbio deixa para o Brasil que nesse momento  de retrocessos políticos, sociais e econômicos precisa retomar o caminho do crescimento e da consolidação da sua democracia tão frágil e que está sendo ameaçada hoje”.


Inscrições abertas para alunos especiais no Mestrado em Direitos Humanos

                  

O Programa de Pós-Graduação em Direito – Curso de Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ divulgou edital para admissão de Alunos Especiais do primeiro semestre de 2018. O edital com todas as informações está disponível no site do Programa: www.unijui.edu.br/cursos/mestrado-e-doutorado/direitos-humanos 

As inscrições poderão ser feitas até o dia 28 de fevereiro, na Secretaria do Mestrado em Direito, no Prédio Beta do Campus Ijuí, das 8h às 11h30min e das 13h30min às 17 horas, mediante entrega da documentação exigida para a inscrição. 

A divulgação da lista dos candidatos será feita até o dia 02/03/2018, no site do Programa de Mestrado em Direito:  http://www.unijui.edu.br/estude/mestrado-e-doutorado/direitos-humanos 

A matrícula dos alunos selecionados será realizada no dia 06/03/2018, na Secretaria Acadêmica, Prédio da Biblioteca Unijuí do Campus Ijuí, nos turnos manhã ou tarde. 

Mais informações na Secretaria do Programa de Mestrado em Direito, pelo fone 55-3332-0200 Ramal 3510, pelo e-mail ppgd@unijui.edu.br  e no site do Programa.


NEIDH realiza atividades durante o mês de novembro

O Núcleo de Educação e Informação em Direitos Humanos – NEIDH – que desenvolve suas atividades no Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ realizou duas atividades inseridas em sua programação para encerrar o mês de novembro: o NEIDH Café & Conversa e a Oficina Direitos Humanos e Cidadania.

Na última sexta-feira, dia 24, o NEIDH Café & Conversa recebeu a professora do Curso de Comunicação Social, Habilitação Publicidade e Propaganda, Nilse Maldaner, para uma conversa sobre a temática Publicidade e Consumo. O debate foi mediado pelo Professor Daniel Cenci.

A publicidade exerce o papel de mediar as informações entre a empresa e o cliente, operando uma relação que por muitas vezes acaba por “mascarar” situações. Nilse comenta que o consumismo já é algo inserido em nosso cotidiano e que não é a publicidade que irá induzir ao consumo exagerado.

                 

“O consumo é inerente a nós, porém, hoje acabamos por discuti-lo na forma do consumismo, que é a ideia do consumo exagerado, do consumo supérfluo. A publicidade induz ao consumismo numa grande maioria sim, mas não é só ela. Vários estudiosos colocam que o consumismo, hoje, é um atributo da sociedade, pois ele está inserido em todos os aspectos dela. Então, talvez a publicidade seja muito criticada por ser a face mais visível desse consumismo e aí a comunicação publicitária é vista como vilã”, explica Nilse Maldaner.

Daniel Cenci salientou a relação entre o ato de consumir, a agressão ao meio ambiente e a noção equivocada de desenvolvimento: “A ideia do desenvolvimento e a ideia do bem-estar precisa mudar.” A primeira, segundo ele, está ligada a produção e dela não precisamos mais: “Precisamos distribuir aquilo que tem”, afirma o professor. Em relação ao bem-estar, ele explica que a satisfação pessoal e o consumo pelo prazer denotam uma relação de poder, ou seja, quem consome algo sem necessidade, mas que está na moda, sente-se mais reconhecido socialmente.

O próximo NEIDH Café & Conversa será realizado dia 07 de dezembro, das 15 às 16h, no Mestrado em Direitos Humanos e a convidada é a professora Doutora Maria Simone Vione Schwengber, do Programa de Doutorado em Educação das Ciências da UNIJUÍ. Ela vai discutir, baseada em sua trajetória de pesquisa sobre políticas públicas de inclusão social e transversalidades de gêneros: ênfases, tensões e desafios atuais. A programação é aberta à participação da comunidade.

Oficinas de Direitos Humanos

Uma das propostas do Núcleo é promover a formação da cultura dos direitos humanos e por isso tem realizado diversas oficinas com estudantes de Ijuí e região. No dia 22 de novembro, dentro dessa perspectiva e concretizando a proposta do convênio “Direitos Humanos e(m) Comunidade” com a Comissão de Direitos Humanos da OAB Ijuí, foi realizada a oficina de Direitos Humanos e Cidadania em Ijuí. A contemplada com a atividade foi a Escola Municipal Soares de Barros. As turmas do nono ano da Escola, sob a coordenação da professora Jaqueline Roberto, participaram das atividades propostas e se envolveram na discussão de temas voltados à temática dos direitos humanos. As mestrandas Bianca Strücker e Pâmela Copetti Ghisleni ministraram a oficina com o apoio da mestranda Kaoanne Krawczak e das bolsistas do projeto de Pesquisa Mídia e Sociedade: o direito à informação, Rafaela Mallmann e Marjorie Bock. A atividade foi acompanhada por Luana Borchardt, da OAB, e Vera Raddatz, coordenadora do NEIDH.

Durante a Oficina os alunos tiveram oportunidade de discutir em grupos como resolveriam oito situações do quotidiano em sua escola, a partir da perspectiva do respeito aos direitos humanos. “É muito importante criar oportunidades para ouvir os estudantes sobre situações complexas do dia a dia e que dizem respeito a tomadas de atitudes tendo em vista descontruir concepções de preconceito”, declara a Profª Vera Raddatz. 

O NEIDH/Unijuí está programando para 2018 a continuidade deste trabalho, tanto das oficinas quanto do Neidh Café & Conversa, bem como do Projeto Descongele Suas Ideias, conhecido pelas Geladeirotecas instaladas no Campus Ijuí e Santa Rosa.

Por: Marjorie Barros Bock, estudante de Jornalismo e bolsista do NEIDH.


Curso de Mestrado em Direitos Humanos realiza aula aberta em Santa Rosa

Na última sexta-feira, dia 10, o Curso de Mestrado em Direitos Humanos, com o apoio da Coordenação do Curso de Graduação em Direito do Campus Santa Rosa, realizou a sua primeira Aula Aberta.

O tema principal da aula foi Os Direitos Humanos e sua Ambivalência na Geopolítica Mundial: Entre o Cosmopolitismo e as Visões Regionais. Participaram da aula o Coordenador do Curso de Mestrado em Direitos Humanos, Gilmar Antonio Bedin, a mestranda Aline Michel Pedron Leves e o professor externo Mohammed Nadir, nascido no Marrocos e atualmente vinculado à Universidade do Porto.

A mestranda Aline apresentou a sua as suas reflexões atuais sobre a proposta cosmopolita de direitos humanos desenvolvida pelo sociólogo alemão Ulrich Beck e suas implicações. O professor Mohammed refletiu sobre os direitos humanos do ponto de vista africano. A análise foi feita a partir da ambivalência que o tema adquire quando analisado do ponto de vista do poder mundial estabelecido e dos interesses geopolíticos envolvidos. O professor Bedin falou sobre a visão latino-americana dos direitos humanos.

A Coordenadora do Curso de Graduação em Direito, professora Francieli Formentini, ressaltou a importância da atividade realizada em conjunto e reforçou a necessidade da constante integração entre os Cursos de Graduação em Direito e de Mestrado em Direitos Humanos.

 


Curso de Mestrado em Direitos Humanos está com inscrições abertas

O Programa de Pós-Graduação em Direito da Unijuí está com inscrições abertas para o Processo Seletivo de Ingresso no Curso de Mestrado em Direitos Humanos, turma de 2018. As inscrições seguem até o dia 22 de novembro. 

São 20 vagas oferecidas para profissionais formados em Direito e áreas afins. O processo seletivo consiste na realização de uma Prova Escrita, Análise do Curriculum Lattes, Análise do Projeto Preliminar de Dissertação e Entrevista.

As inscrições podem ser feitas na página do programa. Para confirmar a inscrição o candidato deve entregar o projeto preliminar de dissertação; cópia autenticada do Diploma de Graduação ou do comprovante de conclusão do curso e do Histórico Escolar da graduação; curriculum vitae modelo Lattes CNPq documentado; uma foto 3x4; cópia dos documentos de identificação (CI, CPF e Registro Civil de Nascimento ou Casamento) e o comprovante de pagamento da taxa de inscrição.

O Curso de Mestrado em Direitos Humanos da Unijuí é autorizado pela CAPES e recentemente subiu para o Conceito 4 na avaliação Quadrienal da CAPES. A carga horária é de 450 horas, com duração de 24 meses.

Mais informações na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Direito, pelo telefone 55 3332-0200 – Ramal 3510, pelo e-mail ppgd@unijui.edu.br ou ainda no Portal do programa www.unijui.edu.br/ppgd


Direitos Humanos e(m) Comunidade realiza primeira oficina

Com o objetivo de inserir conceitos sobre cidadania e democracia dentro do âmbito escolar, foi realizado na última terça-feira, dia 19 de setembro, a oficina intitulada “Diálogo aberto sobre democracia: exercício da cidadania” na Escola Municipal Fundamental Soares de Barros. A conversa foi conduzida pela Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS, Luana Borchart e mediada pela Professora Jaqueline Roberto.

Luana explanou aos alunos sobre a importância do compromisso democrático, da participação e fiscalização na política. “Temos a intenção de trabalhar com esse pré eleitor para que sejamos capazes de mudar essa cultura de votar e achar que é o suficiente, queremos implementar no cotidiano de cada jovem o compromisso de ser cidadão em buscar informações corretas, acompanhando os políticos e o gasto público”, comenta.

                  

Os alunos foram instigados a compreender o compromisso democrático e, desde cedo, perceber a importância da cidadania ativa. Luana trouxe exemplos de sites que podem servir para fiscalização do orçamento público e do que está acontecendo nas questões políticas do Brasil.

Além dos conceito teóricos a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS convidou os alunos presentes para fazer parte da próxima sessão da Câmara de Vereadores de Ijuí onde terão a possibilidade de acompanhar votações, fazer reclamações e presenciar o ambiente político do município. “O foco principal é alimentar a cultura da cidadania ativa, que possamos formar cidadão comprometidos com um todo, com senso de coletividade”, complementa Luana.

A atividade faz parte do termo de mútua cooperação -  Direitos Humanos e(m) Comunidade - da Subseção de Ijuí da OAB/RS através da comissão de Direitos Humanos e a Universidade do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), através do Departamento de Ciências Jurídicas e Sociais (DCJS). A oficina foi a primeira ação do convênio que visa à formação de um grupo de estudos, discussões e proposições com vistas ao exercício da cidadania.